{"id":14826,"date":"2023-04-04T11:00:01","date_gmt":"2023-04-04T14:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/cinco-perguntas\/cinco-perguntas-para-flavio-damiani\/"},"modified":"2026-01-16T16:30:50","modified_gmt":"2026-01-16T19:30:50","slug":"cinco-perguntas-para-flavio-damiani","status":"publish","type":"cinco-perguntas","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/cinco-perguntas\/cinco-perguntas-para-flavio-damiani\/","title":{"rendered":"Cinco perguntas para Fl\u00e1vio Damiani"},"content":{"rendered":"<p><strong>1 &#8211; Quem &eacute; voc&ecirc;, de onde vem e o que faz?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Venho do campo, do minif&uacute;ndio onde nasci e passei os meus primeiros anos no meio italiano e da m&atilde;e alem&atilde;. Foi ali que comecei a distinguir as diferen&ccedil;as, observando atitudes, conversas e a&ccedil;&otilde;es que constru&iacute;am o cotidiano das pessoas que me cercavam e, sem me dar conta, j&aacute; fazia uma leitura cr&iacute;tica do comportamento pela observa&ccedil;&atilde;o, colocando-me no lugar do popular.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tive uma m&atilde;e questionadora, diferente do meu pai que era um piadista. Ela ir&ocirc;nica, ele divertido. Acho que juntei as duas coisas para me encaminhar &agrave;s vezes irrespons&aacute;vel, sem rancores, com um jeito pr&oacute;prio de quem faz tro&ccedil;a, avan&ccedil;ando sem garantias e recuando no momento certo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vivi inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia na pior fase pol&iacute;tica brasileira. A ditadura militar foi um golpe &agrave; liberdade e ao conhecimento. Procurei me afastar da ideologia dominante, mas precisei servir o Ex&eacute;rcito e l&aacute; me compliquei muitas vezes por pensar diferente deles. Foi l&aacute; que tive certeza de que a forma como eles agiam n&atilde;o batia com o que eu pensava. Hoje posso dizer que moro numa ilha. Florian&oacute;polis e a Lagoa da Concei&ccedil;&atilde;o me d&atilde;o a qualidade de vida que sempre procurei. Estou bem aqui, estudando Filosofia e frequentando o Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina. Aceitaram-me l&aacute; na incumb&ecirc;ncia de desvendar segredos escondidos na an&aacute;lise cr&iacute;tica das narrativas e do discurso jornal&iacute;stico, em uma disciplina isolada.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>2 &#8211; Por que optou pelo Jornalismo?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dei baixa no quartel e fui convidado para trabalhar no Jornal da Tarde, em Passo Fundo. Da Tarde era s&oacute; no nome, porque &agrave;s vezes ficava pronto de madrugada e circulava pela manh&atilde;, quando circulava. Era eu, o redator-chefe e um rato na reda&ccedil;&atilde;o. Eu, naquela &eacute;poca, escrevia poemas e alguns contos no Grupo Liter&aacute;rio Nova Gera&ccedil;&atilde;o, que se convencionou chamar mais tarde de &#8220;Sociedade dos Poetas Mortos de Passo Fundo&rdquo;, todos foram sumindo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Gostei da experi&ecirc;ncia no jornal, senti-me realizado embora tenha trabalhado tr&ecirc;s meses sem receber nada. Mas, em seguida, ingressei na carreira pela r&aacute;dio Planalto e passei a ser correspondente do Correio do Povo, da Zero Hora e, mais tarde, da r&aacute;dio Ga&uacute;cha e da RBSTV, em Porto Alegre. O Jornalismo me deu muitas conquistas e um amplo conhecimento. Tamb&eacute;m abriu oportunidades desde cedo. Quando eu ainda nem pensava em trabalhar em Porto Alegre e percorria as estradas poeirentas e barrentas do Interior atr&aacute;s de not&iacute;cias e de informa&ccedil;&otilde;es, vi-me envolvido na primeira grande cobertura da minha carreira, o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do Movimento dos Sem Terra no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em abril de 1981, eu me deslocava pela estrada que liga Passo Fundo a Ronda Alta acompanhado de uma equipe de TV com o cinegrafista Ip&aacute;cio Carolino e o operador Jo&atilde;o Almeida, quando me deparei com tr&ecirc;s barracos na beira do caminho, no cruzamento com outra estrada que vinha da cidade de Sarandi. Era uma liga&ccedil;&atilde;o de terra mal conservada. Achei de in&iacute;cio que se tratava de uma tribo n&ocirc;made de &iacute;ndios Guaranis, comum por aquelas bandas, mas o fato de estarem em barracos cobertos de lona preta, e n&atilde;o de capim como de costume, despertou o interesse de descer e perguntar o que eles faziam ali. Disseram que tinham sido expulsos das reservas ind&iacute;genas, onde plantavam nas terras dos Caingangues e que n&atilde;o tinham para onde ir.