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Pesquisa da VTEX, em parceria com a WGSN, mostra que o tempo entre ver e comprar caiu 12,9% entre 2023 e 2025 — indicando consumidores mais rápidos, pragmáticos e seletivos.

O marketing sensorial deixa de ser apenas estímulo e passa a ser uma linguagem estratégica, capaz de criar vínculo emocional, memória e pertencimento.

Marcas usam tecnologia para ativar os sentidos, como no case da Avon na Avenida Paulista, que permitiu ao público sentir a fragrância Power Stay em um painel interativo criado pela VML Brasil.

A tecnologia atua como aliada para ampliar a imersão, sem substituir emoção, autenticidade e conexão afetiva.

Inovações como IA emocional, IA generativa multimodal, neurofeedback, áudio 3D, realidade mista e dispositivos táteis estão elevando o nível das experiências sensoriais.

O comportamento contemporâneo está mais voltado à busca por experiências autênticas, sensoriais e significativas do que apenas ao consumo de produtos.

Orientado por dados e tecnologia, mas continua sendo, essencialmente, humano, emocional e baseado em experiências que criam memória.

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Autor

Márcia Dihl

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