{"id":16479,"date":"2013-01-18T00:00:00","date_gmt":"2013-01-18T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/forca-para-fazer\/"},"modified":"2013-01-18T00:00:00","modified_gmt":"2013-01-18T02:00:00","slug":"forca-para-fazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/forca-para-fazer\/","title":{"rendered":"Cid Martins: For\u00e7a para fazer"},"content":{"rendered":"<p><em>Por M&aacute;rcia Farias<\/em><br \/>Os diversos pr&ecirc;mios conquistados ao longo de 42 anos de vida, sendo 15 de carreira, poderiam fazer de Cid Martins um jornalista envaidecido. Ao contr&aacute;rio disso, o rep&oacute;rter da R&aacute;dio Ga&uacute;cha mostra-se simples, humilde e, ao lado disso, convicto da profiss&atilde;o que escolheu. Formado pela Ufrgs na turma de 1997, levou sete anos para concluir a faculdade, pois sempre precisou trabalhar muito para sustentar seus custos acad&ecirc;micos. Os pais, Aelson e Ivone, segundo ele, sempre foram de classe m&eacute;dia baixa e, portanto, sua vida foi cercada de batalhas. &ldquo;Um dia meu pai me disse que tentaria me pagar um curso pr&eacute;-vestibular, mas a faculdade seria dif&iacute;cil, por isso eu precisava tentar na Ufrgs&rdquo;, recorda.<br \/>Seu Aelson trabalhava no setor de audiovisual do Col&eacute;gio Israelita e, conforme contava aos filhos, vivia fazendo hora extra. Certo dia, Cid descobriu que, na verdade, o pai trabalhava no turno da noite como seguran&ccedil;a da escola, pois precisava de renda extra para sustentar o cursinho do filho mais velho. Ap&oacute;s a descoberta, o jornalista ouviu do pai que ele se manteria nessa condi&ccedil;&atilde;o por mais quatro anos, caso ele quisesse tentar entrar na PUC. &ldquo;Aquilo ficou t&atilde;o gravado que ingressei na Federal&rdquo;, conta.<br \/>Ficou feliz ao ser apontado o jornalista mais premiado de todos os tempos da Regi&atilde;o Sul, pelo site Jornalistas &amp; Cia, mas corrige que, na lista do ranking, ainda faltaram 11 premia&ccedil;&otilde;es &ndash; o que ratifica ainda mais a posi&ccedil;&atilde;o ocupada. Quantas distin&ccedil;&otilde;es j&aacute; faturou at&eacute; hoje? Ele prefere responder com uma brincadeira: &ldquo;Faltam nove&rdquo;. O c&aacute;lculo &eacute; para chegar aos 100. Apesar do orgulho, ele pondera: &ldquo;Esses pr&ecirc;mios s&atilde;o do meu trabalho, n&atilde;o para mim. Eles n&atilde;o valer&atilde;o de nada se amanh&atilde; eu fizer uma mat&eacute;ria mal apurada&rdquo;. Faz quest&atilde;o de ressaltar que as distin&ccedil;&otilde;es n&atilde;o existiriam se n&atilde;o fossem tr&ecirc;s pessoas: <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=348\">Cezar Freitas<\/a>, <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=471\">Cyro Martins<\/a> e <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=234\">Andr&eacute; Machado<\/a>. &ldquo;Eles sempre acreditam no meu trabalho&rdquo;, agradece.<br \/><strong>Aventuras de um foca<\/strong><br \/>O ingresso no r&aacute;dio foi curioso. Estava com um colega na Fabico quando trope&ccedil;ou no elevador e derrubou alguns pap&eacute;is do amigo, entre eles, um encaminhamento para est&aacute;gio. Ao saber que a vaga era na Band, sugeriu que fosse junto. Na emissora, os entrevistadores questionaram quem poderia fazer uma mat&eacute;ria entrar no ar e Cid se prontificou. &ldquo;No final, contaram que aquilo n&atilde;o passava de uma simula&ccedil;&atilde;o, mas que a vaga era minha, pois tinha me sa&iacute;do muito bem&rdquo;, recorda.