{"id":16120,"date":"2009-05-08T00:00:00","date_gmt":"2009-05-08T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/autodidata-a-moda-antiga\/"},"modified":"2009-05-08T00:00:00","modified_gmt":"2009-05-08T03:00:00","slug":"autodidata-a-moda-antiga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/autodidata-a-moda-antiga\/","title":{"rendered":"Assis Hoffmann: Autodidata \u00e0 moda antiga"},"content":{"rendered":"<p>O nome de Assis Hoffmann est&aacute; inteiramente ligado &agrave; hist&oacute;ria da fotografia ga&uacute;cha e foi constru&iacute;do com m&eacute;rito e esfor&ccedil;o pr&oacute;prios. Quem v&ecirc; este senhor de pele morena e cabelos grisalhos, que mistura tra&ccedil;os crioulos e ind&iacute;genas, logo percebe que a apar&ecirc;ncia n&atilde;o fecha com o sobrenome alem&atilde;o. Prestes a completar 68 anos, o fot&oacute;grafo autodidata foi um dos precursores do fotojornalismo no Rio Grande do Sul e, gra&ccedil;as ao seu trabalho, viajou por quase todo o Brasil e por alguns cantos long&iacute;nquos do mundo, cobrindo guerras e eventos esportivos.<\/p>\n<p>J&aacute; no segundo ano de carreira, em 1963, o &#8220;formador de fot&oacute;grafos&#8221; conquistou o primeiro dos seus dois pr&ecirc;mios ARI, com uma sequ&ecirc;ncia de fotos intitulada &#8220;O amigo do homem&#8221;: um cachorro n&atilde;o deixava ningu&eacute;m se aproximar do corpo do dono, um&nbsp;carroceiro que havia sido atropelado ap&oacute;s um dia de trabalho.<\/p>\n<p><strong>O ber&ccedil;o da sensibilidade<\/strong><\/p>\n<p>Assis Valdir Hoffmann nasceu na cidade ga&uacute;cha de Santiago em 30 de setembro de 1941. Ap&oacute;s a separa&ccedil;&atilde;o de seus pais, que ocorreu quando tinha apenas dois anos, passou a ser educado pela av&oacute; materna. A m&atilde;e, enfermeira, fez as malas e partiu rumo &agrave; Capital em busca de um futuro melhor. Com 15 anos, o filho mudou-se para Porto Alegre com o mesmo objetivo. Sobre o pai, com quem conviveu por pouco tempo, diz saber somente um pouco da sua hist&oacute;ria: um cara inteligente, sargento do Ex&eacute;rcito, filiado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). &#8220;Eu sempre entendi o seguinte: se tu casas e n&atilde;o deu certo, simplesmente n&atilde;o deu certo. Agora, com os filhos tu tens obriga&ccedil;&otilde;es. Por isso, eu n&atilde;o o perdoo: ele nos abandonou.&#8221;<\/p>\n<p>Assis descobriu a fotografia atrav&eacute;s do irm&atilde;o Edilton, que era colunista social do jornal &Uacute;ltima Hora e possu&iacute;a uma pequena m&aacute;quina fotogr&aacute;fica, mas a sensibilidade que lhe &eacute; caracter&iacute;stica &#8211; e essencial para esta atividade &#8211; acredita ter desenvolvido por causa da influ&ecirc;ncia da av&oacute; materna: &#8220;Uma pessoa muito boa, que me deu muito carinho e que sempre foi um exemplo para mim. Se ela n&atilde;o me encaminhou para o lado da cultura, me encaminhou para o lado humano&#8221;. Devido &agrave;s origens humildes, teve que come&ccedil;ar a trabalhar muito cedo e os estudos ficaram em segundo plano. N&atilde;o chegou a completar a 8&ordf; s&eacute;rie (antigo gin&aacute;sio), afirma ter tido sempre certa &#8220;emo&ccedil;&atilde;o pela arte&#8221;, mas avalia que, se tivesse tido orienta&ccedil;&atilde;o, poderia ter ido ainda mais longe. &#8220;Com o pouco conhecimento que tive, fui longe. Entendo at&eacute; que fui demais para quem n&atilde;o teve informa&ccedil;&atilde;o, um autodidata que buscou seu espa&ccedil;o sozinho.