1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Marco Sperotto Junior, tenho 45 anos, sou natural de Porto Alegre e formado pela PUC, em 1996. Sou jornalista esportivo, identificado como torcedor do Grêmio e trabalho, também, como influenciador digital nas plataformas Facebook, Instagram, YouTube e Twitter. Como convidado, participo de diversos programas esportivos em rádios e TVs da Capital. Fui repórter de esportes da RBS TV e SporTV entre 1997 e 2006, quando fixei residência no Rio de Janeiro, onde atuei na SporTV e na TV Record durante quatro anos, até 2010.
2 – Como se deu a escolha por atuar no jornalismo esportivo?
A opção pelo esporte aconteceu dentro da RBS TV, por identificação pessoal com a editoria e a oportunidade aberta pelo então chefe do departamento de esportes da emissora, Flávio Dutra, que acreditou no meu potencial e me ‘puxou’ para a reportagem do Globo Esporte, do Esporte Espetacular, do extinto TVCom Esportes, entre outros programas da grade esportiva.
3 – O que o levou a investir na cobertura especializada do Grêmio nas redes sociais?
Quando retornei do Rio de Janeiro, observei que havia uma lacuna nesse sentido. Não havia nenhum trabalho nesse formato sendo feito junto ao torcedor do Grêmio que, de certa forma, estava carente de um ‘representante’ que, assim como eles (nós), eram gremistas apaixonados. No entanto, eu tinha o diferencial de ser do meio jornalístico e ter uma estrada percorrida que pudesse credenciar a falar de assuntos específicos do Tricolor, com conhecimento de causa e com opiniões formadas e sinceras. Resolvi apostar no formato e os resultados vieram. Em um ano da nossa fanpage, temos mais de 15 milhões em alcance, resultados absolutamente expressivos e animadores.
4 – O que todo jornalista esportivo precisa saber?
Todo jornalista esportivo precisa saber que está lidando com paixão, além de simplesmente informação. O futebol mexe e influencia a vida das pessoas, no seu humor, estado de espírito e, por isso mesmo, geralmente é polêmico. Trabalhar com futebol requer a pré-disposição e a consciência de que somos ‘vitrine’ e estamos constantemente expostos a críticas e, também, a elogios. Cabe saber lidar com as críticas, sempre respeitando a opinião do torcedor que, muitas vezes, é um grande entendedor do assunto. Manter sempre a mente aberta é uma dica preciosa.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Daqui a cinco anos, vejo-me ainda mais fortalecido, sempre inovando e atento às mudanças e às novidades em termos de tecnologia digital e plataformas sociais, oferecendo cada vez mais conteúdos de qualidade ao nosso crescente público. Acredito que já ‘passamos’ a ponte. Agora, é manter.