{"id":16455,"date":"2012-09-28T00:00:00","date_gmt":"2012-09-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/palavras-intimas\/"},"modified":"2012-09-28T00:00:00","modified_gmt":"2012-09-28T03:00:00","slug":"palavras-intimas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/","title":{"rendered":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas"},"content":{"rendered":"<p><em>Por M&aacute;rcia Farias<\/em><br \/>Em um apartamento grande e aconchegante, no centro de Porto Alegre, ele guarda lembran&ccedil;as de 67 anos de vida. Algumas delas estampadas na parede, outras em estantes, algumas ainda em uma sala exclusiva. Trata-se de quadros, fotografias, discos, livros e pr&ecirc;mios de Liberato Vieira da Cunha, homem de ar sereno, mas com um humor que permite piadas e sorrisos constantes. Certa dificuldade de locomo&ccedil;&atilde;o n&atilde;o o impede de mostrar a biblioteca particular, espa&ccedil;o que agrega mais de 5 mil livros. No mesmo local, Liberato guarda uma m&aacute;quina de escrever &ndash; que pertencia ao pai, de quem herdou uma discoteca com mais de 100 discos. Na sala, tamb&eacute;m exibe diversas premia&ccedil;&otilde;es: ARI de Jornalismo, A&ccedil;orianos de Literatura, Negrinho do Pastoreio e at&eacute; uma medalha francesa, a qual, explica, &eacute; equivalente ao t&iacute;tulo ingl&ecirc;s de Sir.<br \/>O jornalista vive de lembran&ccedil;as, mas tamb&eacute;m pudera, s&atilde;o muitas. A fam&iacute;lia est&aacute; espalhada em diversos porta-retratos pelo apartamento, seja na parede, em estantes ou em mesas de canto. Natural de Cachoeira do Sul, Liberato orgulha-se ao contar que vem de uma fam&iacute;lia de jornalistas e que iniciou sua carreira na cidade natal. Fascinado por tudo que era impresso, aprendeu a ler sozinho, observando especialmente as capas de jornais e, aos 14 anos, trocava as f&eacute;rias escolares pela produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias para o Jornal do Povo.<br \/>Quando tinha 11 anos, recebeu o impacto da morte prematura dos pais, em acidente a&eacute;reo ocorrido em Bag&eacute;. Era abril de 1957, e Liberato pai, secret&aacute;rio de Educa&ccedil;&atilde;o do governo estadual, viajava com a esposa Jenny em um v&ocirc;o de carreira da Varig. O golpe obrigou o menino a amadurecer muito r&aacute;pido. Mesmo reconhecendo a saudade, diz que prefere guardar apenas as boas lembran&ccedil;as, que s&atilde;o muitas, do tempo em que p&ocirc;de conviver com eles. &ldquo;A grande heran&ccedil;a que eles me deixaram foi o amor pelas artes, seja Literatura, M&uacute;sica, Cinema ou Pintura&rdquo;, conta. Mais velho de uma prole de quatro, mant&eacute;m uma grande amizade com os irm&atilde;os: a professora universit&aacute;ria Miriam e o artista pl&aacute;stico Eduardo, assim como foi com a jornalista Maria Bernadete, que faleceu aos 30 anos.<br \/><strong>Gratas experi&ecirc;ncias<\/strong><br \/>Liberato consolidou sua carreira basicamente nos dois jornais de maior circula&ccedil;&atilde;o de Porto Alegre, Correio do Povo e Zero Hora. No primeiro, foram 15 anos, ainda quando o di&aacute;rio pertencia ao hoje extinto grupo Caldas J&uacute;nior. Mas &eacute; o extinto Di&aacute;rio de Not&iacute;cias, onde come&ccedil;ou, que credita ser &ldquo;uma verdadeira escola&rdquo;. Come&ccedil;ou como copydesk e fazia reportagens especiais para as edi&ccedil;&otilde;es de domingo, no Segundo Caderno &ndash; geralmente, a capa e a contracapa ficavam por conta dele. &ldquo;Era interessante, pois tudo tinha que surgir da minha cabe&ccedil;a. Na &eacute;poca, n&atilde;o existia a figura do pauteiro.&rdquo; Tamb&eacute;m foi redator, subsecret&aacute;rio de reda&ccedil;&atilde;o, secret&aacute;rio de reda&ccedil;&atilde;o, secret&aacute;rio gr&aacute;fico, editorialista e editor nacional.<br \/>Foi no Correio do Povo que Liberato diz ter enfrentado o maior desafio da carreira, no final da d&eacute;cada de 1960. Era uma ter&ccedil;a-feira, quando o propriet&aacute;rio Breno Caldas o chamou para dizer que queria criar um caderno dominical de 16 p&aacute;ginas, com reportagens de variedades (p&aacute;ginas femininas, infantil, entre outras). &ldquo;Aceitei na hora e perguntei: para quando? A resposta foi: &lsquo;Para domingo, ora&rsquo;. Na sexta-feira, estava com o tal caderno fechado&rdquo;, detalha, para em seguida contar que o suplemento, chamado de Especial D, foi um sucesso espantoso entre os leitores.