{"id":16258,"date":"2010-10-01T00:00:00","date_gmt":"2010-10-01T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/feliz-da-vida\/"},"modified":"2010-10-01T00:00:00","modified_gmt":"2010-10-01T03:00:00","slug":"feliz-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/feliz-da-vida\/","title":{"rendered":"Jurema Josefa: Feliz da vida"},"content":{"rendered":"<p>&ldquo;&Eacute; melhor ser alegre que ser triste, alegria &eacute; a melhor coisa que existe.&rdquo; O trecho da can&ccedil;&atilde;o de Vinicius de Moraes, com certeza, combina com a filosofia de vida de Jurema Josefa, chefe de reportagem do jornal Correio do Povo. &ldquo;Eu escolhi ser alegre. Se tem coisas boas na vida que podemos valorizar, por que escolher ser triste?&rdquo;, questiona, ressaltando que sua felicidade hoje se chama Valentina, a neta de um m&ecirc;s e meio.<\/p>\n<p>Jurema Josefa tamb&eacute;m &eacute; da Silva, mas isso poucos sabem. Ela chegou a assinar o sobrenome logo nas primeiras mat&eacute;rias, mas um professor a aconselhou: &ldquo;Jurema Josefa &eacute; um nome forte, aproveita isso&rdquo;. A sugest&atilde;o foi aceita quando a profissional tomou conhecimento de que uma das primeiras jornalistas ga&uacute;chas se assinava Maria Josefa.<\/p>\n<p>Nascida em Lajes, Santa Catarina, ela &eacute; a mais nova de oito irm&atilde;os e a &uacute;nica que cursou faculdade. De fam&iacute;lia humilde, cresceu num s&iacute;tio. Chegou em Porto Alegre aos 20 anos para trabalhar como empregada dom&eacute;stica. Veio com a fam&iacute;lia Costa, de Santa Catarina. Na Capital, passou a acompanhar os acontecimentos da &eacute;poca. O ano era 1968, e os conflitos entre policiais e estudantes eram constantes. &ldquo;Aquilo me revoltava.&rdquo; Aos poucos, percebeu que queria mesmo era ser jornalista.<\/p>\n<p>Estimulada pelos filhos da fam&iacute;lia Costa, prestou vestibular para Jornalismo. Antes, teve que explicar e &lsquo;teimar&rsquo; com o pai, Valdomiro Tim&oacute;teo da Silva, que a profiss&atilde;o &ldquo;era coisa de mulher decente&rdquo;. A m&atilde;e, Maria Pereira de Jesus, apaziguou os &acirc;nimos entre a filha &ldquo;incendi&aacute;ria&rdquo;, como se autodefine, e seu progenitor. Acontece que Jurema saiu brigada de casa no dia em que o pai falou para a filha que a profiss&atilde;o era atividade de prostitutas. &ldquo;Sa&iacute; dizendo que ent&atilde;o ele teria uma filha prostituta porque eu ia fazer Jornalismo.&rdquo;<\/p>\n<p>A vida em fam&iacute;lia est&aacute; entre suas lembran&ccedil;as carinhosas, e Jurema emociona-se ao falar dos pais e dos irm&atilde;os. &ldquo;Fam&iacute;lia grande est&aacute; sempre envolvida com a vida de todo mundo, n&eacute;? Sempre que posso, vou visit&aacute;-los&rdquo;, diz, ressaltando que o cl&atilde;, o trabalho e os amigos s&atilde;o suas prioridades na vida. E foi em uma dessas visitas que um dos primos lembrou do gosto de Jurema por ler jornais j&aacute; aos sete anos de idade. &ldquo;Falamos sobre isso h&aacute; pouco tempo. Eu passava dias lendo os jornais que o meu primo trazia da cidade. Acho que j&aacute; era um ind&iacute;cio do caminho que eu ia seguir.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Um cachorro-quente por dia<\/strong><\/p>\n<p>Passou no vestibular para Jornalismo para a Famecos no mesmo ano em que a fam&iacute;lia Costa voltou para Lages. Foi quando iniciou a fase que chamou de &ldquo;um cachorro-quente por dia&rdquo;. Com pouco dinheiro para pagar suas refei&ccedil;&otilde;es, optava por comer &agrave; noite. &ldquo;Descobri que n&atilde;o conseguimos dormir com fome, por isso deixava para comer sempre &agrave; noite e recomendo isso para as pessoas at&eacute; hoje. Al&eacute;m, &eacute; claro, de nunca recusarem convites para almo&ccedil;ar ou jantar. N&atilde;o se deve negar comida&rdquo;, brinca ao lembrar seu dif&iacute;cil in&iacute;cio nos anos da faculdade. Nessa &eacute;poca, foi acolhida pela amiga Maria In&ecirc;s Bittencourt. &ldquo;Ela me alimentou e me deu guarida por um tempo, at&eacute; eu me aprumar&rdquo;, recorda.