{"id":15987,"date":"2007-12-21T00:00:00","date_gmt":"2007-12-21T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/o-construtor-de-jornais\/"},"modified":"2007-12-21T00:00:00","modified_gmt":"2007-12-21T02:00:00","slug":"o-construtor-de-jornais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/o-construtor-de-jornais\/","title":{"rendered":"Luiz Adolfo Lino de Souza: O construtor de jornais"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\">Divertido, bem-humorado, criativo e com a mente sempre repleta de id&eacute;ias e conceitos. Assim &eacute; o jornalista Luiz Adolfo Lino de Souza, o construtor de jornais, como ele mesmo se define. Depois de passar por ag&ecirc;ncia de propaganda, Folha da Tarde, Folha de S&atilde;o Paulo, Zero Hora e Correio do Povo, hoje ele &eacute; o editor-executivo de Arte dos jornais do Grupo RBS. J&aacute; s&atilde;o 30 anos trabalhando na mesma &aacute;rea: projetos gr&aacute;ficos e diagrama&ccedil;&otilde;es. Apaixonado pelo que faz, Luiz Adolfo garante que n&atilde;o se v&ecirc; atuando em outra &aacute;rea. &#8220;O sentido para eu fazer as coisas &eacute; ter uma folha em branco, seja no papel ou na tela. Se aparecer uma id&eacute;ia, eu tra&ccedil;o ela&#8221;, desafia.<\/p>\n<p>&#8220;Gosto de fazer experimentos, n&atilde;o gosto de padroniza&ccedil;&atilde;o, gosto de inventar. Cada jornal tem que ter sua particularidade. O projeto gr&aacute;fico &eacute; como se fosse a alma do jornal. E &eacute; importante termos isto em mente, pois estamos orientando a leitura, priorizando elementos, definindo estilos&#8221;, explica Luiz Adolfo ao detalhar sua forma de trabalhar. Ele conta que, mesmo com toda a tecnologia em softwares gr&aacute;ficos, &eacute; adepto do sistema tradicional. Ele prefere inicialmente desenhar suas id&eacute;ias no papel, para depois passar a limpo no programa de computador. &#8220;Na verdade, eu estou fazendo exatamente o que eu fazia quando comecei, h&aacute; 30 anos, antes de me formar. E eu fiz muita coisa que me deu prazer ao longo desse tempo&#8221;, reflete.<\/p>\n<p>Natural de Rio Grande, Luiz Adolfo nasceu em 29 de outubro de 1960. Formou-se em Jornalismo pela PUC em 1982. Ele acredita que as lembran&ccedil;as deixadas pelo pai foram o que o motivaram a cursar jornalismo. &#8220;Eu acho que foi uma maneira que eu tive de manter ele vivo, j&aacute; que o perdi quando tinha tr&ecirc;s anos. Sempre ouvi minha m&atilde;e contar que ele tinha uma cole&ccedil;&atilde;o de revistas, que lia revistas sempre. Ele comprava O Cruzeiro &#8211; revista dos anos 50 e 60 &#8211; toda semana. Ent&atilde;o eu acho que foi a maneira que eu achei de me aproximar dele&#8221;, relata Luiz Adolfo.<\/p>\n<p><strong>A fascina&ccedil;&atilde;o por jornais<\/strong><\/p>\n<p>Foi nessa &eacute;poca, quando ingressou na faculdade, que ele deu in&iacute;cio &agrave; sua cole&ccedil;&atilde;o intermin&aacute;vel de jornais. &#8220;As pessoas colecionam camisetas, selos&#8230; eu coleciono jornal. Se tu me pedir um jornal de Singapura, eu vou ter um jornal de Singapura. Se tu me pedir um jornal da Ucr&acirc;nia, eu tenho um jornal da Ucr&acirc;nia. Guardo tudo em um enorme arm&aacute;rio que &eacute; um viveiro de tra&ccedil;as e que nem com a digitaliza&ccedil;&atilde;o eu consigo dar fim a eles&#8221;, diverte-se o colecionador. Luiz Adolfo conta que seus amigos sempre trazem jornais das viagens como um suvenir &#8211; objeto que resgata mem&oacute;rias que est&atilde;o relacionadas ao destino tur&iacute;stico. &#8220;E hoje eu n&atilde;o posso ver ningu&eacute;m botar um jornal no lixo que eu vou l&aacute; e pego&#8221;, assume ele, que n&atilde;o sabe precisar quantos exemplares tem sua cole&ccedil;&atilde;o, mas acredita que tenha cerca de 1.500 t&iacute;tulos de jornais de todo o mundo.