{"id":16266,"date":"2010-10-29T00:00:00","date_gmt":"2010-10-29T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/do-jornalismo-a-literatura\/"},"modified":"2010-10-29T00:00:00","modified_gmt":"2010-10-29T02:00:00","slug":"do-jornalismo-a-literatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/do-jornalismo-a-literatura\/","title":{"rendered":"Carlos Karnas: Do Jornalismo \u00e0 Literatura"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><strong>Por Patr&iacute;cia Castro<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O cen&aacute;rio escolhido para a entrevista foi ideal, a Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. No ambiente em que reinam a arte e a cultura, foi poss&iacute;vel perceber de longe que o jornalista Carlos Fernando Karnas tem muita intimidade com o local. Enquanto aguardava a chegada da fot&oacute;grafa, entre uma tragada e outra no cigarro, e goles de &aacute;gua mineral com g&aacute;s, Karnas revelou: &ldquo;Estou h&aacute; 25 anos longe do Rio Grande do Sul, mas j&aacute; passei por quase todos estes ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o de Porto Alegre&rdquo;. <\/p>\n<p>Karnas, como &eacute; conhecido no meio profissional, come&ccedil;ou a trabalhar antes mesmo de se formar, no Jornal da Semana. Um peri&oacute;dico que, lembra ele, circulou durante poucos meses. &ldquo;O Antonio Britto Filho come&ccedil;ou comigo naquela &eacute;poca, mas eu fui ingressar mesmo com o p&eacute; direito no jornalismo na Zero Hora.&quot; O ano era 1967 e a Zero Hora ainda estava localizada na Avenida Sete de Setembro, no Centro de Porto Alegre. Foi ali que o jovem Karnas deu in&iacute;cio &agrave; carreira. <\/p>\n<p>Come&ccedil;ou como um foca, fazendo plant&atilde;o policial, e dois anos depois foi para a Folha da Manh&atilde;, na Caldas j&uacute;nior. Conforme lembra, a Folha da Manh&atilde; foi uma evolu&ccedil;&atilde;o da Folha Esportiva. Uma tentativa de fazer um jornal tabloide, mais jovem, com uma nova leitura e novo formato. &ldquo;Para isto, foi montado um pequeno grupo, com os jornalistas&nbsp;Jos&eacute; Antonio Vieira da Cunha, <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=279\">Nubia Silveira<\/a>, Laila Pinheiro, Vanderlei Soares, Florianinho Soares, <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=388\">Florian&atilde;o<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=164\">Carlos&nbsp;Urbim<\/a>. Estas pessoas, que eram comandadas pelo Capit&atilde;o Erasmo Nascentes, se tornaram o meu grupo profissional matriz&rdquo;. O grupo que trabalhou junto na Folha da Manh&atilde; come&ccedil;ou, a partir dali, a direcionar o seu perfil e destino profissional. <\/p>\n<p>Nesta &eacute;poca, Karnas fazia alguns trabalhos tamb&eacute;m na R&aacute;dio Gua&iacute;ba e era correspondente da R&aacute;dio Marconi, de S&atilde;o Paulo. O jovem mal tinha acabado de se formar em Jornalismo pela Famecos, em 1971, e j&aacute; colecionava pr&ecirc;mios de reportagem, entre eles, o Pr&ecirc;mio ARI de Jornalismo. No final de 1972, saiu da Folha da Manh&atilde; e foi trabalhar com&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=132\">Celito De Grandi<\/a> na sucursal do Correio da Manh&atilde;, do Rio de Janeiro, at&eacute; sua extin&ccedil;&atilde;o, um ano depois. L&aacute;, trabalhou com mais alguns colegas que hoje se destacam no Jornalismo, como <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=21\">Ana Am&eacute;lia Lemos<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=153\">Pol&iacute;bio Braga<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=184\">Arthur Tadeu Monteiro<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=279\">Nubia Silveira<\/a>.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Entrando no ar<\/strong><\/p>\n<p>Karnas teve passagem ainda pela TV Ga&uacute;cha e Di&aacute;rio de Not&iacute;cias, retornando para Zero Hora, em 1978. Foi quando fez um percurso dentro da RBS. Participou do lan&ccedil;amento de ZH Dominical em formato standart, um projeto que fracassou, foi pauteiro, chefe de reportagem e secret&aacute;rio de reda&ccedil;&atilde;o. &ldquo;At&eacute; que precisaram de mim na televis&atilde;o, e eu tive que entrar no ar. A partir da&iacute;, minha vida foi s&oacute; televis&atilde;o&rdquo;. <\/p>\n<p>Ap&oacute;s 10 anos na RBS TV, onde exerceu as mais diversas fun&ccedil;&otilde;es, foi trabalhar na TV Globo. &ldquo;Como fui diretor executivo por muitos anos da RBS, acabei conhecendo muita gente, formei um v&iacute;nculo muito forte com o Jornalismo da TV Globo e fui convidado para trabalhar num projeto que eles estavam desenvolvendo.