{"id":16179,"date":"2009-12-11T00:00:00","date_gmt":"2009-12-11T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/pelo-futebol-e-pelas-mulheres\/"},"modified":"2009-12-11T00:00:00","modified_gmt":"2009-12-11T02:00:00","slug":"pelo-futebol-e-pelas-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/pelo-futebol-e-pelas-mulheres\/","title":{"rendered":"Haroldo de Souza: Pelo futebol e pelas mulheres"},"content":{"rendered":"<p>A fala agitada at&eacute; parece dar sinais de que ele est&aacute; com pressa. Na verdade, s&atilde;o evid&ecirc;ncias de seu estilo como narrador esportivo. Conhecido pela irrever&ecirc;ncia, Haroldo de Souza, vulgo Magr&atilde;o, &eacute; a alegria em pessoa. Sedutor assumido, faz quest&atilde;o de beijar e abra&ccedil;ar cada uma de suas assistentes quando chega para cumprir sua agenda no gabinete que ocupa na C&acirc;mara de Vereadores de Porto Alegre. &ldquo;S&oacute; contrato mulheres porque elas s&atilde;o mais fi&eacute;is ao trabalho&rdquo;, diz, na tentativa de explicar o fato de seu quadro funcional ser composto somente pelo p&uacute;blico feminino. Mais alguns minutos de conversa e ele confessa que, na verdade, prefere ficar pr&oacute;ximo de mulheres bonitas porque se sente bem. &ldquo;N&atilde;o abro m&atilde;o desse meu direito. Com todo o respeito, claro.&rdquo;<\/p>\n<p>Contradi&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o, foi assistindo a 22 homens correndo de um lado ao outro atr&aacute;s de uma bola que Magr&atilde;o consagrou-se na profiss&atilde;o. Adepto de um estilo mais solto e popular de locu&ccedil;&atilde;o, mudou o cen&aacute;rio da narra&ccedil;&atilde;o esportiva no Estado, quando aqui chegou na d&eacute;cada de 1970, sendo um dos respons&aacute;veis por colocar a r&aacute;dio Ga&uacute;cha na lideran&ccedil;a de audi&ecirc;ncia &agrave; &eacute;poca.<\/p>\n<p>Como no in&iacute;cio n&atilde;o tinha comentarista que o acompanhasse, criou o quadro Gente que se liga na gente, em que fazia sorteios para que os torcedores participassem do programa com ele. &ldquo;Eu garantia os coment&aacute;rios e a audi&ecirc;ncia, j&aacute; que os amigos e familiares do torcedor ficavam ligados na r&aacute;dio tamb&eacute;m&rdquo;, explica. Haroldo tornou-se t&atilde;o popular que um personagem parodiando o seu nome foi criado, o Hasouza de Roldo, em um programa de humor da Ga&uacute;cha nos anos 70.<\/p>\n<p>Seu estilo, segundo ele, &eacute; uma mistura do lado sentimental do famoso narrador esportivo Fiori Gigliotti (j&aacute; falecido), associado com a precis&atilde;o no lance, caracter&iacute;stica de Pedro Lu&iacute;s, da extinta r&aacute;dio Tupi. A mistura dos dois jeitos deu t&atilde;o certo que Haroldo ganhou seguidores Brasil afora. &ldquo;Fico muito feliz quando percebo que algu&eacute;m est&aacute; seguindo o meu estilo, mas aviso: ainda vou demorar mais uns 10 anos para parar, v&atilde;o pensando em algo novo&rdquo;, brinca.