Cinco Perguntas

Cinco Perguntas para Micheli Aguiar

Jornalista chega ao GZH com 18 anos de experiência no mercado

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Micheli Aguiar. Jornalista formada pela Unisinos com MBA em Big Data para estratégias de Marketing pela ESPM. Sou de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, e chego em GZH trazendo 18 anos de experiência no jornalismo, com passagem por televisão, produção e conteúdo audiovisual, além de gestão de equipe, conteúdo e estratégia digital. Neste momento, atuo como editora-assistente digital na editoria de Comportamento de GZH.

2- Como foi para você receber o convite para atuar como editora em um veículo como GZH?

Foi um convite gratificante e muito feliz. Aceitei de coração aberto e com a certeza de que seria — e está sendo — um desafio incrível. Chego em GZH em um time repleto de profissionais incríveis e renomados, onde entro para somar e aprender.

3- Quais são os principais desafios que você acredita que terá neste cargo?

A tuando na editora de Comportamento, em que Saúde é o carro-chefe, entendo que o desafio já está posto. Em um momento de pandemia  onde todos descobrimos e sentimos as dificuldades do que isso significa, e que o maior vírus tem nome em inglês (fake news), mas que em bom português nada mais é do que mentiras —, trabalhar temas relacionados à saúde, e mais diretamente ao coronavírus, é bem desafiador.

4 – Na visão de editora, quais são os desafios do jornalismo nos dias atuais?

Como editora, entendo que meu trabalho é lapidar o melhor do conteúdo, da apuração do repórter. É ajudar a dar forma e pensar na melhor distribuição, no público-alvo, na estratégia para aquele conteúdo. Costumo dizer que minha função no time é abrir caminhos e derrubar barreiras. 

Mas, tem outro ponto muito importante no fazer do jornalismo atual: estratégia digital. O conteúdo é e sempre será a joia rara, a ser tratado com toda a importância e dedicação necessárias. No entanto, na era dos dados e algoritmos, não está no jogo quem os deixa de lado. Por isso, creio que esse seja outro grande desafio. Como atingir o público, como se fazer relevante, como competir no momento em que algoritmos têm “ditado” as regras? O assunto é mais complexo do que simples, e o jornalista atual precisa estar envolvido com isso também. 

5- Quais são os teus planos para daqui a cinco anos?

Daqui a cinco anos? Interessante poder escrever sobre planos, não é mesmo?! Sou uma pessoa que pensa muito, tenho uma mente inquieta (risos!) e preciso estar sempre aprendendo. Então, se tem algo que eu posso afirmar é que daqui a cinco anos, certamente, ainda estarei aprendendo. 

 

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