{"id":16094,"date":"2009-01-30T00:00:00","date_gmt":"2009-01-30T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/microfone-de-ouro\/"},"modified":"2009-01-30T00:00:00","modified_gmt":"2009-01-30T02:00:00","slug":"microfone-de-ouro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/microfone-de-ouro\/","title":{"rendered":"Maria Luiza Benitez: Microfone de ouro"},"content":{"rendered":"<p>Quando Maria Luiza Benitez pisa num palco ou entra em um est&uacute;dio e segura um microfone na m&atilde;o, tudo &eacute; muito natural. E n&atilde;o poderia ser diferente. Afinal, aos 57 anos, a cantora e locutora morena de tra&ccedil;os ind&iacute;genas, dona de uma voz firme e de tom grave, j&aacute; teve mais de meio s&eacute;culo para perder a timidez e habituar-se &agrave; rotina. A m&uacute;sica e o r&aacute;dio est&atilde;o presentes desde muito cedo na vida desta bageense nascida a 10 de dezembro de 1951. Com apenas quatro anos, Malu (como tamb&eacute;m &eacute; conhecida) aproveitava o per&iacute;odo de f&eacute;rias e folgas do col&eacute;gio interno para cantar em programas de audit&oacute;rio.<\/p>\n<p>Descendente de &iacute;ndios e castelhanos, a influ&ecirc;ncia tamb&eacute;m veio do ber&ccedil;o. A av&oacute; Maria Clara ou &#8220;Maria Castelhana&#8221; sempre cantava, enquanto passava a roupa, para a neta dormir. &#8220;A m&uacute;sica est&aacute; na vida das pessoas desde que ela nasce. Quando vim ao mundo, em vez de chorar, acho que cantei!&#8221;, brinca. Hoje, a comunicadora acredita n&atilde;o ter sido uma crian&ccedil;a comum. Quando pequena, escutava a R&aacute;dio BBC de Londres e achava que entendia e, nessa &eacute;poca, chegava a se emocionar ouvindo &oacute;pera. &#8220;Inclusive uma tia vivia perguntando para minha m&atilde;e o que eu tinha que chorava tanto&#8221;, conta.<\/p>\n<p>&#8220;Para cantar &eacute; preciso verdade. A palavra, cantada ou falada, &eacute; ve&iacute;culo para trocas de energia&rdquo;, afirma. A cren&ccedil;a de Malu no poder da palavra fez com que se considerasse mais int&eacute;rprete do que cantora. A tamb&eacute;m locutora da R&aacute;dio Gua&iacute;ba possui tr&ecirc;s CDs gravados e todos tratam de nativismo e folclore latino, com tem&aacute;tica focada na natureza e nas culturas ind&iacute;genas. O CD mais recente, intitulado Ouro Azul, foi lan&ccedil;ado em agosto de 2004 na Assembleia Legislativa do Estado, com a presen&ccedil;a de &iacute;ndios guaranis. Ela, que aprendeu a cantar na l&iacute;ngua ind&iacute;gena ouvindo m&uacute;sicas do g&ecirc;nero, diz gostar de &#8220;m&uacute;sica bem feita, aquela que bate no ouvido e desce redondinha&#8221;. Atualmente, trabalha na elabora&ccedil;&atilde;o do seu quarto disco: Terra Ga&uacute;cha.<\/p>\n<p><strong>Menina tenebrosa<\/strong><\/p>\n<p>Quando pequena, era tida como uma menina tenebrosa e, por isso, a fam&iacute;lia resolveu coloc&aacute;-la em um internato para que &#8220;aprendesse a ser gente&#8221; ? como a pr&oacute;pria Malu afirma. &#8220;Sempre tive o esp&iacute;rito muito rebelde e, pra me coordenar, achavam que se eu estivesse em um col&eacute;gio de freiras iria tomar tino. Mas, na realidade, n&atilde;o tomei at&eacute; hoje&#8221;, brinca.<\/p>\n<p>No col&eacute;gio, teve aulas de bal&eacute; e piano e vivia como uma leg&iacute;tima tra&ccedil;a em meios aos livros da biblioteca. Por isso, aprendeu a gostar de ler muito cedo, antes dos cinco anos. A lembran&ccedil;a mais bonita que possui da inf&acirc;ncia &eacute; a da madre superiora do col&eacute;gio levando-a para a ala das freiras ? a &aacute;rea proibida ? para contar hist&oacute;rias em um jardim repleto de animais de gesso, dedicado a S&atilde;o Francisco.