{"id":17143,"date":"2019-06-22T13:52:00","date_gmt":"2019-06-22T16:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/zeca-brito-sem-fronteiras\/"},"modified":"2019-06-22T13:52:00","modified_gmt":"2019-06-22T16:52:00","slug":"zeca-brito-sem-fronteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/zeca-brito-sem-fronteiras\/","title":{"rendered":"Zeca Brito: Sem fronteiras"},"content":{"rendered":"<p>&ldquo;Sou um borderline&rdquo;, afirma Zeca Brito, ao destacar que gosta de viver no limite. E n&atilde;o &eacute; apenas uma frase de impacto: ele &eacute; nascido em Bag&eacute;, munic&iacute;pio apelidado de Rainha da Fronteira, por fazer divisa com o Uruguai. O cineasta, ali&aacute;s, orgulha-se de suas origens e sempre revisita a terra natal, buscando levar a riqueza cultural tanto da cidade, quanto do Rio Grande do Sul para o mundo, passando por cima das separa&ccedil;&otilde;es territoriais.<\/p>\n<p>No primeiro semestre de 2019, por exemplo, apresentou &lsquo;Legalidade&rsquo;, filme que conta a hist&oacute;ria do importante movimento liderado por Leonel Brizola, que retardou a mudan&ccedil;a de regime de 1964, para a sua primeira exibi&ccedil;&atilde;o al&eacute;m dos limites do Brasil: no 35&ordm; Festival Latino de Chicago, nos Estados Unidos. Al&eacute;m disso, h&aacute; 11 anos, ele &eacute; um dos respons&aacute;veis por realizar o Festival Internacional de Cinema da Fronteira, entre a sua Bag&eacute;, Livramento e Rivera, no Uruguai.<\/p>\n<p>Inclusive, &eacute; neste mesmo festival, em que os limites entre os pa&iacute;ses vizinhos n&atilde;o s&atilde;o muito mais que linhas em mapas, que Zeca se identifica. &ldquo;Em Porto Alegre, as refer&ecirc;ncias s&atilde;o muito fechadas. Existe certo desajuste por aqui. A fronteira, por ser lugar nenhum, tem um ambiente de proje&ccedil;&atilde;o internacional, no qual consigo enxergar melhor o Cinema que fa&ccedil;o no Rio Grande do Sul&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>E n&atilde;o s&atilde;o apenas os limites f&iacute;sicos que sente inclina&ccedil;&atilde;o a romper. Ele, em iniciativas como o pr&oacute;prio Festival da Fronteira, quer encurtar a dist&acirc;ncia entre as pessoas e a cultura. &ldquo;&Eacute; minha contribui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, levar o audiovisual para uma regi&atilde;o perif&eacute;rica, exclu&iacute;da do pensamento hegem&ocirc;nico dos grandes centros&rdquo;, destaca. No evento anual, prop&otilde;e sess&otilde;es gratuitas, debates, filmes com os quais o circuito comercial n&atilde;o trabalha, discuss&otilde;es pol&iacute;ticas e, cheio de orgulho, ressalta que j&aacute; levou o famoso cr&iacute;tico e te&oacute;rico cinematogr&aacute;fico Jean-Claude Bernadet para pensar a s&eacute;tima arte a partir daquele territ&oacute;rio.<\/p>\n<p><strong>Era pra ser<\/strong><\/p>\n<p>Aos 12 anos, Zeca ganhou a primeira c&acirc;mera de v&iacute;deo e a inaugurou fazendo uma entrevista gravada que, quase duas d&eacute;cadas depois, virou base do document&aacute;rio &lsquo;Glauco do Brasil&rsquo;, de sua autoria. Ou seja, desde crian&ccedil;a, o audiovisual j&aacute; estava presente na vida do filho de Marilu da Luz e Sapiran Brito, diretores de teatro, atores e arte-educadores. &ldquo;Nasci bem encaminhado. Era dif&iacute;cil ir por outro caminho. Fui sempre muito estimulado&rdquo;, relembra o cineasta.<\/p>\n<p>Ainda na inf&acirc;ncia, mesmo antes de atuar com uma c&acirc;mera na m&atilde;o, era criador de cenas memor&aacute;veis: fazia xilogravuras, que &eacute; a t&eacute;cnica em que o artes&atilde;o utiliza um peda&ccedil;o de madeira para entalhar um desenho &mdash; a terra natal, inclusive, &eacute; nacionalmente conhecida por este tipo de arte. &lsquo;Grupo de Bag&eacute;&rsquo; e o j&aacute; citado &lsquo;Glauco do Brasil&rsquo;, ambos document&aacute;rios dirigidos por Zeca, abordam essa tradi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A escolha pela profiss&atilde;o veio ao terminar o Ensino M&eacute;dio, quando teve que decidir por um curso superior &mdash; casualmente, na &eacute;poca em que os cursos de audiovisual estavam chegando &agrave;s universidades ga&uacute;chas. Na ocasi&atilde;o, ficou dividido entre dois caminhos: Artes Visuais ou Cinema. &ldquo;Pensando tamb&eacute;m financeiramente no meu futuro, a primeira op&ccedil;&atilde;o era meio assustadora, ca&iacute; nessa armadilha de achar que iria me dar melhor no Cinema e foi uma furada&rdquo;, brinca.