Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Luís Eduardo Silva

Jornalista, com mais de uma década de atuação no Grupo RBS, é sócio e diretor da DG5 Comunicação há cerca de um ano

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Meu nome é Luís Eduardo Silva, pai do Carlos, esposo da Ana, gremista, comunicador e empreendedor também. Nasci em Santa Maria, onde me criei, estudei e iniciei minha vida profissional. Morei na minha cidade natal por 37 anos. Há pouco mais de um ano mudei de emprego, de estado, de cidade e de vida. Atualmente, sou sócio e diretor da DG5 Comunicação na unidade de Itajaí, em Santa Catarina. Continuo na área de Comunicação, mas atuando em outras frentes e muito mais na parte comercial e de relacionamento com clientes.

2 – Por que escolheu o Jornalismo?

Difícil de responder a essa pergunta, porque na época da faculdade penso que não temos maturidade suficiente para definir os nossos futuros. No meu caso, foi por eliminação mesmo. Eu nunca gostei de cálculos e sabia que não queria nada relacionado à matemática. Como sempre fui um leitor voraz, consequentemente tinha facilidade na escrita. Na época, ainda com 18, 19 anos, eu já era pai e precisava escolher um curso para ter uma faculdade. Então, foi essa soma de fatores que me levaram a escolher o Jornalismo. Pela trajetória até então, mesmo que não tenha sido uma escolha totalmente consciente, entendo que foi a melhor para o momento. Tenho muito orgulho da construção de carreira até aqui.

3 – Recentemente, a DG5 expandiu a atuação em Santa Catarina. Como diretor da empresa no estado, como você avalia esse movimento até aqui?

Foi um movimento estudado e faz parte de um processo de expansão que a DG5, como corporação, está passando. Já tínhamos feito análise de mercado, de concorrentes, previsão de crescimento e tudo o mais. A consolidação do projeto se deu com a abertura da nossa sede física da empresa aqui em Itajaí, no final do ano passado, a vinda de profissionais da matriz no Rio Grande do Sul e a contratação de pessoas daqui para atuarem junto à unidade.

Sobre o movimento em si, entendo que estamos em um processo de crescimento rápido, em um mercado muito promissor e com muitas oportunidades. Estamos reunindo pessoas comprometidas com o projeto e com o DNA da empresa. Em breve teremos ainda mais novidades.

4 – Você trabalha na DG5 desde 2021, correto? Porém, antes, passou mais de 10 anos em veículos de notícias. Como foi essa mudança na frente de atuação?

Sim, me juntei ao projeto da DG5 em 2021 como sócio da unidade de negócios em Santa Catarina. Lá no começo da empresa, em 2008, eu iniciei um movimento junto ao fundador, Alessandro Mathias, que hoje é meu sócio, mas à época, por questões pessoais, precisei optar por iniciar a caminhada dentro do mundo corporativo.

Eu comecei a trabalhar com veículo de Comunicação em 2006, no segundo ano de faculdade. Desde então, trilhei um caminho que começou com estágio no Grupo RBS, passando por vários cargos, desde repórter, apresentador, editor, até chegar à posição de coordenador de Jornalismo da RBS TV. Por 10 anos, desempenhei a função, onde era responsável pela equipe de Jornalismo da Região Centro-Oeste do Rio Grande do Sul. Participei de grandes coberturas, como o surto de Gripe A, em 2008, até a tragédia da Boate Kiss, em 2013. Mas, chegou um momento que entendi que minha missão estava cumprida e que era hora de buscar novos desafios, foi então que mudei completamente de área para atuar com Comunicação empresarial e Publicidade.

Foi uma mudança importante e desafiadora. Você fica fazendo a mesma coisa por muitos anos e se depara com uma realidade de mercado bem diferente do que você estava habituado. Era superespecialista em um determinado ramo da Comunicação, mas ‘aqui fora’ era um iniciante, precisando reaprender muita coisa.

Se pudesse aconselhar o Luís Eduardo de alguns anos atrás, diria para aprender novas habilidades, estudar novos mercados, entender de Comunicação Corporativa, de novas tecnologias. Dentro da redação vivemos focados totalmente no Jornalismo diário. Mesmo que minha atuação fosse como líder de negócio, meu foco em Comunicação a vida inteira foi em hard news, em redação, e entendo que poderia ter bebido de outras fontes. A curva de aprendizado fora do Jornalismo não seria tão extensa, mas tudo tem seu tempo e está sendo incrível aprender todos os dias coisas novas e me deparar com desafios diferentes do que estava habituado.

 

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

São muitos planos. A gente aprende a empreender na marra, mas isso entra no nosso DNA. Vejo-me como líder de negócios, isso com certeza. Mas, quais, isso eu não saberia responder, porque estou em um mercado diferente, com muitas oportunidades e frentes a serem trabalhadas. 

Na DG5, como negócio, temos metas ambiciosas para os próximos anos. Além da consolidação no mercado catarinense, nosso planejamento contempla estarmos entre os principais grupos de Comunicação da Região Sul. Daqui a cinco anos, quero olhar para trás e ter orgulho da caminhada e estar projetando planos ainda mais ambiciosos. Sempre ao lado da minha esposa e do meu filho, que fazem tudo valer a pena e são a minha base para tudo.

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