{"id":16129,"date":"2009-06-19T00:00:00","date_gmt":"2009-06-19T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/o-filho-de-paris\/"},"modified":"2009-06-19T00:00:00","modified_gmt":"2009-06-19T03:00:00","slug":"o-filho-de-paris","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/o-filho-de-paris\/","title":{"rendered":"Julio Ribeiro: O filho de Paris"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Cleidi Pereira<\/em><\/p>\n<p>Determina&ccedil;&atilde;o, vis&atilde;o empreendedora e fome de conhecimento s&atilde;o alguns dos ingredientes da receita de sucesso daquele que um dia fora um menino pobre, conhecido por ser o filho do carregador de malas da rodovi&aacute;ria de Pelotas. As origens humildes e a falta de refer&ecirc;ncias culturais e intelectuais na fam&iacute;lia n&atilde;o impediram o crescimento profissional e humano de Julio C&eacute;sar Ribeiro, diretor-geral da Editora Press e Advertising, que &eacute; respons&aacute;vel pelo Jornal da Capital, revista Press Advertising e site Adonline. O jornalismo est&aacute; presente na vida de Julio desde a sua inf&acirc;ncia: com apenas sete anos, resolveu se arriscar no mundo das palavras e foi assim, nas p&aacute;ginas do jornal Di&aacute;rio Popular de Pelotas, que aprendeu a ler.<\/p>\n<p>Filho da dona de casa Maria Nunes Ribeiro e do carregador de malas Alceb&iacute;ades Domingues Ribeiro, nasceu em Pelotas no dia 20 de mar&ccedil;o de 1963. O jornalista considera-se um vencedor e orgulha-se de trabalhar desde cedo. Sua carteira de trabalho foi assinada quando tinha apenas 13 anos, como office-boy. Com o primeiro sal&aacute;rio que recebeu, comprou uma m&aacute;quina de lavar para a m&atilde;e, motivado por uma de suas mem&oacute;rias mais remotas da inf&acirc;ncia: a da dona Maria lavando as roupas dos oito filhos em um tanque de pedra.<\/p>\n<p>Aos poucos, o jovem foi descobrindo e desvendando sozinho o mundo da literatura, do cinema e das artes. Julio afirma que, com 15 anos, j&aacute; havia lido todos os cl&aacute;ssicos da literatura mundial e que, aos 17, assistiu &agrave; filmografia dos principais cineastas. Autodidata, acredita que foi a literatura que o salvou: &ldquo;A literatura te puxa para um patamar para fora das tuas circunst&acirc;ncias, te projeta em uma coisa maior&rdquo;, avalia.<\/p>\n<p>Apesar de ser norteado pela sensibilidade, diz transitar bem entre os campos da raz&atilde;o e da emo&ccedil;&atilde;o. E foi essa postura que fez com que, aos 15 anos, j&aacute; contasse com um &ldquo;plano&rdquo; para a vida toda. Na &eacute;poca, o ent&atilde;o adolescente estabeleceu que se formaria em um curso t&eacute;cnico de eletr&ocirc;nica, trabalharia em uma emissora da TV e, depois, enfim, migraria para o jornalismo, seu grande sonho.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em busca de um sonho<\/strong><\/p>\n<p>Prova da determina&ccedil;&atilde;o que lhe &eacute; caracter&iacute;stica &eacute; que, com 14 anos, foi trabalhar em uma gr&aacute;fica, tamb&eacute;m como office-boy, mas deixou claro para o patr&atilde;o que sua grande ambi&ccedil;&atilde;o na &eacute;poca era ocupar o cargo de tip&oacute;grafo. Tr&ecirc;s meses depois j&aacute; estava exercendo a fun&ccedil;&atilde;o almejada e, logo depois, foi convidado a trabalhar em outra gr&aacute;fica pelo dobro do sal&aacute;rio.<\/p>\n<p>Em dezembro de 1980, mudou-se para a Capital apenas com o diploma de t&eacute;cnico em eletr&ocirc;nica em m&atilde;os e a meta era cursar Jornalismo na Ufrgs &ndash; o que acabou conseguindo. Desempregado h&aacute; alguns meses na cidade, a falta de dinheiro at&eacute; mesmo para a compra de passagens de &ocirc;nibus come&ccedil;ou a gerar certo desespero.<\/p>\n<p>Foi em busca de uma vaga na Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica da Philco sem nunca ter visto a parte interna de um televisor, por&eacute;m, deixou claro que, se lhe dessem esta oportunidade, seria o melhor t&eacute;cnico da empresa em apenas tr&ecirc;s meses. Ent&atilde;o, por uma ironia da vida, ele, que queria atuar na televis&atilde;o, foi trabalhar com televisores. No fim do mesmo ano, abriu uma eletr&ocirc;nica com seu irm&atilde;o. &ldquo;Com 21 anos, tinha 21 empregados e tr&ecirc;s lojas&rdquo;, lembra. Movido por desafios, o lema de sua vida sempre foi: &ldquo;Me d&ecirc; uma chance e n&atilde;o ir&aacute; se arrepender&rdquo;.<\/p>\n<p>Formou-se em 1988 e, um ano mais tarde, tinha um dilema: estava com o diploma em m&atilde;os, mas nunca havia atuado na &aacute;rea. Fechou a empresa e resolveu arriscar. Com a cara e a coragem, foi em busca de oportunidades e a primeira atividade no meio foi atuar na campanha a vereador do radialista Dilamar Machado. Depois, com a elei&ccedil;&atilde;o dele, tornou-se assessor de imprensa da C&acirc;mara, onde atuou de 1989 at&eacute; 1991.