1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou a Paula, mãe do Antônio, filha da Luci e do Dago e irmã do Gabriel e do Pedro. Nasci em Porto Alegre – onde vivo hoje, na minha terceira temporada na cidade –, mas me criei em Pelotas. Estudei Jornalismo na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e, há bastante tempo, meio que desde sempre e de alguma forma, trabalho com Comunicação Política.
2- Por que decidiu fazer Jornalismo?
Uma trivialidade bonita e um esforço convicto de meus pais. Sou uma criatura que sempre teve livros por perto. Minha mãe comprou livro de pano, livro de banho e assim foi indo. Fui uma adolescente que se trancava no quarto pra ler e lá ficava por horas. E também sempre fui muito curiosa. Fui aquela criança que pergunta o tempo todo “Por quê?”. Na escola, gostava das matérias que o resto do povo fugia: história e geografia política. Era a Paula “curiosa e perguntadeira”. Enquanto a maioria dos colegas ia bem e fluía com o trio física/química/matemática, eu fazia boas provas dissertativas e argumentativas. Então, foi um caminho quase intuitivo, uma escolha quase óbvia. Gostava da ideia de escrever, de defender pontos de vista, de contar histórias. Não me via fazendo nada diferente da vida.
3- Há alguns meses, você passou a integrar a equipe da Critério. Qual é a sua avaliação deste período?
Tem sido o contrário de “morno”. Muito aprendizado, um desafio gigante e diário e uma experiência incrível. Eu sou uma inquieta e o ambiente da Critério, com gente tão generosa, inteligente e talentosa para trocar, estimula a gente a nunca parar de aprender e querer se qualificar.
4- Antes da Critério, você trabalhou na Prefeitura de Pelotas e em Brasília. Como essa experiência tem contribuído com o seu desafio? Há diferenças de atuação em empresas públicas e privadas?
Trabalhei em Brasília de 2017 a 2019 e na Prefeitura de Pelotas em duas ocasiões: entre 2015 e 2017 e depois entre 2019 e 2022. Essas experiências são pedaços importantes da minha história – pelo crescimento e evolução profissional, mas principalmente pelas relações que construí. Tudo que a gente vive nos prepara, nem que seja um pouquinho, para o desafio que vem em seguida. Sou o resultado dos meus acúmulos e das pessoas que passaram pela minha vida.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
A vida sempre olhou para os meus planos e deu boas risadas – mudando tudo e me mostrando que tenho pouco (ou nenhum) controle. Basicamente, a minha ambição é ter saúde para ver meu filho crescer e trabalho para que possamos viver com dignidade e algum conforto.