{"id":17032,"date":"2018-05-11T17:53:00","date_gmt":"2018-05-11T20:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/maicon-bock-vai-que-vai-dar-certo\/"},"modified":"2018-05-11T17:53:00","modified_gmt":"2018-05-11T20:53:00","slug":"maicon-bock-vai-que-vai-dar-certo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/maicon-bock-vai-que-vai-dar-certo\/","title":{"rendered":"Maicon Bock: Vai, que vai dar certo"},"content":{"rendered":"<p>Caixa de sapato era c&acirc;mera de v&iacute;deo. Socador de caipirinha era microfone. Caderno era jornal. &ldquo;Decidi ser jornalista aos 10 anos de idade&rdquo;, explica Maicon Bock, que, hoje, &eacute; editor-executivo do <span class=\"bold\"><a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/metro-jornal-pequeno-gigante,270744.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Metro Jornal<\/a><\/span>. Com 36 anos, considera-se jovem para a fun&ccedil;&atilde;o, mas garante que aprendeu a lidar com as demandas do cargo. Al&eacute;m de cuidados com o conte&uacute;do do impresso e a coordena&ccedil;&atilde;o de uma equipe de cinco profissionais, exige aten&ccedil;&otilde;es para a distribui&ccedil;&atilde;o de an&uacute;ncios, para as quest&otilde;es financeiras e para a organiza&ccedil;&atilde;o do transporte de rep&oacute;rteres, entre outras v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es da rotina de uma reda&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Escrever sempre lhe agradou e o grande incentivo para seguir na &aacute;rea foi ainda na escola, quando um professor publicou seu texto para todo o col&eacute;gio. &ldquo;Foi a primeira forma de algu&eacute;m ler uma produ&ccedil;&atilde;o minha em escala maior&rdquo;, relembra. A partir da&iacute;, foi natural escolher o Jornalismo, essencialmente o impresso. Ainda na inf&acirc;ncia, tamb&eacute;m foi diretamente influenciado pelo programa de TV &lsquo;Aqui Agora&rsquo;, do SBT, &ldquo;pois ficava impressionado com a coragem dos rep&oacute;rteres. Via eles quase como super-her&oacute;is&rdquo;. Hoje, j&aacute; n&atilde;o &eacute; adepto daquele tipo de jornalismo, o qual considera policialesco e sensacionalista. Seu objetivo, agora, &eacute; trabalhar sempre pensando no melhor para Porto Alegre e seus cidad&atilde;os, valendo-se da proposta do Metro, cujo foco &eacute; o localismo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Correndo atr&aacute;s<\/strong><\/p>\n<p>Considera-se t&iacute;mido, mas garante que melhorou, e muito, devido a uma experi&ecirc;ncia em telemarketing enquanto cursava faculdade na Unisinos, em S&atilde;o Leopoldo. Lembra que, naquela &eacute;poca, aprendeu a falar bem ao telefone e desenvolveu o poder da argumenta&ccedil;&atilde;o. No entanto, trocou o emprego que oferecia uma boa remunera&ccedil;&atilde;o para um estudante por um est&aacute;gio na assessoria de imprensa da prefeitura de Sapucaia do Sul, onde morava com os av&oacute;s, pois os pais, Elp&iacute;dio e Bernadete, viviam em Terra de Areia.<\/p>\n<p>No est&aacute;gio, aproveitou para fazer contato com colegas jornalistas da regi&atilde;o, o que o ajudou nas futuras oportunidades. Foi assim que conseguiu ingressar nos tr&ecirc;s jornais pelos quais passou antes de chegar ao Metro. No VS, do Grupo Sinos, por exemplo, ingressou gra&ccedil;as a uma indica&ccedil;&atilde;o da rep&oacute;rter S&ocirc;nia Betinelli, e come&ccedil;ou l&aacute; em 20 de dezembro de 2004, como rep&oacute;rter em S&atilde;o Leopoldo, experi&ecirc;ncia que acredita ser simb&oacute;lica, pois foi sua estreia no jornalismo impresso. N&atilde;o durou muito. Oito meses depois, deixou a empresa para come&ccedil;ar uma nova vida na Capital.<\/p>\n<p><strong>Vou pra Porto Alegre, tchau<\/strong><\/p>\n<p>Um antigo relacionamento o trouxe para a capital ga&uacute;cha em 2005, mesmo ano em que passou a integrar o time de rep&oacute;rteres do Correio do Povo. Destaca a sorte que teve no teste: enquanto ele precisou escrever sobre restaura&ccedil;&atilde;o de livros na Biblioteca P&uacute;blica do Estado, a concorrente teve a dif&iacute;cil tarefa de abordar a situa&ccedil;&atilde;o ind&iacute;gena no munic&iacute;pio. Em uma hora e meia, enquanto j&aacute; estava entregando o material pronto, a colega rec&eacute;m havia contatado uma das fontes. &ldquo;Agilidade era uma caracter&iacute;stica essencial para o jornal&rdquo;, recorda.