{"id":16040,"date":"2008-07-04T00:00:00","date_gmt":"2008-07-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/cultura-como-norte\/"},"modified":"2008-07-04T00:00:00","modified_gmt":"2008-07-04T03:00:00","slug":"cultura-como-norte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/cultura-como-norte\/","title":{"rendered":"Cl\u00e1udia Laitano: Cultura como norte"},"content":{"rendered":"<p>Cl&aacute;udia Laitano &eacute; sin&ocirc;nimo de bom humor, personalidade e intelig&ecirc;ncia. Quem a conhece ou l&ecirc; seus textos logo percebe tais caracter&iacute;sticas nas entrelinhas de suas cr&ocirc;nicas semanais publicadas no jornal Zero Hora. A pequena de olhos azuis e cabelos escuros &eacute; uma mulher simples, alegre, disposta, determinada e apaixonada pela vida. A cultura &eacute; a sua religi&atilde;o: &#8220;Acho que os livros nos tornam pessoas melhores, pois a leitura te lembra como o mundo &eacute; grande e como a ignor&acirc;ncia &eacute; maior ainda! O h&aacute;bito de ler te torna uma pessoa mais tolerante e humilde. Acho que toler&acirc;ncia, humildade e canja de galinha nunca fizeram mal a ningu&eacute;m!&#8221;.<\/p>\n<p>A jornalista, que nasceu <!--?xml:namespace prefix = st1 ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags\" ?-->em Porto Alegre no dia 13 de maio de 1966, tem especializa&ccedil;&atilde;o em Economia da Cultura e h&aacute; oito anos &eacute; editora da &aacute;rea cultural do jornal Zero Hora. Cl&aacute;udia orgulha-se de ter descoberto o prazer pela leitura e a paix&atilde;o pelos livros sozinha. A fam&iacute;lia dela n&atilde;o possu&iacute;a este h&aacute;bito, mas preocupava-se em abastecer as estantes da sala com as principais enciclop&eacute;dias dos anos 70, que serviam como material de pesquisa para os trabalhos escolares dos filhos. O caminho percorrido at&eacute; os livros foi pedregoso, mas, segundo ela, mudou o enredo de sua vida. As obras de Monteiro Lobato foram as primeiras com que teve contato, na pequena biblioteca da escola onde estudava, em Novo Hamburgo. &#8220;Me orgulho muito de ter descoberto por mim mesma os livros, pois tudo o que descobrimos sozinha tendemos a valorizar mais.&#8221;<\/p>\n<p>O gosto por escrever apareceu cedo na vida da cronista. Na escola, sempre foi estimulada a escrever. Era uma aluna dedicada e que lia suas reda&ccedil;&otilde;es na frente da classe. Na adolesc&ecirc;ncia, dedicou-se a redigir poemas e m&uacute;sicas por influ&ecirc;ncia de amigos que eram m&uacute;sicos. Mas, at&eacute; ent&atilde;o, nunca havia pensado na possibilidade de tornar o hobby sua profiss&atilde;o. Cl&aacute;udia queria ser psic&oacute;loga, chegou a cursar dois anos, mas trancou a faculdade para morar em S&atilde;o Francisco, nos EUA. L&aacute;, trabalhou como bab&aacute; e juntou dinheiro para viajar pela Europa.<\/p>\n<p>Foi durante sua viagem para o Exterior que Cl&aacute;udia percebeu que, apesar de gostar de psicologia, n&atilde;o conseguia se enxergar atuando na &aacute;rea. &#8220;No meu primeiro dia de aula no curso de Psicologia, estava em estado de &ecirc;xtase absoluto, pois parecia que tinha casado com o pr&iacute;ncipe encantado da minha vida. Logo, comecei a sentir falta de escrever e, em 1988, decidi estudar Jornalismo.