<br \/>Antes de entrar para a Band, era freelancer na revista Gool. Um dia, o diretor da publica&ccedil;&atilde;o,<a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=512\">Jos&eacute; Aveline<\/a>, o chamou para propor que fizesse a mat&eacute;ria de capa e que a revista queria uma entrevista com o Ad&iacute;lson, do Gr&ecirc;mio. &ldquo;Topei o desafio, mesmo sendo colorado e tendo dois dias para produzir&rdquo;, afirma. Correu para o Ol&iacute;mpico, mas por n&atilde;o ter credencial de imprensa teve que se esconder, pular port&atilde;o, fugir de seguran&ccedil;a, entre outras aventuras. Escondido em um lugar estrat&eacute;gico, avistou a fonte, correu em sua dire&ccedil;&atilde;o, se apresentou como rep&oacute;rter e pediu uns minutos de aten&ccedil;&atilde;o. Como a resposta foi que o jogador n&atilde;o tinha tempo para falar, Cid apelou: &ldquo;Agarrei o bra&ccedil;o dele e disse, quase implorando, &lsquo;por favor, &eacute; a primeira mat&eacute;ria que farei na minha vida, eu preciso disso&rsquo;. Ele me olhou bem nos olhos e prometeu que voltava ali em cinco minutos para falar comigo. Dito e feito. Conversamos por meia hora e eu conquistei a t&atilde;o sonhada mat&eacute;ria de capa&rdquo;, relata.<br \/><strong>Os olhos do pai<\/strong><br \/>Cobrir Assembleia Legislativa, em 1997, foi o pior momento da carreira, pois nada sabia de Pol&iacute;tica. Ent&atilde;o, come&ccedil;ou a fazer mat&eacute;ria investigativa fora do hor&aacute;rio de trabalho. Foi tamb&eacute;m nessa &eacute;poca que trabalhou no Jornal do Com&eacute;rcio, onde desempenhou diversas fun&ccedil;&otilde;es na reda&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Foi um tempo de muito trabalho, pois ficava na r&aacute;dio Band de manh&atilde;, na TV durante o hor&aacute;rio de almo&ccedil;o e de tarde no JC. N&atilde;o tinha vida social, mas eu estava prestes a comprar um apartamento e precisava de dinheiro&rdquo;, justifica. Hoje, al&eacute;m das diversas inser&ccedil;&otilde;es e mat&eacute;rias especiais que faz na R&aacute;dio Ga&uacute;cha, ainda alimenta diariamente o blog<a href=\"http:\/\/wp.clicrbs.com.br\/casodepolicia\/?topo=52,1,1,,171,e171\">Caso de Pol&iacute;cia<\/a>, inserido no site da emissora.<br \/>O motivo que faz com que Cid insista em permanecer atuando no meio tem nome e sobrenome: Aelson Martins. Em 1994, o pai ficou cego. &ldquo;Desde ent&atilde;o, prometi que n&atilde;o largaria o r&aacute;dio, pois &eacute; a forma que encontrei para que meu pai me veja um pouco a cada dia&rdquo;, emociona-se. E acrescenta: &ldquo;Ele &eacute; o meu melhor ouvinte&rdquo;. Em 2005, ganhou o pr&ecirc;mio CNT de Jornalismo e Pedro Bial era o mestre de cerim&ocirc;nias. Quando foi agraciado, contou rapidamente a hist&oacute;ria do pai e percebeu que o apresentador do Big Brother Brasil havia ficado emocionado. &ldquo;Na &eacute;poca, Bial j&aacute; estava apenas no comando do BBB. Com os olhos marejados, ele me disse: &lsquo;Que saudades de fazer Jornalismo; &eacute; por isso que vale a pena&rsquo;. Aquilo me orgulhou&rdquo;, lembra.<br \/><strong>Ser jornalista<\/strong><br \/>A escolha pelo Jornalismo foi uma sugest&atilde;o do pai. Mais de 20 anos depois de acatar a ideia, ele n&atilde;o se imagina em outra profiss&atilde;o. &ldquo;Todo mundo reclama de sal&aacute;rio, de trabalhar demais, dos perigos, mas eu uso a regra do &lsquo;ex&rsquo;: dependendo de como voc&ecirc; enxerga a situa&ccedil;&atilde;o, ela pode ser uma explora&ccedil;&atilde;o ou uma experi&ecirc;ncia&rdquo;, defende. Apesar da convic&ccedil;&atilde;o, Cid sabe que precisa ter limites e garante que se v&ecirc; primeiro como ser humano, antes de jornalista. Costuma desligar o telefone nas f&eacute;rias, por exemplo.