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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Coletiva</provider_name><provider_url>https://ondawebhost3.com.br/coletiva</provider_url><title>Essa vaidade que estraga - Coletiva</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="vzcDh1mf9n"&gt;&lt;a href="https://ondawebhost3.com.br/coletiva/colunas/essa-vaidade-que-estraga/"&gt;Essa vaidade que estraga&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://ondawebhost3.com.br/coletiva/colunas/essa-vaidade-que-estraga/embed/#?secret=vzcDh1mf9n" width="600" height="338" title="&#x201C;Essa vaidade que estraga&#x201D; &#x2014; Coletiva" data-secret="vzcDh1mf9n" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>N&atilde;o h&aacute; alegria maior quando h&aacute; sintonia nas rela&ccedil;&otilde;es, quando h&aacute; sinceridade nas palavras - at&eacute; mesmo naquelas n&atilde;o ditas - e quando h&aacute; cumplicidade. Nunca acreditei ou n&atilde;o quis crer que exista a tal hist&oacute;ria da puxada de tapete. Isso &eacute; uma inven&ccedil;&atilde;o de quem n&atilde;o confia no seu taco, s&oacute; pode.Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; feita em equipe. Boa informa&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado de boas conex&otilde;es. Um dia eu, outro dia tu. E todos os dias n&oacute;s. Sem melindres, sem purpurinas, sem mimimi. Quando todos trabalhamos em prol do mesmo objetivo, n&atilde;o deve haver protagonismo e, sim, coleguismo. Ser fonte, ser refer&ecirc;ncia, ser escape e ser confi&aacute;vel. Podemos ser todos. &Eacute; melhor assim e n&atilde;o h&aacute; mal nenhum nisso.Talvez por nunca ter tido a experi&ecirc;ncia de assinar mat&eacute;rias em ve&iacute;culos, n&atilde;o trabalho com essa necessidade de assinar embaixo, com essa vaidade. Mas fa&ccedil;o quest&atilde;o de fazer parte de boas constru&ccedil;&otilde;es. Gosto de pertencer, &eacute; ess&ecirc;ncia. Por isso, quando ou&ccedil;o falar em desconstru&ccedil;&atilde;o entre colegas, em omitir algo para buscar um holofote pr&oacute;prio, prefiro tirar o time de campo. Se estou na escala&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; problema em n&atilde;o marcar gol.&nbsp;&Eacute; claro que jogar com a 10, com o bra&ccedil;adeira de capit&atilde;o, d&aacute; um peso maior. Mas &eacute; a velha hist&oacute;ria de que hoje estamos e amanh&atilde; podemos n&atilde;o estar mais. Pra que arriscar? Lembra que escrevi ali da cumplicidade, do grupo, de equipe? &Eacute; sempre bom destacar, mesmo que pare&ccedil;a repetitivo. Portanto, seja legal com seu colega, confia, divida, construa. A roda da vida exige menos vaidade e mais sinceridade. As coisas v&ecirc;m, os coment&aacute;rios pipocam por mensagens e telefonemas, mesmo quando a gente n&atilde;o quer saber. Da&iacute;, para n&atilde;o estragar a escala&ccedil;&atilde;o, a gente tem que saber a hora de respirar fundo, retomar o f&ocirc;lego e tomar uma &aacute;gua. E seguir o baile.</description></oembed>
