Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Edivan Rosa

Videomaker da Critério acredita que a Comunicação é um dos pilares da humanidade

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Meu nome é Edivan Rosa. Tenho 37 anos, sou casado, gaúcho de Porto Alegre e graduando em Publicidade e Propaganda. Um dia, eu percebi que uma das minhas maiores paixões era fotografar o cotidiano das pessoas. Dei o meu primeiro passo nessa profissão de audiovisual em 2011, quando tirei minha DRT. Desde então, eu me tornei cinegrafista, fotógrafo, filmmaker e piloto de drone.

2- Por que você decidiu estudar e trabalhar com Comunicação?

Eu acredito que a Comunicação é um dos pilares da humanidade. Quando entendi que era possível contribuir com esse pilar de uma forma ética e profissional, contando a história das pessoas e das marcas por meio das imagens que produzia, eu encontrei um propósito para a minha paixão inicial. Desde então, eu venho me aperfeiçoando, estudando muito e sempre procurando inovações.

3- Em janeiro, você passou a integrar o núcleo audiovisual da Critério. Como você avalia o trabalho até o momento?

Há muitas marcas que já entenderam a importância do audiovisual, de ter as suas histórias contadas por profissionais do ramo. Quando a Critério me chamou, ela me fez essa proposta de transformar o meu conhecimento técnico e de campo em algo acrescentasse para os nossos clientes. Unidos ao talento de todo o time, nós conseguimos fazer com que o astro seja a história que contamos das marcas. Nós estamos em constante evolução, a serviço dessa história.

4- Você atuou também na TV Record. Como essa experiência contribui para o trabalho desenvolvido na Critério?

Sem dúvida, o meu tempo na TV Record foi uma escola, um período muito feliz, quando fiz amigos que levo para a vida. Pude praticar os conhecimentos que já tinha e aprender com experiências que somente o campo nos proporciona. Ter essa vivência do hard news, com todos os tipos de pautas e várias escaladas em nível nacional, ensinou-me muito sobre o poder de confiarmos na equipe e nos apoiarmos diante dos desafios. Nem sempre as pautas saem como o planejado e é preciso jogo de cintura para lidar com os imprevistos. O tipo de trabalho que desenvolvemos com nossos clientes na Critério está muito baseado no talento da equipe e na confiança que temos uns nos outros.

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

O cenário do audiovisual que nós estamos vivendo hoje é curioso. Ao mesmo tempo em que temos um oceano azul de marcas que estão nesse processo de entendimento da necessidade de um profissional, temos também o crescimento da IA, democratizando o acesso da população às ferramentas de captação e edição. Daqui a cinco anos, o que diferenciará a mim e aos demais profissionais do audiovisual é a nossa jornada de conhecimento e nossas experiências. Nossa profissão não é somente sobre equipamentos e técnicas, pois esses mudam com o passar dos anos. Por isso, eu me vejo investindo em mim como principal ativo, pois a narrativa de contar histórias depende da bagagem do contador da história. Aliando as novas tecnologias com a ótica humana, nós iremos produzir muita coisa boa na Critério. Estamos só no começo desse oceano azul!

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