<\/p>\n<p><strong>Primeiros ecos<\/strong><\/p>\n<p>Decidido a se tornar narrador esportivo, Haroldo Joaquim de Souza, que come&ccedil;ou a vida profissional como caminhoneiro, n&atilde;o teve d&uacute;vidas quando ouviu na R&aacute;dio Londrina, no Paran&aacute;, que estavam fazendo testes para locutor esportivo. Foi at&eacute; l&aacute;, fez a prova, e 15 dias depois recebeu um telegrama. &ldquo;Imagina um caminhoneiro recebendo telegrama, me senti grand&atilde;o. Coloquei minha camisa de passeio e me apresentei na r&aacute;dio&rdquo;, lembra. L&aacute;, foi informado de que havia ficado em segundo lugar na sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Quis o destino que o primeiro colocado mudasse de cidade com os pais. Ent&atilde;o, o coordenador da r&aacute;dio na &eacute;poca, Padre Eduardo Afonso, lhe ofereceu o cargo. &ldquo;Aceitei na hora. Sa&iacute; da emissora correndo, fui at&eacute; a transportadora onde prestava servi&ccedil;os e avisei que estava trocando de trabalho&rdquo;, recorda. Quando retornou &agrave; r&aacute;dio, ouviu do padre: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; mesmo um rapaz decidido.&rdquo; E assim Haroldo iniciou sua carreira de narrador esportivo sem ao menos saber quanto lhe pagariam.<\/p>\n<p>Iniciadas as atividades na R&aacute;dio Londrina, em junho de 1969, ap&oacute;s cinco meses j&aacute; estava no Maracan&atilde;, no Rio de Janeiro, para cobertura dos jogos de eliminat&oacute;ria do Mundial de 1970 no M&eacute;xico. &ldquo;Disseram que eu s&oacute; poderia ir se tivesse patroc&iacute;nio. Sa&iacute; com o cara do comercial para vender as cotas. Em uma manh&atilde; conseguimos o valor que precis&aacute;vamos e viajei sozinho para o Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que transmitimos um jogo da Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira pela R&aacute;dio Londrina&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>Quando a transmiss&atilde;o terminou, Haroldo foi procurado por Osvaldo Faria, na &eacute;poca diretor da r&aacute;dio Itatiaia, de Belo Horizonte, que o convidou para trabalhar na emissora. &ldquo;Peguei o cart&atilde;o e fiquei pensando: &ldquo;Mas que louuuuucura, meu Deus do c&eacute;u, ser&aacute; que vai ser tudo assim t&atilde;o r&aacute;pido?&rdquo; E foi. No m&ecirc;s seguinte, Haroldo estava morando em Belo Horizonte e trabalhando na r&aacute;dio Itatiaia como locutor esportivo. &ldquo;Pediram para eu tirar passaporte, fiquei impressionado porque no ano anterior eu era um caminhoneiro. Recebi o sal&aacute;rio e fui at&eacute; aos Recursos Humanos conferir, achei que estava errado&rdquo;, lembra, dizendo-se admirado com o montante de dinheiro. Naquele dia, a rodada de cerveja foi por sua conta. No ano seguinte, em 1970, ele cobriu sua primeira Copa do Mundo. Dali em diante n&atilde;o parou mais, j&aacute; soma 10 Copas e prepara-se para a 11&ordf;, em 2010 na &Aacute;frica.<\/p>\n<p><strong>Voca&ccedil;&atilde;o para ser feliz<\/strong><\/p>\n<p>Haroldo costuma dizer que a carreira como narrador esportivo, que em 2009 completou 40 anos, foi desenhada com pequenos detalhes. &ldquo;A chance surgia e eu pegava&rdquo;. O jeito decidido e determinado o acompanha na vida pessoal tamb&eacute;m. Magr&atilde;o, que j&aacute; est&aacute; no oitavo casamento, diz que n&atilde;o perde tempo sendo infeliz. &ldquo;Se a rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vai bem termino mesmo. Nasci para ser feliz&rdquo;, resume. Pai de 10 filhos, o mais velho com 46 anos e o mais novo com um ano e sete meses, dois netos e uma bisneta, completou 65 anos na &uacute;ltima quinta-feira, 10. Amante da boemia, &eacute; um fumante inveterado. &ldquo;Eu tento parar de fumar, mas n&atilde;o sinto dificuldades para narrar e tenho disposi&ccedil;&atilde;o para tudo, da&iacute; fica dif&iacute;cil&rdquo;, ri.