{"id":16386,"date":"2012-01-06T00:00:00","date_gmt":"2012-01-06T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/sangue-de-reporter\/"},"modified":"2012-01-06T00:00:00","modified_gmt":"2012-01-06T02:00:00","slug":"sangue-de-reporter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/sangue-de-reporter\/","title":{"rendered":"Luciana Kraemer: Sangue de rep\u00f3rter"},"content":{"rendered":"<p><em>Por M&aacute;rcia Farias<\/em><br \/>Desde o tempo do col&eacute;gio, ela pensava em fazer duas coisas: escrever e atuar com direitos e causas sociais. Conseguiu. Hoje, Luciana Kraemer &eacute; professora do curso de Jornalismo em duas institui&ccedil;&otilde;es e diretora da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Logo no come&ccedil;o da conversa, faz diversas perguntas, indaga&ccedil;&otilde;es e observa&ccedil;&otilde;es. Curiosa, n&atilde;o esconde o velho tino de uma rep&oacute;rter que atuou por quase 15 anos no Grupo RBS. Poucos minutos s&atilde;o suficientes para perceber que L&uacute;, como &eacute; chamada pelos amigos, &eacute; apaixonada por contar fatos e que, hoje dedicada exclusivamente &agrave; vida acad&ecirc;mica, sente falta de ouvir e transmitir hist&oacute;rias.<br \/>O encontro &eacute; acompanhado atentamente pela filha mais velha, Nina, de 7 anos, a quem beija e abra&ccedil;a com frequ&ecirc;ncia. Carinhosa, a jornalista se divide em lembrar sua trajet&oacute;ria e n&atilde;o desviar aten&ccedil;&atilde;o da pequena, e logo avisa: &ldquo;Vamos aproveitar, porque logo chega um furac&atilde;o chamado Dora&rdquo;. A brincadeira faz refer&ecirc;ncia &agrave; filha mais nova, Dora, de 2 anos. A prole &eacute; fruto do casamento de oito anos com o diretor comercial Fernando Alano, para quem L&uacute; derrete-se: &ldquo;Sou superf&atilde; dele. &Eacute; um cara que celebra muito a vida, o nosso relacionamento, as filhas, o trabalho. &Eacute; algu&eacute;m que vibra muito.&rdquo; Resumir a fam&iacute;lia? &ldquo;&Eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o de um sonho.&rdquo;<br \/>A filha mais velha do m&eacute;dico Raul e da bacharel em Direito Zulma Dagmar tem diversas lembran&ccedil;as da inf&acirc;ncia. Entre acampamentos, pescarias e praias, as recorda&ccedil;&otilde;es sempre remetem &agrave;s coisas mais simples. &ldquo;Parec&iacute;amos estar mais perto das coisas que n&atilde;o precisam ser compradas&rdquo;, reflete. Atualmente, al&eacute;m de todos os programas familiares, livros de grandes reportagens, black music e viagens tamb&eacute;m a animam bastante.<br \/>Considerando a exig&ecirc;ncia como o seu pior defeito mas sua principal qualidade, ela n&atilde;o se imagina em outra profiss&atilde;o: &ldquo;Ou eu seria jornalista, ou professora de Jornalismo&rdquo;, brinca. Para se autodefinir, L&uacute; &eacute; enf&aacute;tica: &ldquo;Sou a m&atilde;e da Nina e da Dora, e isso me resume&rdquo;.<br \/><strong>A escolha pelo Jornalismo<\/strong><br \/>A certeza de ser jornalista teve uma inspira&ccedil;&atilde;o chamada Maria do Carmo Bueno, na &eacute;poca, apresentadora do Jornal do Almo&ccedil;o (hoje, &agrave; frente do programa Gua&iacute;ba Revista, da Record RS). &ldquo;A entrevista era um instrumento muito forte dentro do Jornalismo. A gente se sentia muito envolvido por um bom papo e ela fazia isso como ningu&eacute;m.&rdquo; Al&eacute;m disso, durante a adolesc&ecirc;ncia, L&uacute; era levada pela m&atilde;e &agrave; Assembleia Legislativa para assistir &ldquo;performances maravilhosas de alguns pol&iacute;ticos, em plena era de redemocratiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Todo este movimento hist&oacute;rico foi acompanhado pela m&iacute;dia e fez com que ela o vivesse bem de perto. &ldquo;Acompanh&aacute;vamos tudo pela imprensa&rdquo;, lembra.<br \/>A admira&ccedil;&atilde;o por Maria do Carmo, o dom de ouvir e contar hist&oacute;rias e a proximidade com situa&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e sociais tra&ccedil;aram nela uma escolha natural pelo Jornalismo. Por outro lado, a televis&atilde;o era algo muito distante das suas prefer&ecirc;ncias, pois se considerava t&iacute;mida para o v&iacute;deo e sempre achou que seria rep&oacute;rter de jornal impresso.