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m trabalhou na campanha do ex-governador Alceu Collares, e, logo em seguida, no governo estadual. &ldquo;Mas nunca servi para trabalhar em governo, pois no setor p&uacute;blico a gente n&atilde;o consegue fazer as coisas acontecerem. E eu sou um fazedor, eu fa&ccedil;o as coisas acontecerem. Por isto, uma das coisas que mais me causam ang&uacute;stia &eacute; quando quero fazer as coisas e elas n&atilde;o andam&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>O instinto empreendedor foi despertado em 1995, quando foi trabalhar com projetos especiais em uma produtora, a Master. Passados dois anos, resolveu abrir o pr&oacute;prio neg&oacute;cio, movido, principalmente, pelo gosto pela produ&ccedil;&atilde;o de revistas. Nascia, assim, a Editora Press e Advertising, que come&ccedil;ou como uma revista de propaganda, com o apoio institucional da Associa&ccedil;&atilde;o Riograndense de Propaganda (ARP). A empresa chegou a responder por dois jornais semanais, duas revistas mensais e quatro portais. Hoje, centraliza suas aten&ccedil;&otilde;es na revista Press advertising, no site Adonline, ambos com 12 anos, e no Jornal da Capital, lan&ccedil;ado em 2007. H&aacute; 10 anos, a editora tamb&eacute;m promove o Pr&ecirc;mio Press de Jornalismo.<\/p>\n<p><strong>&lsquo;Morder a alma at&eacute; os ossos&rsquo;<\/strong><\/p>\n<p>O jornalista diz gostar de todas as atividades onde pode expressar sua criatividade: j&aacute; comp&ocirc;s m&uacute;sicas, fez esculturas, pintou telas. Poeta e escritor nas horas vagas, ele possui dois CDs de poesias gravados e dois livros publicados: &lsquo;Marketing para micro e pequenas empresas &ndash; Guia b&aacute;sico de sobreviv&ecirc;ncia&rsquo; e &lsquo;Trends Brasil &ndash; Tend&ecirc;ncias de Neg&oacute;cios para Micro e Pequenas Empresas&rsquo;. Agora, trabalha na terceira publica&ccedil;&atilde;o, que deve se chamar &lsquo;Sem armadilhas para as pequenas empresas&rsquo;.<\/p>\n<p>Amante de fotografia e leitor voraz, afirma ler mais de 50 livros por ano. Entre os autores preferidos, est&atilde;o Gabriel Garc&iacute;a Marquez, Ernesto Sabato e Isabel Allende. Na poesia, adora a simplicidade de Mario Quintana, al&eacute;m das obras de Fernando Pessoa e Jos&eacute; Saramago. &ldquo;Tem uma frase do Saramago que fala de morder a alma at&eacute; os ossos dela. Trago isso pra minha vida, pois os ossos da minha alma est&atilde;o cheios das marcas dos meus dentes. Ou seja, eu vivi a vida com tudo o que ela pode me oferecer de intensidade e relev&acirc;ncia.&rdquo;<\/p>\n<p>Colorado, n&atilde;o perde um jogo do Internacional. Julio foi casado durante 17 anos e deste relacionamento tem duas filhas, a chefe de cozinha Caroline, de 23 anos, e Aletsiram, 17, que quer ser jornalista. Julio est&aacute; solteiro e diz ser dif&iacute;cil come&ccedil;ar um relacionamento nos tempos atuais, &ldquo;do individualismo&rdquo;. &ldquo;Mas sou um homem &agrave; moda antiga, que acredita no amor&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Ele, que se prepara para cobrir o Festival de Cannes, disse que vai aproveitar a viagem para &ldquo;tomar a melhor cerveja do mundo em Praga&rdquo; e assistir a um concerto de Mozart em Viena. &ldquo;S&atilde;o os pequenos luxos de um carregador de malas.&rdquo; Nesse momento da entrevista, Julio lembra do pai, j&aacute; falecido, e conta que antes de ser carregador de mala ele havia trabalhado como gar&ccedil;om em um hotel pelotense chamado Paris, o que lhe rendeu o apelido de &lsquo;Paris&rsquo;. &ldquo;Descobri Paris pelos livros de Sartre. Idade da Raz&atilde;o, especialmente, fez com que eu me apaixonasse pela cidade. A primeira vez que fui a Paris, caminhando pelo bairro Boulevard du Montparnasse, vivi um momento transcendental quando me dei conta de que o filho do seu Paris estava em Paris&rdquo;, conta emocionado.<\/p>\n<p>Quando as crises apertam, Julio costuma lembrar de onde saiu: &ldquo;O filho do seu Paris foi longe, onde o seu Paris jamais imaginou chegar. E eu fa&ccedil;o isso em tributo ao meu pai. Ele sempre levou uma vida dif&iacute;cil, era analfabeto, mas tinha dois valores fortes, que procurou passar aos filhos: estudo e trabalho.&rdquo;<\/p>\n<p>O jornalista diz n&atilde;o acreditar integralmente quando se fala que pobreza gera viol&ecirc;ncia e que o menino que n&atilde;o tem alternativa vai parar no tr&aacute;fico. &ldquo;Depende muito da fam&iacute;lia e do exemplo que ele teve dentro de casa. Minha fam&iacute;lia sempre foi pobre, mas sempre valorizou honestidade, trabalho e estudo. Desde pequeno, eu sabia que eu queria sair daquela situa&ccedil;&atilde;o, queria ser algu&eacute;m e sabia que o caminho era o estudo.&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Cleidi Pereira Determina&ccedil;&atilde;o, vis&atilde;o empreendedora e fome de conhecimento s&atilde;o alguns dos ingredientes da receita de sucesso daquele que um dia fora um menino pobre, conhecido por ser o filho do carregador de malas da rodovi&aacute;ria de Pelotas. 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