<\/p>\n<p>&#8220;E hoje eu estou fascinado pela internet. Antes, eu tinha que viajar pra chegar numa banca e comprar esse jornal. Hoje, eu leio o jornal pela internet. Ent&atilde;o pra mim a internet &eacute; uma banca de jornal que eu tenho em casa&#8221;, analisa Luiz Adolfo. Ele l&ecirc;, diariamente, cinco jornais: El Pa&iacute;s (Espanha), New York Times (Estados Unidos), El Peri&oacute;dico (Barcelona), Folha de S. Paulo e Zero Hora. &#8220;E a qualquer minuto eu vou conferir a not&iacute;cia no jornal da cidade onde o fato aconteceu. Se tem furac&atilde;o em Nova Orleans, eu acesso o jornal de Nova Orleans. Isso virou um v&iacute;cio pra mim&#8230; mas, mesmo assim, eu n&atilde;o deixei de querer o jornal de Nova Orleans&#8221;, reconhece Luiz Adolfo. &#8220;&Eacute; o meu hobby. Na verdade, eu transformei parte do meu trabalho no meu hobby&#8221;, constata.<\/p>\n<p><strong>O come&ccedil;o<\/strong><\/p>\n<p>Luiz Adolfo come&ccedil;ou aos 17 anos, fazendo diagrama&ccedil;&atilde;o de jornais e revistas em uma ag&ecirc;ncia de publicidade como estagi&aacute;rio do curso t&eacute;cnico de Publicidade. Foi atrav&eacute;s de seu primeiro chefe, Mario Albuquerque, que descobriu o jornalismo. &#8220;Ele me incentivou muito. Eu praticamente fiquei respons&aacute;vel pelas publica&ccedil;&otilde;es dele e, paralelo ao curso, o jornalismo acabou aparecendo. Ent&atilde;o, na hora de fazer a op&ccedil;&atilde;o do vestibular, eu troquei a Publicidade pelo Jornalismo&#8221;, lembra o profissional. Em 1980, ele foi trabalhar com Pol&iacute;bio Braga e Ayres Cerutti, na Editora Interm&eacute;dio, fazendo diagrama&ccedil;&atilde;o da Revista Programa. Nessa &eacute;poca,&nbsp;estava cursando a disciplina de Planejamento Gr&aacute;fico, com An&iacute;bal Bendatti, a quem carinhosamente chama de &#8220;meu primeiro guru&#8221;. &#8220;A&iacute; eu j&aacute; estava me voltando pra &aacute;rea, ele j&aacute; me via como um aluno especial, pois eu trazia d&uacute;vidas do trabalho para a aula&#8221;, relembra.<\/p>\n<p>&#8220;&Agrave;s vezes, s&atilde;o os professores que motivam as escolhas. Comigo foi assim. Eu pensava em fazer r&aacute;dio, mas o meu primeiro guru mudou o meu caminho&#8221;, revela Luiz Adolfo. Foi quando Bendatti, a pedido de Walter Galvani, ent&atilde;o diretor da Folha da Tarde, o indicou para sua terceira experi&ecirc;ncia. Era final de 1981 e a Caldas Junior estava passando por um momento hist&oacute;rico. &#8220;A transi&ccedil;&atilde;o da composi&ccedil;&atilde;o a quente, a tipografia, das oficinas do jornal, de caldeiras praticamente ao lado da reda&ccedil;&atilde;o, para um sistema frio de composi&ccedil;&atilde;o. E a&iacute; foi como se tu andasse de carruagem antes de chegar o Ford T&#8221;, compara o jornalista, que teve a oportunidade de acompanhar essa troca de era e, hoje, poder contar para seus alunos. Foi quando Galvani solicitou a Luiz Adolfo que fizesse um novo projeto gr&aacute;fico para a Folha da Tarde. Era a oportunidade que todo iniciante desejava.