<br \/><strong>TV, a&iacute; vou eu<\/strong><br \/>A primeira experi&ecirc;ncia ap&oacute;s a forma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi em impresso, nem em TV. Em 1992, Luciana iniciou como assessora de imprensa, atendendo ao primeiro policial militar a candidatar-se a um cargo p&uacute;blico, o vereador Jos&eacute; Gomes (PT). A fun&ccedil;&atilde;o estava longe do que ela pensava, mas a causa era familiar: lutar por algum direito da sociedade. &ldquo;Claro que quer&iacute;amos mostrar um outro lado de policial, especialmente por ele ser de esquerda, mas o principal desafio era lutar por seguran&ccedil;a p&uacute;blica mais qualificada&rdquo;, explica, salientando que foi &ldquo;uma grande experi&ecirc;ncia&rdquo;.<br \/>N&atilde;o demorou para perceber que, apesar do aprendizado, sua voca&ccedil;&atilde;o ainda estava por vir. Sem qualquer ambi&ccedil;&atilde;o, L&uacute; enviou curr&iacute;culo para RBS TV de Pelotas, onde morava, e foi chamada para cobrir f&eacute;rias na reportagem. Um m&ecirc;s e meio de experi&ecirc;ncia, o conhecimento de que a TVCOM estava iniciando atividades e &ldquo;uma cara de pau sem tamanho&rdquo; foram os ingredientes necess&aacute;rios para ligar para <a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=143\">Alice Urbim<\/a>. Apesar do espanto, a diretora aceitou receber Luciana com seus v&iacute;deos em Porto Alegre. Admirada com a coragem da novata, Alice deu a chance que Luciana precisava: dividir a previs&atilde;o do tempo com Ana Luiza Engel.<br \/><strong>Alcance nacional<\/strong><br \/>N&atilde;o satisfeita e ficar com uma fun&ccedil;&atilde;o apenas, a jornalista passou a pedir para fazer reportagens no turno inverso. A primeira oportunidade no Jornal do Almo&ccedil;o foi apenas mais uma chance pois, depois dessa, tornou-se rep&oacute;rter de Cultura ao lado de Regina Lima na atra&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Era uma &eacute;poca muito boa. T&iacute;nhamos muitos shows internacionais vindo para o Estado&rdquo;, lembra, contando tamb&eacute;m que foi para a Venezuela entrevistar ningu&eacute;m menos do que o tenor Luciano Pavarotti. Ainda teve Roberto Carlos, Fito Paez, entre outras celebridades culturais.<br \/>Quase dois anos foi o tempo para chegar &agrave; decis&atilde;o de ir para o hard news &#8211; express&atilde;o que designa uma linha editorial especializada em not&iacute;cias e coberturas mais complexas &ndash; ou para &ldquo;o buraco de rua&rdquo;, como chama. Veio o convite de produzir para o Jornal do Globo, apresentado ainda por Lilian Witte Fibe, algu&eacute;m que, segundo L&uacute;, gostava de mat&eacute;rias mais consistentes, especialmente ligadas &agrave; pol&iacute;tica e economia. Foi o primeiro passo para tornar-se Rep&oacute;rter de Rede, cargo que permitia produzir mat&eacute;rias para o Jornal Nacional, o Bom Dia Brasil, o Jornal Hoje, entre outras atra&ccedil;&otilde;es globais.<br \/><strong>Vida acad&ecirc;mica<\/strong><br \/>Ela acredita que reportagem &eacute; um trabalho muito intenso, que resulta em tens&atilde;o e uma carga muito pesada, o que acaba dificultando a dedica&ccedil;&atilde;o a outras atividades, como os estudos, por exemplo. Para n&atilde;o perder o h&aacute;bito de se especializar, cursou Mestrado em Ci&ecirc;ncias Sociais, o que a deixou apta a lecionar em faculdades. &ldquo;Na reportagem, a gente escuta muito mais do que fala e, na sala de aula, precisamos falar mais. Poder estudar, pensar e refletir novos temas sempre foi o que mais mexeu comigo. Ainda me sinto muito mais aluna&rdquo;, analisa.