{"id":14657,"date":"2021-06-01T12:05:00","date_gmt":"2021-06-01T15:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/cinco-perguntas\/cinco-perguntas-para-clarice-basso\/"},"modified":"2026-01-16T16:30:44","modified_gmt":"2026-01-16T19:30:44","slug":"cinco-perguntas-para-clarice-basso","status":"publish","type":"cinco-perguntas","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/cinco-perguntas\/cinco-perguntas-para-clarice-basso\/","title":{"rendered":"Cinco perguntas para Clarice Basso"},"content":{"rendered":"<p><strong>1 &#8211; Quem &eacute; voc&ecirc;, de onde vem e o que faz?<\/p>\n<p><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Sou Clarice Basso, jornalista formada pela Ufrgs, nascida e criada no Bom Fim, em Porto Alegre. Filha da Lysette, psic&oacute;loga especializada em Criminal, que trabalhou no pres&iacute;dio feminino e no manic&ocirc;mio judici&aacute;rio, e do Adilo, soci&oacute;logo, professor que teve que deixar de lecionar na PUCRS depois de ser abordado na rua durante a ditadura por dois homens estranhos que vieram &lsquo;avisar&rsquo; que ele falava demais nas aulas. Meu pai disse que se era pra dar aula sem falar com liberdade, ele preferia n&atilde;o entrar na sala, e abriu uma escola de datilografia, o que na &eacute;poca era muito moderno. Acho que essa bagagem dos meus pais, a realidade bruta que minha m&atilde;e trazia do trabalho, o olhar cr&iacute;tico sobre a sociedade de meu pai, tudo isso contribuiu para chegar no que eu fa&ccedil;o hoje, jornalismo em uma emissora p&uacute;blica, a TV Brasil.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sou tamb&eacute;m uma completa apaixonada por cultura. Comecei fazendo teatro na escola e em grupo de igreja e nunca mais parei. Depois veio a paix&atilde;o pelo Cinema, Artes Pl&aacute;sticas, e claro, isso tamb&eacute;m refletiu na minha profiss&atilde;o. J&aacute; fiz assessoria de imprensa para produtoras culturais, elabora&ccedil;&atilde;o de projetos e no telejornalismo acabei cobrindo muita cultura. Cheguei a iniciar a Licenciatura em Teatro, no Departamento de Artes Dram&aacute;ticas, da Ufrgs, logo depois que conclu&iacute; o Jornalismo, mas era muito complicado conciliar uma segunda faculdade com os hor&aacute;rios e plant&otilde;es de uma jornalista iniciando a carreira. Mas sigo fazendo teatro como amadora e focando muito no jornalismo cultural.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>2 &#8211; Como &eacute; estar <\/strong><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/noticias\/jornalista-clarice-basso-assume-apresentacao-de-programa-da-tv-brasil,391829.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>&agrave; frente do &#8216;Recordar &eacute; TV&#8217;<\/strong><\/a><strong>, na TV Brasil?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&Eacute; um imenso prazer e um orgulho enorme, pois &eacute; um programa que valoriza a mem&oacute;ria e a cultura de nosso Pa&iacute;s. No &lsquo;Recordar &eacute; TV&rsquo; resgatamos materiais de arquivo do acervo da antiga TVE do Rio de Janeiro e da TV Brasil. O setor de pesquisa seleciona grandes entrevistas e programas especiais com nomes de destaque da cultura e da dramaturgia brasileira para reexibirmos, claro que, com uma cara nova, contextualizando para o p&uacute;blico quando foram feitas aquelas grava&ccedil;&otilde;es, qual a trajet&oacute;ria do homenageado. &Eacute; interessante tanto por rever como eram h&aacute; tempos atr&aacute;s as opini&otilde;es, conversas, trabalhos de personalidades muito queridas pelo p&uacute;blico, quanto para relembrar programas, apresentadores que marcaram &eacute;pocas, ver como os cen&aacute;rios, a edi&ccedil;&atilde;o, a &lsquo;pegada&rsquo; de programas televisivos mudaram, evolu&iacute;ram. A gente se espanta com o quanto algumas quest&otilde;es continuam atuais, como em alguns pontos a sociedade evoluiu, em outros talvez tenhamos retrocedido.D&aacute; pra refletir muito com o &lsquo;Recordar &eacute; TV&rsquo;, mas de forma leve, sempre com alguma nostalgia. E a nossa fonte, o acervo da TV Brasil, &eacute; um dos maiores acervos audiovisuais do Pa&iacute;s, conservado a duras penas por uma equipe pequena, mas dedicada. Ent&atilde;o, &eacute; realmente importante participar de um projeto que d&aacute; acesso ao grande p&uacute;blico a esse material, &eacute; uma iniciativa muito alinhada &agrave; miss&atilde;o de uma emissora p&uacute;blica.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>3 &#8211; Qual &eacute; a diferen&ccedil;a entre o fazer jornal&iacute;stico no RS e no Rio de Janeiro?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Acho que a informalidade &eacute; uma caracter&iacute;stica bem marcante do carioca. Isso me chamava aten&ccedil;&atilde;o desde o meu primeiro est&aacute;gio, no Portal Acionista, um site voltado para informa&ccedil;&otilde;es do mercado financeiro. Quando eu entrevistava algum economista ou corretor do Rio, eles geralmente se despediam com &ldquo;um beijo, amor.&rdquo; Eu ficava pensando &ldquo;Oi?! Que intimidade &eacute; essa?&rdquo;. Aos poucos, fui percebendo que era cultural mesmo. Essa informalidade tem pr&oacute;s e contras. Muitas vezes a correria da reda&ccedil;&atilde;o fica mais leve com isso, mas &agrave;s vezes descamba para n&atilde;o cumprimento de prazos, assessor que acha que porque tem uma certa amizade pode te pedir para aliviar na cobran&ccedil;a de uma pauta. Tem que ter um certo jogo de cintura para entender como funcionam as rela&ccedil;&otilde;es em cada lugar.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro aspecto sobre trabalhar no Rio de Janeiro &eacute; o quanto estamos pr&oacute;ximos de pautas nacionais. Logo que cheguei no Rio, eu estava ainda em treinamento como rep&oacute;rter para TV e fui acompanhar como produtora o julgamento dos assassinos da ju&iacute;za Patr&iacute;cia Acioli, morta por milicianos em 2011. Quando entrei no tribunal foi passando um filme na minha cabe&ccedil;a, com todas as mat&eacute;rias que li ou assisti sobre o crime. Era um crime chocante, que teve muita repercuss&atilde;o, mas completamente distante de mim. De repente, eu estava ali, a poucos metros do assassino, vendo ele ser condenado. A Marielle Franco eu havia entrevistado antes de ela ser candidata a vereadora, quando aprovaram aqui uma lei no Rio que garante &agrave;s parturientes o direito ao acompanhamento de uma doula no parto. Poucos anos depois, eu estava cobrindo as manifesta&ccedil;&otilde;es que tomaram o Pa&iacute;s, ap&oacute;s o assassinato dela. &Eacute; realmente muito forte ter acompanhado t&atilde;o de perto toda essa trajet&oacute;ria. A cobertura factual no Rio &eacute; realmente muito quente, do nada o dia tranquilo se transforma numa loucura, e tudo tem um potencial enorme de repercuss&atilde;o nacional.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, n&atilde;o d&aacute; pra deixar de destacar a centralidade da pauta seguran&ccedil;a p&uacute;blica aqui no Rio. Mesmo que voc&ecirc; n&atilde;o seja o setorista de Pol&iacute;cia, Geral, Seguran&ccedil;a, isso vai afetar a rotina de toda a Reda&ccedil;&atilde;o. Seja porque em algum dia voc&ecirc; vai ser o rep&oacute;rter mais pr&oacute;ximo da cena de um crime e v&atilde;o te mandar pra l&aacute;, mesmo que voc&ecirc; tenha sa&iacute;do da Reda&ccedil;&atilde;o com uma pauta de bichinhos na m&atilde;o, ou