{"id":16039,"date":"2008-06-27T00:00:00","date_gmt":"2008-06-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/memoria-viva-da-mpb\/"},"modified":"2008-06-27T00:00:00","modified_gmt":"2008-06-27T03:00:00","slug":"memoria-viva-da-mpb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/memoria-viva-da-mpb\/","title":{"rendered":"Juarez Fonseca: Mem\u00f3ria viva da MPB"},"content":{"rendered":"<p><P><SPAN>A combina\u00e7\u00e3o de sons e de sil\u00eancios, em uma seq\u00fc\u00eancia simult\u00e2nea ou sucessiva, desde muito cedo inspirou a reflex\u00e3o cr\u00edtica de Juarez Fonseca. A m\u00fasica, uma das formas mais representativas de express\u00e3o, h\u00e1 muitos anos acalenta a vida do jornalista. Do cl\u00e1ssico ao erudito, brasileira ou internacional, antiga, moderna ou contempor\u00e2nea, ele \u00e9 um profundo conhecedor. J\u00e1 foi jurado de incont\u00e1veis festivais de m\u00fasica, produziu discos e shows. Mesmo estando formalmente aposentado, Juarez n\u00e3o deixou de fazer o que mais gosta. H\u00e1 mais de dez anos, desde que deixou a reda\u00e7\u00e3o de Zero Hora, ele \u00e9 colunista de m\u00fasica no jornal ABC Domingo e nas revistas Sucesso, de S\u00e3o Paulo, e Aplauso. <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Cr\u00edtico de m\u00fasica, abriga em seu acervo pessoal um n\u00famero infind\u00e1vel de discos de todas as \u00e9pocas. Pelos seus c\u00e1lculos, s\u00e3o aproximadamente nove mil discos de vinil, sem contar as cole\u00e7\u00f5es de que j\u00e1 se desfez para dar espa\u00e7o a novos t\u00edtulos. Os CDs chegam a quase oito mil unidades.&nbsp;O jornalista&nbsp;tem ainda 600 fitas cassete com entrevistas e demos e 500 livros sobre m\u00fasica. Cole\u00e7\u00f5es de revistas de m\u00fasica publicadas no Brasil desde os anos 70, dezenas de pastas com recortes de jornais e material fornecido pelas gravadoras, livros sobre arte e revistas em quadrinhos dos her\u00f3is cl\u00e1ssicos, edi\u00e7\u00f5es antigas, \u00e1lbuns e publica\u00e7\u00f5es de humor completam o imenso patrim\u00f4nio cultural. <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Juarez Ant\u00f4nio Bittencourt Fonseca nasceu em 8 de setembro de 1946, <?xml:namespace prefix = st1 ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags\" \/><st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Cangu&#65511;u. Ainda\">em Cangu\u00e7u. Ainda<\/st1:PersonName> garoto, com apenas cinco anos, mudou-se com a fam\u00edlia para Canoas e, logo em seguida, para o interior de Gua\u00edba, onde viveu at\u00e9 os 18 anos, quando passou a morar com o av\u00f4 na Capital. &#8220;M\u00fasica \u00e9 uma coisa que me &#8220;pegou&#8221; desde bem pequeno. Eu estava sempre &#8220;grudado&#8221; no r\u00e1dio, tinha cadernos em que eu escrevia letras de m\u00fasica e revistas sobre cantores e artistas&#8230;&#8221;, conta, lembrando que, quando crian\u00e7a, escutava r\u00e1dio junto com a av\u00f3. O que mais chamava a aten\u00e7\u00e3o de Juarez eram os programas de m\u00fasica. Estes ele n\u00e3o perdia um, sequer. J\u00e1 na adolesc\u00eancia, foi DJ das reuni\u00f5es dan\u00e7antes da Sociedade Tiro ao Alvo Recreio, no interior de Gua\u00edba. Por isso, sempre que vinha \u00e0 Capital, comprava um disco novo e levava para sempre ter novidades.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><B><SPAN>Predile\u00e7\u00f5es \u00edntimas<\/SPAN><\/B><\/P><br \/><P><B><SPAN><\/SPAN><\/B><SPAN>&#8220;Eu gosto de tudo que \u00e9 tipo de m\u00fasica, mas o que eu mais ou\u00e7o \u00e9 m\u00fasica popular brasileira, jazz e m\u00fasica instrumental. Os ga\u00fachos, em geral, a m\u00fasica feita no Rio Grande do Sul tem uma aten\u00e7\u00e3o especial&#8221;, revela Juarez. Ele tem maior parte dos discos que sa\u00edram, de todos os tempos, de m\u00fasica de bandas e grupos do Estado. &#8220;Volta e meia me d\u00e1 uma reca\u00edda de rock e eu vou l\u00e1 e pego os velhos discos de rock&#8221;, conta. Neste g\u00eanero, o jornalista gosta muito do rock internacional dos anos 70, como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Jimi Hendrix e Neil Young, entre outros. <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>A reuni\u00e3o com os amigos tamb\u00e9m est\u00e1 na agenda semanal do jornalista. Desde 1987, participa de um grupo formado por cerca de 15 pessoas que&nbsp;se re\u00fane todas as quintas-feiras, no Copacabana, para uma boa conversa. Chamam-se de Os Confidentes, uma brincadeira feita pelo escritor Arnaldo Campos tendo em vista o fato de o l\u00edder do grupo, professor Joaquim Felizardo, ser um expert na Inconfid\u00eancia Mineira.