{"id":15996,"date":"2008-02-01T00:00:00","date_gmt":"2008-02-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/fominha-por-falar-e-escrever\/"},"modified":"2008-02-01T00:00:00","modified_gmt":"2008-02-01T02:00:00","slug":"fominha-por-falar-e-escrever","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/fominha-por-falar-e-escrever\/","title":{"rendered":"Wianey Carlet: Fominha por falar e escrever"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\">O garoto que nunca jogou futebol tornou-se um reconhecido jornalista esportivo. &Eacute; um paradoxo, mas Wianey Carlet foi uma crian&ccedil;a que passou longe de qualquer esporte com bola, e hoje, antes de ter qualquer voca&ccedil;&atilde;o ou paix&atilde;o por futebol ou coisa do g&ecirc;nero, ele garante que gosta, mesmo, &eacute; do jornalismo, de fazer r&aacute;dio. &#8220;O esporte entrou como em um teste de m&uacute;ltipla escolha&#8221;, ele diz. &#8220;No come&ccedil;o, havia vaga dispon&iacute;vel para trabalhar neste setor. Entrei e fiquei.&#8221; E, seguro de sua opini&atilde;o, como sempre quando est&aacute; ao microfone ou na frente do computador, assegura: &#8220;Mas, se fosse atuar em qualquer outra editoria ? pol&iacute;cia, pol&iacute;tica ou economia ? , eu me atrevo a dizer que o resultado seria o mesmo&#8221;.<\/p>\n<p align=\"left\">Wianey Carlet entra neste detalhamento&nbsp;pelo fato de o futebol s&oacute; ter entrado em sua vida muito tarde, quando j&aacute; era adulto. &#8220;Li, escutei, observei e aprendi algumas coisinhas sobre este esporte. Me envolvi e gostei. O futebol &eacute; um esporte fascinante. Mas pol&iacute;tica, por exemplo, tamb&eacute;m &eacute;&#8221;, afirma. Curioso, como todo jornalista, Wianey gosta de descobrir as coisas vivenciando-as. Sua paix&atilde;o pela pol&iacute;tica fez com que se candidatasse a vereador de Porto Alegre nas elei&ccedil;&otilde;es de 1992. &#8220;Eu embarquei pra ver como era&hellip; e descobri coisas que me deixaram muito aborrecido.&#8221; Ele concorreu pelo PMDB e ficou de suplente. Em 1994 foi chamado para assumir o cargo por alguns dias. Com facilidade para falar e escrever, discursou na Tribuna como nenhum outro, nos poucos dias em que foi vereador.<\/p>\n<p align=\"left\">Aos 58 anos, j&aacute; atuou em seis Copas do Mundo: Argentina (1978), Espanha (1982), M&eacute;xico (1986), It&aacute;lia (1990), Estados Unidos (1994) e Fran&ccedil;a (1998). Come&ccedil;ou aos 21 anos na R&aacute;dio Sideral, em Get&uacute;lio Vargas, passando pela R&aacute;dio Erechim, R&aacute;dio Difusora (atual R&aacute;dio Bandeirantes), R&aacute;dio Ga&uacute;cha, R&aacute;dio Sucesso e R&aacute;dio Gua&iacute;ba. Hoje, de volta ao Grupo RBS, Wianey &eacute; comentarista da R&aacute;dio Ga&uacute;cha e colunista do jornal Zero Hora. O profissional tamb&eacute;m narra jogos e mant&eacute;m um blog, campe&atilde;o em n&uacute;mero de acessos, no zerohora.com.<\/p>\n<p align=\"left\">Trabalho, car&aacute;ter, esfor&ccedil;o, responsabilidade e disciplina s&atilde;o valores que guiam a trajet&oacute;ria do jornalista provisionado. &#8220;O melhor &eacute; o m&iacute;nimo que eu procuro sempre&#8221;, enfatiza Wianey, ao mesmo tempo em que reconhece o seu grande defeito: &#8220;Sou pavio curto. Ali&aacute;s, eu acho que eu nem tenho pavio&#8221;.<\/p>\n<p align=\"left\">Natural de Tr&ecirc;s Passos, Jo&atilde;o Wianey Carlet nasceu em 16 de julho de 1949. Casado h&aacute; 30 anos com Marisa, tem duas filhas: Carolina, 22 anos, e Camila, 19. A mais velha est&aacute; se formando em Psicopedagogia. Eles moram em Viam&atilde;o. &#8220;Nas horas de folga eu leio, vejo televis&atilde;o, crio galinhas e patos&hellip; tenho uma casa com terreno relativamente grande que tem at&eacute; mata nativa. L&aacute; eu fiz um laguinho e uma &#8220;muralha da China&#8221;, pra ficar bem seguro. L&aacute; &eacute; o meu ref&uacute;gio.