{"id":105936,"date":"2025-04-16T10:04:20","date_gmt":"2025-04-16T13:04:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/?post_type=materia&#038;p=105936"},"modified":"2026-01-12T16:19:26","modified_gmt":"2026-01-12T19:19:26","slug":"storytelling-o-futuro-e-de-esperanca","status":"publish","type":"materia","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/materia\/storytelling-o-futuro-e-de-esperanca\/","title":{"rendered":"Storytelling: o futuro \u00e9 de esperan\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #393867;\"><strong><span style=\"font-size: 18pt;\">As palavras flu\u00edam como se sempre tivessem existido. N\u00e3o fazia 365 dias que aquele pequeno corpinho vivia fora do aconchego do \u00fatero materno quando a primeira delas foi ouvida. Aos tr\u00eas anos de idade, chegou o momento de ir para a escola pela primeira vez. Ela vai chorar. O medo natural dos pais foi rapidamente substitu\u00eddo pelo (nem tanto) espanto. Chegou atrasada, os coleguinhas sentados no ch\u00e3o formando um c\u00edrculo. Deu tchau para a mam\u00e3e. Entrou, pegou uma almofada, sentou em um espa\u00e7o da roda e disse: &#8220;Ol\u00e1, eu sou a Sh\u00e1llon&#8221;.\u00a0<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Mais tagarela que papagaio, comunicar-se sempre foi o tra\u00e7o mais marcante da guria que, aos oito anos de idade, assistindo a F\u00e1tima Bernardes apresentar o Jornal Nacional, decidiu que seria jornalista. <\/span><span class=\"italic forecolor\" style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Eu vivi todos os dias depois daquele, dedicando-me incansavelmente na escola, porque sabia que precisava terminar o col\u00e9gio para, <\/span><span style=\"font-size: 18pt;\"><span class=\"italic forecolor\">enfim, realizar o meu sonho de fazer faculdade de Jornalismo.\u00a0<\/span><span class=\"italic forecolor\">A profiss\u00e3o j\u00e1 me fez chorar, sorrir, sofrer, sentir \u00eaxtase. Aquela mistura de sentimentos que s\u00f3 jornalista sabe como \u00e9.\u00a0<\/span><span class=\"italic forecolor\">Independentemente da fase, eu sempre tive a paz de ter feito a escolha certa. Ali\u00e1s, at\u00e9 d\u00favido saber fazer outra coisa. Eu nasci pra isso,\u00a0<\/span><span class=\"italic forecolor\">e aos 30 anos, assim como em todos os outros, sinto aquele quentinho no cora\u00e7\u00e3o toda vez que algu\u00e9m pergunta: &#8220;O que tu queria ser\u00a0<\/span><span class=\"italic forecolor\">quando era crian\u00e7a?&#8221; e eu posso responder &#8220;exatamente quem sou hoje&#8221;.&#8221;\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Era uma vez. O clich\u00ea de contar hist\u00f3rias ainda tem seu charme. Encantar, surpreender, apavorar, emocionar, provocar l\u00e1grimas, arrancar risadas. O objetivo segue o mesmo, seja nos livros, nos filmes ou na venda de um produto ou servi\u00e7o, eles querem que voc\u00ea acredite no que est\u00e1 sendo dito. Mas ser\u00e1 que basta juntar A com B para conectar-se profundamente com o p\u00fablico? N\u00e3o precisa pensar muito, a resposta \u00e9 mesmo n\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Storytelling &#8211; a t\u00e9cnica de Marketing de de contar hist\u00f3rias utilizando enredo elaborado, narrativa envolvente e recursos diversos &#8211; n\u00e3o \u00e9 apenas mais um recurso para as marcas. Pelo contr\u00e1rio, tem tudo a ver com o futuro. Para Tiago Rigo, coordenador de Marketing da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e professor da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o, Artes e Design da institui\u00e7\u00e3o, a pr\u00e1tica diferencia a comunica\u00e7\u00e3o em um cen\u00e1rio saturado de informa\u00e7\u00f5es, ajudando a captar a aten\u00e7\u00e3o da audi\u00eancia de forma mais envolvente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span class=\"forecolor\" style=\"font-size: 24pt; color: #393867;\"><strong>Quem \u00e9 de verdade sabe quem \u00e9 de mentira<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Como bem eternizou Charlie Brown Jr em &#8216;Pontes indestrut\u00edveis&#8217;, &#8220;quem \u00e9 de verdade sabe quem \u00e9 de mentira&#8221;. E com o avan\u00e7o da internet, convenhamos, tem de tudo. \u00c9 v\u00eddeo, texto, \u00e1udio, foto. Sempre tem algu\u00e9m tentando convencer outra pessoa a fazer ou comprar algo. E n\u00e3o adianta, afirma o s\u00f3cio e diretor de Cria\u00e7\u00e3o da Ecomunica, Luciano Braga, que tamb\u00e9m \u00e9 autor e palestrante, o p\u00fablico percebe quando uma marca n\u00e3o vive o que prega.