<BR>Da roda participam&nbsp;tamb\u00e9m Lu\u00eds Augusto Fischer, Voltaire Schilling, Sergius Gonzaga, Luis Osvaldo Leite, En\u00e9as de Souza, Pilla Vares, Tau G<\/SPAN><SPAN>olin, Lauro Schirmer, S\u00e9rgio da Costa Franco, Fl\u00e1vio Azevedo e Claudio Moreno, entre outros. Na pauta, os mais diversos assuntos entre cultura e pol\u00edtica, inclusive ironia, deboche e fofocas. &#8220;\u00c9 uma mesa bem-humorada&#8221;, define Juarez.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Para relaxar e manter a sa\u00fade em dia, Juarez vai \u00e0 academia algumas vezes na semana. Entre as atividades de lazer, est\u00e3o a culin\u00e1ria e viagens com a esposa S\u00f4nia, psic\u00f3loga e psicopedagoga, com quem \u00e9 casado h\u00e1 37 anos. <SPAN>&nbsp;<\/SPAN>Todos os anos, juntos, eles realizam um belo passeio pelo Brasil ou exterior. A casa \u00e9 cheia de &#8220;penduricalhos&#8221;, que s\u00e3o lembran\u00e7as trazidas pelo casal das viagens. Tamb\u00e9m v\u00e3o de vez em quando, nos finais de semana, para um apartamento que t\u00eam <st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Cap&#65507;o Novo. Quem\"><st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Cap&#65507;o Novo.\">em Cap\u00e3o Novo.<\/st1:PersonName> Quem<\/st1:PersonName> acompanha, muitas vezes, \u00e9 a filha, Lis, de 33 anos, formada em Publicidade.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 70, antes da chegada de Lis, Juarez e S\u00f4nia chegaram a morar na Europa. Na \u00e9poca das mudan\u00e7as de comportamento da juventude e do movimento hippie, o casal resolveu largar tudo e viver uma temporada de 11 meses na Europa, dois dos quais na Su\u00e9cia. L\u00e1, ele encontrou muitos amigos e ficou trabalhando em um restaurante.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><B><SPAN>No caminho do jornalismo<\/SPAN><\/B><\/P><br \/><P><B><SPAN><\/SPAN><\/B><SPAN>&#8220;Eu sempre gostei de ler e escrever. Eu escrevia bem, e as reda\u00e7\u00f5es que eu fazia no col\u00e9gio eram destacadas pelos professores&#8221;, conta Juarez. Um dos primeiros ind\u00edcios de que o jovem apreciador de m\u00fasica iria se tornar um jornalista foi quando come\u00e7ou a publicar alguns de seus poemas no jornal do Col\u00e9gio Estadual J\u00falio de Castilho, o Julinho. Na hora de escolher o curso para qual prestaria vestibular, Juarez fez duas op\u00e7\u00f5es: Jornalismo e Direito. Para Jornalismo, ele passou de primeira, enquanto em Direito foi reprovado. Ingressou na Ufrgs em 1967. J\u00e1 no primeiro ano de faculdade, come\u00e7ou a fazer alguns trabalhos na \u00e1rea, colaborando com a diagrama\u00e7\u00e3o do Jornal de Turismo do Rio Grande do Sul, produzido por uma colega de curso. <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>No mesmo ano, participando do centro acad\u00eamico, conheceu uma estudante que estava trabalhando na funda\u00e7\u00e3o do jornal Cepeg\u00ea &#8211; que depois passou a se chamar Exemplar &#8211; do Clube do Professor Ga\u00facho. Como se relacionava bem com os colegas, logo Juarez foi convidado a participar do projeto. &#8220;O progresso era vis\u00edvel a cada edi\u00e7\u00e3o. E esta \u00e9poca foi de muita renova\u00e7\u00e3o no jornalismo brasileiro&#8221;, contextualiza o jornalista. Ele lembra que, na \u00e9poca em que surgiu o Cepeg\u00ea, nasceram publica\u00e7\u00f5es que fizeram Hist\u00f3ria, como O Pasquim, Veja, revista Realidade. O jornal, que era mensal e chegou a ter tiragem de 50 mil exemplares, circulou at\u00e9 1973.