<\/p>\n<p>Natural de Jacarezinho, no interior do Paran&aacute;, mudou-se com os pais para Castro, nas proximidades, na inf&acirc;ncia. Filho &uacute;nico, come&ccedil;ou a acompanhar o pai em suas viagens como caminhoneiro, ainda guri. Quando completou 18 anos, come&ccedil;ou a trabalhar. A paix&atilde;o por r&aacute;dio surgiu nesta &eacute;poca. &ldquo;O r&aacute;dio era o meu companheiro de viagem&rdquo;, conta. Por morar pr&oacute;ximo da divisa com o estado de S&atilde;o Paulo, acostumou-se a ouvir as r&aacute;dios paulistas. Por isso, hoje, o seu time do cora&ccedil;&atilde;o &eacute; o Corinthians.<\/p>\n<p>Mas, se ele &eacute; corinthiano e paranaense, o que faz em solo ga&uacute;cho? A explica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m parte de um est&aacute;dio de futebol, mais precisamente de um est&aacute;dio na Alemanha, na Copa do Mundo de 1974. &ldquo;O Paulo Sant&#8217;Ana veio falar comigo no final de um dos jogos. Ele me disse que o Nelson Sirotsky (diretor da r&aacute;dio Ga&uacute;cha na &eacute;poca) tinha me ouvido narrar e queria conversar comigo&rdquo;. E, como em 1969, Haroldo trocou de cidade e de estado em pouco tempo. &ldquo;O Nelson me perguntou se eu tinha interesse em morar em Porto Alegre. Respondi na hora: Tenho.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Encontro de amor <\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre estava em seus planos apenas por uns dois ou tr&ecirc;s anos, depois ele mudaria para S&atilde;o Paulo. Tinha o sonho de trabalhar nas grandes r&aacute;dios paulistas. Mas apaixonou-se pela cidade e por suas mulheres. &ldquo;Do aeroporto at&eacute; o hotel, vi um infind&aacute;vel n&uacute;mero de mulheres bonitas, como nunca tinha visto em lugar algum do mundo por onde passei. Fiquei impressionado&rdquo;, diz. E foi exatamente uma ga&uacute;cha que fez seu cora&ccedil;&atilde;o sedutor sossegar. Haroldo &eacute; casado h&aacute; 17 anos com Vera Maria Brum da Costa de Souza, com quem tem dois filhos, Elisandro, 16 anos, e Guilherme, de um ano e sete meses. <\/p>\n<p>&ldquo;Tinha 17 anos quando conheci o Haroldo, namoramos por um tempo e acabamos nos desencontrando. Cerca de 16 anos depois, nos reencontramos e foi como se o tempo n&atilde;o tivesse passado&rdquo;, confidencia Vera. Ele estava trabalhando quando recebeu um recado de que Vera havia ligado. Retornou a liga&ccedil;&atilde;o na mesma hora. Ela contou que havia se formado comiss&aacute;ria de bordo e que estava morando em S&atilde;o Paulo. &ldquo;Pedi para trocar minha escala de jogos daquele fim de semana e fui encontr&aacute;-la. Estamos juntos at&eacute; hoje&rdquo;, diz Haroldo.<\/p>\n<p>Como ficar namorando na ponte a&eacute;rea Porto Alegre-S&atilde;o Paulo n&atilde;o era poss&iacute;vel, o casal decidiu que ela voltaria para a capital ga&uacute;cha. Casaram-se em 1994, e ela faz quest&atilde;o de frisar que &ldquo;na igreja e de papel passado ele s&oacute; casou comigo&rdquo;. Mesmo sabendo da fama de conquistador do marido, ela afirma n&atilde;o ter ci&uacute;mes. &ldquo;Temos uma rela&ccedil;&atilde;o muito aberta. O que aconteceu conosco foi um encontro de amor&rdquo;, define Vera.