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Um iniciante atrevido<\/strong><\/p>\n<p>E foi no &Uacute;ltima Hora que, muito jovem e sem experi&ecirc;ncia, iniciou sua carreira, na sucursal de Caxias do Sul. Mesmo sem experi&ecirc;ncia, aceitou a oferta. Uma das principais dificuldades desse per&iacute;odo era a afli&ccedil;&atilde;o em que permanecia por n&atilde;o revelar as pr&oacute;prias fotos. &#8220;Eu batia e mandava para Porto Alegre e ficava na expectativa de ter sa&iacute;do bem ou n&atilde;o. Depois, eu recebia os bilhetes do chefe de fotografia dando a maior bronca, mas sempre dizendo: &#8220;continua, continua&#8221;&#8221;, relata.<\/p>\n<p>Al&eacute;m de bons colegas, como Jairo Brandeburski, que fez uma tabela com medi&ccedil;&otilde;es de velocidades e diafragma, Assis acredita ter tido sorte nos primeiros passos arriscados na &aacute;rea. Em oito meses que permaneceu na cidade, acompanhou um com&iacute;cio de Luiz Carlos Prestes (l&iacute;der do Partido Comunista Brasileiro por mais de 50 anos) que teve &#8220;tiros e confus&atilde;o&#8221;. &nbsp;As imagens registradas na ocasi&atilde;o ganharam repercuss&atilde;o nacional e, devido a este trabalho, foi chamado para atuar <!--?xml:namespace prefix = st1 ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags\" ?-->em Porto Alegre. &#8220;Fiz um bom trabalho&#8221;, afirma ele, despido de falsa mod&eacute;stia.<\/p>\n<p>Tr&ecirc;s anos depois, em 1964, tornou-se editor de fotografia do jornal, que passou a se chamar Zero Hora. No auge de seus 23 anos, com firmeza e aud&aacute;cia, assumiu a responsabilidade de chefiar colegas mais velhos e mais experientes. O fato, segundo ele, gerou disc&oacute;rdia, pois muitos n&atilde;o admitiam ser comandados por um guri. &#8220;Mas quem vai para a guerra tem que se sujar&#8221;, disse. Como acreditava que n&atilde;o conseguiria construir a equipe que queria com os profissionais que ali estavam, mandou 18 para a rua de uma s&oacute; vez. &#8220;Fotografia eu ensino, mas car&aacute;ter o cara tem que ter e isso ele traz de casa.&#8221; Esta mesma filosofia foi transmitida para muitos dos principais fot&oacute;grafos ga&uacute;chos que passaram por Assis, entre eles, Leonid Streliaev e Luiz Carlos Felizardo.<\/p>\n<p>Assis tamb&eacute;m teve forte atua&ccedil;&atilde;o no Sindicato dos Jornalistas, onde lembra ter criado a tabela de pre&ccedil;os para fotos. No final da d&eacute;cada de 60, foi para a Caldas J&uacute;nior e tornou-se editor de fotografia dos jornais Folha da Manh&atilde;, Folha da Tarde e Correio do Povo. Pela empresa, foi designado a cobrir eventos como F&oacute;rmula I, em 1974, em M&ocirc;naco, Copa do Mundo de 1974, na Alemanha, e as guerras dos Seis Dias, em 1967, e do Yom Kipur, em 1973, no Oriente M&eacute;dio, onde, juntamente com Fl&aacute;vio Alcaraz Gomes, permaneceu por&nbsp; 40 dias. Uma das coisas que mais lhe impressionou quando esteve na linha de fogo foi o fato de o ex&eacute;rcito israelense deixar para tr&aacute;s cad&aacute;veres de inimigos para que pudessem fotograf&aacute;-los.<\/p>\n<p><strong>A busca pelo pr&oacute;prio espa&ccedil;o<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Eu sempre tive essa condi&ccedil;&atilde;o de chefia e de forma&ccedil;&atilde;o de fot&oacute;grafos dentro das equipes, e, por isso, comprava muitas brigas, tanto com a empresa como com os fot&oacute;grafos.&#8221; Devido a essa posi&ccedil;&atilde;o, que hoje considera &#8220;meio radical&#8221;, decidiu criar seu pr&oacute;prio espa&ccedil;o: nascia a empresa Focontexto. Como n&atilde;o havia muitas sucursais de ve&iacute;culos no Estado, a ag&ecirc;ncia de fotojornalismo, que durou seis anos e contou com uma equipe de cerca de 10 profissionais, fazia coberturas e vendia o material ? foto e texto no in&iacute;cio e, depois, apenas foto.