<\/p>\n<p>A&iacute;, o h&aacute;bito de colecionar jornais se tornou coisa s&eacute;ria. &#8220;Eram refer&ecirc;ncias que eu precisava ter, pois estava virando um projetista gr&aacute;fico e precisava ver o que as outras pessoas estavam fazendo&#8221;, explica. Luiz Adolfo redesenhou toda a Folha da Tarde. Mas a Caldas Junior, que j&aacute; estava em crise, acabou fechando o jornal em 1984, dois anos depois de circular com novo layout. O Correio do Povo tamb&eacute;m deixou de circular, o que levou o jornalista a concluir que projeto gr&aacute;fico n&atilde;o salva uma publica&ccedil;&atilde;o. &#8220;A crise era t&atilde;o grande que mesmo a gente tendo feito um esfor&ccedil;o enorme de renovar o jornal, a Folha da Tarde fechou. Mesmo assim, foi muito importante para a minha vida profissional, porque eu estava me formando e fiz o primeiro projeto gr&aacute;fico&#8221;, avalia. Luiz Adolfo lembra que o fato foi uma trag&eacute;dia ga&uacute;cha em 1984. &#8220;A Folha era um jornal muito querido na cidade. Foi o primeiro tabl&oacute;ide brasileiro, lan&ccedil;ado em 1936, e faltando pouquinho pra completar 50 anos a Folha da Tarde fechou. E deixou uma s&eacute;rie de pessoas desempregadas&#8221;, lembra.<\/p>\n<p><strong>Hist&oacute;rias tr&aacute;gicas e c&ocirc;micas<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;A&iacute;, eu participei de um sonho com o Antoninho Gonzales, meu mestre, que tentou reunir uma equipe de jornalistas e fazer um jornal para Porto Alegre a partir do Grupo Sinos. Eu trabalhei pesado durante oito meses pra criar O Estado do Rio Grande. O jornal durou 13 dias&#8221;, resume Luiz Adolfo, que viveu a hist&oacute;ria em 1985. &#8220;Foi uma experi&ecirc;ncia absolutamente traum&aacute;tica&#8221;, lamenta e, ao mesmo tempo, diverte-se o jornalista. &#8220;Mas do ponto de vista pessoal eu aprendi muito, porque eu criei o jornal do zero&#8221;, avalia. Entre as muitas hist&oacute;rias tr&aacute;gicas e c&ocirc;micas que aconteceram em apenas treze dias de jornal, ele conta: &#8220;No segundo dia, com essa dificuldade toda, eu estava na oficina ajudando a fechar o jornal, e olhei pra janela e perguntei: &#8220;Que luz &eacute; aquela ali?&#8221; Da&iacute;, o rapaz que estava trabalhando comigo disse: &#8220;&Eacute; o sol!&#8221;. Eram 6h da manh&atilde; e n&oacute;s n&atilde;o t&iacute;nhamos fechado o jornal ainda&#8221;, relembra Luiz Adolfo. O trabalho recebeu o Pr&ecirc;mio ARI de Jornalismo na categoria Projeto Gr&aacute;fico.<\/p>\n<p>Depois, Luiz Adolfo trabalhou por alguns meses na Folha de S. Paulo, mas quando ouviu dizer que o Correio do Povo voltaria a circular, retornou para o Rio Grande do Sul. Enquanto o rumor n&atilde;o se confirmava, ele trabalhou por algum tempo em Zero Hora e participou da cria&ccedil;&atilde;o do Di&aacute;rio Catarinense, em 1986. &#8220;Era um imagin&aacute;rio da gente: a volta do Correio do Povo&#8221;, descreve. &#8220;O Antoninho Gonzales, diretor de Reda&ccedil;&atilde;o, e o Marco Antonio Kraemer, convidados pelo Renato Ribeiro, resolveram botar o jornal na rua de novo. E eu fui em busca daquela volta do Correio e fiz parte do relan&ccedil;amento do jornal. Eu j&aacute; tinha aprendido que os grandes fracassos valem mais que os acertos. Os fracassos da Caldas J&uacute;nior fizeram com que eu voltasse e comprasse o desafio. E a gente relan&ccedil;ou o Correio do Povo praticamente igual, com o mesmo visual&#8221;, conta Luiz Adolfo orgulhoso.