&#8221;<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>O ingresso na r&aacute;dio<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Come&ccedil;ou a atuar profissionalmente na &aacute;rea da comunica&ccedil;&atilde;o em 1970, na R&aacute;dio Sideral, em Get&uacute;lio Vargas. Ingressou atrav&eacute;s de um teste, concorrendo com profissionais de toda a regi&atilde;o. &#8220;E me orgulho muito disso, porque eu nunca tinha chegado perto de um microfone&#8221;, confessa. &#8220;L&aacute; eu fazia de tudo, como em toda r&aacute;dio do Interior. Por isso que &eacute; uma boa escola&#8221;. Permaneceu na emissora durante dois anos e depois foi para a R&aacute;dio Erechim, onde atuou por pouco mais de um ano. &#8220;N&atilde;o gostei de morar sozinho e voltei pra casa&#8221;, diverte-se Wianey. Como naquele momento a R&aacute;dio Sideral n&atilde;o tinha vaga, Wianey foi trabalhar em contabilidade. Mas algum tempo depois conseguiu retomar a vaga.<\/p>\n<p align=\"left\">Logo em seguida, seu pai resolveu vender os neg&oacute;cios que tinha na cidade e se mudar para o Paran&aacute;. &#8220;Meu pai era muito cigano. J&aacute; tinha sa&iacute;do de Tr&ecirc;s Passos, j&aacute; tinha morado em Get&uacute;lio Vargas, em Frederico Westphalen, girava o mundo&#8221;, relembra. Foi ent&atilde;o que, em 1973, Wianey optou por tentar a vida na Capital ga&uacute;cha. &#8220;Vim pra Porto Alegre, com uma m&atilde;o na frente e outra atr&aacute;s&#8221;, conta. N&atilde;o demorou muito e ele come&ccedil;ou a trabalhar como locutor e redator de not&iacute;cias na extinta R&aacute;dio Cultura. Morava numa pens&atilde;o na Avenida Independ&ecirc;ncia, com um amigo de Get&uacute;lio Vargas, o Gerson Pavinato, que fazia o programa &#8220;Dona da noite&#8221;, na R&aacute;dio Ita&iacute;. O colega conquistou uma vaga na R&aacute;dio Difusora ? hoje R&aacute;dio Bandeirantes ?, e avisou Wianey que a emissora estava contratando um noticiarista. &#8220;E da&iacute; eu disse: &eacute; comigo, vamos l&aacute;. Eu &#8220;tava louco&#8221; pra voltar a fazer r&aacute;dio&#8221;. Mas a vaga fora preenchida no dia anterior.<\/p>\n<p align=\"left\">Quando estava indo embora da Difusora, passou pelo Departamento de Esportes e deu um jeito de ser apresentado a Fl&aacute;vio Dutra, na &eacute;poca produtor do programa de esportes. Para garantir a oportunidade, Wianey apostou num gesto de ousadia, dizendo: &#8220;Eu fa&ccedil;o tudo em esporte: sou narrador, sou comentarista, sou rep&oacute;rter, sou redator&hellip; ? e eu n&atilde;o era nada&#8221;, diverte-se o profissional. &#8220;E o Fl&aacute;vio gostou, pois eu era do Interior, e o pessoal do Interior sempre est&aacute; disposto a trabalhar&#8221;, acredita o comunicador, que na mesma hora fez um teste e, aprovado, foi admitido pela R&aacute;dio Difusora. Ele, que n&atilde;o entendia absolutamente nada de futebol, come&ccedil;ou sua carreira no esporte, em 1974, fazendo setor do Internacional. &#8220;Nunca tinha tido contato com futebol. Eu n&atilde;o sabia regras, nunca joguei futebol na minha vida&#8221;, garante o comentarista.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Sobre a paix&atilde;o nacional<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">&#8220;J&aacute; disse um trilh&atilde;o de vezes e ningu&eacute;m acredita, portanto vou dizer mais uma vez: eu n&atilde;o tive futebol na minha inf&acirc;ncia. Na minha casa n&atilde;o se ouvia futebol. Eu n&atilde;o tive nenhuma influ&ecirc;ncia, ent&atilde;o n&atilde;o desenvolvi paix&atilde;o por clube nenhum&#8221;, justifica. A primeira vez que Wianey assistiu a um jogo de futebol foi em Porto Alegre, num Gre-nal, pouco antes de come&ccedil;ar na Difusora. &#8220;S&oacute; fui porque meus amigos me arrastaram! Eu pensei: eu n&atilde;o vou ficar uma tarde inteira sentado num cimento, no sol.