{"id":15877,"date":"2006-11-17T00:00:00","date_gmt":"2006-11-17T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/o-mestre-da-critica\/"},"modified":"2006-11-17T00:00:00","modified_gmt":"2006-11-17T02:00:00","slug":"o-mestre-da-critica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/o-mestre-da-critica\/","title":{"rendered":"Antonio Carlos Hohlfeldt: O mestre da cr\u00edtica"},"content":{"rendered":"<p>Desde pr&eacute;-adolescente, Antonio Carlos Hohlfeldt &eacute; fascinado por literatura e sempre imaginou que se tornaria um escritor. Tornou-se, embora seus escritos &#8211; exceto pelas obras de literatura infantil &#8211; estejam mais na &aacute;rea do Jornalismo e da pesquisa acad&ecirc;mica. Nascido a 22 de dezembro de 1948, j&aacute; aos 12 anos escrevia hist&oacute;rias para um teatrinho de bonecos e para o caderno infantil do Correio do Povo. V&ecirc;-lo seguir essa carreira n&atilde;o era bem o desejo de seus pais: &#8220;O velho tinha um escrit&oacute;rio de Contabilidade, se dependesse dele eu ia parar num quartel. Se dependesse da m&atilde;e, obviamente, ia virar m&eacute;dico&#8221;, brinca, &#8220;mas n&atilde;o eram as coisas que me envolviam&#8221;. Como n&atilde;o dependia mais deles para dar suas voltas, pois j&aacute; ganhava algum dinheiro dando aulas particulares para os vizinhos da Vila do IAPI, onde cresceu, Antonio continuou escrevendo e freq&uuml;entando a reda&ccedil;&atilde;o do jornal.<\/p>\n<p>Ele tamb&eacute;m ajudava o pai no escrit&oacute;rio pela manh&atilde;. &Agrave; tarde, estudava no Julinho e, de noite, costumava ir ao cinema ou ao teatro. Quando chegou a hora de prestar vestibular, acabou optando pelo Jornalismo, &#8220;por uma quest&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia&#8221;. Ainda assim, depois de passar um tempo ajudando o colega de 2&ordm; Grau, Jo&atilde;o Gilberto Noll &#8211; &#8220;hoje, um dos nossos grandes romancistas&#8221;, aponta &#8211; com o Latim, obrigat&oacute;rio no vestibular para Letras, Antonio tamb&eacute;m resolveu se inscrever para o curso da Ufrgs e passou. Fazia Letras de manh&atilde;, na Federal, e Jornalismo &agrave; tarde, na PUC. &#8220;Depois, porque eu gostava de cantar no coral municipal, passei o Jornalismo para a noite&#8221;, revela. S&oacute; p&ocirc;de cursar o primeiro ano, pois, por dificuldades com o escrit&oacute;rio de Contabilidade, teve que abandonar a faculdade na PUC. Seguiu com Letras e no resto do dia ajudava o pai na empresa. A essa altura, j&aacute; era colaborador do Correio do Povo e tinha passado pelo Jornal do Dia e pelas r&aacute;dios Metr&oacute;pole e Pampa, sempre sem ganhar sal&aacute;rio.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Pagamento em cinema<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na Caldas J&uacute;nior, passou a escrever cr&iacute;ticas de cinema e de teatro para a Folha da Tarde, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970. Um incentivador foi Aldo Obino, que j&aacute; havia sido seu professor no Julinho: &#8220;Muitas vezes, ele me levou ao teatro e depois me cobrava a cr&iacute;tica&#8221;, lembra. &#8220;Era uma turma de jovens. N&oacute;s nos reun&iacute;amos com o (P.F.) Gastal, v&iacute;amos os filmes que tinham estreado e cada um fazia a cr&iacute;tica do seu. N&atilde;o ganh&aacute;vamos nada, s&oacute; os ingressos, o que j&aacute; era bom, um neg&oacute;cio importante, pois t&iacute;nhamos uma entrada permanente no cinema dada pelo Sindicato das Empresas Exibidoras&#8221;, observa. No in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970, Gastal o convidou para atuar na exposi&ccedil;&atilde;o comemorativa aos 20 anos do Clube de Cinema de Porto Alegre. &#8220;Fui a S&atilde;o Paulo fazer contatos para trazer gente para o festival. O evento foi t&atilde;o legal que o secret&aacute;rio de Turismo de Gramado pediu para levar os filmes para exibir l&aacute;. Foi da&iacute; que veio o Festival de Gramado&#8221;, rememora.