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/coletiva.net\/files\/d30b1cdd4e457e9643142c12072c30e5\/midia_foto\/20250416\/Olho-Samyr.png\" width=\"227\" height=\"366\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;N\u00e3o d\u00e1 para ser uma empresa que fala que n\u00e3o polui, mas polui. \u00c9 preciso fazer o dever de casa. Verdade, autenticidade, deixar o mundo saber quem aquele neg\u00f3cio realmente \u00e9&#8221;, destaca Braga. J\u00e1 devo ter usado em outra reportagem a frase que vem a seguir, mas n\u00e3o posso deixar de voltar nela, porque faz todo sentido. Lewis Carroll escreveu em &#8216;Alice no Pa\u00eds das Maravilhas&#8217;, &#8220;para quem n\u00e3o sabe para onde vai, qualquer caminho serve&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Ser aut\u00eantico \u00e9 um ingrediente comum a todos, mas as maneiras como isso \u00e9 traduzido para os consumidores precisam de aten\u00e7\u00e3o exclusiva. Para 2025, uma novidade que se apresenta no mercado da Comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 o storytelling multisensorial. Al\u00e9m de ver e ouvir, as pessoas tamb\u00e9m poder\u00e3o sentir, cheirar e at\u00e9 degustar as mensagens.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">N\u00e3o \u00e9 algo de outro mundo. Quer ver? Para promover a segunda temporada da s\u00e9rie &#8216;Ruptura&#8217; &#8211; que explora um mundo onde uma empresa coloca seus funcion\u00e1rios em um experimento, por meio de um implante cerebral, que literalmente separa as identidades pessoais e profissionais -, a Apple TV+ levou a experi\u00eancia do programa televisivo para a Esta\u00e7\u00e3o Grand Central, em Nova York.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Em um aqu\u00e1rio de vidro, uma r\u00e9plica do escrit\u00f3rio e quatro atores principais criaram uma cena ao vivo do dia a dia de trabalho na Lumon Industries. Pronto. Milhares de pessoas que, de primeiro momento pensaram em apenas passar pelo local, paravam at\u00f4nitas para acompanhar a hist\u00f3ria acontecendo.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span class=\"forecolor\" style=\"font-size: 24pt; color: #393867;\"><strong>E por aqui?<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">N\u00e3o \u00e9 preciso, no entanto, cruzar o mundo para encontrar \u00f3timas narrativas constru\u00eddas por empresas. A ag\u00eancia HOC (House Of Creativity) teve a oportunidade de criar uma campanha para a Unimed Porto Alegre que \u00e9 imposs\u00edvel assistir sem se emocionar. Publicit\u00e1rio e diretor de cria\u00e7\u00e3o da HOC, Carlos Tevo conta que poucas vezes recebeu um briefing t\u00e3o espec\u00edfico. O desafio era desvincular a maior cooperativa de sa\u00fade do mundo do restante da catego<\/span><span style=\"font-size: 18pt;\">ria. Mas como fazer isso quando todas vendem, teoricamente, o mesmo? Nasceu ent\u00e3o &#8216;Existe cuidado. E existe Unimed Porto Alegre&#8217;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;A marca faz tanto e muitas pessoas n\u00e3o sabem. Durante as enchentes de maio de 2024, por exemplo, quem, junto com o Ex\u00e9rcito, ajudou a esvaziar o Hospital M\u00e3e de Deus foi a Unimed. Ressaltar esses diferenciais era nossa miss\u00e3o&#8221;, relembra o diretor de cria\u00e7\u00e3o, que liderou a concep\u00e7\u00e3o da campanha.