&#8221;<\/p>\n<p align=\"left\">Assim, foi ser setorista no Internacional pela R&aacute;dio Difusora, foi obrigado a correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, ou seja, aprender tudo sobre o mundo do esporte e, em especial, sobre futebol. Para isso contou com a ajuda de Valdomiro Vaz Franco, jogador do time colorado, que ensinou regras e deu dicas ao futuro jornalista esportivo. &#8220;Uma alma generosa, muito simples, muito humilde, uma pessoa fant&aacute;stica. Ele me dizia assim: &#8220;Wianey, entrevista o Claudiomiro, que t&aacute; machucado. Pergunta se ele vai poder jogar domingo&hellip;&#8221;. Eu n&atilde;o tinha a menor no&ccedil;&atilde;o&#8221;, confessa.<\/p>\n<p align=\"left\">Depois disso, a carreira na &aacute;rea do jornalismo esportivo engrenou. Saindo da R&aacute;dio Difusora, Wianey teve passagens pelas r&aacute;dios Ga&uacute;cha, Sucesso e Gua&iacute;ba. &#8220;Na Gua&iacute;ba eu comecei a diversificar um pouco, pra n&atilde;o ficar s&oacute; no esporte, comecei a fazer programa jornal&iacute;stico, ganhei pr&ecirc;mios ? Pr&ecirc;mio ARI, Pr&ecirc;mio Direitos Humanos. E assim estou enganando at&eacute; hoje&#8221;, brinca. Em 1994 voltou para a Ga&uacute;cha, onde est&aacute; at&eacute; hoje.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Distante do r&aacute;dio e do futebol<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Quando crian&ccedil;a, Wianey nunca teve uma bola de futebol. Suas divers&otilde;es eram outras: bicicleta, carrinho de rolim&atilde;, jipe. Bola, n&atilde;o. A admira&ccedil;&atilde;o pelo pai &eacute; evidente. &#8220;N&atilde;o sobrava muito tempo pra brincar, porque eu sempre ajudei meu pai. Ele era marceneiro, um artista na madeira, fazia um monte de coisas legais. Constru&iacute;a uns jipes grandes de pedal, fazia coisas maravilhosas esculpidas na madeira. Hoje ele seria considerado um artista, um escultor.&#8221;<\/p>\n<p align=\"left\">Enquanto os outros meninos jogavam futebol, Wianey estava sempre envolvido com as atividades da escola. Apresentava discursos nas solenidades de datas comemorativas, organizava a programa&ccedil;&atilde;o e fazia o roteiro. &#8220;Quando o Gr&ecirc;mio ou Inter jogavam em Erechim ou Passo Fundo, pra mim era torturante, porque os meus amigos todos organizavam caravanas pra ir ver o jogo e eu ficava sozinho. Isso me aborrecia, tornava-se um domingo chato, vazio.&#8221;, relembra. &#8220;O meu neg&oacute;cio era outro, era gr&ecirc;mio estudantil, atividades liter&aacute;rias, era disso que eu gostava.&#8221; O gosto pela literatura j&aacute; era um indicativo da paix&atilde;o que surgiria pelo jornalismo.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Lembran&ccedil;as&#8230;<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Wianey nunca se esqueceu da primeira vez que teve contato com o futebol, na final da Copa do Mundo de 1958, entre Brasil e Su&eacute;cia. &#8220;Certo domingo, dia de churrasco em fam&iacute;lia, meu pai acendeu o fogo, pegou um r&aacute;dio Telefunkem gigantesco e instalou perto da churrasqueira. Eu achei aquele neg&oacute;cio meio estranho, &#8220;o pai nunca trouxe r&aacute;dio pra c&aacute;&#8221;, pensei, a&iacute; puxou fio, extens&atilde;o e ligou aquela porcaria, com um som cheio de ru&iacute;dos&hellip; e eu n&atilde;o entendia o que o cara falava&hellip; Da&iacute; perguntei pro meu pai: &#8220;vem c&aacute;, o que &eacute; esse tro&ccedil;o a&iacute;, hein?!&#8221;, da&iacute; o meu pai me respondeu: &eacute; um jogo de futebol, o Brasil vai ser campe&atilde;o do mundo!