<\/p>\n<p>Antonio passou a viajar seguidamente, por conta pr&oacute;pria e na volta sempre tinha muitas hist&oacute;rias para escrever. O Correio do Povo passou a pagar por artigo, at&eacute; que, em 1974, resolveu contrat&aacute;-lo. &#8220;Acho que o dr. Breno (Caldas) percebeu que eu estava ganhando demais como colaborador e me tornou funcion&aacute;rio para coibir o custo. Estava virando caro, proporcionalmente ao que se pagava para os jornalistas&#8221;, brinca. Ent&atilde;o o jornal passou a bancar suas viagens. &#8220;Mas eu sempre fui CDF, ia viajar e trazia o dinheiro que eu n&atilde;o tinha gasto de volta, para o desespero de quem me acompanhava&#8221;, diverte-se. O jornalista diz que deve muito ao &#8220;velho Breno&#8221; e a outras pessoas que o ajudaram: &#8220;Devo essa oportunidade ao Gastal e ao Adail Borges Fortes, secret&aacute;rio de Reda&ccedil;&atilde;o, que sempre me ajudou, sobretudo naqueles momentos complicados da censura&#8221;, conta Antonio, que j&aacute; foi preso algumas vezes por seus artigos de opini&atilde;o.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>De castigo<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O jornalista permaneceu no Correio at&eacute; a fal&ecirc;ncia. Embora tenha sido demitido durante uma greve, entrou com uma a&ccedil;&atilde;o e foi reintegrado. &#8220;Com o castigo de n&atilde;o poder assinar minhas mat&eacute;rias, mas conversei com a editora e a gente fazia a assinatura por dentro&#8221;, lembra. Nesse per&iacute;odo, viajou muito e teve diversas reportagens publicadas no jornal. Entre essas viagens, est&aacute; a que realizou para o Canad&aacute;, em 1974. Acabou permanecendo l&aacute; por um ano, atuando no setor brasileiro da r&aacute;dio Canad&aacute; e como correspondente.<\/p>\n<p>Al&eacute;m do Correio, trabalhou no Di&aacute;rio do Sul, uma experi&ecirc;ncia da Gazeta Mercantil no Estado, e no RS, jornal de S&eacute;rgio Jockymann, para o qual escreveu durante anos voluntariamente at&eacute; que a parceria acabou por uma desaven&ccedil;a sobre o Theatro S&atilde;o Pedro. Foi quando surgiu o convite do Jornal do Com&eacute;rcio, que estava sendo reestruturado, depois que M&eacute;rcio Tumelero assumiu a dire&ccedil;&atilde;o, para escrever uma coluna semanal de cr&iacute;ticas de teatro. &#8220;Minimamente uma vez por semana, mas quando tem muita coisa, fa&ccedil;o duas&#8221;, explica.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Rebeldia e disciplina<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Antonio ainda atua como professor na Faculdade de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da PUC. Seu envolvimento com o mundo acad&ecirc;mico come&ccedil;ou logo que retornou do Canad&aacute;. Foi convidado por Antoninho Gonzales, que era o diretor da Faculdade de Comunica&ccedil;&atilde;o da Unisinos, para dar aulas na universidade. &#8220;Eu estava habilitado para lecionar mesmo sem ter o diploma, pois tinha o registro profissional de jornalista&#8221;, explica, &#8220;me formei apenas em Letras, embora tenha sido um aluno rebelde. Me neguei a participar da formatura p&uacute;blica durante a ditadura militar, acho que inventei uma diarr&eacute;ia&#8221;. Em seguida, realizou o mestrado e o doutorado em Letras, ambos conclu&iacute;dos na PUC, onde passou a dar aulas, em 1984.<\/p>\n<p>Em 1999, foi convidado a assumir a coordena&ccedil;&atilde;o do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o da Famecos, com a tarefa de implantar o doutorado. &#8220;Demos uma din&acirc;mica para o programa, porque ele passou a pleitear um reconhecimento do Capes. Hoje, &eacute; n&iacute;vel A&#8221;, comemora. Em 2002, o professor foi eleito vice-governador do Rio Grande do Sul e deixou a coordena&ccedil;&atilde;o. &#8220;Continuei dando aula, nunca parei, nem na gradua&ccedil;&atilde;o nem na p&oacute;s&#8221;, diz. Atualmente, est&aacute; fascinado com uma nova cadeira da gradua&ccedil;&atilde;o, o semin&aacute;rio Leituras de Jornalismo, no qual os alunos l&ecirc;em textos de jornalistas ou sobre jornalistas. Hohlfeldt se esfor&ccedil;a ao m&aacute;ximo para nunca faltar &agrave;s aulas da gradua&ccedil;&atilde;o. Com o fim do mandato se aproximando, ele faz planos de retomar projetos de pesquisa e a literatura infantil. Tamb&eacute;m planeja uma viagem para fazer p&oacute;s-doutorado, em 2008. Ainda n&atilde;o se decidiu entre Barcelona e a Cidade do Porto, mas admite que os planos podem mudar.