porque o seu convidado de uma entrevista ao vivo n&atilde;o chega no est&uacute;dio porque a cidade parou com alguma opera&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o sei quantas reda&ccedil;&otilde;es em Porto Alegre possuem colete &agrave; prova de balas. Aqui no Rio, todas t&ecirc;m. Mesmo trabalhando na TV Brasil, que n&atilde;o tem a linha editorial voltada para a cobertura policial, eu j&aacute; sa&iacute; pra cobrir a &lsquo;Corrida Pela Paz&rsquo; e, de repente, estava em meio a um tiroteio no Alem&atilde;o [favela carioca]. No per&iacute;odo em que fiquei quase totalmente dedicada &agrave; cobertura de cultura, a viol&ecirc;ncia afetava meu trabalho, porque, como a gente costuma dizer aqui, &ldquo;a pauta de cultura do dia &eacute; a primeira v&iacute;tima da bala perdida&rdquo;. Era toda a semana tendo que remarcar alguma pauta que tivesse a equipe desviada para cobrir algum caso de viol&ecirc;ncia. Acho que o grande desafio nesse aspecto &eacute; n&atilde;o cair na espetaculariza&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia, n&atilde;o se limitar a cobrir apenas o factual, que precisa ser registrado, obviamente, mas buscar sempre a discuss&atilde;o das causas dessa viol&ecirc;ncia, o olhar da popula&ccedil;&atilde;o mais suscet&iacute;vel, que mais sofre com ela.<\/span><\/p>\n<p><strong>4 &#8211; Quais s&atilde;o os principais desafios de fazer Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O desafio j&aacute; come&ccedil;a por precisar explicar o que &eacute; Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, que &eacute; erroneamente, muito confundida com a Comunica&ccedil;&atilde;o Estatal. Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica n&atilde;o &eacute; simplesmente comunicar atos do governo, ou fazer a assessoria de imprensa de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, ambas atividades tamb&eacute;m fundamentais para a transpar&ecirc;ncia em um pa&iacute;s democr&aacute;tico. A Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica &eacute; aquela que tem como foco o interesse do cidad&atilde;o, que tem espa&ccedil;o para diferentes vozes da sociedade, sem inger&ecirc;ncia pol&iacute;tica, nem press&atilde;o de anunciantes. Ainda estamos longe desse ideal, mas &eacute; preciso trabalhar sempre em dire&ccedil;&atilde;o a essa autonomia. Essa confus&atilde;o n&atilde;o &eacute; &agrave; toa, n&atilde;o tem como esse conceito ser claro, se at&eacute; muito pouco tempo atr&aacute;s nunca hav&iacute;amos tido um sistema nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica no Brasil. Temos diversas emissoras p&uacute;blicas muito conceituadas pelo Pa&iacute;s, como a nossa querida <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/por-dentro\/tve-cultura-entretenimento-e-educacao,322808.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>TVE<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e Funda&ccedil;&atilde;o Piratini, a TV Cultura, a antiga TVE do Rio de Janeiro, que veio a integrar a EBC. No entanto, at&eacute; o surgimento da EBC, em 2007, nunca existiu nenhum sistema integrado, nacionalmente, de Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Eu entrei no primeiro concurso da EBC, ent&atilde;o, n&oacute;s mesmos, os profissionais da EBC, precisamos exercitar o nosso olhar para n&atilde;o reproduzir antigos v&iacute;cios da comunica&ccedil;&atilde;o privada, como priorizar a pressa de produ&ccedil;&atilde;o, os n&iacute;veis de audi&ecirc;ncia, em detrimento da qualidade e credibilidade do que estamos informando.