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais tarde, encontrei o Padre Anildo Fritzen, p&aacute;roco de Ronda Alta, que me revelou o que tinha por tr&aacute;s daquela gente. Confidenciou que estava nascendo l&aacute; o maior acampamento de resist&ecirc;ncia dos agricultores sem terra do Brasil, que ficou conhecida como a Encruzilhada Natalino. Voltei l&aacute; e fiz o registro para o jornal Zero Hora, do qual eu era correspondente, e para a ent&atilde;o TV Ga&uacute;cha, da qual eu era rep&oacute;rter do Interior sediado na TV Umbu de Passo Fundo. A s&eacute;rie de reportagens da equipe da ZH da qual eu fazia parte foi contemplada com o &lsquo;Pr&ecirc;mio Esso de Jornalismo&rsquo; daquele ano. As reportagens de TV renderam os pr&ecirc;mios &lsquo;ARI&rsquo; e &lsquo;Direitos Humanos&rsquo;. Foi um debut em alto estilo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Algum tempo depois contribu&iacute; na produ&ccedil;&atilde;o do filme &lsquo;Terra Para Rose&rsquo;, com dire&ccedil;&atilde;o da cineasta Tet&ecirc; Moraes. Um filme\/document&aacute;rio com narra&ccedil;&atilde;o da atriz Luc&eacute;lia Santos, que conta a hist&oacute;ria de uma campesina atropelada por um caminh&atilde;o em outubro de 1987 na BR-386 em Sarandi, quando participava de uma manifesta&ccedil;&atilde;o pela reforma agr&aacute;ria. Na sequ&ecirc;ncia veio o filme\/document&aacute;rio &lsquo;O Sonho de Rose&rsquo;, com m&uacute;sica do Chico Buarque destacando a hist&oacute;ria do filho dela, Marcos Tiaraj&uacute;, que tinha menos de dois anos quando a m&atilde;e morreu, ele hoje &eacute; m&eacute;dico formado em Cuba.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais tarde fui morar em Porto Alegre, trabalhando na central do Interior da TV e como rep&oacute;rter da r&aacute;dio Ga&uacute;cha. Fui editor regional da Rede Globo e coordenei por tr&ecirc;s anos o &lsquo;Jornal do Almo&ccedil;o&rsquo;. Depois fui pra dire&ccedil;&atilde;o de jornalismo da Rede Bandeirantes e, em 2000, abandonei as reda&ccedil;&otilde;es indo para o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Rio Grande do Sul (MPRS) com a tarefa de estruturar a Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o. Nos oito anos de Minist&eacute;rio P&uacute;blico fundei, em parceria com jornalistas da Justi&ccedil;a de todo o Pa&iacute;s, o F&oacute;rum Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (FNCJ), criamos o Congresso Brasileiro de Comunica&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (Conbrascom) e o &lsquo;Pr&ecirc;mio Nacional de Comunica&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a&rsquo;. O F&oacute;rum tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o da R&aacute;dio e TV Justi&ccedil;a que, sem d&uacute;vidas, aproximou a Justi&ccedil;a da sociedade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao sair da presid&ecirc;ncia do F&oacute;rum em 2008, escrevi, em parceria com a jornalista Edv&acirc;nia K&aacute;tia, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Maranh&atilde;o, o livro &lsquo;A Comunica&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a Brasileira&rsquo;, reunindo textos e depoimentos dos envolvidos na cria&ccedil;&atilde;o deste movimento de jornalistas, que se mant&eacute;m at&eacute; hoje com encontros anuais e premia&ccedil;&otilde;es aos trabalhos que se destacam nas campanhas de divulga&ccedil;&atilde;o do Judici&aacute;rio e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico no Pa&iacute;s.