<br \/>Logo ap&oacute;s o fechamento do jornal, em 1984, Liberato recebeu um telefonema de Lauro Schirmer com o convite para trabalhar em Zero Hora. &ldquo;Foi uma experi&ecirc;ncia muito interessante, pois come&ccedil;amos a ter mais liberdade para escrever, j&aacute; que era &eacute;poca em que foi aberta a pol&iacute;tica do Brasil, no final da ditadura&rdquo;, lembra. E l&aacute; se foram mais 20 anos de dedica&ccedil;&atilde;o ao Jornalismo. A paix&atilde;o por escrever era t&atilde;o grande que, mesmo depois de deixar o dia a dia do jornal, permaneceu como cronista do Segundo Caderno por mais cinco anos.<br \/>Acumulou experi&ecirc;ncias tamb&eacute;m no servi&ccedil;o de imprensa da Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o de Porto Alegre, teve uma breve passagem como secret&aacute;rio de reda&ccedil;&atilde;o da Folha da Tarde, e, em paralelo &agrave;s atividades em ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o, ele ainda era funcion&aacute;rio p&uacute;blico. Foram quase 30 anos na Funda&ccedil;&atilde;o de Economia e Estat&iacute;stica (FEE), onde era respons&aacute;vel pela dissemina&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias da institui&ccedil;&atilde;o junto a ve&iacute;culos do interior do Estado.<br \/><strong>A clareza do texto<\/strong><br \/>Ao todo, s&atilde;o 10 livros publicados. Ali&aacute;s, o 11&ordm; est&aacute; pronto e trata-se do romance &lsquo;O homem que inventou a eternidade&rsquo;. Lan&ccedil;ar? Ainda n&atilde;o: &ldquo;Sem pressa para fazer isso&rdquo;, pondera. Lembra bem do primeiro lan&ccedil;amento, no qual reuniu contos e cr&ocirc;nicas j&aacute; estampados pelo Correio do Povo. &ldquo;&rsquo;Miss Falklands&rsquo; foi uma experi&ecirc;ncia muito gostosa. Praticamente todo mundo do CP escreveu sobre o meu livro&rdquo;, conta, visivelmente orgulhoso. Outra obra especial &eacute; o romance que foi considerado um dos mais importantes do Rio Grande do Sul, &lsquo;Torrentes de Santa Clara&rsquo;, ao qual n&atilde;o faltam refer&ecirc;ncias veladas &agrave; cidade natal e momentos de sua vida.<br \/>Tamb&eacute;m &eacute; da Literatura que guarda um elogio marcante. O escritor Luiz Antonio Assis Brasil levou-o &agrave;s alturas com uma cr&iacute;tica positiva ao seu romance &lsquo;O homem que colecionava manh&atilde;s&rsquo;. &ldquo;Foi incr&iacute;vel como ele entendeu todas as minhas inten&ccedil;&otilde;es e todos os meus personagens&rdquo;, comemora. A mesma obra recebeu elogios do cr&iacute;tico Wilson Martins, que publicou suas opini&otilde;es positivas no jornal O Globo. Ambos o fizeram prezar ainda mais pela clareza em seus textos. Tanto que a caracter&iacute;stica o faz, hoje, n&atilde;o gostar de leituras em que seja necess&aacute;rio se esfor&ccedil;ar para entender o que o autor quer dizer.<br \/><strong>P&eacute; na estrada<\/strong><br \/>A carreira no Jornalismo proporcionou muitas viagens, atividade pela qual &eacute; apaixonado at&eacute; hoje. A primeira vez que colocou o p&eacute; na estrada foi a convite do consulado alem&atilde;o, para acompanhar as elei&ccedil;&otilde;es parlamentares no pa&iacute;s. Depois de 15 dias de trabalho, ainda se deu ao luxo de realizar o sonho de conhecer Paris, onde permaneceu durante um m&ecirc;s inteiro. Anos depois, voltou para a Alemanha, dessa vez para realizar um curso de Jornalismo avan&ccedil;ado, em Berlim. Uma experi&ecirc;ncia de quatro meses, que o marcou pela vida toda. Conforme conta, o grupo de profissionais de 15 pa&iacute;ses iniciou como pessoas de culturas, ra&ccedil;as, l&iacute;nguas e religi&otilde;es diferentes, mas terminou como uma fam&iacute;lia de 15 irm&atilde;os.<br \/>&ldquo;Foi um per&iacute;odo que me deu a oportunidade de conhecer a forma de fazer Jornalismo na Europa e a chance de repensar a maneira como eu o fazia no Brasil&rdquo;, diz, acrescentando que as amizades foram mantidas por muitos anos e, at&eacute; hoje, recebe cartas de pessoas desse grupo. No final da d&eacute;cada de 1980, repetiu o curso. Desta vez, o Instituto Internacional de Jornalismo havia escolhido os 15 melhores alunos de todas as edi&ccedil;&otilde;es anteriores. Liberato, claro, foi um deles. Ainda voltou para o pa&iacute;s a passeio por mais duas vezes e, hoje, mant&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima com Berlim, pois diz ter se adaptado extraordinariamente bem &agrave; cultura local.