1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Paulo Roberto D’Agustini, tenho 38 anos, nasci em Porto Alegre, mas fui criado no interior, em Passo Fundo. Um cara bem humorado, que adora uma boa massa regada a um bom vinho! Sou filho do economista Pedro D’Agustini e da dona de casa Alda Perin, irmão do publicitário Gustavo e da médica Nathalia e casado com a colega mineira Thainã Neves. Sou formado em Comunicação Social pela Universidade de Passo Fundo, onde comecei a carreira em 2006, na RBS TV local, como repórter e âncora. Depois de passar pela sucursal de Carazinho, voltei para atuar no Jornal O Nacional, como editor. Em 2009, encarei um intercâmbio na Nova Zelândia, onde morei por um ano, aprendendo a língua e vivenciando a cultura local. De volta ao Brasil em 2010, trabalhei como assessor na Câmara de Passo Fundo e em 2013 mudei para São Paulo, para atuar no Canal Rural. Depois de uma temporada de três anos, voltei para Porto Alegre para atuar como assessor do deputado Sérgio Turra, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Depois da reeleição, em 2018, dobrando a votação, retornei para São Paulo e para o Canal Rural. Depois de mais de um ano e meio, aceitei o convite de ser o posto avançado da Critério na capital econômica do País.
2 – Há pouco mais de três meses você saiu do Canal Rural para ser a interface da Critério em São Paulo, iniciando a presença física da empresa na cidade. Como você avalia o trabalho até aqui? Quais os maiores desafios?
No Canal Rural fui supervisor de transmissões, fazendo conexões no universo do agronegócio todos os dias, ao vivo. Hoje, ser parte do time Critério é, sem dúvidas, uma grande oportunidade, por ser uma empresa formada por excelentes profissionais, e um grande desafio que me leva a fazer conexões estratégicas em todo o mundo. A pandemia, claro, é um momento a ser superado por nós, humanidade, mas também uma responsabilidade para nós, jornalistas. O distanciamento geográfico, antes um ponto negativo para muitas empresas, agora com as ferramentas de conectividade, nos aproxima. A comunicação ficou ainda mais acelerada e a Critério nos mostra todos os dias como a qualidade nos coloca em um patamar acima, com uma atuação paralela a grandes agências do setor de Relações Públicas do país. Assim, vamos em busca de novos mercados, ampliando o relacionamento com os stakeholders (as partes interessadas) na capital paulista.
3 – Por que escolheu estudar Jornalismo e o que mais lhe agrada na profissão?
Foi aquilo que mais se aproximou com minhas expertises e meus princípios, de verdade e justiça. O que mais me agrada é o dinamismo, que nos permite atuar em diferentes áreas, sermos generalistas, mas também especialistas. Definitivamente, não há rotina ou monotonia, nem em veículo, muito menos em agência.
4 – Como jornalista, você já trabalhou tanto em veículos quanto em campanhas políticas. O que mais lhe atrai nestas diferentes áreas da Comunicação?
Acho que permite olhar por ambos lados do balcão. São áreas diferentes, mas também afins. Nos veículos temos um compromisso com o leitor, ouvinte ou telespectador, de ética, informação e serviço público. Na campanha política não é diferente, com destaque para as boas ações e iniciativas do assessorado. Essa experiência, tanto em veículo quanto em campanha ou assessoria política, auxiliou nas passagens em empresas de Comunicação e auxilia com clientes.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Seguir atualizado e me aperfeiçoando nas áreas às quais tenho mais expertise, como agronegócios, economia e política, realizando cursos de especialização, além de diversificar meus conhecimentos em tecnologia, inovação e novos negócios, que inclusive estão interligadas com o que tenho maior know how, em um processo de futuro. Em paralelo, já faço alguns cursos e atividades ligadas ao esporte, minha paixão, com foco na gestão e no marketing esportivo.