{"id":15548,"date":"2003-09-05T00:00:00","date_gmt":"2003-09-05T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/do-bonfa-para-o-mundo\/"},"modified":"2003-09-05T00:00:00","modified_gmt":"2003-09-05T03:00:00","slug":"do-bonfa-para-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/do-bonfa-para-o-mundo\/","title":{"rendered":"Roger Lerina: Do Bonfa para o mundo"},"content":{"rendered":"<p>Este seis de setembro marca o 35&ordm; anivers&aacute;rio de uma figura controvertida, o jornalista Roger Lerina, titular da contra-capa, uma das p&aacute;ginas mais lidas da Zero Hora. Guri de cidade grande, Roger Lerina Ferreira nasceu e cresceu em Porto Alegre. Criado no Bom Fim, da inf&acirc;ncia n&atilde;o tem grandes lembran&ccedil;as, al&eacute;m dos jogos de futebol e taco com os amigos da &lsquo;zona&rsquo;. Desde pequeno, sempre gostou de circular pelas ruas e ir para a Reden&ccedil;&atilde;o. Na juventude, o &lsquo;point&rsquo; eram os bares da Osvaldo Aranha. &ldquo;N&atilde;o &eacute;ramos bagunceiros, nem uma gang, mas sempre est&aacute;vamos em turma&rdquo;, recorda. O interesse por coisas e pessoas transpareceu cedo. &ldquo;Sempre pendi para a &aacute;rea de humanas. N&atilde;o conseguiria fazer nada ligado a exatas. Para estas coisas, sou uma nega&ccedil;&atilde;o. Sempre gostei de hist&oacute;ria e literatura&rdquo;, destaca.<\/p>\n<p><strong>A escolha<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/roger_interno.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"1\" \/><\/p>\n<p>Acredite se quiser, mas hoje Roger Lerina poderia ser um advogado, um historiador ou, at&eacute; mesmo, um soci&oacute;logo. Teria sido mais feliz? Ele acredita que n&atilde;o. A escolha pelo jornalismo chegou aos 45 minutos do segundo tempo, quase na hora de marcar a op&ccedil;&atilde;o profissional na ficha de inscri&ccedil;&atilde;o da UFRGS, onde ingressou aos 16 anos de idade. &ldquo;Pensei em fazer Direito, depois vi que ficaria muito preso &agrave; &lsquo;coisa t&eacute;cnica&rsquo; e n&atilde;o era o que queria. Depois fiquei dividido entre Hist&oacute;ria, Ci&ecirc;ncias Sociais e o Jornalismo. Fui eliminando at&eacute; ficar com jornal e n&atilde;o me arrependo&rdquo;, conta. Nesta &eacute;poca, a m&atilde;e, pedagoga, trabalhava como professora do Estado. &ldquo;Ela era a tia do SOE&rdquo;, brinca. O pai era militar. Ambos apoiaram desde o come&ccedil;o a escolha do filho.<\/p>\n<p><strong>In&iacute;cio sangrento<\/strong><\/p>\n<p>Cyro Silveira Martins Filho (hoje gerente geral do Di&aacute;rio Ga&uacute;cho) havia se transferido do curso de Direito para o de Jornalismo e estava procurando pessoas para trabalhar no seman&aacute;rio Metr&ocirc;, do grupo editorial Gua&iacute;ba, que circulava nas esta&ccedil;&otilde;es da Trensurb. Era 1986, Roger estava no segundo semestre, recebeu o convite do amigo e n&atilde;o hesitou. &ldquo;Foi meu primeiro emprego&rdquo;, recorda, sem esconder a nostalgia. As mat&eacute;rias n&atilde;o eram vinculadas com o metr&ocirc; e a equipe, formada por estudantes de jornalismo, entre eles Alexandre Bach e Delorgel Kaiser, fazia ronda nas delegacias de Canoas, Esteio e outras DP&rsquo;s para pegar o boletim de ocorr&ecirc;ncia e descobrir fatos que pudessem interessar aos leitores. &ldquo;Peg&aacute;vamos as hist&oacute;rias mais curiosas, ornament&aacute;vamos um pouco mais e faz&iacute;amos t&iacute;tulos canalhas&rdquo;, conta, dando gargalhadas.