{"id":15568,"date":"2003-10-29T00:00:00","date_gmt":"2003-10-29T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/o-trefego\/"},"modified":"2003-10-29T00:00:00","modified_gmt":"2003-10-29T02:00:00","slug":"o-trefego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/o-trefego\/","title":{"rendered":"Marcelo Firpo: O tr\u00eafego"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;Ele nasceu e cresceu na capital ga&uacute;cha. Criado no centro da cidade, vivia perto de tudo e, ao mesmo tempo, saboreava a tranq&uuml;ilidade interiorana de uma rua calma, a Jo&atilde;o Manoel, no trecho quase sem tr&acirc;nsito, que termina junto a uma escadaria. &quot;&Eacute; uma rua que n&atilde;o possui sa&iacute;da para carros. Consegu&iacute;amos jogar futebol e fazer muitas brincadeiras nela&quot;, recorda hoje o publicit&aacute;rio Marcelo Firpo. <img decoding=\"async\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"1\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/firpo_interno2.jpg\" \/>A paix&atilde;o pelos livros herdou do pai, o jornalista e escritor Liberato Figueiredo Vieira da Cunha. Entre as fortes lembran&ccedil;as que tem da inf&acirc;ncia est&atilde;o as de acompanhar a m&atilde;e ao seu trabalho. Ela era professora e o colocava em uma classe com folhas e l&aacute;pis de cor para desenhar. Resultado &oacute;bvio: sua curiosidade fez com que aprendesse a ler sozinho aos cinco anos de idade. Era realmente um &lsquo;tr&ecirc;fego&rsquo;, um inquieto. O mundo m&aacute;gico da literatura encantava o pequeno menino e o despertava para uma nova etapa em sua vida. A fam&iacute;lia de classe m&eacute;dia vivia uma situa&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel e n&atilde;o tinha o costume de esbanjar dinheiro. No entanto, esta regra era quebrada quando aconteciam as Feiras do Livro de Porto Alegre. &quot;Meu pai dizia: aqui voc&ecirc;s podem comprar o que quiserem. Esta &lsquo;barbada&rsquo; n&oacute;s n&atilde;o t&iacute;nhamos para roupas e brinquedos&quot;, recorda com bom-humor e carinho. O cuidado e a import&acirc;ncia com a leitura, Marcelo carrega at&eacute; hoje. &quot;A coisa do texto me influenciou muito. Teve uma &eacute;poca em que troc&aacute;vamos livros, eu descobria um autor interessante e repassava para meu pai. &Agrave;s vezes, n&atilde;o entregava diretamente, deixava em algum lugar da casa onde sabia que chamaria sua aten&ccedil;&atilde;o e assim n&oacute;s &iacute;amos nos comunicando&rdquo;.<br \/><strong>Dois mundos<\/strong><br \/>O ingresso na escola representou para o menino a descoberta de um &lsquo;outro mundo&rsquo;. Estudou da primeira s&eacute;rie ao final do segundo grau no Col&eacute;gio Anchieta e atravessava a cidade para chegar l&aacute;. &quot;Foi uma experi&ecirc;ncia diferente, pois estava acostumado com o microcosmo do Centro, todos os meus amigos estudavam no S&eacute;vign&eacute; ou no Nossa Senhora das Dores. Entrei em contato com outras pessoas, outra turma. Era uma realidade s&oacute;cio-econ&ocirc;mica bem diferente da que t&iacute;nhamos e, por um per&iacute;odo, tive a sensa&ccedil;&atilde;o de que minha vida era dividida entre o tempo em que passava no col&eacute;gio e o que passava em casa.