<br \/>Al&eacute;m da Alemanha, a capital francesa tem espa&ccedil;o especial no cora&ccedil;&atilde;o de Liberato. Por muito tempo, foi a Paris ao menos uma vez por ano. A paix&atilde;o, ali&aacute;s, est&aacute; estampada em quadros, pendurados em diversos pontos do apartamento.<br \/><strong>Vida tranquila<\/strong><br \/>Com uma vida de aposentado, Liberato diz que tem diversas atividades tranquilas e mant&eacute;m sua rotina sempre cheia de ocupa&ccedil;&otilde;es. Separado da professora Fl&aacute;via, com quem faz quest&atilde;o de dizer que mant&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o maravilhosa, tem com ela dois filhos: o publicit&aacute;rio Marcelo Firpo e a psic&oacute;loga L&uacute;cia. A felicidade do av&ocirc;-coruja &eacute; ter por perto os tr&ecirc;s netos, &ldquo;com seus risos e vozes enchendo a casa&rdquo;. Uma das pr&aacute;ticas preferidas &eacute; a caminhada, algo que faz todos os dias, geralmente pela manh&atilde;, momentos em que devaneia pelo centro da cidade que ama. Outra felicidade, da qual diz que nunca abandonar&aacute;, &eacute; acompanhar o time do cora&ccedil;&atilde;o. Heran&ccedil;a do pai, Liberato se intitula &ldquo;colorado doente&rdquo;.<br \/>Como n&atilde;o poderia ser diferente, na lista de prazeres est&atilde;o o cinema, a m&uacute;sica e, obviamente, a leitura. Nesta &uacute;ltima, a prefer&ecirc;ncia &eacute; por t&iacute;tulos americanos, franceses e alem&atilde;es. Para ouvir, o estilo preferido &eacute; apenas um: a m&uacute;sica cl&aacute;ssica. Para assistir, entram filmes diversos, mas jamais terror ou fic&ccedil;&atilde;o, pois gosta de obras que tenham uma grande carga de humanidade. Na TV aberta, aprecia um g&ecirc;nero espec&iacute;fico: assiste a todos os telejornais do dia.<br \/><strong>Ensinamentos<\/strong><br \/>Liberato se sente um profissional muito realizado, tanto no Jornalismo como no campo da Literatura. Fez tudo que um dia sonhou que faria, garante. Ap&oacute;s a longa jornada, se tivesse que come&ccedil;ar de novo, faria tudo exatamente da mesma forma. Aos jovens, ele d&aacute; um recado: &ldquo;Jornalismo &eacute; uma profiss&atilde;o fascinante, uma escola maravilhosa para quem pretende escrever. Tenham como premissa a clareza e a precis&atilde;o nos textos. Pratiquem a arte de escrever uma senten&ccedil;a declarativa simples. Isso &eacute; fundamental para a carreira&rdquo;.<br \/>Para o jornalista, voca&ccedil;&atilde;o &eacute; uma soma de sentimentos que leva a uma dire&ccedil;&atilde;o determinada e que nos faz sentir realizados. &ldquo;&Eacute; isso que o Jornalismo e a Literatura significam pra mim&rdquo;, revela. E diz mais: &ldquo;Sou um grande sonhador, um apaixonado pelas artes e um homem com grande apetite pela vida&rdquo;.<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por M&aacute;rcia FariasEm um apartamento grande e aconchegante, no centro de Porto Alegre, ele guarda lembran&ccedil;as de 67 anos de vida. Algumas delas estampadas na parede, outras em estantes, algumas ainda em uma sala exclusiva. Trata-se de quadros, fotografias, discos, livros e pr&ecirc;mios de Liberato Vieira da Cunha, homem de ar sereno, mas com um&#8230;  <a class=\"excerpt-read-more\" href=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\" title=\"Read Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas\">Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-16455","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-perfil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Por M&aacute;rcia FariasEm um apartamento grande e aconchegante, no centro de Porto Alegre, ele guarda lembran&ccedil;as de 67 anos de vida. Algumas delas estampadas na parede, outras em estantes, algumas ainda em uma sala exclusiva. Trata-se de quadros, fotografias, discos, livros e pr&ecirc;mios de Liberato Vieira da Cunha, homem de ar sereno, mas com um... Leia mais &raquo;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Coletiva\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2012-09-28T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\"},\"author\":{\"name\":\"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/da5d40657caa1537c3d94eb8beac0449\"},\"headline\":\"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas\",\"datePublished\":\"2012-09-28T03:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\"},\"wordCount\":1899,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\",\"articleSection\":[\"Perfil\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\",\"name\":\"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\",\"datePublished\":\"2012-09-28T03:00:00+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#website\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/\",\"name\":\"Coletiva\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization\",\"name\":\"Coletiva\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/logo-coletiva.svg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/logo-coletiva.svg\",\"width\":413,\"height\":92,\"caption\":\"Coletiva\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/logo\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/da5d40657caa1537c3d94eb8beac0449\",\"name\":\"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Avatar-Redacao-125x125.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Avatar-Redacao-125x125.png\",\"caption\":\"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva\"},\"url\":\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/author\/redacao-coletiva\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva","og_description":"Por M&aacute;rcia FariasEm um apartamento grande e aconchegante, no centro de Porto Alegre, ele guarda lembran&ccedil;as de 67 anos de vida. Algumas delas estampadas na parede, outras em estantes, algumas ainda em uma sala exclusiva. Trata-se de quadros, fotografias, discos, livros e pr&ecirc;mios de Liberato Vieira da Cunha, homem de ar sereno, mas com um... Leia mais &raquo;","og_url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/","og_site_name":"Coletiva","article_published_time":"2012-09-28T03:00:00+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/"},"author":{"name":"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/da5d40657caa1537c3d94eb8beac0449"},"headline":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas","datePublished":"2012-09-28T03:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/"},"wordCount":1899,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg","articleSection":["Perfil"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/","name":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas - Coletiva","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg","datePublished":"2012-09-28T03:00:00+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#primaryimage","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg","contentUrl":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil533.jpg"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/palavras-intimas\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Liberato Vieira da Cunha : Palavras \u00edntimas"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#website","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/","name":"Coletiva","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#organization","name":"Coletiva","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/logo-coletiva.svg","contentUrl":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/logo-coletiva.svg","width":413,"height":92,"caption":"Coletiva"},"image":{"@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/da5d40657caa1537c3d94eb8beac0449","name":"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Avatar-Redacao-125x125.png","contentUrl":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Avatar-Redacao-125x125.png","caption":"Reda\u00e7\u00e3o Coletiva"},"url":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/author\/redacao-coletiva\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16455"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16455\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16455"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}