<\/p>\n<p>Nessa &eacute;poca, o r&aacute;dio era o &uacute;nico meio de informa&ccedil;&atilde;o e entretenimento na sua casa. Ela era ouvinte ass&iacute;dua n&atilde;o apenas das emissoras locais, mas, tamb&eacute;m, de r&aacute;dios uruguaias e argentinas, que transmitiam programas de audit&oacute;rio de m&uacute;sica folcl&oacute;rica. Aos seis anos, enquanto a m&atilde;e lhe servia o caf&eacute; da manh&atilde;, acompanhava as primeiras transmiss&otilde;es da rec&eacute;m-criada R&aacute;dio Gua&iacute;ba. E assim cresceu: encantada com o mundo do r&aacute;dio e sempre com ouvidos atentos &agrave; programa&ccedil;&atilde;o da emissora porto-alegrense.<\/p>\n<p>A carreira no meio iniciou-se em 1969, na R&aacute;dio Cultura, de Bag&eacute;. A convite de um diretor da emissora, Malu lia diariamente, ao meio-dia, cr&ocirc;nicas de sua autoria, as quais eram publicadas em um jornal da cidade. Em 1976, deixou a regi&atilde;o da Campanha para tentar a vida <!--?xml:namespace prefix = st1 ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags\" ?-->em Porto Alegre. Ao chegar &agrave; Capital, n&atilde;o pensou duas vezes: tomou um banho na rodovi&aacute;ria e foi direto &agrave; R&aacute;dio Ga&uacute;cha em busca de um emprego. Ficou na recep&ccedil;&atilde;o da emissora das 7h &agrave;s 19h aguardando para falar com o diretor de jornalismo. Gra&ccedil;as &agrave; amizade que fez com a secret&aacute;ria, conseguiu no final do dia uma oportunidade para fazer um teste. Foi aprovada depois de ler algumas not&iacute;cias e elaborar um programa voltado para o p&uacute;blico feminino, chamado A Hora e a Vez da Mulher. Na semana seguinte, comandava a atra&ccedil;&atilde;o juntamente com mais cinco colegas.<\/p>\n<p>A experi&ecirc;ncia durou aproximadamente seis meses, pois, em seguida, durante uma visita &agrave; extinta TV Difusora, foi convidada para fazer um teste, no qual foi aprovada. &#8220;Quem me ajudou muito foi T&acirc;nia Carvalho. Eu n&atilde;o sabia nada sobre televis&atilde;o! Era uma caipira do interior que chegou aqui, deu sorte e tinha talento para a coisa&#8221;, lembra.<\/p>\n<p><strong>A carreira na Gua&iacute;ba<\/strong><\/p>\n<p>Paralelamente &agrave;s atividades na TV Difusora, come&ccedil;ou a atuar na R&aacute;dio Princesa AM e devido &agrave; proximidade do dial da emissora com o da Gua&iacute;ba tornou-se conhecida e foi convidada a gravar comerciais na Caldas J&uacute;nior. E este foi o teste para sua contrata&ccedil;&atilde;o como locutora daquela que era a r&aacute;dio dos seus sonhos.<\/p>\n<p>Foram quase 15 anos trabalhando na emissora, onde atuava como apresentadora dos programas Gua&iacute;ba Mulher e Pergunte &agrave; Gua&iacute;ba. Malu tamb&eacute;m fazia locu&ccedil;&atilde;o comercial. Apesar do sucesso da carreira como comunicadora, nunca deixou de cantar e apresentar eventos. A sa&iacute;da da Gua&iacute;ba ocorreu depois da troca de comando na Caldas J&uacute;nior, na d&eacute;cada de 80, quando ela ouviu a seguinte pergunta de um dos diretores: &#8220;A senhora quer ser cantora ou locutora?&#8221; A comunicadora n&atilde;o hesitou ao optar pela carreira art&iacute;stica.<\/p>\n<p>Antes disso, o lado batalhador de Malu teve que falar mais alto no per&iacute;odo de crise da Companhia Jornal&iacute;stica Caldas J&uacute;nior, que chegou a decretar falimento e atrasou sal&aacute;rios. Foi quando chegou a vender sandu&iacute;ches na regi&atilde;o da Pra&ccedil;a da Alf&acirc;ndega para incrementar sua renda, sempre com muito bom humor e alegria. O &#8220;bico&#8221; acabou se estendendo por mais um ano depois que saiu da Gua&iacute;ba e, inclusive, passou a contar com telentregas feitas em uma Bras&iacute;lia amarela.