<\/p>\n<p>Mas a situa&ccedil;&atilde;o continuava dif&iacute;cil na Caldas J&uacute;nior. Ent&atilde;o ele e Luis Figueredo, que era o diretor de reda&ccedil;&atilde;o, foram chamados na sala de Renato Ribeiro para receber uma nova proposta: relan&ccedil;ar o jornal, em formato tabl&oacute;ide, com 16 p&aacute;ginas e distribu&iacute;do gratuitamente para 500 mil pessoas. &#8220;Isso aqui &eacute; um transatl&acirc;ntico e n&oacute;s vamos afundar. E eu estou oferecendo pra voc&ecirc;s um bote salva-vidas. Eu quero transformar o Correio num outro jornal, numa s&iacute;ntese, numa s&uacute;mula do que est&aacute; acontecendo. O que era duas p&aacute;ginas vai virar uma, e voc&ecirc;s me fa&ccedil;am esse projeto&#8221;, disse Renato Ribeiro. Ent&atilde;o, Luiz Adolfo fez o projeto e ele gostou. &#8220;Pensei: precisamos colocar cor no jornal. Como n&atilde;o t&iacute;nhamos condi&ccedil;&otilde;es de colocar fotos coloridas, colocamos um spot collor azul. O jornal saiu com essa fama de azulzinho e foi um absoluto sucesso&#8221;, lembra Luiz Adolfo.<\/p>\n<p><strong>O guardi&atilde;o das id&eacute;ias <\/strong><\/p>\n<p>Atendendo ao chamado de seu &#8220;segundo guru&#8221;, Mario Garcia, em 1988 Luiz Adolfo foi pra RBS para trabalhar na reformula&ccedil;&atilde;o da Zero Hora. &#8220;Eu tive a oportunidade de trabalhar e aprender muito com ele e com o Lauro Schirmer e Carlos Fehlberg, ent&atilde;o diretores de Zero Hora. Desde ent&atilde;o, ao longo destes 20 anos eu sou, de certa forma, guardi&atilde;o das id&eacute;ias e do projeto&#8221;, define Luiz Adolfo. Em 1994, quando o jornal comemorou 30 anos, ocorreu outra mudan&ccedil;a, desta vez liderada pelo Augusto Nunes. &#8220;Eu redesenhei o logotipo horizontal, que foi a grande transforma&ccedil;&atilde;o da marca da Zero Hora, que deixou de ter um logotipo de jornal popular para adotar um logotipo de jornal conservador, coincidindo com a grande virada para um jornal de qualidade&#8221;, observa o jornalista. &#8220;Em 2005 refizemos este projeto que &eacute; 100% feito em casa, com mais cor e uma linguagem mais moderna&#8221;, explica Luiz Adolfo sobre o projeto desenvolvido ap&oacute;s ter feito um curso de desenho de Jornal em Barcelona, em 2004.<\/p>\n<p>De l&aacute; pra c&aacute; j&aacute; s&atilde;o 20 anos trabalhando com os projetos gr&aacute;ficos dos jornais do Grupo RBS. &#8220;&Eacute; muito desafiador tu ter que estar arrumando, tratando e cuidando do visual de oito jornais, trabalhando com oito reda&ccedil;&otilde;es, convivendo com as pessoas e sempre trabalhando com um bra&ccedil;o-direito em cada reda&ccedil;&atilde;o. O que tamb&eacute;m me deu muita satisfa&ccedil;&atilde;o foi o lan&ccedil;amento do Di&aacute;rio Ga&uacute;cho. A gente p&ocirc;de fazer tudo diferente. Ent&atilde;o, todas as coisas que eu defendia pra fazer de um jeito, a gente fez de outro&#8221;, conta Luiz Adolfo.