{"id":16992,"date":"2017-11-17T19:02:00","date_gmt":"2017-11-17T21:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/marino-boeira-do-verbo-viver\/"},"modified":"2017-11-17T19:02:00","modified_gmt":"2017-11-17T21:02:00","slug":"marino-boeira-do-verbo-viver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/marino-boeira-do-verbo-viver\/","title":{"rendered":"Marino Boeira: Do verbo viver"},"content":{"rendered":"<p>Depois de exercer tr&ecirc;s profiss&otilde;es &ndash; jornalista, publicit&aacute;rio e professor de Hist&oacute;ria &ndash; e trabalhar em diversas &aacute;reas, Marino Boeira, aos 78 anos, ainda n&atilde;o se sente realizado. &ldquo;Se assim fosse, j&aacute; estaria morto&rdquo;, diz, enf&aacute;tico, e completa: &ldquo;Sempre estou na expectativa de que surja algo&rdquo;. Sobre o lema de vida, &eacute; incisivo: viver. Para aplic&aacute;-lo, o colunista de <span class=\"bold\">Coletiva.net<\/span> j&aacute; viajou por quase todos os pa&iacute;ses que desejava conhecer e pretende visitar os que restam, como deve acontecer em janeiro, ao lado do filho do segundo casamento, Conrado, estudante de Engenharia e Ci&ecirc;ncias da Computa&ccedil;&atilde;o. A dupla desembarcar&aacute; na terra da revolu&ccedil;&atilde;o que imortalizou Che Guevara: Cuba.<\/p>\n<p>A paix&atilde;o por conhecer novas fronteiras come&ccedil;ou cedo, quando Marino realizou o sonho de tantos jovens porto-alegrenses da &eacute;poca: chegar &agrave; Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro. Outra viagem que o marcou foi Paris, devido a todos os livros que leu e filmes que viu sobre a Cidade Luz, al&eacute;m das influ&ecirc;ncias hist&oacute;ricas que por ali passaram. &ldquo;Minha expectativa &eacute; aproveitar mais alguns anos viajando e conhecendo lugares, como China e &Iacute;ndia. Gosto muito de viajar, guardava dinheiro todo o ano para as f&eacute;rias&rdquo;, conta. Apesar de ter conhecido a R&uacute;ssia e a Turquia h&aacute; pouco, Berlim &eacute; a cidade que mais chamou sua aten&ccedil;&atilde;o e foi eleita, por ele, como o lugar ideal para viver.<\/p>\n<p>Dif&iacute;cil para quem n&atilde;o possui mais carga hor&aacute;ria comercial desassociar a rotina de horas de lazer. &ldquo;Meu dia a dia &eacute; de um aposentado comum: leio, vou ao cinema, saio com os meus amigos&#8230;&rdquo; Ele relata ainda que n&atilde;o tem mais obriga&ccedil;&atilde;o de tempo, em contrapartida ao passado: tinha tr&ecirc;s ou quatro empregos e vivia correndo de um lado para o outro. &ldquo;Minha rotina &eacute; n&atilde;o ter rotina&rdquo;, resume.<\/p>\n<p>Colorado, acompanhava todos os jogos do Internacional pela televis&atilde;o e, tamb&eacute;m, os do rival &ldquo;para secar&rdquo;, conforme diz, enquanto ri falando que n&atilde;o est&aacute; dando muito certo no momento. Por&eacute;m, apesar de ser um torcedor ass&iacute;duo, n&atilde;o vai mais ao Est&aacute;dio como anteriormente.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s dois casamentos e tr&ecirc;s filhos &ndash; al&eacute;m de Conrado, tem, do primeiro matrim&ocirc;nio, Alexandre, juiz em Novo Hamburgo, e Tatiana, defensora p&uacute;blica &ndash;, hoje mora sozinho e cozinha algo b&aacute;sico, como peixe, somente como pretexto para reunir amigos e fam&iacute;lia. De acordo com ele, n&atilde;o possui ouvido para m&uacute;sica e relembra que um professor do col&eacute;gio J&uacute;lio de Castilhos, o Julinho, o chamava a aten&ccedil;&atilde;o por isso. Mas, ainda assim, conta que escuta M&uacute;sica Popular Brasileira (MPB).<\/p>\n<p>Anteriormente com predile&ccedil;&atilde;o por romances, nos &uacute;ltimos tempos s&atilde;o as biografias de pol&iacute;ticos que t&ecirc;m chamado a aten&ccedil;&atilde;o. Como livro de cabeceira, cita o ganhador do Pr&ecirc;mio Nobel de Literatura do ano de 1937, <em>Les Thibault<\/em>, de Roger Martin du Gard.