1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Me chamo Rafael Farina, sou nascido na ilha de Florianópolis, em Santa Catarina, formado em Publicidade e Propaganda. Fui criado no Rio Grande do Sul, no município de Bento Gonçalves, com passagens por Porto Alegre, São Paulo e Londres. Sou autor das biografias ‘Falhas que só existem no Sul’ (2018) e ‘Ossos açucarados’ (2021).
2 – Quando foi que começou a ter interesse pela literatura e ingressar nesse universo?
Desde a adolescência, por ser um pouco tímido. Nunca fui um leitor compulsivo, mas sempre tive atração por histórias. Um dia, por volta dos 20 anos, comecei a tentar misturar poesia com histórias comuns. No entanto, sinceramente, não sei o motivo da minha escolha pela poesia, em específico.
Quando amadureci um pouco mais, comecei a fazer algumas oficinas, e logo depois a ideia de lançar um livro. O ‘Falhas que só existem no Sul’ nasceu em 2018, em uma tiragem bem pequena, com 50 exemplares. Em abril deste ano, lancei o ‘Ossos açucarados’, esse com um pouco mais de robustez e feito de forma independente.
3 – Como foi para você receber o convite para ser colunista do Pioneiro?
Foi especial. Conheci a Tríssia Ordovás, editora do jornal, justo na época que eles estavam repaginando um monte de coisa. Primeiro, ofereceram uma coluna de crônicas, que eu aceitei meio sem jeito. Mas não cheguei a escrever nenhuma. Logo depois, daí sim, chegou a proposta de ganhar um espaço mensal especialmente para poesia.
4 – Quais são as linhas de raciocínio que você traz nos textos e o que os leitores podem esperar?
Não pretendo surpreender ninguém com texto rebuscado ou formato criativo. A ideia é sempre deixar o leitor definir o que significa aquele texto. Nunca vou explicar nada, porque a maioria dos poemas não são definitivos.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Aperfeiçoar a oficina que criei neste ano, junto com a escritora paulistana Fernanda Rodrigues, chamado ‘Poesia ao Sol e à sombra’. Além disso, um terceiro livro de poemas também é possível.