<br \/>O convite para lecionar no IPA chegou t&atilde;o logo o t&eacute;rmino do Mestrado e, n&atilde;o demorou, veio o da Unisinos. A rotina passou a ser mais fren&eacute;tica do que nunca. Trabalhava na RBS no turno da manh&atilde; (que se inicia &agrave;s 5h30), tinha a Nina ainda beb&ecirc; e dava aulas &agrave; noite. N&atilde;o bastasse, veio a segunda gravidez. A gesta&ccedil;&atilde;o da filha mais velha j&aacute; havia sido delicada, ou seja, nada de correr riscos dessa vez. Como? Chegara o momento da escolha: permanecia na TV ou investia na carreira universit&aacute;ria. &ldquo;Foi uma decis&atilde;o muito pautada pela sa&uacute;de. Pensei muito, com bastante tempo, foi uma decis&atilde;o do&iacute;da, dif&iacute;cil, mas quando sa&iacute; estava convicta&rdquo;, garante.<br \/>Depois de 14 anos de Grupo RBS &ndash; sendo 10 dedicados &agrave; Globo &ndash; , a televis&atilde;o perdeu uma rep&oacute;rter consolidada, mas a academia ganhou uma professora exclusivamente dedicada a ensinar. &ldquo;Acompanhar as novas gera&ccedil;&otilde;es, perceber que cada aluno tem sua maneira de aprender, v&ecirc;-los seguindo suas carreiras e se tornando meus colegas. Tudo isso me enche de orgulho.&rdquo;<br \/>Como j&aacute; era de se esperar, a jornalista n&atilde;o ficaria muito tempo com apenas uma atividade. Diretora da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ela foi convidada para integrar a entidade a convite de Giovanni Grizotti. Honrada, L&uacute; pensou que o tipo de reportagem produzida pelo colega n&atilde;o era o que ela se identificava, mas ouviu dele que &ldquo;Jornalismo investigativo &eacute; a pr&aacute;tica de pesquisar um assunto de forma mais completa&rdquo;. O argumento a convenceu e, hoje, o discurso de Luciana sobre o tema &eacute; outro: &ldquo;Tudo pode ser investigado. At&eacute; uma mat&eacute;ria esportiva pode ter t&eacute;cnicas do Jornalismo investigativo&rdquo;.<br \/><strong>Clarice, algu&eacute;m especial<\/strong><br \/>O ano era 1998 e o ve&iacute;culo era o Jornal do Almo&ccedil;o. Luciana produziu uma mat&eacute;ria com uma menina chamada Clarice que tinha uma capacidade muito grande de contar hist&oacute;rias, mas com algumas dificuldades motoras e uma sa&uacute;de fr&aacute;gil. Quatro anos depois da reportagem veicular tamb&eacute;m no Jornal Hoje, ela recebeu uma liga&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e de Clarice. Adorando o retorno, a primeira pergunta foi como a filha estava e a resposta chocou: &ldquo;A Clarice partiu.&rdquo; Passado o impacto, dona Neidi prosseguiu contando que ela e o marido haviam encontrado uma obra-prima ap&oacute;s seu falecimento: a menina tinha deixado tr&ecirc;s livros escritos, e eles resolveram public&aacute;-los.<br \/>A liga&ccedil;&atilde;o era um pedido para uma segunda mat&eacute;ria, pois acreditavam que Clarice gostaria disso, caso ainda estivesse viva. Luciana n&atilde;o pensou duas vezes, mas confessou que foi dif&iacute;cil retornar ao quarto dela, deixado exatamente como era quando da primeira reportagem. A constru&ccedil;&atilde;o foi feita de tr&aacute;s para frente e, s&oacute; ao final, a rep&oacute;rter contava que Clarice havia falecido. &ldquo;Era uma hist&oacute;ria de vida e n&atilde;o de morte&rdquo;, explica.<br \/>O resultado da hist&oacute;ria n&atilde;o poderia ser outro: a produ&ccedil;&atilde;o foi reconhecida com um Pr&ecirc;mio ARI de Jornalismo. Na entrega, L&uacute; convidou dona Neidi e o marido e, antes dela subir ao palco, eles lhe presentearam com um ter&ccedil;o que a menina usava. &ldquo;Guardo comigo at&eacute; hoje. Clarice est&aacute; sempre comigo&rdquo;, afirma, visivelmente emocionada. E completa: &ldquo;As mat&eacute;rias mais especiais s&atilde;o aquelas que permitem conhecer pessoas que fazem a diferen&ccedil;a. Assim, &eacute; sempre melhor.&rdquo;<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil496.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por M&aacute;rcia FariasDesde o tempo do col&eacute;gio, ela pensava em fazer duas coisas: escrever e atuar com direitos e causas sociais. Conseguiu. Hoje, Luciana Kraemer &eacute; professora do curso de Jornalismo em duas institui&ccedil;&otilde;es e diretora da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Logo no come&ccedil;o da conversa, faz diversas perguntas, indaga&ccedil;&otilde;es e observa&ccedil;&otilde;es. 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