<\/p>\n<p><strong>Novas oportunidades<\/strong><\/p>\n<p>Depois de um ano, o seman&aacute;rio fechou e Roger foi trabalhar no jornal Rep&oacute;rter, que gerou o Metr&ocirc;, onde ficou por seis meses. Em seguida, apareceu uma vaguinha no copidesque, da Zero Hora, e foi l&aacute; que Roger adquiriu grande experi&ecirc;ncia no jornalismo. &ldquo;Ali recebemos todas as informa&ccedil;&otilde;es que v&ecirc;m de fora da ZH, ag&ecirc;ncias de not&iacute;cias, tvs a cabo, sat&eacute;lites e telefotos. Tudo passa por ali. Voc&ecirc; conhece pessoas e fica conhecido. Isso &eacute; importante&rdquo;, pensa ele. Depois de um ano nesta fun&ccedil;&atilde;o, decidiu dar uma guinada na vida. Trancou a matr&iacute;cula da faculdade e, com uma s&oacute;cia, abriu dois sal&otilde;es de cabeleireiros em Porto Alegre, que inovaram pelo vanguardismo: o Barber Shop.<\/p>\n<p>O ano era 1989 e o que existia eram barbearias para os homens e sal&otilde;es de beleza para mulheres. O diferencial do neg&oacute;cio fez o sucesso. &ldquo;Estava no meio do curso e bastante desestimulado. Era uma &eacute;poca em que os sal&aacute;rios da imprensa eram ruins. Ali&aacute;s, ainda s&atilde;o, mas naquela &eacute;poca conseguiam ser pior. O clima era estranho e preferi me afastar&rdquo;, conta. A falta de proximidade do que era feito no jornal com o que era ensinado na UFRGS tamb&eacute;m incomodava Lerina. &ldquo;Tenho boas lembran&ccedil;as das amizades que fiz, da camaradagem que rolava com colegas e professores. Mas era um horror. Havia uma dist&acirc;ncia muito grande entre o que era ensinado e o que era praticado, sem falar da falta de cobran&ccedil;a e do desinteresse, tanto de alunos, quanto de alguns professores. Voltei um tempo depois, para concluir o que j&aacute; havia come&ccedil;ado e em 1995 me formei, mas n&atilde;o deixei de lado o Barber Shop&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>O retorno<\/strong><\/p>\n<p>Roger Lerina sempre teve muitos amigos no meio, como o jornalista Tuio Becker &ndash; at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s cr&iacute;tico de cinema da ZH. &ldquo;Sempre gostei muito de cinema e estava sempre por l&aacute;. Quando ele sa&iacute;a de f&eacute;rias fazia um free-lancer, escrevendo coment&aacute;rios e fazendo apresenta&ccedil;&atilde;o de filmes&rdquo;. Foi a&iacute; que Roger come&ccedil;ou a tomar gosto, novamente, pelo jornalismo. &ldquo;Eu disse: estou a fim de voltar. Se pintar alguma coisa, me avisa&rdquo;. E pintou. Surgiu um free-lancer para trabalhar na p&aacute;gina de TV, organizando as grades de programa&ccedil;&atilde;o das emissoras e as sinopses dos filmes. &ldquo;Era bra&ccedil;al, mas tinha o lado bom: estava de volta, dentro da reda&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Em abril de 1999, surgiu a oportunidade que queria. Mariana Kalil, que na &eacute;poca fazia a contra-capa, aceitou uma proposta da revista &Eacute;poca e se mandou para S&atilde;o Paulo. As editoras do Segundo Caderno e do Caderno de Variedades sugeriram para o diretor de reda&ccedil;&atilde;o Marcelo Rech o nome de Roger Lerina, por acreditarem que tinha o perfil certo para assumir a p&aacute;gina. &ldquo;No in&iacute;cio ele disse: vamos testar. Voc&ecirc; assina por tr&ecirc;s meses como interino. Caso n&atilde;o se adapte ou n&atilde;o goste, n&atilde;o tem problema, n&atilde;o ficaremos trocando de nome toda hora&rdquo;, recorda. Mas deu tudo certo, t&atilde;o certo e ele j&aacute; &eacute; o &lsquo;cara&rsquo; e a &lsquo;cara&rsquo; da contra-capa h&aacute; quatro anos. O resultado &eacute; que, depois de se firmar no jornal, deixou a sociedade do Barber Shop.<\/p>\n<p><strong>Jornalista de fato<\/strong><\/p>\n<p>Roger gosta de diverg&ecirc;ncias. A contra-capa pode ter uma nota sobre uma banda punk, ao lado de outra sobre um espet&aacute;culo de tango, com uma mulher seminua e um livro infantil. &ldquo;N&atilde;o &eacute; preciso ser chato na hora de escrever. &Eacute; legal saber o que est&aacute; acontecendo dentro da Ospa, os projetos do MARGS, entre outras coisas. E isso n&atilde;o est&aacute; restrito ao Caderno de Cultura. Me esfor&ccedil;o para que as pessoas vejam que, por mais que brinque, fa&ccedil;o com seriedade e conte&uacute;do. N&atilde;o falo levianamente&rdquo;. Hoje, mais seguro do que nunca das escolhas que fez, n&atilde;o pensa em fazer outra coisa.