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/coletiva.net\/files\/d30b1cdd4e457e9643142c12072c30e5\/midia_foto\/20250416\/Olho-Rafaela.png\" width=\"227\" height=\"352\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">O cliente entregou ouro, nas pr\u00f3prias palavras de Tevo, nas m\u00e3os da ag\u00eancia. Conversou com m\u00e9dicos, param\u00e9dicos, pacientes e repassou as hist\u00f3rias. L\u00ea, rel\u00ea, seleciona. O desafio ent\u00e3o se coloca: como criar um ambiente controlado, emocionado, com pessoas reais e n\u00e3o atores para grava\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos? &#8220;Com um casting contratado podemos inventar mundos. Dirigir a vida real j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples&#8221;, pondera. Quebra cabe\u00e7a daqui, de l\u00e1, colocam todos os conhecimentos e habilidades na mesa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Era necess\u00e1rio colocar os personagens em contato, eles precisavam se emocionar, tinha que acontecer uma virada, um encontro, uma surpresa. No entanto, o preparo era fundamental e n\u00e3o havia espa\u00e7o para erros. Como era de verdade, era s\u00f3 um take por hist\u00f3ria. Ou d\u00e1 certo ou d\u00e1 certo. Surgiu a ideia da carta. O profissional era convidado para participar de uma propaganda da Unimed, ele precisava ler uma carta de um paciente. At\u00e9 a\u00ed parecia tranquilo, mas o segredo \u00e9 que ele estava envolvido na hist\u00f3ria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Eles sabiam que estavam gravando, mas n\u00e3o imaginavam a reviravolta. Era ao vivo, n\u00e3o tinha segunda vez&#8221;, enfatiza Tevo, que segue: &#8220;Aconteceu algo incr\u00edvel. O primeiro a gravar foi um t\u00e9cnico de enfermagem, condutor do SOS Unimed. Era um homem muito grande, que descobrimos ter tamb\u00e9m tamanha sensibilidade. Ele come\u00e7a a ler a carta, ainda sem entender, e de repente come\u00e7a a se emocionar, se d\u00e1 conta e a\u00ed nos atinge tamb\u00e9m, entendemos que s\u00f3 conseguimos o resultado porque a hist\u00f3ria era muito forte&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Evandro est\u00e1 sentado em uma cadeira na Reden\u00e7\u00e3o. Vestindo o uniforme de trabalho, com a ambul\u00e2ncia ao fundo. Ele sorri naturalmente para a c\u00e2mera ao come\u00e7ar a ler as palavras. Quando se enxerga nela, os olhos enchem de l\u00e1grimas e a voz engasga. Quando a paciente \u00e9 salva pelo t\u00e9cnico, ap\u00f3s ter sido baleada, chega por tr\u00e1s e toca em seu ombro, eles e todos que assistem s\u00e3o transportados para aquele abra\u00e7o. O final foi t\u00e3o impactante quanto todo o resto. A carta termina: &#8220;existe a Michele porque existe o Evandro&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span class=\"forecolor\" style=\"font-size: 24pt; color: #393867;\"><strong>D<span class=\"bold\">\u00e1<\/span>\u00a0pra fazer mais<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Ga\u00facho n\u00e3o nega que gosta de puxar a brasa pro seu assado. O bairrismo \u00e9 uma particularidade muito nossa. Tanto Braga quanto Rigo defendem que, tratando de storytelling, ainda d\u00e1 pra fazer mais. Na era da conex\u00e3o, \u00e9 preciso deixar de lado a barreira geogr\u00e1fica, seja para concorrentes ou inspira\u00e7\u00f5es. O importante \u00e9 encontrar o pr\u00f3prio DNA.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Para o mercado ga\u00facho, destaco a necessidade de equilibrar tradi\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o. Muitas empresas t\u00eam uma cultura consolidada e, por vezes, resistem \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o de novos formatos narrativos e tecnologias, o que pode limitar abordagens diferentes&#8221;, explica Rigo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Precisamos tentar ser mais inovadores e n\u00e3o sermos conhecidos por replicar o Marketing de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro&#8221;, argumenta Braga. Compreende, por\u00e9m, que n\u00e3o se faz boa propaganda sem investimento. &#8220;Pouco dinheiro implica em um storytelling mais raso e, como temos pouca verba, acabamos ainda caindo em clich\u00eas e padr\u00f5es&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">A forma\u00e7\u00e3o de profissionais qualificados para atuar com storytelling em um ambiente multiplataforma tamb\u00e9m \u00e9 trazido como um ponto de aten\u00e7\u00e3o para o futuro, pois dominar tanto a cria\u00e7\u00e3o de narrativas envolventes quanto a adapta\u00e7\u00e3o para diferentes canais e linguagens \u00e9 essencial para n\u00e3o somente seguir tend\u00eancias, mas dit\u00e1-las.