1 – Quem você é, de onde vem e o que faz?
Sou o Cleber Bertoncello, nasci em Ronda Alta, no norte do Rio Grande do Sul, em 27 de dezembro de 1980. Formei-me em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Iniciei minha carreira como assessor de imprensa da equipe de futsal da própria universidade, em 1998, depois trabalhei como repórter, editor, apresentador e colunista no Jornal e na Rádio Diário da Manhã, de onde saí para atuar como correspondente do Jornal Zero Hora em Passo Fundo e região.
Após uma breve passagem pela Assessoria de Comunicação da UPF, retornei para a Zero Hora e, em seguida, fui transferido para a Redação, em Porto Alegre, atuando na Editoria de Esportes, que na época era liderada pelo David Coimbra e pelo Sérgio Villar.
Na sequência, no final de 2008, fui trabalhar como editor de Esportes no Jornal Hora de Santa Catarina, em Florianópolis, que na época também pertencia ao Grupo RBS. Fiquei na capital catarinense até 2012, quando retornei a Porto Alegre e iniciei meu trabalho na comunicação política, na Assembleia Legislativa, na função de assessor de imprensa do deputado estadual Gilmar Sossella.
Em 2014, fui superintendente de Comunicação e Relações Institucionais da Assembleia. Em 2016, resolvi empreender e abrir, em parceria com a minha esposa e também jornalista, Cristiane Lindemann, a Raiz Biografias, que dentre os trabalhos já realizados estão as obras ‘Feitooo!’, que narra a trajetória do comunicador e narrador Paulo Brito, e ‘De braços abertos’, obra biográfica sobre o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Passo Fundo Luciano Azevedo. Atualmente, estamos produzindo mais duas biografias.
Meu caminho na Comunicação também inclui a atuação como assessor de imprensa da então deputado estadual Catarina Paladini, além de trabalhar na Critério, no atendimento a clientes e campanhas políticas.
Nos últimos anos tive, ainda, ótimas experiências como assessor do deputado estadual Mateus Wesp, como secretário estadual de Comunicação do PSDB RS e, mais recentemente, atuando no Gabinete do Governador Eduardo Leite, no setor da Precursoria, de onde saí em setembro deste ano para trabalhar na Agência Canarinho, que é focada em projetos e conteúdos em branded content e content marketing.
2 – Como enxerga o mercado da comunicação neste momento em que a Canarinho se expande para o Rio Grande do Sul?
Como tem sua sede no Rio de Janeiro e escritório em São Paulo, a Canarinho tem uma atuação nacional e percebe a retomada do mercado da Comunicação, sobretudo a vinculada ao branded content e ao content marketing, em diferentes estágios nas diversas regiões do Brasil. No Sul do País, especificamente, a percepção é de um mercado que já retomou quase que plenamente suas atividades e investimentos, com muitas empresas e entidades não apenas buscando recuperar espaços perdidos na pandemia como, principalmente, projetando ações e campanhas focadas em crescimento para 2022. Desse entendimento e dessa confiança em dias melhores vem um dos pilares que consolidaram a decisão da agência de abrir seu escritório em Porto Alegre.
3 – Como recebeu o desafio de liderar a operação da agência em Porto Alegre?
Na verdade, a operação em Porto Alegre também conta com a liderança e a competência da jornalista Carla Dutra. A Canarinho tem na sua essência, que vem diretamente do jeito de ser e viver a vida dos sócios-fundadores, os também jornalistas gaúchos Mauro Graeff e Dionara Melo, uma forma colaborativa de trabalhar, priorizando o desenvolvimento coletivo, o bem-estar dos colaboradores e o incentivo ao crescimento dos talentos, agregando valores genuinamente ligados à diversidade e respeito às diferenças com entregas de conteúdos e projetos de alta qualidade. Isso tudo me traz segurança e tranquilidade para enfrentar esse enorme desafio, talvez o maior da minha carreira até aqui, mas deixando claro que se trata de um trabalho realmente conjugado no plural, de forma coletiva, onde todos têm muita importância.
4 – Se não fosse jornalista, teria escolhido qual outra profissão?
Sempre tive o sonho de ser jornalista, desde criança mesmo, e sou muito realizado profissionalmente. Mas, se não fosse, possivelmente seria feliz também como guia turístico, caminhoneiro ou em alguma área ligada a viagens, pois gosto muito de viajar, de estar na estrada. É uma verdadeira terapia para mim.
5 – Quais seus planos para os próximos cinco anos?
Como fica evidenciado por minha trajetória profissional, nunca tive receio de novos desafios ou de mudanças. Sob esse prisma, cinco anos pode ser muito tempo para um planejamento mais detalhado, porém espero chegar em 2026 com a Agência Canarinho tendo feito grandes projetos e consolidada nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, assim como já é no Rio de Janeiro e em São Paulo. É meu grande objetivo para o futuro próximo e, se Deus quiser, vamos chegar lá!