&rdquo; O objetivo era formatar as emissoras afiliadas para o padr&atilde;o da Globo. A emissora fez um levantamento no Brasil diagnosticando todas as afiliadas. &ldquo;Com base neste dossi&ecirc;, que foi extremamente valioso, fui convidado para debulhar aquela papelada e informar o que percebi. A conclus&atilde;o que cheguei foi que existiam emissoras que precisavam de uma interven&ccedil;&atilde;o&rdquo;. O projeto foi articulado pela Central Globo de Apoio a Emissoras Afiliadas, que tinha sede em S&atilde;o Paulo, e estava sob o comando do Evandro Guimar&atilde;es. <\/p>\n<p>O ga&uacute;cho foi deslocado para o Norte do pa&iacute;s, para trabalhar como um interventor na Rede Amaz&ocirc;nica de Televis&atilde;o. &ldquo;Fiquei um ano morando e trabalhando em Manaus&rdquo;, recorda. Nesta ocasi&atilde;o, como tinha carta branca da Globo, acabou levando para trabalhar com ele cerca de 10 ex-colegas, de diferentes setores da RBS. &ldquo;Foi a partir deste trabalho que o padr&atilde;o Globo come&ccedil;ou a ter uma dimens&atilde;o nacional&rdquo;, acredita. <\/p>\n<p>Quando acabou seu contrato e estava se movimentando para ir morar em Florian&oacute;polis, foi convidado pela Rede Globo para inaugurar uma emissora em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos. &ldquo;Fiz minhas malas, me mudei para a cidade, e n&atilde;o sa&iacute; mais de l&aacute;&rdquo;. O desafio foi grande e o prazo para a emissora entrar no ar era de 15 dias. E como para ele, tarefa dada &eacute; tarefa cumprida, no dia 1&ordm; de outubro de 1988 a TV Globo Vale do Para&iacute;ba entrou no ar. Trabalhou por oito anos na emissora, e quando a Globo passou por uma crise em 1996, e vendeu a retransmissora, Karnas se afastou e passou a &ldquo;viver uma vida independente de empresa&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Por conta pr&oacute;pria<\/strong> <\/p>\n<p>Come&ccedil;ou a visitar ag&ecirc;ncias de publicidade e a convite de um amigo, em 1997, desenvolveu um grande portal para &aacute;rea m&eacute;dica na internet, um mailing eletr&ocirc;nico. &ldquo;Me apossei do projeto e criei o <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.medicweb.com\/\">www.medicweb.com<\/a>&rdquo;. S&oacute; que o que era para ser apenas um projeto tomou uma dimens&atilde;o t&atilde;o grande que Karnas n&atilde;o conseguiu mais dar continuidade. Ap&oacute;s oito anos, o site que sobrevivia com a venda de espa&ccedil;os publicit&aacute;rios foi deixado de lado. &ldquo;Como eu fazia tudo sozinho, foi o que me matou. Eu passava 24 horas na frente do computador e n&atilde;o tinha esta tecnologia que tem hoje, e eu n&atilde;o tinha mais vida, ent&atilde;o resolvi deixar o projeto morrer&rdquo;. <\/p>\n<p>Nesta &eacute;poca, foi convidado pelo amigo Adolfo, que fazia a tradu&ccedil;&atilde;o de publica&ccedil;&otilde;es do Departamento de Estado do Governo norte-americano, para editar e diagramar este material. Com o tempo, o amigo foi dispensado do trabalho e Karnas acabou tocando o trabalho sozinho, nas vers&otilde;es em portugu&ecirc;s e espanhol. Ao mesmo tempo, atuou como professor universit&aacute;rio na PUCRS, Unisinos e Universidade do Vale do Para&iacute;ba (Univap). E ainda trabalhou na &aacute;rea pol&iacute;tica, junto a prefeituras e funda&ccedil;&otilde;es, de Taubat&eacute; e S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Tropa da Cultura<\/strong><\/p>\n<p>O porto-alegrense nascido em 22 de novembro de 1946 conta que, como foi filho &uacute;nico at&eacute; os 10 anos, as lembran&ccedil;as da inf&acirc;ncia est&atilde;o focadas nas idas &agrave; igreja com a m&atilde;e Adelina Rossi Karnas. O pai, o comerciante Carlos Pedro, era quem o acompanhava at&eacute; a porta da escola, e foi l&aacute; no Col&eacute;gio S&atilde;o Pedro que conheceu o hoje escritor ga&uacute;cho Jo&atilde;o Gilberto Noll. &ldquo;Meu irm&atilde;o Jos&eacute; Luis nasceu quando eu tinha 10 anos, ent&atilde;o, recordo mesmo &eacute; do Jo&atilde;o, e desta conviv&ecirc;ncia, ali no Bairro Floresta, ajudou na minha forma&ccedil;&atilde;o intelectual e pol&iacute;tica&rdquo;. <\/p>\n<p>Casado h&aacute; 39 anos com a psicanalista S&ocirc;nia Mara, lembra como foi o dia do casamento. &ldquo;Eu