<\/p>\n<p>Em busca de trabalho, Jurema vendeu enciclop&eacute;dias de porta em porta e teve passagem por uma ag&ecirc;ncia de turismo. Ao final de seu primeiro ano de estudos, conseguiu uma vaga no extinto Di&aacute;rio de Not&iacute;cias, em 1972. Como cobria os acontecimentos da C&acirc;mara de Vereadores de Porto Alegre, soube da possibilidade que os pol&iacute;ticos tinham de destinar verbas para os alunos, e assim conseguiu uma bolsa. Em 1974, foi convidada para trabalhar na tamb&eacute;m extinta Folha da Tarde.<\/p>\n<p>Na reda&ccedil;&atilde;o da Folha, passou por diversas editorias e aprendeu a escrever. &ldquo;A Helena Renaux lia os meus textos e pedia para eu reescrever, me dava dicas, aprendi mesmo fazer reportagem com ela.&rdquo; Jurema assinava uma coluna sobre tradicionalismo e folclore ga&uacute;cho. L&aacute;, ficou at&eacute; o fechamento em 1984. &ldquo;Foram tempos muito dif&iacute;ceis.&rdquo; Mas tamb&eacute;m foi durante o per&iacute;odo em que estava na Folha que conheceu seu &lsquo;alem&atilde;o&rsquo;, como costuma chamar o marido, Gilberto Sander M&uuml;ller, com quem est&aacute; h&aacute; 35 anos.<\/p>\n<p>Os dois se conheceram durante uma sele&ccedil;&atilde;o para participar do Projeto Rondon. &ldquo;Disseram para eu escolher uma dupla para fazer os trabalhos e da&iacute; eu disse: &lsquo;Fico com aquele alem&atilde;ozinho ali&rsquo;.&rdquo; O que ela n&atilde;o sabia &eacute; que ficaria mesmo. Ao final do dia, Gilberto acompanhou Jurema at&eacute; em casa, que, para surpresa de ambos, era sua vizinha. Na mesma tarde, ele arriscou um convite para ir ao cinema. Ela, por&eacute;m, foi durona e s&oacute; aceitou tempos depois. A rela&ccedil;&atilde;o fluiu e os dois foram morar juntos em novembro de 1975. Sobre o companheiro, ela &eacute; categ&oacute;rica: &ldquo;Ele &eacute; o meu homem, o meu pr&iacute;ncipe&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Um porre por Brizola<\/strong><\/p>\n<p>Jurema e Gilberto s&atilde;o pais de Bernardo, 26, especialista em inform&aacute;tica. O filho t&atilde;o desejado do casal veio na quarta tentativa, ap&oacute;s tr&ecirc;s abortos naturais. Ela estava com 36 anos e descobriu-se gr&aacute;vida em meio &agrave; greve dos colaboradores do Correio do Povo. Integrava a comiss&atilde;o de alimenta&ccedil;&atilde;o, que tentava conseguir mantimentos para os colegas que, sem receber sal&aacute;rios, n&atilde;o tinham o que comer em casa. Comovidos com a situa&ccedil;&atilde;o de Jurema, que estava prestes a encarar uma gesta&ccedil;&atilde;o de risco, os colegas pediram que ela se dedicasse ao filho que estava por vir. Meses depois, a jornalista e os demais colegas grevistas seriam demitidos por um telegrama.<\/p>\n<p>Com o filho rec&eacute;m-nascido, Jurema integrou o grupo de jornalistas que participou da funda&ccedil;&atilde;o da r&aacute;dio Pampa, de Ot&aacute;vio Gadret, em 1984. Fez assessoria de imprensa para o Sindicato de Turismo de Porto Alegre e foi trabalhar na Zero Hora. &ldquo;Eu precisava estar nas reda&ccedil;&otilde;es&rdquo;, diz referindo-se ao seu gosto por reportagem. De seu tempo como rep&oacute;rter, guarda momentos inesquec&iacute;veis como a cobertura das greves dos professores e da constru&ccedil;&atilde;o civil, o inc&ecirc;ndio das Lojas Renner em 1976, e, mais recentemente, em 2001, o primeiro F&oacute;rum Social Mundial ocorrido em Porto Alegre. &ldquo;A imprensa do mundo inteiro estava aqui. Foi emocionante participar daquele momento da Hist&oacute;ria&rdquo;, diz.