<\/p>\n<p><strong>O mais lembrado<\/strong><\/p>\n<p>Mas nem s&oacute; de paix&otilde;es &eacute; feita a hist&oacute;ria de Haroldo de Souza nos pampas ga&uacute;chos. Narrador esportivo rec&eacute;m-contratado da R&aacute;dio Ga&uacute;cha, em 1974, ele chegou &agrave; Capital com a miss&atilde;o de vencer a guerra da audi&ecirc;ncia contra a r&aacute;dio Gua&iacute;ba, l&iacute;der na prefer&ecirc;ncia dos ouvintes &agrave; &eacute;poca. Seu &iacute;mpeto desbravador e inquieto acabou lhe dando a fama de &ldquo;brig&atilde;o&rdquo;. &ldquo;Sempre lutei pelo que acredito&rdquo;, comenta. Na tentativa de derrubar a advers&aacute;ria, diversas alternativas foram testadas. Haroldo de Souza passou a fazer parceria com o professor Ruy Carlos Ostermann, por exemplo.<\/p>\n<p>Mais tarde, dividiria a narra&ccedil;&atilde;o dos jogos com Armindo Ant&ocirc;nio Ranzolin e Lauro Quadros. Tudo corria bem, a Ga&uacute;cha finalmente havia desbancado a concorrente, at&eacute; o dia em que a rivalidade entre os narradores aumentou, o que, segundo Haroldo, o teria for&ccedil;ado a deixar a Ga&uacute;cha no in&iacute;cio dos anos 90. &ldquo;Decidi tentar salvar a r&aacute;dio Gua&iacute;ba que estava morrendo.&rdquo;<\/p>\n<p>Demitiu-se da Ga&uacute;cha e foi at&eacute; a Gua&iacute;ba falar com Paulo S&eacute;rgio Pinto (&agrave; &eacute;poca, diretor de jornalismo da emissora). &ldquo;Quando ele apareceu na minha sala dizendo que queria trabalhar conosco, achei que estivesse blefando&rdquo;, conta Paulo S&eacute;rgio Pinto. Segundo ele, a contrata&ccedil;&atilde;o do locutor representou uma virada na audi&ecirc;ncia da Gua&iacute;ba. E Magr&atilde;o estreou em grande estilo. Foi anunciado aos ouvintes como novo narrador esportivo da Gua&iacute;ba direto da Copa Am&eacute;rica, no Chile, em 1991.<\/p>\n<p>&ldquo;O Haroldo de Souza &eacute; um dos melhores narradores esportivos que o Brasil j&aacute; teve. Sem d&uacute;vidas, ele j&aacute; &eacute; a marca do Rio Grande&rdquo;, diz Paulo S&eacute;rgio. Sua afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; confirmada pela conquista do narrador, seis vezes seguidas, entre 2002 e 2007, do Pr&ecirc;mio Top of Mind, da Revista Amanh&atilde;, como locutor esportivo mais lembrado entre os ga&uacute;chos.<\/p>\n<p><strong>Na pol&iacute;tica<\/strong><\/p>\n<p>O estilo irreverente e marcante do narrador &eacute; avalizado pelos torcedores que, quando questionados, v&atilde;o logo repetindo um dos principais jarg&otilde;es de Haroldo: &ldquo;E as bandeiras v&atilde;o tremulando, tremulando, tremulando&rdquo;, dizem. Toda vez que Haroldo narra uma partida do Internacional, Vera, a esposa, jura que o marido &eacute; colorado. &ldquo;Mas da&iacute; o Gr&ecirc;mio joga e penso a mesma coisa do tricolor&rdquo;, diz. &ldquo;Na verdade, ele ama o que faz e faz com muita dedica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avalia a gremista.