&quot; Mas foi uma experi&ecirc;ncia positiva. Ele conseguiu absorver tudo de bom que encontrou nos &lsquo;dois mundos&rsquo; e do introspectivo garoto que gostava de brincar de carrinhos e dedicar horas na montagem de fant&aacute;sticas hist&oacute;rias com o playmobil, come&ccedil;ou a surgir o adolescente cr&iacute;tico. &quot;Depois de passar pela fase em que tudo &eacute; dif&iacute;cil, complicado, em que at&eacute; mesmo conversar com uma pessoa pela qual estejas interessado &eacute; uma epop&eacute;ia, percebi que tudo era experi&ecirc;ncia e, posso dizer, que entre mortos e feridos, salvaram-se todos&quot;, brinca. Ainda no col&eacute;gio, Marcelo come&ccedil;ou a perceber uma predile&ccedil;&atilde;o pela propaganda. A publicidade brasileira estava ganhando for&ccedil;a e os comerciais da W\/Brasil estavam no auge. &quot;Pensava: deve ser muito divertido fazer isso. No col&eacute;gio, sempre fui o cara que inventava bilhetinhos de passar adiante. Inconscientemente, sabia que tinha muito de cria&ccedil;&atilde;o naquilo. Estava sempre pensando em algo novo que os colegas gostassem e achassem divertido.&quot; Mas ele ainda n&atilde;o havia definido qual caminho iria seguir, s&oacute; tinha a certeza de que n&atilde;o queria fazer nada que envolvesse ci&ecirc;ncias exatas. &quot;Sempre me interessei por resultados que n&atilde;o s&atilde;o certos, que n&atilde;o s&atilde;o nem preto nem branco, e que admitam uma certa varia&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&otilde;es diferentes. Queria fazer algo que a sensibilidade humana fizesse a diferen&ccedil;a&rdquo;, explica. Na fila de inscri&ccedil;&atilde;o para o vestibular da PUC, Marcelo come&ccedil;ou a eliminar possibilidades. O Jornalismo estava descartado de pleno, n&atilde;o queria ficar &agrave; sombra do pai: &quot;No in&iacute;cio de minha carreira, n&atilde;o teria a certeza de que estava sendo contratado pelo meu talento ou por ser o filho do Liberato. Queria vencer por meus pr&oacute;prios m&eacute;ritos&rdquo;. Ent&atilde;o, foi eliminando at&eacute; ficar apenas com publicidade e propaganda. Como j&aacute; tinha simpatia pela profiss&atilde;o e achava &ndash; como telespectador &ndash; os comerciais da TV muito divertidos, resolveu encarar e aos 18 anos ingressou na Famecos.<br \/><strong>Desde cedo&#8230;<\/strong><br \/>Marcelo estipulou para sua carreira alguns objetivos, como o de entrar para o mercado o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, e conseguiu. J&aacute; no segundo semestre estava trabalhando na Martins Andrade, como redator, onde permaneceu por nove meses. &quot;Desde o in&iacute;cio consegui entrar na &aacute;rea em que queria atuar. Na ag&ecirc;ncia, comecei a me interessar ainda mais pela propaganda e conheci pessoas muito legais&rdquo;. Em 1992, come&ccedil;ou a trabalhar em duas ag&ecirc;ncias pequenas, a Praz e Borges e a Mercado Loja, nas quais foi efetivado. &quot;Elas n&atilde;o existem mais. Fiquei pouco tempo, menos de tr&ecirc;s meses. Era complicado, n&atilde;o tinha ningu&eacute;m para me ensinar e fazia as coisas pelo que achava que era o certo. N&atilde;o estava aprendendo nada e as limita&ccedil;&otilde;es eram grandes, ent&atilde;o, resolvi voltar a ser um estagi&aacute;rio&quot;, conta. Conseguiu um est&aacute;gio na Escala, ag&ecirc;ncia que considera sua grande escola. &quot;Entrei numa &eacute;poca em que havia grandes criadores como o Eduardo Axelrud, que hoje &eacute; diretor de cria&ccedil;&atilde;o, o Vitor Knijnik, Mauro Dorfman, Carlos Saul Duque, Cl&aacute;udio Cardoso e Zico, e todos muito pr&oacute;ximos a mim. Foi quando comecei a entender o que era a propaganda e o que deveria fazer para ser um bom profissional.