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E, nesse momento, o desafio &eacute; ainda maior, j&aacute; que estamos assistindo a um desmonte da Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica brasileira, ainda t&atilde;o incipiente. N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia a EBC entrar no Plano Nacional de Desestatiza&ccedil;&atilde;o (PND), no mesmo per&iacute;odo em que anunciam demiss&atilde;o de funcion&aacute;rios muito qualificados da TVE a&iacute; no Rio Grande do Sul, por exemplo. &Eacute; um momento de grandes retrocessos na Comunica&ccedil;&atilde;o do Pa&iacute;s. Qualquer pa&iacute;s democr&aacute;tico mais organizado possui um sistema de Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, trabalhando junto com as empresas privadas. N&atilde;o &eacute; apenas a BBC da Inglaterra, Alemanha, It&aacute;lia, at&eacute; os Estados Unidos possuem suas emissoras. Temos que trabalhar por uma maior capilaridade, por atingir um p&uacute;blico ainda maior, n&atilde;o retroceder. Ainda &eacute; um momento de ainda mais trabalho, para firmarmos este projeto.<\/span><\/p>\n<p><strong>5 &#8211; Quais s&atilde;o os seus planos para daqui a cinco anos?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com certeza, me vejo na EBC nos pr&oacute;ximos cinco anos e mais al&eacute;m, continuando a ajudar a construir a hist&oacute;ria da Comunica&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica brasileira. Espero produzir novos programas tamb&eacute;m. Temos um projeto em desenvolvimento que vai envolver viagens, mostrar alguns caminhos do Brasil que o grande p&uacute;blico n&atilde;o tem acesso. Com a pandemia esse projeto teve que ser postergado, mas acredito que no ano que vem ele possa sair do papel. Gostaria muito que volt&aacute;ssemos a ter programas sobre cinema nacional na TV Brasil, como j&aacute; tivemos o &lsquo;Quintas e Cinema&rsquo;, que eu apresentava, o &lsquo;Revista de Cinema&rsquo;, o &lsquo;Curta em Cena&rsquo;. Por muitos anos, j&aacute; fomos o canal de TV aberta que mais exibia filmes nacionais, ent&atilde;o, &eacute; uma voca&ccedil;&atilde;o natural para a TV Brasil falar, refletir e divulgar a produ&ccedil;&atilde;o nacional, que sempre foi t&atilde;o presente na programa&ccedil;&atilde;o do canal. E quando voltarmos a ter algum programa assim, espero fazer parte, seja como apresentadora, produtora, editora, jogando em quantas posi&ccedil;&otilde;es forem necess&aacute;rias. Al&eacute;m do meu lado jornalista, pretendo continuar me dedicando ao teatro (saudades de uma plateia cheia, bem aglomerada!) como atriz amadora, mas tamb&eacute;m tenho me aventurado como dramaturga. Em 2018, eu estava escrevendo uma pe&ccedil;a sobre encarceramento feminino, mas n&atilde;o dei conta de seguir o projeto durante o isolamento. Aos poucos, venho me organizando para voltar a escrever e, nos pr&oacute;ximos cinco anos, pretendo ver essa pe&ccedil;a produzida e rodando o Pa&iacute;s, porque se &eacute; pra sonhar, n&atilde;o d&aacute; pra sonhar pequeno, n&eacute;?! &Agrave;s vezes, bate uma saudade da correria do telejornalismo di&aacute;rio, mas neste momento n&atilde;o me vejo ali dentro. Por&eacute;m, quem sabe algum dia eu volto para aquela loucura?!<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornalista, que atua na TV Brasil, assumiu a apresenta\u00e7\u00e3o de uma das atra\u00e7\u00f5es da emissora<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":14658,"parent":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-14657","cinco-perguntas","type-cinco-perguntas","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Cinco perguntas para Clarice Basso - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cinco perguntas para Clarice Basso - 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