<\/p>\n<p>&ldquo;Fa&ccedil;o uma coisa s&eacute;ria na vida, que &eacute; a minha profiss&atilde;o. E a outra &eacute; cuidar da minha fam&iacute;lia&rdquo;, destaca Haroldo. Olha que de fam&iacute;lia ele entende. Mesmo separado, sempre procurou manter uma boa rela&ccedil;&atilde;o com as ex-mulheres e nunca deixou de assistir seus rebentos. Tanto que a vinda para Porto Alegre teve a ver com eles. &ldquo;Meu sal&aacute;rio dobrou, fiquei muito feliz porque eu j&aacute; vinha acumulando filhos&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>Mesmo com a rotina puxada na cobertura de jogos e viagens aqui e ali para acompanhar os campeonatos, sobrou tempo para Haroldo dedicar-se a outro of&iacute;cio. Entrou para a pol&iacute;tica a convite do comunicador S&eacute;rgio Zambiasi e j&aacute; est&aacute; em seu terceiro mandato como vereador de Porto Alegre. Sua primeira elei&ccedil;&atilde;o foi em 1998 pelo PDT. Alguns anos depois, deixaria a sigla para ingressar no PMDB, partido no qual est&aacute; at&eacute; hoje. Entre outros trabalhos, &eacute; de sua autoria o projeto do Restaurante Popular, que ele confessa ter copiado de proposta semelhante implantado por Rosinha Garotinho no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Sem previs&atilde;o de parar, tanto com a pol&iacute;tica quanto com a narra&ccedil;&atilde;o esportiva, ele diz que seria um sonho encerrar com a Copa de 2014 no Brasil, quando completa 70 anos. &ldquo;Se pudesse retroceder na carreira, gostaria de voltar a narrar futebol, por um tempo, na Ga&uacute;cha, na r&aacute;dio Itatiaia e encerrar l&aacute; na R&aacute;dio Londrina, onde foi o come&ccedil;o de tudo. Ele lamenta, por&eacute;m, que a narra&ccedil;&atilde;o esportiva de r&aacute;dio esteja chegando ao fim: &ldquo;J&aacute; tivemos nossos tempos &aacute;ureos, mas hoje perdemos espa&ccedil;o para a TV&rdquo;.<\/p>\n<p>Em seus planos ainda est&aacute; produzir e apresentar um programa de esportes na TV. Na pol&iacute;tica, declara-se meio frustrado com a postura de alguns colegas, mas diz que pretende continuar trabalhando por melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida para a popula&ccedil;&atilde;o da Capital. Na vida pessoal, o plano j&aacute; est&aacute; tra&ccedil;ado h&aacute; muito tempo: &ldquo;Espero continuar sendo feliz como tenho sido at&eacute; agora.&rdquo;<\/p>\n<p>A casa com vista para o rio Gua&iacute;ba e cercada de verde &eacute; o seu local preferido para momentos de reflex&atilde;o e relaxamento. &ldquo;A natureza revigora tudo&rdquo;, diz. Foi na sacada, em uma dessas paradas para repor as energias, que conheceu In&aacute;cio e Beethoven, dois sabi&aacute;s que vivem por ali. &ldquo;Eles s&atilde;o livres, eu s&oacute; deixo comida e &aacute;gua e eles v&ecirc;m todos os dias se alimentar.&rdquo; A recompensa, segundo ele, &eacute; o canto de agradecimento dos p&aacute;ssaros e a companhia que eles o fazem. &ldquo;Sou um homem apaixonado pela vida.&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A fala agitada at&eacute; parece dar sinais de que ele est&aacute; com pressa. Na verdade, s&atilde;o evid&ecirc;ncias de seu estilo como narrador esportivo. Conhecido pela irrever&ecirc;ncia, Haroldo de Souza, vulgo Magr&atilde;o, &eacute; a alegria em pessoa. 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