{"version":"1.0","provider_name":"Coletiva","provider_url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva","title":"Essa vaidade que estraga - Coletiva","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"2JyK7YUWuQ\"><a href=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/colunas\/essa-vaidade-que-estraga\/\">Essa vaidade que estraga<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/colunas\/essa-vaidade-que-estraga\/embed\/#?secret=2JyK7YUWuQ\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Essa vaidade que estraga&#8221; &#8212; Coletiva\" data-secret=\"2JyK7YUWuQ\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","description":"N&atilde;o h&aacute; alegria maior quando h&aacute; sintonia nas rela&ccedil;&otilde;es, quando h&aacute; sinceridade nas palavras - at&eacute; mesmo naquelas n&atilde;o ditas - e quando h&aacute; cumplicidade. Nunca acreditei ou n&atilde;o quis crer que exista a tal hist&oacute;ria da puxada de tapete. Isso &eacute; uma inven&ccedil;&atilde;o de quem n&atilde;o confia no seu taco, s&oacute; pode.Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; feita em equipe. Boa informa&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado de boas conex&otilde;es. Um dia eu, outro dia tu. E todos os dias n&oacute;s. Sem melindres, sem purpurinas, sem mimimi. Quando todos trabalhamos em prol do mesmo objetivo, n&atilde;o deve haver protagonismo e, sim, coleguismo. Ser fonte, ser refer&ecirc;ncia, ser escape e ser confi&aacute;vel. Podemos ser todos. &Eacute; melhor assim e n&atilde;o h&aacute; mal nenhum nisso.Talvez por nunca ter tido a experi&ecirc;ncia de assinar mat&eacute;rias em ve&iacute;culos, n&atilde;o trabalho com essa necessidade de assinar embaixo, com essa vaidade. Mas fa&ccedil;o quest&atilde;o de fazer parte de boas constru&ccedil;&otilde;es. Gosto de pertencer, &eacute; ess&ecirc;ncia. Por isso, quando ou&ccedil;o falar em desconstru&ccedil;&atilde;o entre colegas, em omitir algo para buscar um holofote pr&oacute;prio, prefiro tirar o time de campo. Se estou na escala&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; problema em n&atilde;o marcar gol.&nbsp;&Eacute; claro que jogar com a 10, com o bra&ccedil;adeira de capit&atilde;o, d&aacute; um peso maior. Mas &eacute; a velha hist&oacute;ria de que hoje estamos e amanh&atilde; podemos n&atilde;o estar mais. Pra que arriscar? Lembra que escrevi ali da cumplicidade, do grupo, de equipe? &Eacute; sempre bom destacar, mesmo que pare&ccedil;a repetitivo. Portanto, seja legal com seu colega, confia, divida, construa. A roda da vida exige menos vaidade e mais sinceridade. As coisas v&ecirc;m, os coment&aacute;rios pipocam por mensagens e telefonemas, mesmo quando a gente n&atilde;o quer saber. Da&iacute;, para n&atilde;o estragar a escala&ccedil;&atilde;o, a gente tem que saber a hora de respirar fundo, retomar o f&ocirc;lego e tomar uma &aacute;gua. E seguir o baile."}