<\/p>\n<p><strong>Inquieta&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de contar que n&atilde;o sabe se definir, ele diz: &ldquo;Uma amiga me disse que eu sou uma mente aberta &agrave;s coisas novas e acho que ela tem raz&atilde;o&rdquo;. O mesmo vale para uma qualidade, por&eacute;m, acredita ser uma pessoa muito leal aos seus amigos. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao maior defeito, &eacute; enf&aacute;tico: &ldquo;Sou um provocador nato. &Eacute; aquela velha hist&oacute;ria: perco o amigo, mas n&atilde;o a piada&rdquo;, conta, mesmo admitindo que, &agrave;s vezes, exagera nesse &acirc;mbito.<\/p>\n<p>Ao iniciar as lembran&ccedil;as marcantes da inf&acirc;ncia, Boeira logo rememora o inverno de 1942, em Farroupilha, recordando da imagem das pessoas com as m&atilde;os pretas, que eram luvas, carregando blocos de neve. &ldquo;Uma vez fui mexer, acabei sentindo muito frio e comecei a chorar, e, ent&atilde;o, meu pai me levou para a casa e as aqueceu em uma bacia com &aacute;gua quente&rdquo;, resgata.&nbsp; Ele conta tamb&eacute;m que essa &eacute; a lembran&ccedil;a mais antiga da vida. &ldquo;As pessoas at&eacute; n&atilde;o acreditam quando eu digo, pois eu deveria ter dois anos pelo per&iacute;odo&rdquo;, ressalta.<\/p>\n<p><strong>Conv&iacute;vio com grandes nomes<\/strong><\/p>\n<p>S&oacute;cio do Clube do Cinema, quando tinha 18 anos, Boeira teve uma boa forma&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea por conta do conv&iacute;vio com H&eacute;lio Nascimento e Paulo Fontoura Gastal &ndash; sempre ficava de olho nas listas que forneciam com filmes e diretores. Hoje, assiste mais aos que interessam, como o cinema argentino, &ldquo;que est&aacute; muito bom&rdquo;. Apesar de prestigiar todos os g&ecirc;neros, do Faroeste ao de Investiga&ccedil;&atilde;o, possui predile&ccedil;&atilde;o pelo antigo, como &#8216;Aquele que deve morrer&#8217;, de Jules Dassin. &ldquo;&Eacute; meu filme de cabeceira, vamos dizer assim&rdquo;, diz. E completa: &ldquo;O importante &eacute; ser bom&rdquo;.<\/p>\n<p>N&atilde;o foi s&oacute; o Clube do Cinema que o ajudou a conhecer nomes importantes do cen&aacute;rio porto-alegrense. Ao som da m&uacute;sica de Paulinho da Viola, que diz &ldquo;&#8230; n&atilde;o sou eu que me navego, &eacute; o mar&rdquo;, Marino entende que &ldquo;n&atilde;o &eacute; ele que se organiza, &eacute; a vida&rdquo;.<\/p>\n<p>Houve um tempo em que o point de Porto Alegre era a Rua dos Andradas, tamb&eacute;m conhecida como Rua da Praia, e ele se reunia todas as noites, principalmente, no Largo dos Medeiros, para conversar sobre futebol, literatura, cinema e pol&iacute;tica. &ldquo;O grupo que eu encontrava ali era formado, basicamente, por pessoas ligadas ao Jornalismo &#8211; o que n&atilde;o tinha nada a ver comigo&rdquo;, relembra aquele que pensava em cursar Medicina. Dentre seus amigos de boemia estavam o Ibsen Pinheiro, o Werner Becker e o pr&oacute;prio H&eacute;lio Nascimento.<\/p>\n<p><strong>A chegada da Comunica&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Determinado a seguir na &aacute;rea da sa&uacute;de, rememora que algu&eacute;m lhe disse que estava abrindo uma sucursal do jornal &Uacute;ltima Hora, e lhe perguntou se n&atilde;o queria trabalhar l&aacute;, ao que respondeu que nunca tinha pensado nisso, apesar dos elogios &agrave; intimidade com a escrita. Assim, foi trabalhar no ve&iacute;culo e nunca mais largaria a Comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Com passagens pela R&aacute;dio Ga&uacute;cha, Revista Manchete e Jornal do