<\/p>\n<p>Sua fase de rep&oacute;rter tamb&eacute;m inclui a paix&atilde;o por Leonel Brizola. &ldquo;Embora eu deixasse claro que apoiava ele, minhas mat&eacute;rias sempre foram neutras. Ningu&eacute;m nunca reclamou de imparcialidade&rdquo;, afirma, lembrando que se embebedou quando soube da morte do l&iacute;der pol&iacute;tico, em 2004. Na &eacute;poca, Jurema acompanhava uma comitiva do governo do Estado &agrave; China e precisou trabalhar toda a noite para colher depoimentos dos pol&iacute;ticos que estavam l&aacute;. &ldquo;No final, tomei um porre em homenagem ao Brizola.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Voltando para casa<\/strong><\/p>\n<p>Os anos passados em Zero Hora terminaram de forma dif&iacute;cil para Jurema, que precisou ingressar na Justi&ccedil;a para deixar o cargo e garantir seus direitos, j&aacute; que estava sofrendo retalia&ccedil;&otilde;es no ve&iacute;culo. &ldquo;Com a morte do Maur&iacute;cio (Sirotsky Sobrinho), muita gente foi mandada embora, e eu, como era delegada sindical da Cipa (Comiss&atilde;o Interna de Preven&ccedil;&atilde;o aos Acidentes de Trabalho), n&atilde;o podia ser demitida. Resultado, fui transferida para o arquivo.&rdquo; A a&ccedil;&atilde;o demorou 10 anos para ser conclu&iacute;da, mas a jornalista venceu e fez valer seus direitos.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s deixar o Grupo RBS, em 1992, teve passagens pela assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Fazenda, e n&atilde;o teve d&uacute;vidas: bateu na porta do Correio do Povo pedindo para voltar. &ldquo;Me senti voltando para casa&rdquo;, confidencia. Deixaria a reda&ccedil;&atilde;o do CP mais uma vez ainda, em 1996, para trabalhar na campanha de Yeda Crusius &agrave; prefeitura de Porto Alegre. No ano seguinte, voltou a pedir emprego na reda&ccedil;&atilde;o, onde est&aacute; at&eacute; hoje, h&aacute; seis anos como chefe de reportagem. &ldquo;Eu sempre tive o esp&iacute;rito livre. Sinto muitas saudades da rua&rdquo;. Recorda de um momento durante o &uacute;ltimo F&oacute;rum Social Mundial em que os participantes passaram pelo pr&eacute;dio do jornal em passeata pela Rua da Praia. &ldquo;Chorei quando vi aquele povo passando aqui. Acho que eles fizeram para me provocar&rdquo;, diz, para explicar que se sente presa sem poder sair pra para fazer reportagem.<\/p>\n<p>N&atilde;o que ela n&atilde;o se sinta &agrave; vontade na fun&ccedil;&atilde;o que exerce hoje. Os anos como rep&oacute;rter a credenciam para desempenhar seu papel. &ldquo;Me sinto bem fazendo as articula&ccedil;&otilde;es e instruindo os colegas.&rdquo; O cargo ela assumiu em 2004, ap&oacute;s a morte do jornalista Paulo Acosta, seu antecessor. &ldquo;O Paulo foi um grande colega&rdquo;, diz, em outro momento de vis&iacute;vel emo&ccedil;&atilde;o. A equipe, segundo ela, &eacute; unida e trabalha em parceria. As reuni&otilde;es com os editores s&atilde;o di&aacute;rias e suas dicas, constantes. Costuma ensinar para os mais novos que &ldquo;fonte, a gente fabrica indo diariamente olhar para a cara dela. At&eacute; o dia em que ela te liga e passa informa&ccedil;&otilde;es por conta pr&oacute;pria&rdquo;.<\/p>\n<p>Aos 62 anos e com o mesmo pique de quem est&aacute; come&ccedil;ando, Jurema diz que ainda tem muito a contribuir com a profiss&atilde;o. &ldquo;Se eu tivesse que escolher outro of&iacute;cio faria tudo de novo e exatamente da mesma forma&rdquo;, diz a av&oacute; da Valentina. A netinha &eacute; a alegria da jornalista nos &uacute;ltimos tempos. &ldquo;Minha vida agora &eacute; trabalhar e curtir a neta&rdquo;, derrete-se.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;&Eacute; melhor ser alegre que ser triste, alegria &eacute; a melhor coisa que existe.&rdquo; O trecho da can&ccedil;&atilde;o de Vinicius de Moraes, com certeza, combina com a filosofia de vida de Jurema Josefa, chefe de reportagem do jornal Correio do Povo. &ldquo;Eu escolhi ser alegre. 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