<\/p>\n<p>Quando questionado sobre outra profiss&atilde;o que gostaria de ter diz: poderia ser algo ligado &agrave; criatividade, mas n&atilde;o tenho nenhuma; poderia ser alguma coisa relacionada com a m&uacute;sica, mas n&atilde;o toco nada e nem tenho ouvido para isso; poderia ser com o cinema, mas n&atilde;o tenho talento para contar hist&oacute;rias, prefiro ouvir a dos outros. &Eacute; dif&iacute;cil pensar em algo que me desse tanta vontade de fazer, al&eacute;m do jornalismo&rdquo;. &Eacute;, e a rotina de Roger Lerina est&aacute; completamente ligada &agrave; profiss&atilde;o. Ele acorda &agrave;s 7h da manh&atilde;, sobe o Morro Santa Tereza, diariamente, para fazer um coment&aacute;rio de 5 minutos sobre: cultura, variedades, o que est&aacute; acontecendo e o que vai acontecer no programa Talk Show, da 102 FM. Depois disso, a pr&oacute;xima parada &eacute; na Zero Hora, onde fica at&eacute; &agrave; noite. Muitas vezes, pela manh&atilde;, participa da &lsquo;cabine&rsquo;, uma sess&atilde;o de cinema especial apenas para a imprensa, onde assiste filmes que ainda n&atilde;o foram lan&ccedil;ados. &ldquo;N&atilde;o existe uma rotina, o que se tem como certo &eacute; que se vai trabalhar muito. E, na verdade, &eacute; disso que gosto&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Bem fam&iacute;lia<\/strong><\/p>\n<p>Acredite se quiser, Roger Lerina n&atilde;o gosta de festa e badala&ccedil;&atilde;o. Programa para o jornalista &eacute; uma boa mesa de bar com os amigos, cinema, teatro e jantar fora. Separado, com uma filha de 5 anos chamada Pilar, procura aproveitar seu tempo livre com a pequena. &ldquo;Vejo-a, praticamente, todos os dias. Ela dorme na minha casa, no m&iacute;nimo, duas vezes por semana, al&eacute;m de passarmos o s&aacute;bado todo juntos&rdquo;, frisa. O superpai sabe da defici&ecirc;ncia que existe no tempo que oferece para a filha e, para compens&aacute;-la, enforcou, at&eacute; mesmo, o futebol de s&aacute;bado com os amigos. Para ele, o nascimento de Pilar foi seu grande momento.<\/p>\n<p>Roger Lerina &eacute; ecl&eacute;tico nas prefer&ecirc;ncias gastron&ocirc;micas, nas artes pl&aacute;sticas, na literatura, na m&uacute;sica, ou seja, em tudo. E, para ele, este &eacute; o segredo do sucesso. &ldquo;&Eacute; importante ser generoso com o mundo. Voc&ecirc; tem que estar interessado, deixar as coisas chegarem e dar aten&ccedil;&atilde;o para elas. Depois poder&aacute; julgar, descartar ou adotar. Me disponho a ver tudo, ouvir tudo, falar com as pessoas e tentar entender o que n&atilde;o conhe&ccedil;o. Para um jornalista, isso &eacute; fundamental, pois, algum dia, este conhecimento servir&aacute; de subs&iacute;dio para algum trabalho&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p><strong>Crer ou n&atilde;o crer<\/strong><\/p>\n<p>Roger Lerina se considera um c&eacute;tico. Sem cren&ccedil;as, n&atilde;o acredita em filosofia de vida. Mas segue a &eacute;tica de que quando se trabalha no que se gosta, n&atilde;o existe felicidade maior. &ldquo;Tive muita sorte&rdquo;. Para o futuro diz que n&atilde;o tem planos, apenas deseja mais tranq&uuml;ilidade profissional e emocional para vislumbrar as coisas com calma. &ldquo;Gosto da movimenta&ccedil;&atilde;o, mas preciso disso. N&atilde;o fico pensando no que vai ser amanh&atilde;. Vivo intensamente o meu presente&rdquo;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este seis de setembro marca o 35&ordm; anivers&aacute;rio de uma figura controvertida, o jornalista Roger Lerina, titular da contra-capa, uma das p&aacute;ginas mais lidas da Zero Hora. 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