&#8221;<\/p>\n<p><span class=\"bold\">Editora nata<\/span><\/p>\n<p>Em 1985, antes de viajar para o Exterior, come&ccedil;ou a trabalhar como revisora no jornal Zero Hora. Ca&ccedil;ula e &uacute;nica mulher entre tr&ecirc;s irm&atilde;os, conta que teve uma inf&acirc;ncia normal em uma fam&iacute;lia de classe m&eacute;dia. A cronista afirma que n&atilde;o entrou para o mercado de trabalho por necessidade, mas, sim, pela vontade que tinha de tornar-se uma pessoa independente. Percebeu isso aos 15 anos, quando juntou dinheiro para comprar selos para sua cole&ccedil;&atilde;o e foi repreendida por sua m&atilde;e. &#8220;E independ&ecirc;ncia &eacute; algo que mantenho at&eacute; hoje, pois jamais deixaria de trabalhar para ser sustentada por um marido. Tenho a necessidade de ter meu dinheiro e de n&atilde;o precisar dar satisfa&ccedil;&atilde;o de como eu o gasto. Essa caracter&iacute;stica sempre foi muito forte desde cedo.&#8221;<\/p>\n<p>Tr&ecirc;s anos mais tarde, j&aacute; de volta a Porto Alegre, reassumiu o cargo e, depois da informatiza&ccedil;&atilde;o da reda&ccedil;&atilde;o, atuou como indexadora ? fazia um resumo das mat&eacute;rias publicadas e as disponibilizava em um banco de dados &#8211; durante quatro anos. A partir de ent&atilde;o, sua carreira no Grupo RBS entrou em ascens&atilde;o, pois logo tornou-se editora do caderno de TV e, em 1996, passou a editar o Segundo Caderno. No ano 2000, assumiu o comando da editoria de cultura do jornal Zero Hora, onde, desde 2004, publica suas cr&ocirc;nicas semanais com dicas de filmes e livros, entre outros diversos assuntos.<\/p>\n<p>Em 1993 publicou seu primeiro livro, &#8220;Arca de Blau&#8221;, volume de mem&oacute;rias do jornalista Carlos Reverbel. O primeiro contato com Reverbel foi atrav&eacute;s de seu trabalho de conclus&atilde;o de curso, pois ele foi o tema de sua monografia. A jornalista tamb&eacute;m acabou de lan&ccedil;ar o livro &#8220;Agora Eu Era&#8221;, que re&uacute;ne 61 cr&ocirc;nicas publicadas em ZH. Cl&aacute;udia sempre gostou de escrever, mas diz que n&atilde;o nasceu para ser rep&oacute;rter: &#8220;Sou muito mais editora do que rep&oacute;rter. N&atilde;o tenho um &iacute;mpeto irrefre&aacute;vel de falar com pessoas desconhecidas e faz&ecirc;-las falar. At&eacute; fa&ccedil;o, mas s&oacute; quando &eacute; preciso. S&oacute; sei que isso &eacute; algo que n&atilde;o faria todo dia. Gosto muito mais de editar&#8221;, conta.<\/p>\n<p><span class=\"bold\">Livros, eterna companhia<\/span><\/p>\n<p>Cl&aacute;udia foi casada durante nove anos com o tamb&eacute;m jornalista Roger Lerina e, com ele, tem uma filha, Pilar, 9 anos. &#8220;Pelo fato de n&oacute;s, os pais dela, sermos jornalistas, a Pilar tem uma coisa de marcar que aquele mundo dos livros n&atilde;o &eacute; o mundo dela. E a forma que ela encontrou de fazer isso foi sendo uma aluna brilhante em matem&aacute;tica. Ela adora n&uacute;meros e c&aacute;lculos!&#8221;<\/p>\n<p>H&aacute; um ano e meio trocou alian&ccedil;as com o f&iacute;sico carioca Daniel. O casal se conheceu durante um encontro de literatura, em S&atilde;o Paulo. Depois de dois anos de namoro &agrave; dist&acirc;ncia, Daniel mudou-se para a Capital ga&uacute;cha, onde ministra aulas no Centro Universit&aacute;rio Metodista, do IPA. &#8220;Nos conhecemos antes do caos a&eacute;reo, por isso consegu&iacute;amos nos ver de tr&ecirc;s em tr&ecirc;s semanas. Se fosse agora, n&atilde;o sei n&atilde;o!