sa&iacute; da Folha da Manh&atilde; e minha mulher, que fazia Psicologia na PUC, saiu da faculdade direto para o cart&oacute;rio. Os padrinhos foram os colegas do jornal e eu nem pude acompanhar minha esposa at&eacute; em casa na volta. Casei e fui direto para a PUC realizar duas provas. S&oacute; depois quando voltei &eacute; que fomos jantar e fizemos nossa lua de mel no apartamento que t&iacute;nhamos comprado no Centro&rdquo;. <\/p>\n<p>Da uni&atilde;o nasceram Fab&iacute;ola, 35, dedicada ao teatro e professora de Yoga em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos; Cristiano, 33, ator, dan&ccedil;arino e m&uacute;sico, que vive e atua em S&atilde;o Paulo; Larissa, 30, que &eacute; comerciante e vive em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos; e Luciano, 28, artista grafiteiro, que atua na Funda&ccedil;&atilde;o Cultural de Ca&ccedil;apava. O casal tamb&eacute;m adotou Sandro, 40, que mora no Rio e &eacute; ator. &quot;Ou seja, a tropa toda seguiu o caminho da&nbsp;cultura, arte&nbsp;e espet&aacute;culos, com exce&ccedil;&atilde;o da Larissa&quot;, explica. A fam&iacute;lia se completa com os netos, filhos de Fab&iacute;ola, Matheus, Rafael, Bruno e Gabriel, todos entre 15 e 11 anos, al&eacute;m de Arthur, 10, filho da Larissa.&nbsp; <\/p>\n<p>Desde 2005, Karnas vive no S&iacute;tio da Mata Pequena, Vale da Para&iacute;ba, na cidade de Ca&ccedil;apava, em S&atilde;o Paulo. &ldquo;Moro completamente sozinho, no alto de um morro, num dos lugares mais altos da regi&atilde;o&rdquo;, revela. A esposa continua em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, e a fam&iacute;lia acaba se encontrando mesmo nos finais de semana. &ldquo;No meu s&iacute;tio eu tenho uma floresta, um resqu&iacute;cio de Mata Atl&acirc;ntica totalmente preservada, e &eacute; l&aacute; que me sinto bem e gosto de ficar&rdquo;, diz.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Um quarto de mil<\/strong><\/p>\n<p>O jornalista diz que se considera um tremendo pregui&ccedil;oso, que n&atilde;o tem vontade de sair de casa. &ldquo;Eu gosto da porteira do meu s&iacute;tio para dentro. Quando quero assistir algum dos filmes de drama ou policial, que s&atilde;o meus preferidos, vou at&eacute; a locadora e assisto em casa mesmo&rdquo;. Karnas confidencia que gosta muito de m&uacute;sica, sem ter prefer&ecirc;ncia por algum g&ecirc;nero. &ldquo;A m&uacute;sica tem que bater no ouvido, arrepiar e me encantar&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>H&aacute; seis anos tem, em sociedade com um cunhado, uma F&aacute;brica de M&oacute;veis, e agora uma construtora, em Porto Alegre. O que faz com que tenha que voltar com frequ&ecirc;ncia para a terra natal. Atualmente, tamb&eacute;m se dedica &agrave; literatura. Escreveu em 2009, e lan&ccedil;ou em fevereiro deste ano, o livro de contos &lsquo;Um Quarto de Mil&rsquo;, com textos ficcionais breves de exatas 250 palavras, que ter&aacute; sess&atilde;o de aut&oacute;grafos na Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro. A ideia para escrever a obra teve influ&ecirc;ncia de Jo&atilde;o Gilberto Noll, que lan&ccedil;ou em 2003 o livro &lsquo;M&iacute;nimos M&uacute;ltiplos Comuns&rsquo;, composto de pequenos textos de cerca de 130 palavras. &ldquo;Achei t&atilde;o interessante, que quando eu comecei a escrever os contos, lembrei do livro do Noll. A partir do meu primeiro texto, que tinha 250 palavras, passei a escrever os outros contos com o mesmo n&uacute;mero. E como 250 &eacute; um quarto de mil, ficou sendo este o nome da obra&rdquo;. <\/p>\n<p>No <a href=\"http:\/\/www.carloskarnas.com.br\/index.htm\">blog<\/a> criado para a publica&ccedil;&atilde;o, Karnas faz um convite ao leitor: &ldquo;Leia o que escrevo e saiba das minhas fantasias, dos meus del&iacute;rios, das imagens que proponho e daquilo que produzo. Voc&ecirc; poder&aacute; gostar ou n&atilde;o, mas em algum momento voc&ecirc; vai parar e pensar. &Eacute; o que basta&rdquo;.<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil432.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Patr&iacute;cia Castro O cen&aacute;rio escolhido para a entrevista foi ideal, a Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. No ambiente em que reinam a arte e a cultura, foi poss&iacute;vel perceber de longe que o jornalista Carlos Fernando Karnas tem muita intimidade com o local. 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