&quot; Um ano depois, decidiu apostar. Mauro Dorfman e Paulo Guerchfeld sa&iacute;ram da Escala para fundar a Dez Propaganda e Marcelo os acompanhou nesta empreitada, mesmo com a Dez nascendo pequena e com apenas um cliente, a Massey Ferguson. &quot;Senti que valia a pena acreditar&quot;, registra Marcelo. E valeu! Ficou cinco anos e acompanhou todo crescimento da empresa. &quot;Ela deixou de ser &lsquo;a ag&ecirc;ncia dos guris da Dez&rsquo; para tornar-se uma das mais premiadas do Rio Grande do Sul, Ag&ecirc;ncia do Ano no Pr&ecirc;mio Colunistas de 1995 e superpremiada no Sal&atilde;o da Propaganda. Conseguimos levantar a ag&ecirc;ncia, praticamente, com a cria&ccedil;&atilde;o, com a exuber&acirc;ncia criativa de seus profissionais.&quot; Apesar de viver um bom momento, a velha inquietude o fez trilhar novos caminhos. Partiu para Florian&oacute;polis e, no final de 1998, entrou para a Artplan Prime. N&atilde;o deu certo, como ele relembra: &quot;Passei quatro meses l&aacute;. A cidade estava vazia, era uma &eacute;poca muito chuvosa e havia deixado meus amigos e contatos em Porto Alegre. Mesmo ganhando um bom sal&aacute;rio, decidi voltar&rdquo;. Marcelo foi para a Centro Propaganda e, depois, voltou para a Escala, onde ficou at&eacute; 2000. &quot;Surgiu uma proposta para ser diretor de cria&ccedil;&atilde;o da Parla e aceitei. O objetivo era o de mudar o perfil criativo da ag&ecirc;ncia, tornando-a mais atraente e reconhecida, e tivemos sucesso. Conquistamos muitos pr&ecirc;mios no Sal&atilde;o da Propaganda e no Colunistas do Ano de 2002.&quot; Saiu da Parla em 2002 e decidiu tirar f&eacute;rias, descansar. Passou mais de um m&ecirc;s viajando pela Europa, se abastecendo de conhecimento e novas experi&ecirc;ncias. Ao voltar para o Brasil, recebeu uma liga&ccedil;&atilde;o do diretor da Overcom, Philipe Rocha. &quot;J&aacute; estava engatilhado com outra ag&ecirc;ncia, mas a conversa que tivemos foi t&atilde;o boa, com uma sintonia t&atilde;o grande em termos de projetos e coisas que quer&iacute;amos para uma ag&ecirc;ncia que decidi trabalhar com ele&quot;, recorda com a certeza de que tomou a decis&atilde;o certa. H&aacute; um ano na Overcom, Marcelo &eacute; um dos s&oacute;cios da empresa, al&eacute;m de diretor de cria&ccedil;&atilde;o. A equipe motivada com a qual trabalha &eacute; um dos motivos da felicidade do jovem, por&eacute;m experiente, publicit&aacute;rio. &quot;Estamos fazendo um trabalho que est&aacute; se destacando. Todos procuram acertar sempre e existe uma torcida interna muito grande para que isso aconte&ccedil;a. Existe uma competi&ccedil;&atilde;o muito saud&aacute;vel entre os profissionais, ningu&eacute;m quer puxar o tapete do outro&rdquo;. Bom capricorniano que &eacute;, para ele, estar em um ambiente agrad&aacute;vel, que possua boa atmosfera, &eacute; fundamental para viver. At&eacute; mesmo na hora de formar a sua equipe, prioriza isso. &quot;Sempre dou prefer&ecirc;ncia para o profissional que tem car&aacute;ter, mais do que para o que possui um &oacute;timo texto e um &oacute;timo layout porque estas coisas voc&ecirc; consegue ensinar, j&aacute; outras&#8230;&quot;.