<br \/>Os fatos que marcaram a carreira est&atilde;o relacionados &agrave; linha t&ecirc;nue entre a pessoa e o profissional. A reflex&atilde;o come&ccedil;ou em 2005, ap&oacute;s fazer uma mat&eacute;ria junto com <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/noticia_detalhe.php?idNoticia=46399\">F&aacute;bio Almeida<\/a>, na Cidade Baixa (&lsquo;O territ&oacute;rio sem lei&rsquo;), e ser assaltado. &ldquo;Comecei a pensar at&eacute; que ponto devo colocar minha vida em risco&rdquo;, afirma. Na mesma &eacute;poca, ao lado de <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/noticia_detalhe.php?idNoticia=46231\">Jocimar Farina<\/a>, Cid produziu uma mat&eacute;ria sobre os matadores de aluguel, que ningu&eacute;m acreditava existir em Porto Alegre. Quando entrevistou um deles, um ex-policial militar, confessa que teve medo: &ldquo;Sentamos e o cara colocou uma arma na mesa, inclusive exibindo que estava carregada. Queria mostrar poder&rdquo;.<br \/>Em 2010, enfrentou um dos maiores riscos, quando cobriu a invas&atilde;o da pol&iacute;cia no Morro do Alem&atilde;o, no Rio de Janeiro. Junto com<a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/perfil_detalhe.php?idPerfil=364\">Humberto Trezzi<\/a> e Rodrigo M&uuml;zzel, ficou deitado no ch&atilde;o, vendo os tiros de fuzil atingirem a parede de tr&aacute;s. Entrou ao vivo, tentando passar o que estava acontecendo. Diversas vezes permaneceu em sil&ecirc;ncio no ar, &ldquo;pois era impressionante o que estava acontecendo t&atilde;o perto&rdquo;, lembra. Ap&oacute;s tantas situa&ccedil;&otilde;es perigosas, Cid diz que, agora, pensa primeiro nos filhos. &ldquo;Minha esposa sempre me diz &lsquo;teus filhos n&atilde;o querem um her&oacute;i, apenas um pai&rsquo;. O mundo &eacute; muito grande e eu s&oacute; tenho dois bra&ccedil;os, ent&atilde;o prefiro abra&ccedil;ar meus filhos, que fazem parte desse mundo&rdquo;.<br \/><strong>Por um triz<\/strong><br \/>Em 27 de abril do ano passado, Cid se envolveu em um <a href=\"http:\/\/coletiva.net\/site\/noticia_detalhe.php?idNoticia=45275\">acidente<\/a> de carro em Farroupilha, junto com diversos colegas da imprensa. Ter a vida por um triz mexeu com o jornalista que, hoje, toma diversos cuidados. Ele evita andar muito de carro &ndash; vai a p&eacute; para o trabalho, na maioria das vezes &ndash; e l&ecirc; a b&iacute;blia com os filhos e a esposa toda quarta-feira, antes de os pequenos dormirem. &ldquo;N&atilde;o tenho religi&atilde;o definida, mas criamos esse h&aacute;bito, da&iacute; interpretamos de forma que eles possam entender. Pode ser bobagem ou at&eacute; piegas, mas &eacute; um momento em fam&iacute;lia.&rdquo;<br \/>H&aacute; quatro meses tamb&eacute;m faz ioga com a m&atilde;e, e confessa que a atividade tem ajudado no controle da adrenalina. &ldquo;Parece engra&ccedil;ado, o cara faz mat&eacute;ria investigativa, de pol&iacute;cia, com alta tens&atilde;o, mas faz ioga&rdquo;, brinca. Uma das cenas que mais marcou ap&oacute;s o acidente foi quando Jocimar Farina foi visit&aacute;-lo no hospital. &ldquo;Quando ele me viu, me abra&ccedil;ou e chorou comigo. Senti como um elogio, pois, apesar de todo o trabalho, o que vale mesmo &eacute; a parceria com os colegas.&rdquo;<br \/><strong>Seu mundo<\/strong><br \/>Cid n&atilde;o &eacute; o nome verdadeiro, algo que preserva em sigilo n&atilde;o apenas pela profiss&atilde;o, &ldquo;mas porque &eacute; feio mesmo&rdquo;, conforme brinca. Demonstra que a cegueira de seu Aelson, causada por um fungo, &eacute; algo que o emociona. Ele o viu chorando apenas duas vezes na vida. Quando o pai perdeu o emprego e ficou preocupado com o sustento da fam&iacute;lia; e no nascimento do neto mais velho, Jo&atilde;o Pedro. &ldquo;Todo arrumado e perfumado, ele foi conhecer o neto. Pegou meu filho nos bra&ccedil;os e acariciou o m&aacute;ximo que conseguiu. Depois, pediu para ir ao banheiro. Coloquei o ouvido na porta e percebi o quanto ele estava emocionado com aquela sensa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, conta, com os olhos marejados.