1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Eu sou Cláudio Antônio Cordeiro Isaías, 55 anos, porto-alegrense da Zona Leste. Sou jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) em 1995. Nascido no bairro Glória, sou filho de Marina Cordeiro Isaías e Walter Isaías. Estou há mais de 26 anos no Jornalismo. Trabalhei em jornais de bairro em Porto Alegre e na Região Metropolitana, no Jornal do Comércio por 17 anos, no Correio do Povo, por nove anos e seis meses, e agora estou, novamente, no JC.
2 – Por que decidiu se tornar jornalista?
Foi muito por influência do rádio, principalmente da rádio Guaíba, que eu ouvia bastante na década de 1980, e também da Gaúcha. Ouvia muito as transmissões esportivas da Guaíba. Lembro de nomes como Armindo Antônio Ranzolin, Edegar Schimidt, João Carlos Belmonte e o plantão de Antônio Augusto. Ouvia muito rádio e o meu sonho era ser produtor de programas de rádio.
3 – Recentemente, você começou a trabalhar como repórter para o portal do Jornal do Comércio. Como tem sido essa experiência?
Tem sido uma experiência incrível porque estou tendo um contato com uma equipe de profissionais extremamente qualificados. Nem em pensamento eu poderia imaginar que íamos trabalhar juntos. É um time de jornalistas espetacular que mescla experiência e juventude. Além disso, são pessoas extremamente divertidas. Eu trabalho com os jornalistas Mauro Belo, Lu Medeiros, Juliano, Carlos Villela, Maria Amélia, Bárbara, Estefany, Maria Eduarda e Bolívar. Uma equipe 100%. Além disso, tem as meninas do Geração E (Isadora Jacoby, Giovanna, Duda e Adrielly), que são sensacionais e fazem muito barulho com pautas superinteressantes.
4- Como é para você retornar ao Jornal do Comércio após uma década? Há muitas mudanças?
Foi um retorno tão bacana a convite do editor-chefe do Jornal do Comércio, Guilherme Kolling. Fui recebido de uma maneira extremamente carinhosa e era um momento de mudanças na empresa – fiquei surpreso com a recepção que ocorreu no mês de julho. Uma parte dos colegas eu conhecia de encontrar nas pautas e também da primeira passagem pelo JC. Ocorreram diversas mudanças no jornal. Em março de 1995, quando comecei na redação, havia máquinas de escrever, laudas e uma ilha de telefones em que todos os repórteres ficavam lado a lado fazendo entrevistas. A fotografia utilizava rolos e rolos de filmes. Hoje, temos o telefone celular, que não existia naquela época, e as redes sociais (WhatsApp, Instagram, Twitter, Facebook) que deixaram tudo mais instantâneo.
5 – Quais são seus planos para daqui a cinco anos?
Eu ainda não sei quais serão os meus planos para 2027. O que eu sei é que estarei completando 60 anos, então a ideia é não se estressar e levar a vida em uma boa e com tranquilidade. A minha ideia é viajar mais. Quero, em cinco anos, estar bem de saúde para poder continuar fazendo as coisas que gosto (ir ao cinema, teatro, futebol e passeios).