<\/p>\n<p>Depois, apresentou telejornais e programas especiais no SBT e na TVE. Mas, apesar da experi&ecirc;ncia com televis&atilde;o, ainda prefere o r&aacute;dio. Entre os planos para o futuro, est&aacute; a cria&ccedil;&atilde;o de um programa televisivo de folclore. J&aacute; tem at&eacute; nome registrado: Ra&iacute;zes. A atra&ccedil;&atilde;o abordaria temas relacionados &agrave; cultura ga&uacute;cha, brasileira e latina. &#8220;Hoje, n&atilde;o existe um programa de folclore de qualidade. Voc&ecirc; liga a televis&atilde;o, mas s&oacute; v&ecirc; porcaria. N&atilde;o tem um assunto s&eacute;rio sobre o que &eacute; a cultura do Rio Grande do Sul, da Am&eacute;rica Latina ou sobre o que &eacute; o nativismo&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Nesse tempo que ficou afastada do r&aacute;dio, por diversas vezes teve vontade de voltar para a Gua&iacute;ba. O retorno aos est&uacute;dios da emissora ocorreu em novembro do ano passado. Sua voz pode ser ouvida durante o Jornal da Noite ou apresentando as not&iacute;cias da hora, comerciais e chamadas da Gua&iacute;ba AM e, tamb&eacute;m, na locu&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias transmitidas a cada 30 minutos pela Gua&iacute;ba FM, hora certa e temperatura.<\/p>\n<p><strong>Para&iacute;so como quintal<\/strong><\/p>\n<p>Malu &eacute; casada h&aacute; 29 anos com J&uacute;lio Francisco Nascimento e com ele tem um filho de 27 anos, o Julinho, como &eacute; carinhosamente chamado. O jovem mora no Rio de Janeiro, onde faz teatro e trabalha com telemarketing. Malu e J&uacute;lio, que h&aacute; quatro anos vivem em um s&iacute;tio em Itapu&atilde;, a 50 quil&ocirc;metros de Porto Alegre, pretendem oficializar a rela&ccedil;&atilde;o neste ano.<\/p>\n<p>Desde crian&ccedil;a, Malu se dedica ao xamanismo que, segundo o site Wikip&eacute;dia &eacute; um termo usado em refer&ecirc;ncia a pr&aacute;ticas etnom&eacute;dicas, m&aacute;gicas, religiosas e filos&oacute;ficas, envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e esp&iacute;ritos de outros xam&atilde;s, de seres m&iacute;ticos, de animais ou dos mortos. Malu resume a pr&aacute;tica como reintegra&ccedil;&atilde;o do homem com a natureza.<\/p>\n<p>Entretanto, foi depois de lutar quatro anos (de 1999 a 2003) contra um c&acirc;ncer de &uacute;tero que mudou sua forma de ver a vida. Ap&oacute;s ser operada diversas vezes, Malu foi desenganada pelos m&eacute;dicos que tratavam de sua doen&ccedil;a. Foi quando decidiu se refugiar em Itapu&atilde; e se dedicar integralmente &agrave; pr&aacute;tica. Hoje, ela define sua recupera&ccedil;&atilde;o como &#8220;milagrosa&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Eu moro no para&iacute;so, junto &agrave; natureza, no meio do mato. L&aacute;, eu planto, pinto e bordo. Parei de beber e fumar. Hoje, tomo um vinho. Mas fiquei nove anos sem botar uma gota de &aacute;lcool na boca. Tudo isso para me preparar para ser uma nova mulher, um novo ser humano&#8221;, explica. Malu faz palestras sobre xamanismo e tem cursos na &aacute;rea hol&iacute;stica, mas acredita que o modo de encarar a vida &eacute; o mais importante. Depois do c&acirc;ncer, come&ccedil;ou a tra&ccedil;ar metas, escrever um livro e passou a valorizar mais os amigos de verdade. Hoje, todo o dia &eacute; dia de alegria. Ao acordar, a primeira coisa que costuma fazer &eacute; agradecer a energia do sol. Malu respeita tudo o que a cerca e at&eacute; mesmo para arrancar um ch&aacute; pede permiss&atilde;o para a planta.<\/p>\n<p>Sua filosofia de vida &eacute; n&atilde;o perder o norte e buscar o equil&iacute;brio, a coer&ecirc;ncia e o discernimento, sempre. &#8220;Para voc&ecirc; ver a luz, voc&ecirc; tem que conhecer a sua sombra. Os p&eacute;s devem estar sempre firmes, pois voc&ecirc; &eacute; uma porta aberta e nada nem ningu&eacute;m pode fechar. E a cabe&ccedil;a tem que estar sempre com o grande esp&iacute;rito: o nome dele pode ser Jeov&aacute;, Deus, Tup&atilde;&hellip; n&atilde;o interessa! Ele &eacute; s&oacute; um.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando Maria Luiza Benitez pisa num palco ou entra em um est&uacute;dio e segura um microfone na m&atilde;o, tudo &eacute; muito natural. E n&atilde;o poderia ser diferente. 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