1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Chamo-me Rodrigo Martini. Sou natural de Lajeado, onde ainda resido. Nasci no dia 26 de abril de 1982, e virei pai em 4 de janeiro de 2013, quando nasceu meu filho Joaquim. Sou um cara bastante tranquilo, na medida do possível, e que gosta muito de viajar. Nunca acumulei muitos bens, e penso que o conhecimento gerado pelas viagens é um dos maiores investimentos para a vida.
Com uma mochila nas costas, já visitei quase todos os países da América do Sul, e também já me aventurei pela Nova Zelândia, onde morei por alguns meses, e conheci lugares inesquecíveis na Europa e Estados Unidos. Mais recentemente, em 2019, percorri os quase 800 quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, em 30 dias, entre a França e a Espanha. E tudo isso retrata muito sobre o meu perfil.
2 – Por que você escolheu o Jornalismo?
Eu escolhi a profissão de jornalista por acaso. Na década de 1990, meu pai atuou em um jornal tradicional da cidade (já extinto), O Informativo. Por lá, escreveu e também ajudou a fundar uma filial da TVE na cidade. Desde então, desenvolvi muito apreço pela profissão. Mas demorei a levar adiante a vontade de ser jornalista. Nos primeiros anos do novo milênio, ingressei no curso de Publicidade e Propaganda na Universidade do Vale do Taquari (Univates).
Pela instituição de ensino, cursei alguns semestres até ser convidado pelo diretor do Grupo A Hora, Adair Weiss, para assinar uma coluna direcionada aos jovens. Naquela época, o jornal era semanal, e distribuído em três ou quatro cidades do Vale do Taquari, apenas. A partir daquele momento, em meados de 2006, eu virei a chave na minha vida. Assumi a profissão, mudei para o Jornalismo e, entre algumas idas e vindas, sigo motivado para ajudar no propósito do Grupo A Hora de tornar o Vale do Taquari uma região cada vez mais produtiva, competitiva, capacitada, acolhedora e próspera.
3 – Recentemente, você assumiu o cargo de diretor editorial do Grupo A Hora. Como foi para você receber o convite?
O convite para virar diretor ocorreu no início do ano, após mais de 15 anos de atuação e dedicação ao Grupo A Hora. Recebi a missão com muita tranquilidade e resiliência, e com a noção do tamanho do desafio, da responsabilidade e da missão que me foi dada. Gerenciar pessoas que costumeiramente atuam sob a pressão natural da profissão é um desafio enorme, mas toda a equipe, do rádio, jornal ou site digital, é muito competente e caminha sempre junta. Um ajuda o outro, compartilhando problemas e soluções. Acima de tudo, é uma honra ser um dos líderes dessa redação jovem, porém, experiente e convicta da importância do nosso propósito.
4 – Quais são os desafios na nova função?
A minha expectativa é fazer com que o conteúdo apresentado pelo Grupo A Hora siga relevante e impactante para o crescimento da nossa região, e que possamos cada vez mais inovar e renovar de forma natural e tranquila ao longo dos meses ou anos. E os desafios de ser um dos principais responsáveis pela curadoria do conteúdo multiplataforma do Grupo A Hora são imensos. Além de exigir um olhar atento e crítico às mais diversas ideologias, siglas partidárias, movimentos da sociedade e pessoas, e além de pensar novas estratégias e produtos, o novo cargo exige muita resiliência para absorver as mais variadas pressões externas.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Em cinco anos eu espero estar cercado de muitos profissionais motivados, felizes com a profissão e com a empresa. Além disso, comprometidos com o nosso propósito, e com tanta ou ainda mais capacidade para encarar esse mesmo desafio que eu assumi em 2022.