<br \/><strong>Amadurecendo<\/strong><br \/>Marcelo est&aacute; em uma fase de amadurecimento e reflex&atilde;o. J&aacute; participou de fatos importantes na publicidade ga&uacute;cha e se considera um sortudo por isso. Esteve presente na cria&ccedil;&atilde;o de campanhas que ele julga memor&aacute;veis, como a do Universit&aacute;rio, pela Dez. &quot;Ela foi na contram&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es de cursinhos que &ndash; geralmente &ndash; fazem terrorismo e tentam passar que o aluno precisa deles, se n&atilde;o vai rodar. Com o conceito &quot;Dif&iacute;cil mesmo &eacute; a vida, vestibular a gente d&aacute; um jeito&quot; , o Universit&aacute;rio dizia, implicitamente, que o vestibular n&atilde;o &eacute; a pior coisa que pode acontecer, existe uma s&eacute;rie de problemas na vida que s&atilde;o muito piores, mas a gente pode te ajudar a passar no vestibular. Neste problema, podemos te ajudar.&quot; O sucesso que obteve, ele credita &agrave; sinceridade. Marcelo sente muito orgulho por conseguir passar toda a paix&atilde;o que o cliente tem pelo seu neg&oacute;cio atrav&eacute;s da propaganda e, o melhor, de uma forma real, sem tentar inventar nem criar uma falsa imagem. &quot;Foi o que aconteceu com a STB aqui do estado. Era um cliente pronto, bem resolvido. S&oacute; tivemos que pensar uma forma de comunicar isso e conseguimos atrav&eacute;s do conceito &lsquo;Voc&ecirc; sempre volta diferente de uma viagem&rsquo;, que partiu de uma grande verdade e foi complementado por um conjunto de imagens que sintetizava isso. Gra&ccedil;as a este trabalho, conquistamos a conta da STB Brasil.&quot; Quando p&otilde;e na balan&ccedil;a tudo que j&aacute; passou dentro da publicidade e propaganda, v&ecirc; o qu&atilde;o positiva tem sido sua carreira. A nova fase na Overcom tem trazido muita satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional e ele j&aacute; faz planos para o futuro. &quot;Estamos fazendo muitas coisas boas. Vivemos ainda a realidade de uma ag&ecirc;ncia de m&eacute;dio porte, mas como diz o nosso slogan &lsquo;Somos uma ag&ecirc;ncia m&eacute;dia que pensa extra-grande&rsquo;. As coisas est&atilde;o acontecendo e queremos crescer em cima da qualidade do nosso trabalho, da nossa criatividade.&quot;<br \/><strong>Nem s&oacute; de p&atilde;o vive o homem<\/strong><br \/>Como pode se perceber, quando o neg&oacute;cio &eacute; trabalho, &eacute; com ele mesmo. Mas, da mesma forma com que se entrega totalmente &agrave; profiss&atilde;o, &eacute; capaz de esquecer tudo e falar cheio de entusiasmo e paix&atilde;o de um hobby que cultiva h&aacute; pouco tempo: ser Disc-J&oacute;quei, &lsquo;DJ&rsquo;. H&aacute; dois anos, fez um curso de mixagem com o DJ Fabr&iacute;cio Pe&ccedil;anha e come&ccedil;ou a tocar na noite ga&uacute;cha. &quot;Sou muito ligado &agrave; m&uacute;sica e tenho grande interesse por ela tamb&eacute;m como objeto de pesquisa. J&aacute; toquei na Full Tronic, no Neo, no Ocidente e em muitas raves. Atualmente, toco com uma periodicidade semanal e levo muito a s&eacute;rio&quot;. Marcelo toca m&uacute;sica eletr&ocirc;nica, estilo drum &#8216;n bass. Seu interesse est&aacute; se estendendo agora para outros caminhos. &quot;Comecei a fazer aulas de produ&ccedil;&atilde;o, pois tenho o objetivo de compor minhas pr&oacute;prias m&uacute;sicas&quot;, revela. O desejo de aprender &eacute; t&atilde;o grande que j&aacute; utilizou f&eacute;rias para fazer um curto est&aacute;gio em uma gravadora. &quot;Queria saber e entender como era o funcionamento. N&atilde;o ganhei nada, mas aprendi muito&rdquo;. Com todas as atividades que tem, o publicit&aacute;rio n&atilde;o