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>3 &#8211; Voc&ecirc; &eacute; <\/strong><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/noticias\/em-livro-jornalista-flavio-damiani-reune-mais-de-50-cronicas,423937.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>autor do livro &lsquo;Damiani em Cr&ocirc;nicas&rsquo;<\/strong><\/a><strong>, que re&uacute;ne 50 cr&ocirc;nicas das mais de 300 que voc&ecirc; tem publicadas em sites, blogs e livros. O que o inspira para escrever esses textos?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O casamento com a cr&ocirc;nica se deu adulto, mas sempre namorei o estilo desde a adolesc&ecirc;ncia. Nunca fui um devorador de livro, mesmo porque n&atilde;o sou tra&ccedil;a, mas tra&ccedil;ava Clarice Lispector, Cec&iacute;lia Meireles, Cora Coralina, E&ccedil;a e Rachel de Queiroz, Paulo Mendes Campos, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira, Rubem Braga, Fernando Sabino, Drummond, Erico Verissimo, Dyon&eacute;lio Machado, M&aacute;rio Quintana, at&eacute; as poesias do Jo&atilde;o Cabral de Melo Neto me encantavam. Hoje n&atilde;o saberia recitar nenhuma. Eram os livros que eu tinha acesso, ou na biblioteca da escola ou na casa dos outros. Na minha casa entravam revistas e jornais, na inf&acirc;ncia li poucos livros e os que tinham eram geralmente escritos em italiano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O gosto pela pena curta e as frases ligeiras um dia desabrochou de fato e passei a escrever cr&ocirc;nicas que s&atilde;o juntadas no cotidiano, nas conversas, nas observa&ccedil;&otilde;es ou no ouvido afinado andando pelas ruas de olho nos gestos e nas conversas dos outros. N&atilde;o me vejo fora dela, n&atilde;o me imagino escrevendo um romance, por exemplo. O cronista tira sarro de si mesmo, faz bullying com estilo, um &ldquo;mentiroso com arte&rdquo;, como dizia o Ariano Suassuna. O livro &lsquo;Damiani em Cr&ocirc;nicas&rsquo; &eacute; um resumo dessas viv&ecirc;ncias, desta veia cronista de divertir as pessoas com hist&oacute;rias inusitadas ou pouco convencionais cheias de tramas e estilos para atrair o leitor. N&atilde;o sei se consigo tanto, mas tento.<\/span><\/p>\n<p><strong>4 &#8211; Al&eacute;m da Comunica&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; tem forma&ccedil;&atilde;o em Pedagogia. Como surgiu o interesse por essa &aacute;rea?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sim, acho que a Pedagogia veio para eu pagar os meus pecados cometidos como aluno nas escolas p&uacute;blicas por onde passei. Pior &eacute; que me dei bem como professor e consegui levar o Jornalismo para dentro da sala de aula, fazendo com que os alunos da Educa&ccedil;&atilde;o de Jovens e Adultos (EJA) tivessem uma vis&atilde;o cr&iacute;tica do cotidiano, contassem suas hist&oacute;rias de maneira a entender o significado da exist&ecirc;ncia e porque as pessoas t&ecirc;m o dom de mentir e trair a confian&ccedil;a alheia. Que o digam as professoras Cristina Popovic, Simone Ferreira e Cintia Alberton, do Centro Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores (CMET) Paulo Freire, que me acompanharam no projeto da EJA, al&eacute;m da minha orientadora no Trabalho de Conclus&atilde;o da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Aline Cunha Della Libera, que teve paci&ecirc;ncia para me aguentar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>5 &#8211; Quais s&atilde;o os seus planos para daqui a cinco anos?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Daqui a cinco anos terei 70 e nem sei por onde vou estar. Mas na vida sempre se tenta arrumar alguma coisa pra se incomodar, n&atilde;o sou l&aacute; de esquentar banco.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornalista \u00e9 autor do livro &#8216;Damiani em Cr\u00f4nicas&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":14827,"parent":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-14826","cinco-perguntas","type-cinco-perguntas","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Cinco perguntas para Fl\u00e1vio Damiani - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cinco perguntas para Fl\u00e1vio Damiani - 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