&#8221;<\/p>\n<p>Em seus dias de folga, o hobby preferido continua sendo a leitura. Basta entrar em seu apartamento ? uma cobertura aconchegante no bairro Mont Serrat ? para perceber. As paredes da sala de estar s&atilde;o cobertas por grandes estantes repletas de livros. Entre os autores preferidos est&atilde;o o fil&oacute;sofo su&iacute;&ccedil;o Alan de Botton e o pensador franc&ecirc;s Luc Ferry. Como costuma trabalhar aos finais de semana, estar em casa com tempo para ler &eacute;, realmente, um privil&eacute;gio para ela. Ir ao cinema &eacute; outro programa que Cl&aacute;udia gosta de fazer. Document&aacute;rios, filmes brasileiros e de fic&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os preferidos.<\/p>\n<p>A jornalista afirma que se arrisca na cozinha, mas s&oacute; se for para preparar pratos como risotos e massas para pouca gente. &#8220;Estar em casa com meu marido e minha filha &eacute; algo que gosto muito de fazer&#8221;. Quando o assunto &eacute; m&uacute;sica, gosta de ouvir pop, m&uacute;sica brasileira e bandas como Radiohead, REM, U2 e Joni Mitchell. &#8220;Sou muito ecl&eacute;tica para m&uacute;sica, mas como o Daniel &eacute; carioca, ultimamente tenho ouvido muito samba e chorinho&#8221;.<\/p>\n<p><span class=\"bold\">Sempre disposta a ouvir e aprender<\/span><\/p>\n<p>Aos 42 anos de idade, movida por paix&otilde;es e curiosidades, Cl&aacute;udia tem opini&atilde;o definida sobre os mais diversos temas e relata que j&aacute; escreveu a favor de temas pol&ecirc;micos, como aborto, uni&atilde;o de pessoas do mesmo sexo e pesquisas com c&eacute;lulas-tronco. A jornalista acredita que seu maior defeito &eacute; ser teimosa. &#8220;Porque, &agrave;s vezes, demoro a reconhecer que o caminho por onde estava indo era mais complicado.&#8221; Mas a teimosia, em certos momentos, &eacute; retratada como uma qualidade: a determina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Quando se trata do universo da cultura, da literatura, da hist&oacute;ria e da filosofia, ela afirma que tem muita disposi&ccedil;&atilde;o para ouvir e aprender. &#8220;S&atilde;o conhecimentos que, de certa forma, te aperfei&ccedil;oam como pessoa. Se tenho uma f&eacute;, uma convic&ccedil;&atilde;o na minha vida, &eacute; a de que o mundo da cultura &eacute; a estrada para nos tornarmos pessoas melhores. Pessoas que n&atilde;o l&ecirc;em e que n&atilde;o se emocionam com m&uacute;sicas e com filmes tendem a ser moral, intelectual e espiritualmente esclerosadas. Sou uma pessoa n&atilde;o-religiosa, n&atilde;o-m&iacute;stica. Futebol e religi&atilde;o s&atilde;o duas coisas que me incomodam profundamente. Fanatismo, de uma forma geral, me incomoda. Se eu tivesse um altar, ele seria destinado &agrave; cultura!&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cl&aacute;udia Laitano &eacute; sin&ocirc;nimo de bom humor, personalidade e intelig&ecirc;ncia. Quem a conhece ou l&ecirc; seus textos logo percebe tais caracter&iacute;sticas nas entrelinhas de suas cr&ocirc;nicas semanais publicadas no jornal Zero Hora. A pequena de olhos azuis e cabelos escuros &eacute; uma mulher simples, alegre, disposta, determinada e apaixonada pela vida. 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