<br \/>Casado h&aacute; 15 anos com assistente social Ver&ocirc;nica, recorda da primeira vez que sa&iacute;ram juntos: &ldquo;Lembro at&eacute; da roupa que ela vestia. Fui busc&aacute;-la no trabalho e estava linda demais&rdquo;, elogia, para concluir: &ldquo;&Eacute; a minha grande parceira de vida&rdquo;. Do matrim&ocirc;nio, nasceram Jo&atilde;o Pedro, de 11 anos, e Lorenzo, de seis. Cid conta que sempre quis casar e ter filhos. Conquistado o sonho, ele se sente um cara feliz, por ter tudo que desejou.<br \/>Todos os momentos de folga s&atilde;o dedicados exclusivamente aos herdeiros. Com eles, gosta de fazer trilha, ir a local onde haja mata nativa, tomar banho de piscina, jogar futebol e viajar. Os locais escolhidos s&atilde;o, geralmente, Salto Ventoso, em Farroupilha, Cap&atilde;o Novo, onde a fam&iacute;lia tem casa, e, especialmente, Cambar&aacute; do Sul. A rela&ccedil;&atilde;o de cumplicidade com os pequenos &eacute; batalhada, conforme conta: &ldquo;Digo a eles que sempre serei pai, mas amigo &eacute; algo que preciso ser a cada dia&rdquo;.<br \/><strong>Dos prazeres<\/strong><br \/>Colorado fan&aacute;tico, o jornalista herdou a escolha da fam&iacute;lia e repassou &agrave; esposa e aos filhos, tanto que os pequenos foram batizados na capela do clube. Ir ao Beira-Rio para assistir aos jogos do time &eacute; um dos passatempos preferidos do quarteto. A paix&atilde;o &eacute; tanta que, junto com os infantis, todos os filmes que envolvam o Inter est&atilde;o entre os preferidos. Quando est&aacute; na praia, o mar atrai os homens da casa, j&aacute; que todos gostam de surfar. Na gastronomia, a prefer&ecirc;ncia &eacute; por massa, ainda mais se for a especialidade de Ver&ocirc;nica, &agrave; carbonara. Tamb&eacute;m se arrisca na cozinha, mas n&atilde;o muito &ndash; o melhor dele &eacute; risoto de camar&atilde;o, regado a vinho branco. Cid confessa que prefere os afazeres da casa, como lavar a lou&ccedil;a e a roupa.<br \/>Em Literatura gosta dos de Hist&oacute;ria, mas se misturar esta &aacute;rea com fic&ccedil;&atilde;o, melhor ainda. Adora poesia tamb&eacute;m, especialmente as mais simples as de Carlos Drummond de Andrade, Mario Quintana e Josu&eacute; Guimar&atilde;es. Para ouvir, reggae &eacute; a prefer&ecirc;ncia, e n&atilde;o s&oacute; dele, pois os filhos curtem ouvir Bob Marley. Rock nacional, especialmente os dos anos 1990, tamb&eacute;m &eacute; muito bem aceito pelo jornalista, que ainda acumula um gosto inusitado: &ldquo;Durante os almo&ccedil;os de fam&iacute;lia, adoro ficar falando de hist&oacute;ria com meu pai, ao som de m&uacute;sica alem&atilde; e medieval. Ningu&eacute;m nos aguenta juntos&rdquo;.<br \/>Na condi&ccedil;&atilde;o de pai e de filho, a aprendizagem &eacute; algo que cultiva. Para lidar com a adrenalina constante, por exemplo, Cid sempre lembra uma frase do seu ca&ccedil;ula: &ldquo;Lorenzo me diz: respira fundo e conta at&eacute; tr&ecirc;s. Se n&atilde;o adiantar, sai do lugar e volta depois&rdquo;. Ele n&atilde;o tem um lema de vida, mas uma certeza: quer cultivar a for&ccedil;a para fazer tudo que quer e precisa. Seu maior valor &eacute; seguir a verdade de todos, pois &ldquo;as pessoas s&atilde;o justas, at&eacute; que provem o contr&aacute;rio&rdquo;. E conclui: &ldquo;Cid &eacute; um cara que tenta ser um bom pai, um bom marido, um bom filho, um bom amigo e um bom jornalista&rdquo;.<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/wp-content\/uploads\/lega\/y\/\/perfil547.jpg\" alt=\"Imagem\" class=\"aligncenter size-full\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por M&aacute;rcia FariasOs diversos pr&ecirc;mios conquistados ao longo de 42 anos de vida, sendo 15 de carreira, poderiam fazer de Cid Martins um jornalista envaidecido. Ao contr&aacute;rio disso, o rep&oacute;rter da R&aacute;dio Ga&uacute;cha mostra-se simples, humilde e, ao lado disso, convicto da profiss&atilde;o que escolheu. 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