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><B><SPAN>Em meio a guerras de laranja<\/SPAN><\/B><\/P><br \/><P><B><SPAN><\/SPAN><\/B><SPAN>A primeira experi\u00eancia profissional de Juarez foi em 1969, como rep\u00f3rter, durante tr\u00eas meses, <st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Zero Hora\">em Zero Hora<\/st1:PersonName>, onde um de seus principais trabalhos foi uma reportagem sobre o Projeto Rondon. Em seguida foi atuar na Folha da Tarde na \u00e1rea de economia. A vontade de escrever mat\u00e9rias mais relacionadas \u00e0 \u00e1rea da cultura, em especial a m\u00fasica, tornou-se poss\u00edvel nesta \u00e9poca. Juarez come\u00e7ou a colaborar tamb\u00e9m com o caderno &#8220;Fim de semana&#8221;, que circulava aos s\u00e1bados. &#8220;Eu tive a possibilidade de fazer mat\u00e9rias mais elaboradas, desenvolver melhor a linguagem e usar mais a criatividade&#8221;, conta, referindo-se ao surgimento, neste per\u00edodo, do jornalismo liter\u00e1rio, e \u00e0 liberdade que tinha para sugerir pautas. Ao mesmo tempo, fazia freelancer para a Editora Abril <st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Porto Alegre. Neste\">em Porto Alegre. Neste<\/st1:PersonName> per\u00edodo, tamb\u00e9m foi colaborador de diversos jornais alternativos, entre eles os ga\u00fachos Peleia, Risco e Tche!, e os cariocas Pasquim e Jornal da M\u00fasica.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>&#8220;Freq\u00fcentemente tinha um &#8220;quebra-pau&#8221; na Reda\u00e7\u00e3o&#8230; e um dia aconteceu uma guerra de laranja. No outro dia, as paredes estavam marcadas da batida da laranja&#8221;, conta ele, divertindo-se com o epis\u00f3dio e o fato de que foi demitido, sem nem ao menos ter participado da bagun\u00e7a. &#8220;Era uma \u00e9poca de ditadura, mas o dia-a-dia n\u00e3o era t\u00e3o concentrado, t\u00e3o vigiado, t\u00e3o &#8220;s\u00e9rio&#8221; como \u00e9 hoje. Ent\u00e3o a gente formava turmas, \u00edamos pros bares de noite, junt\u00e1vamos os amigos de todas as reda\u00e7\u00f5es&#8221;, relembra. Mas n\u00e3o demorou muito para o jornalista ser convidado a retornar para Zero Hora, como rep\u00f3rter de economia. Em tr\u00eas meses, aos 25 anos, foi promovido a editor de Geral. <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Era 1972, quando a dire\u00e7\u00e3o do jornal resolveu instituir o uso obrigat\u00f3rio do crach\u00e1. &#8220;A\u00ed todo mundo se recusou, e formou-se um &#8220;p\u00e9 de guerra&#8221; na Reda\u00e7\u00e3o contra o uso do crach\u00e1. Era uma esp\u00e9cie de resist\u00eancia&#8221;, lembra sobre o epis\u00f3dio que considera emblem\u00e1tico na sua trajet\u00f3ria. Mais uma vez ocorreu um furdun\u00e7o daqueles, t\u00edpicos das reda\u00e7\u00f5es da \u00e9poca. A maioria dos jornalistas acatou a determina\u00e7\u00e3o, mas alguns poucos resistiram e, por isso, foram demitidos. E, desta vez, Juarez estava, de fato, envolvido no movimento. Passados alguns meses, retornou, pela terceira vez, \u00e0 Zero Hora. Mas desta vez foi para ficar por um bom tempo, at\u00e9 1996.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><B><SPAN>Liberdade jornal\u00edstica e musical<\/SPAN><\/B><\/P><br \/><P><B><SPAN><\/SPAN><\/B><SPAN>Neste per\u00edodo, criou o caderno &#8220;Guia&#8221;, com servi\u00e7os para o final de semana; foi editor de Variedades &#8211; caderno criado por Juarez e que depois se tornou o Segundo Caderno; editor de Cultura e cr\u00edtico de M\u00fasica, al\u00e9m de volta e meia atuar como rep\u00f3rter cultural, que era o que gostava mesmo de fazer. &#8220;Eu n\u00e3o gostava de ser chefe&#8230; porque o chefe, pelo bem ou pelo mal, em algum momento, ele tem que ter uma atitude mais en\u00e9rgica ou limar pessoas que n\u00e3o s\u00e3o competentes. E eu queria ficar s\u00f3 na m\u00fasica, entrevistando artistas&#8221;, reconhece. Juarez relata que, naquele momento, todo o envolvimento com a m\u00fasica estava come\u00e7ando <st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Porto Alegre.\">em Porto Alegre.