{"id":16339,"date":"2011-07-15T00:00:00","date_gmt":"2011-07-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/a-voz-da-madrugada\/"},"modified":"2011-07-15T00:00:00","modified_gmt":"2011-07-15T03:00:00","slug":"a-voz-da-madrugada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/a-voz-da-madrugada\/","title":{"rendered":"Jayme Copstein: A voz da madrugada"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Poti Silveira Campos<\/em><br \/>Durante duas d&eacute;cadas, os acordes de Heaven Can Wait, composi&ccedil;&atilde;o de Dave Grusin para o filme hom&ocirc;nimo &ndash; no Brasil, O C&eacute;u Pode Esperar, de Warren Beatty e Buck Henry, de 1978 &ndash; constitu&iacute;ram marca registrada de um dos programas de maior audi&ecirc;ncia da R&aacute;dio Ga&uacute;cha. No comando do microfone, estava o jornalista Jayme Copstein, hoje com 83 anos. O programa &ndash; Ga&uacute;cha na Madrugada &ndash; inovou o que era oferecido pelo r&aacute;dio no Estado naquele hor&aacute;rio e representou um momento marcante na carreira do profissional. Hoje, afastado da latinha &ndash; ele se diz &ldquo;desempregado&rdquo; &ndash;, Jayme ainda esbanja vitalidade e a mesma espirituosidade que tanto agradava os ouvintes. Desempregado ou n&atilde;o, segue jornalista: &ldquo;Nasci jornalista. Vou morrer jornalista e, se ressuscitar, ressuscitarei jornalista&rdquo;.<br \/>Jayme quase nasceu jornalista, mesmo. Quase, mas come&ccedil;ou cedo, aos 15 anos, em A Gazeta da Tarde, di&aacute;rio de quatro p&aacute;ginas e tiragem de 300 exemplares, em Rio Grande. Ele havia vencido um concurso de reda&ccedil;&atilde;o na escola. O trabalho foi publicado no jornal O Tempo, tamb&eacute;m de Rio Grande, para chamar a aten&ccedil;&atilde;o, contudo, do Major Raul Barl&eacute;m, o chef&atilde;o em A Gazeta da Tarde. &ldquo;Era chamado assim n&atilde;o por posto militar, mas pelo sentido em latim. Major &eacute; maior, em latim. Ele era o maioral&rdquo;, explica Jayme. Al&eacute;m do jornal, Jayme se dedicava &agrave; R&aacute;dio Cultura Riograndina, a primeira emissora estabelecida naquele munic&iacute;pio.<br \/>Rio Grande &eacute; tamb&eacute;m a terra natal. Jayme veio ao mundo no dia 7 de janeiro de 1928, filho do imigrante mold&aacute;vio Bernardo Copstein e de L&eacute;a. Bernardo e L&eacute;a eram primos. Antes de Jayme, tiveram Rafael, professor aposentado da Ufrgs, hoje com 85 anos. Casado com Maria, o jornalista &eacute; vi&uacute;vo desde 2005. &Eacute; pai de L&eacute;a, Lucy e Leslie, av&ocirc; de Berenice, Bruna, Joyce, L&iacute;dice e Alicia e bisav&ocirc; de Lucas. Mora sozinho &ndash; mas n&atilde;o solit&aacute;rio &ndash; em um confort&aacute;vel apartamento na Rua Reis Louzada, no Bairro Petr&oacute;polis, em Porto Alegre.<br \/><strong>Diploma obrigat&oacute;rio<\/strong><br \/>Jayme chegou adolescente &agrave; capital ga&uacute;cha. Aos 17 anos, foi trabalhar na R&aacute;dio Farroupilha. Primeiro, redator de publicidade. Depois, redator art&iacute;stico &ndash; ou seja, redigia roteiros e di&aacute;logos de programas da emissora. Em casa, no entanto, enfrentava a oposi&ccedil;&atilde;o do pai. &ldquo;Ele n&atilde;o gostava que eu fosse jornalista&rdquo;, diz Jayme. Bernardo encarava a profiss&atilde;o do filho como coisa de vagabundos e de b&ecirc;bados. Jayme descobriu cedo a obrigatoriedade do diploma: &ldquo;Em raz&atilde;o da coa&ccedil;&atilde;o familiar, tive de fazer um curso universit&aacute;rio&rdquo;. Escolheu o mais breve na &eacute;poca &ndash; Odontologia &ndash; e ficou chateado que o tempo de forma&ccedil;&atilde;o havia sido aumentado em um ano justamente quando ingressou na faculdade.<br \/>O profissional rec&eacute;m-formado&nbsp;retornou para Rio Grande e exerceu Odontologia e Jornalismo, simultaneamente, durante 10 anos. &ldquo;Era uma mistura que n&atilde;o dava certo. O meu horizonte de dentista n&atilde;o ia al&eacute;m do c&eacute;u da boca.