\u00a0<\/span><\/p>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/coletiva.net\/files\/d30b1cdd4e457e9643142c12072c30e5\/midia_foto\/20250416\/Olho-Fernando.png\" width=\"227\" \/>\n<p><span class=\"forecolor\" style=\"font-size: 24pt; color: #393867;\"><strong>Reciprocidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">A intelig\u00eancia artificial (IA), por meio do aprendizado de m\u00e1quina, desempenha papel inevit\u00e1vel e com benef\u00edcios para o amanh\u00e3 do storytelling. Com algoritmos configurados, \u00e9 poss\u00edvel analisar em tempo real o comportamento dos usu\u00e1rios ao terem contato com uma constru\u00e7\u00e3o narrativa de Marketing. Dessa forma, vai-se al\u00e9m de extrair ideias para novos conte\u00fados, permitindo que outra preponderante estrat\u00e9gia ganhe espa\u00e7o, a das narrativas n\u00e3o-lineares.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">Exemplos de sucesso s\u00e3o as s\u00e9ries da Netflix &#8216;Black Mirror&#8217; e &#8216;Caleidosc\u00f3pio&#8217; em que, na primeira, o telespectador pode escolher entre algumas op\u00e7\u00f5es de finais e, na segunda, pode-se assistir a temporada inteira em qualquer ordem. Todos os epis\u00f3dios t\u00eam in\u00edcio, meio e fim. Experi\u00eancias como essas validam, ainda, o uso t\u00e1tico de dados na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Acredito que h\u00e1 espa\u00e7o para tudo na propaganda, mas tenho uma cren\u00e7a de que, por ser via de regra interruptiva, precisa ser uma troca. A pessoa d\u00e1 aten\u00e7\u00e3o ao que minha marca quer comunicar e eu, enquanto empresa, devolvo algo al\u00e9m do b\u00e1sico que cumpre isso&#8221;, explana Tevo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\">A mensagem-chave, na opini\u00e3o dos especialistas, ganha ainda mais valor quando consegue justamente desvincular o storytelling do condicionamento de venda. Quando aut\u00eanticas, inovadoras, emocionantes, bem contadas, as hist\u00f3rias podem criar uma sensibilidade no cliente a ponto de ele n\u00e3o se importar com quanto custa o que voc\u00ea vende, porque o que voc\u00ea transmite vale qualquer pre\u00e7o.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As palavras flu\u00edam como se sempre tivessem existido. N\u00e3o fazia 365 dias que aquele pequeno corpinho vivia fora do aconchego do \u00fatero materno quando a primeira delas foi ouvida. Aos tr\u00eas anos de idade, chegou o momento de ir para a escola pela primeira vez. Ela vai chorar. O medo natural dos pais foi rapidamente&#8230;  <a class=\"excerpt-read-more\" href=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/materia\/storytelling-o-futuro-e-de-esperanca\/\" title=\"Read Storytelling: o futuro \u00e9 de esperan\u00e7a\">Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":55,"featured_media":105939,"parent":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"revista":[92],"class_list":["post-105936","materia","type-materia","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","revista-35-tendencias-comunicacao-2025"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Storytelling: o futuro \u00e9 de esperan\u00e7a - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Storytelling: o futuro \u00e9 de esperan\u00e7a - Coletiva\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"As palavras flu\u00edam como se sempre tivessem existido. 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