<\/p>\n<p>Ele, ent&atilde;o, decidiu estudar audiovisual na Unisinos, em 2004, na segunda turma de Cinema da universidade. No entanto, n&atilde;o conseguiu deixar a outra paix&atilde;o de lado e, no ano seguinte, come&ccedil;ou a cursar Artes Visuais na Ufrgs. Inclusive, cursou as duas gradua&ccedil;&otilde;es em paralelo. No entanto, migrou para a cer&acirc;mica, depois para fotografia, mas, definitivamente, n&atilde;o faz mais gravuras. S&oacute; Cinema.<\/p>\n<p><strong>Rotina de cineasta<\/strong><\/p>\n<p>Zeca constantemente se define como um &lsquo;borderline&rsquo;. No entanto, mesmo vivendo sempre no limite, segue algumas tradi&ccedil;&otilde;es bem convencionais. Morando na Rua Sofia Veloso, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, ele acorda de manh&atilde;, toma caf&eacute; por volta das 8h na Padaria da Rep&uacute;blica e, como um ritual, l&ecirc; todos os jornais do dia. Bem fiel aos lugares que frequenta, acredita que &eacute; at&eacute; um pouco chato neste sentido: &ldquo;Se gosto de determinado restaurante ou padaria, vou ali todo dia. &Eacute; bem f&aacute;cil de me achar&rdquo;.<\/p>\n<p>A sua produtora, que era na Cidade Baixa, agora, est&aacute; se mudando para o Bom Fim, o que dever&aacute; afetar levemente a rotina. Deslocando-se pouco para ir at&eacute; onde os seus filmes eram editados, pelas 9h30, vai para a ilha de edi&ccedil;&atilde;o, ficando l&aacute; at&eacute; meio-dia. Ap&oacute;s isso, vem o intervalo de almo&ccedil;o que, geralmente, mescla com alguma reuni&atilde;o. &Agrave; tarde, procura se dedicar &agrave; produ&ccedil;&atilde;o, enquanto a ilha segue trabalhando. Ao final do dia, volta para ver o que foi feito. &ldquo;Minha rotina de trabalho, geralmente, &eacute; na ilha de edi&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o dos per&iacute;odos em que eu estou filmando. A rotina de um cineasta &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o de ilha de edi&ccedil;&atilde;o, com eventuais espa&ccedil;os de filmagem. Ou &eacute; isso, ou &eacute; espera. E, nessa etapa, a gente se ocupa com leitura, Netflix, cinema, teatro, namoro, flerte&#8230;&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>N&atilde;o acreditando muito em dias de folga, para ele, tudo &eacute; uma coisa s&oacute;: a vida. Entre os hobbies, um dos seus favoritos &eacute; o samba. &ldquo;Sou sambista, tenho um bloco de carnaval, o Maria do Bairro&rdquo;, conta, orgulhoso. Apesar de gostar de s&eacute;ries, no momento, n&atilde;o tem televis&atilde;o em casa. &ldquo;&Eacute; uma experi&ecirc;ncia nova para mim, e est&aacute; sendo muito interessante. &Eacute; uma limpeza, uma experi&ecirc;ncia de autoconhecimento. Mas, admito que, nos finais de semana, vou para a minha m&atilde;e assistir &lsquo;Chernobyl&rsquo;&rdquo;, conta, logo ap&oacute;s, afirmando que j&aacute; est&aacute; no limite e que, logo, dever&aacute; comprar um aparelho novo.<\/p>\n<p>Festeiro, gosta de sair &agrave;s sextas e aos s&aacute;bados e, em Porto Alegre, o Bar Ocidente &eacute; um dos lugares preferidos. Admirador da cena musical da Capital, gosta de estar presente nos lugares em que os amigos, como <strong><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/do-bonfa-para-o-mundo,195285.jhtml\">Roger Lerina<\/a><\/strong>, est&atilde;o tocando. A Casa de Cultura M&aacute;rio Quintana tamb&eacute;m &eacute; um espa&ccedil;o que frequenta, por conta da rica programa&ccedil;&atilde;o cultural. Inclusive, diversos filmes de Zeca j&aacute; estiveram em exibi&ccedil;&atilde;o na Cinemateca Paulo Amorim: &ldquo;Sou figurinha carimbada aqui&rdquo;, brinca.