&rdquo; Em 1959, voltou para Porto Alegre. Em 1960, estava novamente na R&aacute;dio Farroupilha, mas ficou pouco tempo ali, pois em seguida ingressou na reda&ccedil;&atilde;o do Di&aacute;rio de Not&iacute;cias, a convite do chefe de reportagem, Floriano Corr&ecirc;a. Foi o in&iacute;cio de uma longa temporada em ve&iacute;culos impressos. Sete anos no Di&aacute;rio de Not&iacute;cias; depois, 16 no Correio do Povo, entre 1968 e 1984; e, finalmente, menos de um ano no Jornal do Com&eacute;rcio. A partir de 1985, o r&aacute;dio retornaria &agrave; vida do jornalista.<br \/>Desta vez, o convite partira de Fl&aacute;vio Alcaraz Gomes, que havia se tornado gerente-executivo da R&aacute;dio Ga&uacute;cha. Jayme era editor-chefe do Jornal do Com&eacute;rcio. Fl&aacute;vio propusera que ele assumisse o hor&aacute;rio da meia-noite &agrave;s 3h na Ga&uacute;cha, reapresentando as principais entrevistas do dia, com coment&aacute;rios pr&oacute;prios junto aos trechos editados. Jayme havia aceitado o convite, mas, antes de entrar no ar com o programa que iria transformar a madrugada no dial ga&uacute;cho, teria de enfrentar um pequeno desafio: conquistar alguma intimidade com o microfone.<br \/><strong>Deu branco<\/strong><br \/>Sua&nbsp;&uacute;nica experi&ecirc;ncia&nbsp;com locu&ccedil;&atilde;o deixava a desejar. Havia sido em 1948, no programa A Dan&ccedil;a da Vida, em que o personagem por ele interpretado &ndash; um brigadiano &ndash; teria um r&aacute;pido di&aacute;logo com o personagem de C&acirc;ndido Norberto &ndash; um delegado de pol&iacute;cia. &ldquo;Doutor delegado, o cad&aacute;ver est&aacute; na sala&rdquo;, era tudo que Jayme deveria dizer. Ainda assim, deu problema. &ldquo;A voz n&atilde;o saiu&rdquo;, conta. Ou seja, deu branco. Travou. Saiu o &ldquo;doutor delegado&rdquo; e era isso. Foi salvo por C&acirc;ndido Norberto, que teve presen&ccedil;a de esp&iacute;rito: &ldquo;J&aacute; sei, o cad&aacute;ver est&aacute; na sala&rdquo;.<br \/>Sem experi&ecirc;ncia no microfone, Jayme, contudo, refletia sobre o programa que iria comandar na Ga&uacute;cha. Lembrou-se de um artigo do dramaturgo alem&atilde;o Bertolt Brecht. &ldquo;Ele dizia que o r&aacute;dio deveria ser um ve&iacute;culo de duas m&atilde;os&rdquo;, explica. Em 1985, quando a Internet sequer existia, Jayme deu in&iacute;cio a uma experi&ecirc;ncia de verdadeira interatividade na emissora da RBS. Os microfones estariam abertos aos ouvintes, por meio de duas linhas telef&ocirc;nicas. Ga&uacute;cha na Madrugada foi ao ar no dia 4 de fevereiro de 1985. O m&uacute;sico Wladimir Lattuada havia escolhido a trilha sonora. O operador era Glademir Menezes. A arquitetura do programa ficou a cargo de D&eacute;lcio de Souza.<br \/>A exemplo do que havia ocorrido em 1948, a estreia quase resultou em desastre. Deu branco novamente. Jayme foi conduzindo o programa do jeito que dava, lan&ccedil;ando m&atilde;o das entrevistas, dos telefonemas dos ouvintes &ndash; cujo teor, naquela primeira noite, era bem fraco &ndash; e de intervalos comerciais. &ldquo;Sa&iacute; da r&aacute;dio e fui caminhando pela Avenida Ipiranga, &agrave;s 3h. Como &eacute; que eu havia me metido numa encrenca daquelas? Se eu fosse diretor da r&aacute;dio, teria me demitido na hora&rdquo;, relembra. No outro dia, chegou &agrave; emissora convicto de que estava no olho da rua. &ldquo;Tiraram o programa do ar?&rdquo;, perguntou a Glademir. &ldquo;N&atilde;o, por que fariam isso?&rdquo;, respondeu o colega. Dezenove anos se passariam antes de Jayme sair do ar.<br \/><strong>Interesse de todos<\/strong><br \/>O jornalista logo percebeu que os ouvintes estavam pouco ou nada interessados na reprise, ainda que editada e comentada, das entrevistas do dia da R&aacute;dio Ga&uacute;cha. As pessoas queriam, sim, falar sobre assuntos mais pr&oacute;ximos, fossem temas s&eacute;rios ou um tanto estapaf&uacute;rdios como, por exemplo, reconhecer a f&ecirc;mea do quero-quero. Especialistas come&ccedil;aram a ser convidados para colaborar com o programa e com os ouvintes sobre direitos do consumidor, previd&ecirc;ncia e sistema financeiro de habita&ccedil;&atilde;o. A audi&ecirc;ncia crescia a cada dia. Ou melhor, a cada madrugada.