<\/p>\n<p>Ele confessa que, como inspira&ccedil;&atilde;o para desenvolver o projeto, ouviu durante tr&ecirc;s meses a R&aacute;dio Farroupilha. Sempre utilizando li&ccedil;&otilde;es do passado, resgatou algumas id&eacute;ias da Folha da Tarde, e tamb&eacute;m dos jornais populares alem&atilde;es e ingleses. &#8220;Eu peguei toda a minha cole&ccedil;&atilde;o e praticamente dormi em cima dos jornais durante esses dias. Foi um exerc&iacute;cio de escrever uma coisa num outro estilo, desenhar de outra forma&#8221;, descreve o jornalista, que com este trabalho recebeu&nbsp;mais um Pr&ecirc;mio ARI. &#8220;Como construtor, eu j&aacute; perdi as contas de quantas fachadas eu j&aacute; criei e modifiquei, mas acho que j&aacute; s&atilde;o mais de 20 jornais di&aacute;rios&#8221;, calcula.<\/p>\n<p><strong>A rotina em parceria<\/strong><\/p>\n<p>Luiz Adolfo &eacute; casado h&aacute; 10 anos com a jornalista Marta Sfredo, rep&oacute;rter de Economia de Zero Hora. Se conheceram na Caldas J&uacute;nior e depois ambos foram trabalhar na RBS, ele h&aacute; 20 e ela h&aacute; 15 anos. &#8220;De certa forma, a gente formou uma dupla muito parecida, em que solidariedade e o nosso amor fazem com que a gente fique praticamente as 24 horas do dia juntos&#8221;, revela ele. Os dois jornalistas gostam muito de viajar. Juntos, v&atilde;o a qualquer lugar. &#8220;Ela &#8220;me arrasta&#8221; pro cinema todos os finais de semana. Todos. Estamos sempre programando viagens. A Marta acha que os lugares que escolho s&atilde;o pa&iacute;ses que quero comprar jornais&#8221;, brinca. Luiz Adolfo tamb&eacute;m gosta de cozinhar. &#8220;Eu invento algum prato pra fazer uma hora antes. Vou na internet, pego a receita, passo no supermercado e fa&ccedil;o. Gra&ccedil;as ao Google, os livros de receitas ficaram muito mais acess&iacute;veis&#8221;, analisa.<\/p>\n<p>Torcedor do Internacional, Luiz Adolfo est&aacute; cada vez mais fan&aacute;tico depois que descobriu uma supersti&ccedil;&atilde;o. &#8220;Acho que por causa da hist&oacute;ria da Libertadores, pois eu &#8220;entrei numas&#8221; que se eu assistisse aos jogos do Inter, era por isso que o Inter perdia. Ent&atilde;o eu passei a n&atilde;o assistir e deu certo. Quando chegou a final da Libertadores, Inter e S&atilde;o Paulo, me perguntaram: como tu vai fazer, tu n&atilde;o vai ver a final? E eu n&atilde;o vi a final. Eu assisti a um filme sozinho no cinema na hora do jogo. E a&iacute; me perguntaram o que eu faria na final contra o Barcelona, se n&atilde;o tem cinema &agrave;s 8h da manh&atilde;&#8230; e aquilo come&ccedil;ou a ser um peso pra mim, porque se eu visse o jogo o Inter ia perder&#8230; a&iacute; eu dirigi durante duas horas, sem ouvir r&aacute;dio, s&oacute; musica&#8221;, conta.<\/p>\n<p><strong>Revela&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Eu tive uma inf&acirc;ncia muito legal. Eu sou um privilegiado, porque eu tive um ping&uuml;im como animal de estima&ccedil;&atilde;o&#8221;, conta Luiz Adolfo, que aos oito anos ia passar as f&eacute;rias na casa da v&oacute;, em Santa Vit&oacute;ria do Palmar. &#8220;Eu me emociono muito f&aacute;cil, embora &agrave;s vezes seja dif&iacute;cil perceber&#8221;, confessa. &#8220;Estou sempre fazendo essas rela&ccedil;&otilde;es familiares, estou sempre medindo o tempo, contabilizando coisas. Eu n&atilde;o conto, mas&nbsp;levo no cora&ccedil;&atilde;o uma enormidade de pessoas que me ajudaram a trabalhar. &Eacute; muita gente que eu levo comigo como fundamental, como categoria 1 &#8211; guru, como categoria 2 &#8211; mestre, ou categoria 3 &#8211; aluno&#8221;.