&#8221;<\/p>\n<p align=\"left\">Esta foi a primeira vez que o jornalista esportivo escutou um jogo de futebol. &#8220;Depois, mais tarde, &eacute; que eu fui saber que aquele jogo que o meu pai estava escutando era aquela decis&atilde;o, aquele fato hist&oacute;rico que motivou at&eacute; ele, que n&atilde;o era chegado em futebol, a escutar&#8221;, constata.<\/p>\n<p align=\"left\">A&nbsp;rotina de Wianey no trabalho se divide entre atua&ccedil;&atilde;o na R&aacute;dio Ga&uacute;cha, onde narra e comenta jogos, coluna em Zero Hora e atualiza&ccedil;&atilde;o do blog. &#8220;Eu j&aacute; tenho 58 anos e poderia me aposentar, pois j&aacute; tenho mais de 40 anos de trabalho, mas alguma coisa n&atilde;o me deixa. Algo me impede de fazer isso. E, nessa idade, as pessoas geralmente come&ccedil;am a diminuir o ritmo. Eu estou aumentando o meu&#8221;, comemora o comunicador.<\/p>\n<p align=\"left\">Sempre que chega dos jogos, por mais tarde que seja, vai direto para o computador atualizar o blog. &#8220;As pessoas v&atilde;o acordar de manh&atilde; e v&atilde;o querer saber como foi o jogo. Eu mantenho o blog muito ativo, e o internauta quer isso mesmo, ent&atilde;o tem que estar sempre atualizando&#8221;, explica Wianey sobre a ferramenta que permite publicar seus coment&aacute;rios a todo momento. &#8220;E, mod&eacute;stia&nbsp;&agrave; parte, o meu blog tem sido campe&atilde;o de acessos entre todos os blogs da RBS. D&aacute; muito trabalho, mas &eacute; um prazer que eu tenho. Escrevo em casa, escrevo aqui, em todo lugar, estou sempre escrevendo. Se eu tenho uma id&eacute;ia, eu vou l&aacute; e posto. &Eacute; muito bom esse contato com as pessoas, d&aacute; um retorno imediato. E eu tenho liberdade, escrevo sobre o que eu quiser&#8221;, salienta.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Lugares&#8230; uma hist&oacute;ria marcante<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Wianey &eacute; um profissional que teve oportunidade de viajar por muitos pa&iacute;ses, acompanhando a sele&ccedil;&atilde;o brasileira e os clubes do Estado. &#8220;E assim eu conheci todos os continentes do mundo. Eu estive em muitos lugares fant&aacute;sticos e hist&oacute;ricos. Eu me organizava de maneira a poder atender &agrave;s necessidades profissionais&hellip; dormir e comer eu n&atilde;o fazia durante o tempo que sobrava. Eu fui a todos os lugares poss&iacute;veis nestas viagens que fiz profissionalmente&#8221;, diz. E alinha os locais mais apaixonantes: Pequim, na China; Casa Blanca, em Marrocos; Roma, na It&aacute;lia; Moscou, na R&uacute;ssia; &Aacute;ustria; Cingapura, &#8220;um lugar lind&iacute;ssimo&#8221;; &nbsp;e Paris, &#8220;apaixonante&#8221;.<\/p>\n<p align=\"left\">Um epis&oacute;dio que marcou muito a trajet&oacute;ria do profissional aconteceu em 1985, quando trabalhava na R&aacute;dio Gua&iacute;ba. &#8220;Fui para o M&eacute;xico para fazer um acompanhamento de como estavam os preparativos para a Copa de 1986 e quando eu desembarquei na Cidade do M&eacute;xico, no dia 19 de setembro, tinha havido um terremoto violent&iacute;ssimo. O que era pra ser uma viagem de cobertura esportiva se transformou na cobertura de uma grande trag&eacute;dia. &#8220;Comecei a visitar os lugares e entrevistar pessoas num bairro chamado Tlatelolco, onde havia duas torres gigantescas de apartamentos e uma tinha vindo abaixo. Milhares de pessoas morreram. L&aacute; fui eu com gravador e m&aacute;quina fotogr&aacute;fica. De longe, eu vi uma aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas ao redor dos escombros. &Agrave; medida que fui me aproximando, comecei a ouvir um canto&hellip; e a&iacute; quando eu cheguei perto, foi uma coisa imposs&iacute;vel de se imaginar: Pl&aacute;cido Domingo, que tinha parentes que moravam naquela torre, estava ali, ajudando e dando conforto para os familiares das v&iacute;timas. E uma das maneiras que tinha encontrado para fazer isso era cantar pras pessoas. Era um momento de arte, apesar de toda a dor. &Eacute; uma coisa que me emociona at&eacute; hoje s&oacute; de lembrar. Foi um dos momentos mais importantes da minha vida profissional&#8221;, relembra.