<br \/>O crescimento da audi&ecirc;ncia tamb&eacute;m determinou o surgimento de um personagem importante em Ga&uacute;cha na Madrugada. Seguidamente, o telefone tocava para dar espa&ccedil;o a ouvintes, digamos, constrangedores. &ldquo;Eu precisava criar um elemento que servisse para tirar esse tipo de coisa do ar&rdquo;, diz Jayme. Foi pesquisar nos arquivos da r&aacute;dio e encontrou o grasnar de um pato, utilizado em um antigo programa de calouros da R&aacute;dio Nacional, do Rio de Janeiro &ndash; A Hora do Pato. Surgia O Pato. &ldquo;O cara pisava na bola, levava o (grasnar do) pato&rdquo;, relata. Com o tempo, Jayme passou a conversar com o Pato. A ave tornou-se uma esp&eacute;cie de comentarista. &ldquo;No final, eu era o subapresentador do programa. O apresentador era o Pato&rdquo;, brinca Jayme.<br \/>Em 1995, com a forma&ccedil;&atilde;o da Rede Ga&uacute;cha Sat, o programa torna-se nacional e passa a se chamar Brasil na Madrugada. No mesmo ano, Jayme recebe a Medalha de Prata no Festival Internacional de R&aacute;dio de Nova York, na categoria Melhor Hist&oacute;ria de Interesse Humano, com o trabalho Mem&oacute;rias de um Menino de Rua, narrando a trajet&oacute;ria do economista Carlos Nelson dos Reis, de acordo com registro de Luiz Artur Ferrareto. Em 2004, Jayme deixou o comando do programa, tornando-se comentarista da R&aacute;dio Ga&uacute;cha. A rela&ccedil;&atilde;o com a RBS se estendeu at&eacute; 2007.<br \/><strong>Livro e viagem<\/strong><br \/>Somado &agrave;s experi&ecirc;ncias em r&aacute;dio e jornal, Jayme tem o talento registrado tamb&eacute;m em livros. Em 1997, havia lan&ccedil;ado Notas Curiosas da Esp&eacute;cie Humana, pela AGE. Em 2008, &eacute; a vez de &Oacute;pera dos Vivos, pela Canad&aacute; Editora, com hist&oacute;rias do Jornalismo. Depois disso,&nbsp;vai trabalhar na R&aacute;dio Pampa, com o Programa Pared&atilde;o, e assinando ainda uma coluna em O Sul. A passagem &eacute; r&aacute;pida. &ldquo;O programa n&atilde;o decolou&rdquo;, revela. Al&eacute;m disso, Jayme pretendia viajar. Queria visitar a filha que reside no Canad&aacute;, viagem que ocorreu em 2010. &ldquo;Eu n&atilde;o viajava desde 2005, quando estive nos Estados Unidos e em Israel. No mundo de hoje, cinco anos representa uma brutal diferen&ccedil;a&rdquo;, avalia.<br \/>No caminho para o Canad&aacute;, conhece o Centro Nacional do Livro I&iacute;diche, nos Estados Unidos, que re&uacute;ne mais de 1,5 milh&atilde;o de obras no dialeto. O i&iacute;diche est&aacute; no centro das aten&ccedil;&otilde;es da produ&ccedil;&atilde;o liter&aacute;ria do momento de Jayme. &ldquo;Estou escrevendo um livro sobre assuntos judaicos&rdquo;, afirma. Ele trabalha pela manh&atilde;, em um pequeno escrit&oacute;rio dentro do pr&oacute;prio apartamento. Sobre a mesa, junto ao computador, dispositivos m&oacute;veis de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o. Nas estantes, livros e mais livros. &ldquo;&Eacute; minha terceira biblioteca&rdquo;, diz, explicando que as&nbsp;outras duas foram vendidas.<br \/>Mas os livros sempre ressurgem, acompanhando a produ&ccedil;&atilde;o incans&aacute;vel de Jayme. Isto inclui dois livros de cr&ocirc;nicas prontos para edi&ccedil;&atilde;o. Um deles, re&uacute;ne cr&ocirc;nicas publicadas em Coletiva.net. Outro, intitulado Os Piratas dos Sete Bares, hist&oacute;rias de mesa de bar &ndash; livros que, certamente, dar&atilde;o continuidade &agrave;s narrativas encantadoras de Jayme Copstein.<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil469.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Poti Silveira CamposDurante duas d&eacute;cadas, os acordes de Heaven Can Wait, composi&ccedil;&atilde;o de Dave Grusin para o filme hom&ocirc;nimo &ndash; no Brasil, O C&eacute;u Pode Esperar, de Warren Beatty e Buck Henry, de 1978 &ndash; constitu&iacute;ram marca registrada de um dos programas de maior audi&ecirc;ncia da R&aacute;dio Ga&uacute;cha. 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