deixou de lado o gosto pela leitura e pela escrita. Ele n&atilde;o descarta a possibilidade de, no futuro, tamb&eacute;m vir a desenvolver algum trabalho nestas &aacute;reas. Seguidor da religi&atilde;o zen budista, gosta de deixar as coisas acontecerem para depois tomar as decis&otilde;es. &Agrave;s vezes, vai at&eacute; o zend&ocirc;, local onde ocorrem as cerim&ocirc;nias budistas, para meditar. &quot;Creio que a filosofia deles se encaixa mais comigo, pois entendem que o mundo est&aacute; em constante movimento, nada permanece nunca do jeito que est&aacute;, a sensa&ccedil;&atilde;o de perman&ecirc;ncia &eacute; pura ilus&atilde;o e todo o sofrimento vem do apego ao ego, de voc&ecirc; se achar grande coisa. Quando as pessoas pararem de achar que seus dramas s&atilde;o grande coisa, v&atilde;o sofrer bem menos&rdquo;. Sua filosofia &eacute; crer que as coisas que acontecem na vida s&atilde;o boas. Quando n&atilde;o se consegue perceber isso, &eacute; preciso mudar para descobrir o lado positivo.<br \/><strong>Sem medo de errar<\/strong><br \/>Ao mesmo tempo em que aceita o que o mundo lhe oferece, Marcelo &eacute; um homem que n&atilde;o tem medo de mudan&ccedil;as. Aos 31 anos, na hora de avaliar sua carreira, o publicit&aacute;rio joga alto e diz que se come&ccedil;asse hoje, faria tudo &ndash; completamente &ndash; diferente. &quot;Come&ccedil;aria a trabalhar mais tarde, viajaria mais, teria mais experi&ecirc;ncias fora da propaganda, me interessaria por outras coisas, pois o grande risco que corre quem entra no mercado, hoje, &eacute; fazer apenas parte do rebanho, &eacute; ser um diretor de cria&ccedil;&atilde;o em um mar de diretores de cria&ccedil;&atilde;o, &eacute; ser um redator em um mar de redatores&rdquo;. Para ele, quanto mais experi&ecirc;ncia a pessoa tiver, quanto mais aberta for a sua vis&atilde;o de mundo, n&atilde;o s&oacute; na propaganda, mas em tudo, mais rica ser&aacute; e mais interessante ser&atilde;o os trabalhos que sair&atilde;o de dentro dela. &quot;Sei que n&atilde;o se d&aacute; conselhos, mas se eu estivesse iniciando agora, n&atilde;o faria o caminho que todo mundo faz, porque todo mundo faz e acabaria n&atilde;o chamando a aten&ccedil;&atilde;o. Eu faria diferente.&quot; Paradas para analisar se est&aacute; trabalhando no local certo, na fun&ccedil;&atilde;o certa, no pa&iacute;s certo, s&atilde;o uma constante em sua vida. A inquieta&ccedil;&atilde;o de menino permanece at&eacute; hoje e pode ser percebida nos olhos de Marcelo, na curiosidade que sente por todas as coisas. Questionar-se, reafirmar posi&ccedil;&otilde;es ou mudar todos os seus conceitos n&atilde;o s&atilde;o problema para Firpo, &lsquo;um camale&atilde;o&rsquo;, pois ele conseguiu fazer com que a sensibilidade humana fizesse a diferen&ccedil;a na sua vida. &quot;Estou aberto a todas as possibilidades que a vida pode me oferecer. Minha &uacute;nica preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; parar de me divertir com isso&quot;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Ele nasceu e cresceu na capital ga&uacute;cha. Criado no centro da cidade, vivia perto de tudo e, ao mesmo tempo, saboreava a tranq&uuml;ilidade interiorana de uma rua calma, a Jo&atilde;o Manoel, no trecho quase sem tr&acirc;nsito, que termina junto a uma escadaria. &quot;&Eacute; uma rua que n&atilde;o possui sa&iacute;da para carros. 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