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Pelo impresso do Grupo Record, fez diversas viagens, inclusive foi uma pauta que proporcionou sua primeira viv&ecirc;ncia internacional, quando viajou ao Paraguai. O namoro acabou em 2008, assim como a passagem no ve&iacute;culo. Querendo tomar novos rumos, resolveu tentar uma chance em Zero Hora. Mais uma vez por indica&ccedil;&atilde;o, foi conversar com Diego Araujo, atual editor-chefe do Di&aacute;rio Ga&uacute;cho. Uma semana antes da entrevista, seu nome estava na boca do mercado devido a uma mat&eacute;ria que ganhou notoriedade no CP dominical sobre compra de diploma falso no Centro de Porto Alegre.<\/p>\n<p>Sem possibilidade de ser contratado, arriscou o trabalho tempor&aacute;rio e ri ao contar sobre como tomou a decis&atilde;o. Na &eacute;poca, a, hoje, ex-sogra tinha um tar&ocirc; e jogou as cartas para ele: &ldquo;Vai, que vai dar tudo certo&rdquo;, disse ela. Influenciado mesmo sem acreditar muito, foi. Com as contrata&ccedil;&otilde;es congeladas em ZH, trabalhou como freelancer por cerca de nove meses. At&eacute; que um dia, quando estava no &ocirc;nibus, recebeu uma liga&ccedil;&atilde;o de Araujo avisando sobre a possibilidade de efetiva&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Desci do coletivo e chorei de emo&ccedil;&atilde;o&rdquo;, conta. Dois mil e nove foi um ano marcante, com mudan&ccedil;as na vida pessoal e na profissional, quando, solteiro e com emprego novo, dedicou-se inteiramente &agrave; ZH. No ano seguinte, ganhou at&eacute; uma p&aacute;gina especializada na cidade e regi&atilde;o.&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Olha o Metro na &aacute;rea<\/strong><\/p>\n<p>O empenho de Maicon chamou a aten&ccedil;&atilde;o de <span class=\"bold\"><a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/leonardo-meneghetti-resultado-da-competencia,190846.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Leonardo Meneghetti<\/strong><\/a><\/span>. O ent&atilde;o diretor-geral do Grupo Bandeirantes no Rio Grande do Sul convidou o rep&oacute;rter para assumir como editor-executivo no Metro Jornal, que estava rec&eacute;m chegando &agrave; Capital, em 2011. Sem se considerar preparado para a responsabilidade, prop&ocirc;s ser subeditor, pois queria muito participar do projeto. &ldquo;Foi a melhor coisa que me aconteceu&rdquo;, sentencia. Acabou por assumir a fun&ccedil;&atilde;o principal 12 meses depois, com a sa&iacute;da de <span class=\"bold\"><a href=\"http:\/\/coletiva.net\/perfil\/flavio-ilha-entre-o-ceu-e-o-inferno,148798.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Fl&aacute;vio Ilha<\/strong><\/a><\/span>, que havia sido chamado para o cargo de editor. Sua estreia coincidiu com a trag&eacute;dia na Boate Kiss, em Santa Maria. &ldquo;Foi dif&iacute;cil, pois temos limita&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o no jornal e uma equipe enxuta, mas conseguimos e nosso material foi usado nos Metros de todo o Brasil.&rdquo;<\/p>\n<p>Assegura que se sente completamente realizado no &acirc;mbito profissional. Acredita na import&acirc;ncia de ter sido rep&oacute;rter, por saber o que este profissional enfrenta, desde passar o dia todo no sol, acompanhar com&iacute;cio, ir para o meio do mato. &ldquo;Isso tudo marca e &eacute; importante para ser editor.&rdquo; &Eacute; saber que se perde tempo em deslocamento para as pautas, entender que a fonte nem sempre atende ou n&atilde;o responde, e que todos passam por problemas pessoais. Tanto &eacute; que Valter J&uacute;nior, respons&aacute;vel pelo Esporte do Metro, v&ecirc; em Maicon seu melhor chefe. A dupla trabalha junta desde o in&iacute;cio do impresso e o jornalista aponta a tranquilidade e a paci&ecirc;ncia como as principais caracter&iacute;sticas do gestor. &ldquo;Em todos esses anos, n&atilde;o lembro de ter tido algum tipo de estresse com ele.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Jornalismo volunt&aacute;rio<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto estagiava na prefeitura de Sapucaia do Sul, lembra que acompanhou a interdi&ccedil;&atilde;o de um asilo por quest&otilde;es prec&aacute;rias. A situa&ccedil;&atilde;o o incentivou a fazer um trabalho volunt&aacute;rio com idosos. Ir atr&aacute;s do objetivo foi natural, uma vez que, naquela &eacute;poca, morava com os av&oacute;s maternos Aristides e Erc&iacute;lia, j&aacute; falecidos. Por isso, dedica-se, desde 2005, ao Asilo Padre Cacique, na capital ga&uacute;cha, do qual se tornou conselheiro dois anos depois.<\/p>\n<p>L&aacute;, conheceu o seu <span class=\"bold\"><a href=\"http:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/idoso-mas-nao-ocioso,171473.