1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Chamo-me Isadora Jacoby, nascida em Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, mas moradora de Porto Alegre há 16 anos, quando me mudei para cursar o Ensino Médio. Estudei Jornalismo na Ufrgs, instituição da qual muito me orgulho de ter feito parte, e, atualmente, sou editora do GeraçãoE, plataforma de empreendedorismo do Jornal do Comércio, que está celebrando sete anos neste mês.
2 – Como você se interessou pelo Jornalismo?
A comunicação, de forma mais ampla, sempre fez parte de mim. Sempre gostei de escrever, de usar a minha criatividade e de me conectar com meus propósitos. E a escolha pelo Jornalismo foi, naquele momento, uma possibilidade de conciliar essas frentes, de usar minhas habilidades para uma função social, que é como eu enxergo o Jornalismo.
3 – Recentemente, você deixou de ser repórter para atuar como editora do GeraçãoE. Como tem sido para você essa experiência?
Apesar de muito recente, já tem sido uma experiência maravilhosa. Estou no GeraçãoE desde 2018. Antes disso, trabalhava com pautas muito diferentes, voltadas para o hardnews. E chegar no GE foi uma possibilidade de ampliar horizontes, de poder contar histórias pelas perspectivas das pessoas. Depois desses anos como repórter, é incrível poder exercer essa outra função. Gosto muito de gestão, de pensar estratégias, e acredito que, agora, poderei explorar ainda mais isso.
4 – Você acredita que ter atuado anteriormente como repórter do GeraçãoE tenha sido importante para o cargo que ocupa hoje? Por quê?
Acredito que é muito importante valorizarmos e enxergarmos a nossa trajetória. Não só minha experiência como repórter foi importante, mas todas as anteriores: na produção de TV, apresentação na rádio e edição de imagens. Jornalismo em veículo é, essencialmente, um trabalho coletivo, feito a várias mãos. E acredito que, quanto mais funções conhecemos de perto, mais conseguimos contribuir para a nossa equipe como um todo. É assim que conseguimos ter empatia e compreensão pelos desafios diários de cada um de nossos colegas. Ter sido repórter do GeraçãoE nesses últimos anos, ao lado do Mauro que, como editor, sempre contribuiu muito para que eu me aperfeiçoasse, foi fundamental para me preparar para o que estou vivendo agora.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Nunca fui de fazer planos muito concretos para o futuro e, depois da pandemia, menos ainda. O que realmente espero é poder ter saúde para experienciar tudo o que a vida me oferecer e para que possa seguir correndo atrás e colhendo frutos da minha dedicação. Busco sempre – no presente e para o futuro – me conectar com o que estou fazendo, com as pessoas que estão ao meu lado. Então, seguir encontrando propósitos é o maior plano para daqui a cinco anos.