<\/p>\n<p>Assis sempre manteve mais de um emprego, conciliando diversas atividades de forma paralela nos jornais, no sindicato e na ag&ecirc;ncia de fotojornalismo. Antes do fechamento da Focontexto, na d&eacute;cada de 70, adquiriu por um bom pre&ccedil;o uma &aacute;rea de sete mil metros quadrados na Praia do Rosa, em Santa Catarina, um espa&ccedil;o pouco valorizado na &eacute;poca. Ali, construiu uma pousada, que at&eacute; hoje garante sua renda mensal. Durante certo per&iacute;odo, passou a se dedicar apenas ao empreendimento e a algumas exposi&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Engajado nas lutas em prol de uma sociedade mais justa e igualit&aacute;ria, suas mostras tinham como tema a mis&eacute;ria, guerras, viol&ecirc;ncia no Brasil, problemas ind&iacute;genas e quest&otilde;es agr&aacute;rias. &#8220;O fot&oacute;grafo representa o meio em que ele vive. Ele tem que fazer da fotografia uma den&uacute;ncia, uma informa&ccedil;&atilde;o visual. As exposi&ccedil;&otilde;es eram uma forma de mostrar meu trabalho, de discutir e conscientizar. Eu entendo que o fot&oacute;grafo &eacute; um documentador social.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Saudosista convicto<\/strong><\/p>\n<p>Assis, que foi casado durante 30 anos, tem dois filhos g&ecirc;meos de 42 anos: Leonardo, que &eacute; representante comercial da Revista Caras e mora em Porto Alegre, e Andr&eacute;ia, que trabalha na pousada da fam&iacute;lia no litoral catarinense. O fot&oacute;grafo, que afirma n&atilde;o ser adepto da bebida e do cigarro, credita as seis pontes de safena que carrega no peito ao estresse e &agrave; emo&ccedil;&atilde;o inerentes &agrave; pr&oacute;pria profiss&atilde;o.<\/p>\n<p>Modesto, conta que a aposentadoria n&atilde;o rende muito, mas, com a pousada, consegue juntar &#8220;uma graninha&#8221;. &#8220;Como moro sozinho e tenho casa, n&atilde;o tenho muito consumo&#8221;, explica. Com exce&ccedil;&atilde;o da temporada de ver&atilde;o, que passa em Santa Catarina, quando est&aacute; em Porto Alegre costuma acordar cedo para caminhar, ler jornais, visitar amigos e se reunir com o pessoal das antigas em um caf&eacute; no centro da Capital.<\/p>\n<p>Mora sozinho, na zona Sul da Capital. Na casa em que vive, mant&eacute;m um banco de imagens com mais de 80 mil slides e pretende come&ccedil;ar a trabalhar na organiza&ccedil;&atilde;o do arquivo. Aposentado, n&atilde;o fotografa mais: Assis, considerado um dos maiores rep&oacute;rteres fotogr&aacute;ficos ga&uacute;chos, n&atilde;o enxerga mais a profiss&atilde;o com o mesmo brilho de antes. &#8220;A fotografia mudou muito em fun&ccedil;&atilde;o do digital. Hoje todo mundo &eacute; fot&oacute;grafo. Voc&ecirc; tem um telefone e est&aacute; com uma m&aacute;quina fotogr&aacute;fica. N&atilde;o &eacute; mais aquela foto que voc&ecirc; tem que revelar o filme e controlar a luz. O Photoshop resolve tudo.&#8221;<\/p>\n<p>O fot&oacute;grafo pode at&eacute; n&atilde;o ter acompanhado as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas que ocorreram ao longo dos anos. At&eacute; agora.&nbsp; Um dos pr&oacute;ximos objetivos de Assis, al&eacute;m de colocar em ordem o acervo fotogr&aacute;fico, &eacute; comprar uma c&acirc;mera digital e reaprender a fotografar. &#8220;Em fun&ccedil;&atilde;o do que eu fiz pela fotografia do Rio Grande do Sul, eu tenho que continuar&#8221;, acredita, com sinceridade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nome de Assis Hoffmann est&aacute; inteiramente ligado &agrave; hist&oacute;ria da fotografia ga&uacute;cha e foi constru&iacute;do com m&eacute;rito e esfor&ccedil;o pr&oacute;prios. Quem v&ecirc; este senhor de pele morena e cabelos grisalhos, que mistura tra&ccedil;os crioulos e ind&iacute;genas, logo percebe que a apar&ecirc;ncia n&atilde;o fecha com o sobrenome alem&atilde;o. 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