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Sempre pelo social<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O cargo de vice-governador foi uma ascens&atilde;o natural de sua carreira pol&iacute;tica. Desde menino, no IAPI, Antonio participa de movimentos sociais da comunidade. &#8220;Participava da igreja &#8211; n&atilde;o cheguei a ser coroinha &#8211; ajudava a editar o jornal da par&oacute;quia. Depois, participei da edi&ccedil;&atilde;o do jornal da associa&ccedil;&atilde;o do bairro. Atuei tamb&eacute;m no Sindicato dos Jornalistas e quando fui lecionar na Unisinos, ajudei a fundar a associa&ccedil;&atilde;o de docentes&#8221;, justifica. L&aacute;, encontrou Jo&atilde;o Verle e Raul Pont. &#8220;Eu j&aacute; conhecia o Ol&iacute;vio Dutra, do Sindicato dos Banc&aacute;rios. Inclusive, quando come&ccedil;ou o PT, por volta de 1980, eu fiz uma longa entrevista com ele para a Revista de Civiliza&ccedil;&atilde;o Brasileira, do Rio de Janeiro, acho que foi a primeira grande entrevista do Ol&iacute;vio como lideran&ccedil;a pol&iacute;tica&#8221;, lembra.<\/p>\n<p>Hohlfeldt acabou participando ativamente da funda&ccedil;&atilde;o do PT e se elegeu vereador pelo partido, &#8220;mesmo sem saber direito o que um vereador fazia&#8221;, confessa. A campanha contou com o apoio da Caldas J&uacute;nior, que tinha a pol&iacute;tica de dar <span class=\"italic\">os <em>santinhos<\/em><\/span> para os funcion&aacute;rios que fossem candidatos. Ele dividiu o mandato com a suplente Ana Godoi, como orientava a sigla. &#8220;Isso foi importante, porque, na pr&aacute;tica, n&oacute;s duplicamos o mandato do partido. De um vereador, passamos a ter dois&#8221;, explica. Depois, no PSDB, voltou a ser o &uacute;nico vereador da legenda. Hoje, est&aacute; no PMDB, mesmo partido do governador Germano Rigotto.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Alerta vermelho<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para Antonio n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil conciliar as carreiras: &#8220;Tem que ter certa rela&ccedil;&atilde;o entre o jornalista, o professor e o pol&iacute;tico. O jornalista tem a mania de falar sobre tudo, de criticar, de meter o bedelho. O professor tem a mania de ter solu&ccedil;&atilde;o para tudo, teoria sobre tudo. E, como pol&iacute;tico, chega a hora de fazer as coisas, de pegar a cr&iacute;tica e a teoria e transformar na pr&aacute;tica. Acho que nesse sentido n&atilde;o s&atilde;o coisas t&atilde;o d&iacute;spares&#8221;, comenta. Para dar conta de todos os compromissos, sua amiga insepar&aacute;vel &eacute; a agenda: &#8220;N&atilde;o marco compromissos sem consult&aacute;-la, j&aacute; considerando os tempos de deslocamento para cada coisa. N&atilde;o marco nem um chopinho se n&atilde;o olhar na agenda para saber se h&aacute; condi&ccedil;&otilde;es&#8221;, brinca.<\/p>\n<p>O vice-governador assegura que separa bem os pap&eacute;is: o trabalho acad&ecirc;mico &eacute; na universidade e os assuntos do Governo s&atilde;o tratados no Palacinho da Crist&oacute;v&atilde;o Colombo, resid&ecirc;ncia oficial, que ele transformou <!--?xml:namespace prefix = st1 ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags\" ?-->em gabinete. Em sua sala, um antigo telefone vermelho o alerta sobre os assuntos mais importantes. Ele tocou durante a entrevista e ele explicou: &#8220;O telefone vermelho &eacute; s&oacute; para secret&aacute;rios e para o governador&#8221;. Do outro lado da linha, era justamente o secret&aacute;rio de Comunica&ccedil;&atilde;o, Celito de Grandi. Tamb&eacute;m n&atilde;o leva problemas de trabalho ou de Governo para a casa: &#8220;Separo completamente a minha vida privada da minha vida p&uacute;blica, acho que isso ajuda bastante&#8221;, conta. &#8220;O problema &eacute; que eu j&aacute; casei nessas condi&ccedil;&otilde;es. Ela sabia que ia ser assim&#8221;, brinca. Ele &eacute; casado com a professora aposentada Concei&ccedil;&atilde;o, com quem tem um filho de 28 anos, Samir, profissional de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica.<\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Trabalho e lazer<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Antonio adora ir ao cinema e ao teatro, mas pegou a mania do profissional: &#8220;Sempre sei como a hist&oacute;ria acaba&#8221;, lamenta. Esse trabalho para ele tamb&eacute;m s&atilde;o hobbies, programas que se tornam at&eacute; familiares, j&aacute; que sua mulher o acompanha na maioria das vezes. Tamb&eacute;m aprecia concertos, mas a falta de educa&ccedil;&atilde;o de muitas pessoas faz com que ele prefira ouvir um CD ou DVD em casa. &#8220;Confesso que esse h&aacute;bito chato das pessoas conversarem durante as apresenta&ccedil;&otilde;es, falarem no celular, comerem bala, pipoca, essa mania americana, me irrita&#8221;, conta. &#8220;Outro dia, aconteceu durante uma &oacute;pera na PUC. O celular tocou e a idiota atendeu. Botei-lhe a boca. Eu sou de botar a boca, se me incomodou, eu tenho que devolver, sen&atilde;o fica engasgado na garganta. Tenho que dizer uns desaforos, porque &eacute; uma falta de respeito!&#8221;, desabafa. Embora consiga evitar os concertos, de ir ao cinema n&atilde;o abre m&atilde;o: &#8220;Tem toda a magia da tela grande, do escuro, do som. At&eacute; tenho uma grande cole&ccedil;&atilde;o em casa, mas eu gosto mesmo &eacute; de ir ao cinema&#8221;, revela.<\/p>\n<p>Outra paix&atilde;o &eacute; a terra. Embora tenha uma casa em Porto Alegre, para onde se mudou por n&atilde;o conseguir acomodar sua biblioteca em um apartamento, &eacute; no s&iacute;tio de Nova Petr&oacute;polis que ele pratica seu lado agricultor. Tamb&eacute;m l&ecirc; bastante sobre o assunto e planta de tudo um pouco: tomate, berinjela, milho&hellip; &#8220;Para consumo pr&oacute;prio e tamb&eacute;m para distribuir entre o pessoal. N&atilde;o vendo nada, &eacute; um desperd&iacute;cio de dinheiro, mas me d&aacute; um prazer enorme. Nada como fazer uma sopa e ter vegetais frescos, org&acirc;nicos&#8221;, pondera. Para o s&iacute;tio, costuma ir sozinho e ficar completamente isolado. L&aacute;, n&atilde;o tem telefone nem televis&atilde;o, mas est&aacute; sempre atento ao r&aacute;dio. A televis&atilde;o evita por ser um v&iacute;cio: &#8220;Sou fascinado pelo v&iacute;deo, ent&atilde;o tive que estabelecer algumas regras de conv&iacute;vio com a televis&atilde;o. Em casa, n&atilde;o tenho TV por assinatura, s&oacute; canal aberto. Quando estou em hotel, tenho que me controlar para n&atilde;o entrar a madrugada vendo filmes e document&aacute;rios no sistema fechado, &eacute; uma tenta&ccedil;&atilde;o&#8221;, admite.<\/p>\n<p>Foi pelo r&aacute;dio, por exemplo, que soube do conflito entre a Brigada e torcedores, durante um jogo do Internacional no ano passado. Estava no s&iacute;tio, mas p&ocirc;de ir at&eacute; o quartel da cidade e come&ccedil;ar a resolver a situa&ccedil;&atilde;o com alguns telefonemas, j&aacute; que ele estava como governador em exerc&iacute;cio. &Eacute; que ele tamb&eacute;m acompanha o futebol: &#8220;Sou gremista desde criancinha, mas n&atilde;o sou anti-Inter&#8221;, explica. Em casos de emerg&ecirc;ncia, seu telefone de contato quando est&aacute; em Nova Petr&oacute;polis &eacute; o da Brigada Militar. &#8220;Uma vez, estava trabalhando na terra, todo sujo de lama e chegou um brigadiano para dar um recado. Ele perguntou pelo governador e eu disse &#8220;sou eu&#8221;. Ele me olhou, todo cheio de lama, n&atilde;o acreditou muito&hellip;&#8221;, diverte-se.<!--?xml:namespace prefix = o ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:office\" ?--><\/p>\n<img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil226.jpg\" alt=\"Imagem\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde pr&eacute;-adolescente, Antonio Carlos Hohlfeldt &eacute; fascinado por literatura e sempre imaginou que se tornaria um escritor. Tornou-se, embora seus escritos &#8211; exceto pelas obras de literatura infantil &#8211; estejam mais na &aacute;rea do Jornalismo e da pesquisa acad&ecirc;mica. 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