1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Fernando Cunha, jornalista de Porto Alegre. Atuo na área desde 2005 e atualmente escrevo para alguns sites e revistas, além de fazer alguns trabalhos como ghost writer. Ao longo da carreira profissional, atuei no setor de Comunicação, assessoria e conteúdo em empresas como Odebrecht, WebGlobal, entre outras, e escrevi para revistas como Nova Família e a edição nacional da Business Review, além de realizar trabalhos para diversas empresas, instituições e clientes.
Com o tempo acabei me especializando em conteúdo e no desafio de unir informação, relevância e boa indexação. Paralelo a isso, também tenho meus projetos como escritor.
2 – Por que escolheu o Jornalismo?
Desde muito novo sempre gostei de informação, de notícias, de ler o jornal todas as manhãs antes de ir para a escola e nos próprios cadernos escrevia textos ingênuos sobre comportamento, o mundo e a vida. Ao longo dos anos, tive dezenas de blogs pela web onde publicava crônicas, artigos e poemas. Com essa veia voltada para o texto, a cultura e a informação em geral, foi natural seguir pelo Jornalismo. Quando entrei na faculdade, meu foco era o jornal impresso, mas com o tempo fui enveredando para assessorias de comunicação e também para o conteúdo on-line.
3 – Como é para você lançar um segundo livro?
É importante lançar o segundo livro, pois creio que existem algumas reflexões importantes nele. No fundo, por mais clichê que pareça, temos um carinho enorme pelos livros que escrevemos. Nos dedicamos e acompanhamos a repercussão entre os leitores com muita satisfação.
Na Literatura, acho válido o autor andar em mais de um nicho. Meu primeiro, ‘Ipanema Blues’, é um romance que eu tinha praticamente pronto na gaveta por anos e só foi sair em 2016. Agora, para os próximos literários de fato, com histórias, pretendo fugir um pouco do romance, embora eu adore, e abordar outros temas. É importante trazer ao leitor histórias ambientadas em diversos cenários.
No segundo, ‘Palavras Que Habitam o Pensar’, não é muito diferente, pois trago um compilado de textos que, em sua maioria, haviam sido escritos em meus sites ao longo dos anos. Juntá-los e criar um livro foi fácil. ‘Palavras Que Habitam o Pensar’ terá outras edições nos próximos anos em novas compilações de textos.
4 – Qual foi o seu principal intuito ao escrever o ‘Palavras que habitam o pensar’?
Em um cenário atual, onde a sociedade muda tão rápido, há muito conflito de opiniões e sentimentos essenciais muitas vezes são deixados de lado, é natural que muitas palavras habitem o nosso pensar. Os 51 textos do livro trazem reflexões que fazem parte do nosso dia a dia, divididos entre crônicas, artigos e poemas sobre comportamento, amor e relacionamento.
Como escrevi em alguns livros que assinei: “A reflexão é um ato de honestidade a nós mesmos”. O principal intuito do livro é isso, olharmos para dentro e fazermos autoavaliações. Isso nos engrandece. Através das páginas são reveladas formas de pensar, preferências, anseios e gostos por diversos itens que vão dá vida em sociedade, passando pela profissão, família, arte, cultura, música e evoluções diárias que todos nós vivemos.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Tenho alguns negócios em andamento para serem retirados do papel e o desejo é criar uma agência de conteúdo para abastecer esses negócios. Daqui a cinco anos, espero que todos os planos já estejam consolidados e serão meu foco principal em um futuro próximo. A pandemia acabou atrasando alguns objetivos, mas em breve tudo estará bem novamente e poderemos nos dedicar a empreender mais, criar mais empregos e tornar sonhos virarem realidade. Paralelo a isso, seguirei escrevendo livros que de uma forma ou outra agreguem entretenimento e reflexões.