Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Fernanda Ferraz

Comunicadora deseja tornar a apresentação digital algo intrínseco nas organizações.

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz? 

Sou a Fernanda, nasci e me criei em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Estudei Comunicação Social com ênfase em produção multimídia.

2 – Por que você optou em atuar com Comunicação? 

Fui criada por uma mãe que trabalhou muito tempo em um uma emissora afiliada à Rede Globo, o que me deu curiosidade e vontade de entender esse meio da Comunicação e Publicidade.

Comecei minha carreira como fotógrafa e editora de vídeo, o que me fez buscar conhecimento e me desenvolver mais no sentido do audiovisual.

3 – Em janeiro, a agência Clarke começou a atuar em Lisboa. Como está o desenvolvimento dessa operação? 

O desenvolvimento está sendo desafiador e gostoso ao mesmo tempo. Temos a consciência de que o público brasileiro é totalmente diferente do europeu. O que nos gera o desafio da Comunicação e como ser assertivo com a expressividade de cada lugar. Sobre a área da Criação, está sendo maravilhoso, os feedbacks que temos são fantásticos, pois realmente é algo que os estrangeiros não estão acostumados a ter: essa qualidade publicitária que nós, brasileiros, temos ao executar um trabalho.

4 – Com essa nova operação, a agência passou a trabalhar com dois mercados diferentes. Quais são as principais diferenças e semelhanças dos mercados?

A principal semelhança é que a demanda existe. Tanto aqui no Brasil quanto na Europa, temos um grande volume de executivos que sentem a necessidade de criações de alto impacto em Powerpoint. E a diferença é que, em uma região como o Brasil, sabemos que existe o serviço e, fora daqui, é uma necessidade, mas os executivos da Europa nem imaginam que existe uma mão de obra especializada em criações profissionais em Powerpoint.

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos? 

Tornar a apresentação algo intrínseco nas organizações. Cada vez mais somos digitais e por isso precisamos de apresentações digitais que possam fazer esse trabalho. Meu objetivo é fomentar a área de criação em Powerpoint e criar cada vez mais potência nisso. Mostrar que a criação não é apenas apertar um botão e ‘plim’, está pronto. A área de criação engloba processos e principalmente intuição quando precisamos desenvolver algo novo e original. Por isso, aqui na Clarke damos o devido valor a essa mesa e este tema. Pois o mundo, desde que é mundo, só se torna uma potência quando respeitamos o criativo e, sobretudo, deixamos ele fazer seu papel maravilhoso, que é mudar vidas e um sistema.

 

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