Com&eacute;rcio, foi na TV Piratini que exerceu um dos cargos mais importantes da &eacute;poca: redator do Rep&oacute;rter Esso. &ldquo;A gente achava que fazia uma oposi&ccedil;&atilde;o ao sistema e gostava de tentar passar umas mensagens subliminares, que eu acho que ningu&eacute;m entendia&rdquo;, admite. Marino ainda foi diretor da FM Cultura durante o governo de Alceu Collares (1991-1995), quando criou um programa de debates pol&iacute;ticos. &ldquo;Foi um per&iacute;odo muito importante, pois era muito bom ouvirem ideias e as pessoas podendo considerar e discutir&rdquo;, pontua.<\/p>\n<p>Mesmo atuando em Jornalismo por muito tempo, foi na Hist&oacute;ria que se graduou alguns anos ap&oacute;s estar no mercado da informa&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s se formar, Marino passou em um concurso para o Estado e, durante muitos anos, trabalhou em jornal e televis&atilde;o e dava aula, tudo ao mesmo tempo. Al&eacute;m disso, na Famecos, lecionou por 35 anos e mais alguns na Unisinos.<\/p>\n<p>&ldquo;Um dia, o Fl&aacute;vio Corr&ecirc;a &ndash; o Faveco &ndash; me chamou para trabalhar em uma ag&ecirc;ncia de publicidade que ele tinha criado, pois eu iria ganhar mais&rdquo;, relata. Foi assim que migrou do Jornalismo &agrave; Publicidade. Nessa &aacute;rea, atuou nas ag&ecirc;ncias Standard, Marca, M&oacute;dulo, MPM e S&iacute;mbolo, empresas que foram, por muitos anos, refer&ecirc;ncia no Estado.<\/p>\n<p><strong>Novos desafios<\/strong><\/p>\n<p>Multifacetado, considera o maior desafio ter publicado algumas obras. &Eacute; autor dos livros &#8216;Raul&#8217;, &#8216;Crime na Madrugada&#8217;, &#8216;De Quatro&#8217;, &#8216;Tudo que voc&ecirc; N&Atilde;O deve fazer para ganhar dinheiro na Propaganda&#8217; e &#8216;Tudo Come&ccedil;ou em 1964&#8217;, que tem formato de e-book. Para o futuro, pretende lan&ccedil;ar no papel sua &uacute;ltima produ&ccedil;&atilde;o, mas admite que &ldquo;teria que mudar algumas coisas&rdquo;, pois est&aacute; h&aacute; um tempo s&oacute; olhando para ele. Atualmente, al&eacute;m de contribuir semanalmente como colunista de <span class=\"bold\">Coletiva.net<\/span>, possui um blog no portal Sul21 e foi convidado para escrever a vers&atilde;o digital, em portugu&ecirc;s, do Pravda, jornal do Partido Comunista Russo.<\/p>\n<p>Como inspira&ccedil;&otilde;es, ele acompanha muito a coluna de J&acirc;nio de Freitas e admira a qualidade do texto de Luis Fernando Verissimo. &ldquo;Al&eacute;m do Mill&ocirc;r Fernandes, e do Fl&aacute;vio Tavares, que &eacute; meu amigo, e por tudo o que aconteceu com ele, e se tornou uma refer&ecirc;ncia de integridade e honestidade intelectual&rdquo;, revela. Por&eacute;m, conta que na Publicidade nunca teve um &iacute;dolo, pois sempre houve muita diferen&ccedil;a entre ele e as pessoas que fizeram nome. &ldquo;Talvez at&eacute; um pouco de inveja&rdquo;, reflete.<\/p>\n<p>Apesar do momento de maior satisfa&ccedil;&atilde;o de sua carreira ter sido escolhido para participar de festivais de Cinema Publicit&aacute;rio, em 1986, em Cannes, entre as tr&ecirc;s profiss&otilde;es, foi o Jornalismo que ganhou seu cora&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Era, seguramente, a &aacute;rea que me interessava mais.&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de exercer tr&ecirc;s profiss&otilde;es &ndash; jornalista, publicit&aacute;rio e professor de Hist&oacute;ria &ndash; e trabalhar em diversas &aacute;reas, Marino Boeira, aos 78 anos, ainda n&atilde;o se sente realizado. &ldquo;Se assim fosse, j&aacute; estaria morto&rdquo;, diz, enf&aacute;tico, e completa: &ldquo;Sempre estou na expectativa de que surja algo&rdquo;. 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