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Novos horizontes<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Ele mesmo diz que j&aacute; fez tanta coisa nessa profiss&atilde;o que &eacute; dif&iacute;cil imaginar algo que n&atilde;o tenha feito. Mas eu quero fazer mais coisas&hellip; eu j&aacute; fiz seis Copas do Mundo, e quero fazer a s&eacute;tima. O blog, por exemplo, &eacute; uma novidade, e se pintar outro tipo de m&iacute;dia pode acreditar que eu estou na fila&#8221;, garante Wianey. Entre os planos para o futuro, est&aacute; fazer o curso de Direito. At&eacute; alguns anos atr&aacute;s, ele era jurado espont&acirc;neo do Tribunal do J&uacute;ri em Porto Alegre. &#8220;Eu tenho verdadeira adora&ccedil;&atilde;o por Direito criminal. Mas como eu estou aumentando meu ritmo de trabalho, tem me sobrado cada vez menos tempo. Quem sabe em 2009, pois eu tenho que me preparar minimamente pra fazer o vestibular&#8221;, argumenta.<\/p>\n<p align=\"left\">Wianey considera que existe muita fantasia em torno da atividade jornal&iacute;stica. &#8220;&Eacute; uma profiss&atilde;o fascinante, mas que d&aacute; um trabalho danado se voc&ecirc; n&atilde;o transpirar muito. Eu digo para todos os meus colegas mais jovens: n&atilde;o adianta querer queimar etapas, n&atilde;o adianta puxar tapete de colega. Tudo isso resulta em absolutamente nada na consolida&ccedil;&atilde;o de uma carreira. Procurar dar sempre o melhor de si, porque se tiver talento, dedica&ccedil;&atilde;o e car&aacute;ter, em algum momento algu&eacute;m vai perceber. Ent&atilde;o, tem que trabalhar sem fazer uso de artif&iacute;cios para avan&ccedil;ar porque se voc&ecirc; trabalhar mesmo, e tiver talento, &eacute; inevit&aacute;vel&hellip; em algum momento voc&ecirc; vai ser reconhecido. E assim se faz uma carreira s&oacute;lida&#8221;, aconselha o profissional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O garoto que nunca jogou futebol tornou-se um reconhecido jornalista esportivo. &Eacute; um paradoxo, mas Wianey Carlet foi uma crian&ccedil;a que passou longe de qualquer esporte com bola, e hoje, antes de ter qualquer voca&ccedil;&atilde;o ou paix&atilde;o por futebol ou coisa do g&ecirc;nero, ele garante que gosta, mesmo, &eacute; do jornalismo, de fazer r&aacute;dio. &#8220;O&#8230;  <a class=\"excerpt-read-more\" href=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/fominha-por-falar-e-escrever\/\" title=\"Read Wianey Carlet: Fominha por falar e escrever\">Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":15997,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-15996","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-perfil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Wianey Carlet: Fominha por falar e escrever - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Wianey Carlet: Fominha por falar e escrever - Coletiva\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O garoto que nunca jogou futebol tornou-se um reconhecido jornalista esportivo. &Eacute; um paradoxo, mas Wianey Carlet foi uma crian&ccedil;a que passou longe de qualquer esporte com bola, e hoje, antes de ter qualquer voca&ccedil;&atilde;o ou paix&atilde;o por futebol ou coisa do g&ecirc;nero, ele garante que gosta, mesmo, &eacute; do jornalismo, de fazer r&aacute;dio. &#8220;O... 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