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Herm&iacute;nio D&rsquo;Andrea<\/strong><\/a><\/span>, um jornalista com quem passou a produzir um jornal interno para a entidade. &ldquo;Me encontrei, pois era um trabalho volunt&aacute;rio com idosos no qual eu fazia o que mais gostava: jornalismo&rdquo;, diz Maicon, sobre o material que foi produzido todos os meses durante tr&ecirc;s anos seguidos. Seu Herm&iacute;nio assinava uma coluna e Maicon fazia fotos e escrevia mat&eacute;rias, sempre buscando pautas positivas, tentando levar coisas boas para os que l&aacute; estavam internados, al&eacute;m de dicas sobre tratamentos e doen&ccedil;as.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pr&oacute;ximo destino: litoral<\/strong><\/p>\n<p>Caseiro, adora curtir os momentos na casa da Zona Sul da Capital, onde mora h&aacute; um ano com o marido, o comerci&aacute;rio Lucas. Casados desde mar&ccedil;o de 2016, o relacionamento come&ccedil;ou exatos 12 meses antes. Enquanto n&atilde;o t&ecirc;m filhos &ndash; um projeto para daqui a uns tr&ecirc;s ou quatro anos &ndash; cuidam, juntos, dos cachorros Luke e Buck, e dos gatos Mag e Max. Jantares para os amigos s&atilde;o os programas preferidos, mas logo avisa que quem vai para a cozinha &eacute; o companheiro. Quando o casal opta por um passeio externo, a escolha &eacute; sempre restaurante japon&ecirc;s, embora o nhoque da m&atilde;e tamb&eacute;m esteja na lista dos pratos prediletos.<\/p>\n<p>O irm&atilde;o mais velho de Jaqueline, 34 anos, e de William, 29, que tamb&eacute;m moram em Terra de Areia, quase n&atilde;o liga a TV em casa, apenas para assistir a algum filme. Prefere ouvir m&uacute;sica, com destaque para produ&ccedil;&otilde;es internacionais, como os ingleses Ed Sheeran e Adele, mas a playlist tamb&eacute;m tem espa&ccedil;o para cantores latinos, como Enrique Iglesias. A leitura faz parte dos momentos de lazer, com prefer&ecirc;ncia para obras de gest&atilde;o. Na cabeceira, est&aacute; o livro &lsquo;O Poder do Agora&rsquo;, de Eckhart Tolle. Conte&uacute;dos voltados &agrave; espiritualidade entram na lista, visto que &eacute; adepto da doutrina esp&iacute;rita, mesmo tendo sido criado na Igreja Cat&oacute;lica. Acredita em um ser superior e diz que vive em busca de fazer o bem e ser &eacute;tico.<\/p>\n<p>Brinca que tem como meta conhecer 100 pa&iacute;ses, &ldquo;depois posso partir dessa pra melhor&rdquo;. At&eacute; agora, viajou para oito na&ccedil;&otilde;es, &ldquo;s&oacute; faltam 92&rdquo;. Para ele e para Lucas, viajar ajuda a recarregar as energias e a dupla sempre opta por destinos litor&acirc;neos, mesmo que em locais frios, como Ushuaia, na Patag&ocirc;nia Argentina. O mais importante para eles &eacute; estar perto da &aacute;gua. Maicon at&eacute; levanta a possibilidade de, no futuro, desacelerar o ritmo e, por que n&atilde;o, mudar-se para a praia.<\/p>\n<p><strong>Um cara predestinado<\/strong><\/p>\n<p>Colorado por influ&ecirc;ncia do pai, lembra que na adolesc&ecirc;ncia acompanhava tudo sobre esportes. Aos 12 anos, chegou a pedir a assinatura do Correio do Povo para ler not&iacute;cias da &aacute;rea. Em casa, sempre que assistia aos jogos, fazia textos como se fossem as reportagens que sairiam no dia seguinte no jornal e, sem imaginar, j&aacute; fazia as vezes de diagramador quando recortava imagens dos impressos, colava em cadernos e escrevia t&iacute;tulo e linha de apoio. No outro dia, comparava seu trabalho com o que sa&iacute;a no ve&iacute;culo.<\/p>\n<p>Aos domingos, pegava a lista de jogos do final de semana, acompanhava os placares e, quando terminava a partida, montava a tabela de classifica&ccedil;&atilde;o para entregar ao pai. O jogo virou e, atualmente, n&atilde;o d&aacute; mais bola para futebol. Mesmo na hora de pensar no Maicon longe do trabalho, nota-se que o Jornalismo faz parte de sua ess&ecirc;ncia, pois acredita que tudo na vida o conduziu para seguir na carreira, desde as brincadeiras de inf&acirc;ncia. &ldquo;Todo mundo sabia que eu queria ser rep&oacute;rter. Sou predestinado para isso.&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caixa de sapato era c&acirc;mera de v&iacute;deo. Socador de caipirinha era microfone. Caderno era jornal. &ldquo;Decidi ser jornalista aos 10 anos de idade&rdquo;, explica Maicon Bock, que, hoje, &eacute; editor-executivo do Metro Jornal. Com 36 anos, considera-se jovem para a fun&ccedil;&atilde;o, mas garante que aprendeu a lidar com as demandas do cargo. 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