<\/st1:PersonName> <\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>&#8220;E eu ia a todos os shows&#8230; todos os artistas que vinham a Porto Alegre eu ia entrevistar.&#8221; E foi assim que ele conheceu grande parte dos artistas internacionais e quase todos nacionais, na \u00e1rea da m\u00fasica. &#8220;Entre os grandes nomes da m\u00fasica brasileira, eu acho que s\u00f3 dois eu n\u00e3o consegui entrevistar, que s\u00e3o Vinicius de Morais e o Jo\u00e3o Gilberto. O resto, todos eu entrevistei&#8230;&#8221;, conta orgulhoso. Entre os nomes consagrados que entrevistou, est\u00e3o Elis Regina, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre muitos outros. &#8220;Eu fazia o que eu queria. Eu inventava coisas e podia fazer. Eu tinha uma liberdade de crescimento que hoje eu considero impressionante. Porque tu cresce quando te permitem exercer as tuas liberdades&#8221;, avalia o jornalista.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Entre 1997 e 2004, foi editor de <?xml:namespace prefix = st2 ns = \"schemas-houaiss\/mini\" \/><st2:verbetes w:st=\"on\">Cultura<\/st2:verbetes> do <st2:verbetes w:st=\"on\">Jornal<\/st2:verbetes> da Universidade, da Ufrgs. Entre os reconhecimentos recebidos pelo jornalista, os mais significativos s\u00e3o: o Trof\u00e9u Amigo do Livro, concedido pela C\u00e2mara Rio-Grandense do Livro, em 1993; a Medalha Cidade de Porto Alegre, concedida pela Prefeitura Municipal, em 1994; o Trof\u00e9u 30 Anos da Calif\u00f3rnia da Can\u00e7\u00e3o, concedido em <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"2001 a\">2001 a<\/st1:metricconverter> apenas 10 pessoas; e o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Em\u00e9rito de Porto Alegre.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><B><SPAN>Compilando informa\u00e7\u00f5es<\/SPAN><\/B><\/P><br \/><P><B><SPAN><\/SPAN><\/B><SPAN>No curr\u00edculo est\u00e1 tamb\u00e9m o livro &#8220;Ora Bolas&#8221;, que escreveu sobre o humor do poeta&nbsp;Mario Quintana. Lan\u00e7ado em 1994, j\u00e1 est\u00e1 na quarta edi\u00e7\u00e3o e \u00e9 um de seis trabalhos mais&nbsp;conhecidos. Mas Juarez quer mais: est\u00e1 reunindo todo material publicado em mais de 30 anos. Depois de tantas entrevistas e reportagens sobre o circuito musical <st1:PersonName w:st=\"on\" ProductID=\"em Porto Alegre\">em Porto Alegre<\/st1:PersonName> e tamb\u00e9m fora da Capital, ele planeja escrever pelo menos tr\u00eas livros: um sobre m\u00fasica no Rio Grande do Sul, outro com grandes entrevistas e um terceiro com as cr\u00edticas de m\u00fasica assinadas pelo jornalista.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN>Outro projeto \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o da discoteca, que atualmente encontra-se espalhada por todas as pe\u00e7as da casa devido ao grande n\u00famero de t\u00edtulos. &#8220;Eu mais ou menos ainda me encontro dentro dela, mas j\u00e1 quase n\u00e3o me encontro \u00e0s vezes&#8230;&#8221;, diverte-se. A biblioteca de livros sobre m\u00fasica tamb\u00e9m se inclui nesta arruma\u00e7\u00e3o.<\/SPAN><\/P><br \/><P><SPAN><\/SPAN><SPAN>Nos \u00faltimos tempos, muitas pessoas, na sua maioria estudantes de comunica\u00e7\u00e3o, v\u00e3o at\u00e9 a casa de Juarez para conhecer e principalmente consultar seu acervo musical para pesquisa ou simplesmente pegar um disco mais raro emprestado para gravar. &#8220;Com o passar do tempo eu fui juntando coisas e, enfim, as pessoas t\u00eam um lugar onde estas coisas est\u00e3o reunidas e \u00e9 mais f\u00e1cil vir aqui do que procurarem em outros lugares&#8221;, considera.<?xml:namespace prefix = o ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:office\" \/><o:p><\/o:p><\/SPAN><\/P><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil309.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A combina\u00e7\u00e3o de sons e de sil\u00eancios, em uma seq\u00fc\u00eancia simult\u00e2nea ou sucessiva, desde muito cedo inspirou a reflex\u00e3o cr\u00edtica de Juarez Fonseca. 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