<\/p>\n<p>No dia-a-dia, Luiz Adolfo procura ser democr&aacute;tico. &#8220;Procuro fazer com que as pessoas gostem do que est&atilde;o fazendo&#8221;, simplifica Luiz Adolfo. Entre os projetos que ainda precisam ser concretizados, est&aacute; terminar um livro sobre design gr&aacute;fico que j&aacute; est&aacute; h&aacute; algum tempo &#8220;na gaveta&#8221;. O jornalista tamb&eacute;m tem se dedicado &agrave; Faculdade de Comunica&ccedil;&atilde;o da PUC, onde leciona h&aacute; 18 anos, e &agrave; <span class=\"bold\"><a href=\"http:\/\/www.snd.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Society of News Design (SND)<\/a><\/span>, entidade da qual &eacute; diretor na Am&eacute;rica Latina e que em 2009 vai promover um congresso em Buenos Aires. A associa&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne mais de tr&ecirc;s mil profissionais e professores de 40 pa&iacute;ses.<\/p>\n<p><strong>Desafios cotidianos<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Temos que encontrar uma maneira de transformar o jornal da forma como a gente o conhece hoje. Estamos trabalhando pra fazer com que seja um complemento indispens&aacute;vel, mas n&atilde;o sabemos qual ser&aacute; seu futuro&#8221;, acredita Luiz Adolfo, que garante n&atilde;o ter medo do novo. &#8220;O que eu n&atilde;o consigo mudar na minha vida, eu reviro no trabalho. O principal desafio &eacute; traduzir um projeto numa forma gr&aacute;fica e ter que convencer as pessoas na reda&ccedil;&atilde;o a trabalharem nisso, porque o jornalista t&aacute; sempre propondo a mudan&ccedil;a, mas ele &eacute; o que menos aceita a mudan&ccedil;a. N&atilde;o tem nada mais conservador que jornalista de reda&ccedil;&atilde;o de jornal.&#8221;<\/p>\n<p>Apesar de ser apaixonado pelo que faz, Luiz Adolfo considera o texto mais importante do que o design de um jornal. &#8220;Sou produto desta &eacute;poca visual, mas tenho plena consci&ecirc;ncia de que projeto gr&aacute;fico n&atilde;o salva jornal. N&atilde;o adianta colocar toda a carga de salva&ccedil;&atilde;o nas quest&otilde;es est&eacute;ticas, &eacute; preciso que as not&iacute;cias tenham conte&uacute;do&#8221;, enfatiza.<\/p>\n<p>Para quem est&aacute; ingressando no mercado, ele d&aacute; uma dica: &#8220;As pessoas devem encarar essa &aacute;rea como nunca. N&atilde;o s&oacute; a arte gr&aacute;fica, como tamb&eacute;m a ilustra&ccedil;&atilde;o e todos os recursos dispon&iacute;veis para contar as hist&oacute;rias. O jornalista de hoje em dia n&atilde;o deve apenas saber escrever, mas tamb&eacute;m desenhar, pois a necessidade de novas formas de contar hist&oacute;rias &eacute; tanta que n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; as palavras que v&atilde;o determinar se ele &eacute; ou n&atilde;o um bom profissional. &Eacute; preciso que os profissionais saibam se expressar de outras maneiras&#8221;, sugere.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divertido, bem-humorado, criativo e com a mente sempre repleta de id&eacute;ias e conceitos. Assim &eacute; o jornalista Luiz Adolfo Lino de Souza, o construtor de jornais, como ele mesmo se define. 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