<\/p>\n<p><strong>Seu Sapiran e dona Marilu<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Sou a raspa do tacho&rdquo;, conta Zeca sobre ter nascido quando a m&atilde;e j&aacute; tinha 46 anos. Assim, com irm&atilde;os bem mais velhos e de outros relacionamentos de seus pais, foi criado sozinho e, de acordo com ele mesmo, foi um pouco mimado e isso refletiu na vida adulta. &ldquo;Sou uma pessoa que, se fico muito tempo sozinho, me perco. Preciso ter uma certa guia na vida. Por ser muito criado sem limites, preciso sempre ter algu&eacute;m que me chame de volta. Sou meio &lsquo;borderline&rsquo;, admito, at&eacute; nas intensidades, mas isso &eacute; reflexo da inf&acirc;ncia, por ser mimado&rdquo;, confessa.<\/p>\n<p>Com uma inf&acirc;ncia muito l&uacute;dica e bem estimulada, com bastante foco para a imagina&ccedil;&atilde;o, cria&ccedil;&atilde;o e atividades inspiradoras, Zeca seguiu integrando a arte e seus pais. Dona Marilu, por exemplo, foi a vil&atilde; de &lsquo;O Guri&rsquo;, o primeiro longa-metragem, em 2011. J&aacute; &lsquo;Legalidade&rsquo;, brinca que foi uma encomenda do pai, que sempre afirmava que o Rio Grande do Sul tem mais de 400 anos de hist&oacute;rias para serem contadas. E a vontade de seu Sapiran de ver a trajet&oacute;ria do movimento da Legalidade nas telonas era t&atilde;o grande, que ele pr&oacute;prio viveu Leonel Brizola aos 84 anos, contracenando com Let&iacute;cia Sabatella. &ldquo;Coloco eles direto nos meus projetos. Devo at&eacute; um filme em que os dois tenham mais protagonismo&rdquo;, confessa.<\/p>\n<p><strong>As dores e amores do fazer Cinema<\/strong><\/p>\n<p>Foi aos 14 anos que Zeca vendeu a primeira gravura, quando teve a grande satisfa&ccedil;&atilde;o profissional. &ldquo;Tive um sentido de exist&ecirc;ncia mesmo. Depois daquilo, de pensar que algo que podia partir do nada, s&oacute; do imagin&aacute;rio, poderia reverter em subsist&ecirc;ncia mesmo, em uma profiss&atilde;o, em algo que pudesse me sustentar&rdquo;, relembra. Ele ainda revela que, em toda estreia de um filme, esse sentimento se repete.<\/p>\n<p>No audiovisual, Zeca come&ccedil;ou fazendo videoclipes para bandas de Porto Alegre, como Vera Louca e Tomate Maravilha &mdash; tendo o trabalho &lsquo;Pule pra pegar&rsquo; premiado em Gramado. Logo ap&oacute;s, partiu para os curtas-metragens e, um deles, &lsquo;Um Filme Chamado Esf&iacute;ncter&rsquo;, realizado na Unisinos, foi vencedor no Festival do Livre Olhar, na Casa de Cultura M&aacute;rio Quintana. Naturalmente, chegou aos longas-metragens.<\/p>\n<p>E, para ele, cada filme &eacute; um universo de hist&oacute;rias de conflitos, de amores que surgem e situa&ccedil;&otilde;es. Sempre entusiasmado em falar sobre o trabalho, o cineasta afirma que o set de filmagem o tem levado a lugares muito especiais: j&aacute; esteve no acervo de arte do Museu do Louvre, em Paris; no Pal&aacute;cio do Planalto, dentro da sala do presidente; no gabinete do governador durante duas noites; e no terra&ccedil;o do Pal&aacute;cio Piratini; no Cristo Redentor; e na Sapuca&iacute;, no desfile da Mangueira, que foi campe&atilde;. &ldquo;Voc&ecirc; tem a possibilidade de estar vivendo a hist&oacute;ria. Por exemplo, no dia da morte do Teori Zawaski, eu estava dentro do gabinete do Michel Temer, esperando para filmar, enquanto o Alexandre de Moraes e o presidente da Rep&uacute;blica faziam uma reuni&atilde;o para definir qual seria o futuro do Brasil. Foi muito marcante estar no lugar onde aquilo estava acontecendo, no dia em que cai o avi&atilde;o do cara e o pr&oacute;ximo que vai assumir o lugar dele est&aacute; na outra sala&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>Apesar das diversas vantagens em comandar um filme, nem tudo s&atilde;o flores: &ldquo;&Eacute; uma fa&ccedil;anha fazer um longa. &Eacute; um processo de v&aacute;rios anos&rdquo;, diz Zeca. &lsquo;Legalidade&rsquo;, por exemplo, ficou nove anos em produ&ccedil;&atilde;o. Ele explica que alguns filmes passam pelo processo formal. Outros, como &lsquo;Hamlet&rsquo; e o &lsquo;Voo Cego&rsquo;, os quais, mesmo estando h&aacute; anos em produ&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o foram conclu&iacute;dos, s&atilde;o realizados de maneira subversiva, por conta da urg&ecirc;ncia do tema ou pela necessidade de experimentar. &ldquo;A c&acirc;mera &eacute; como uma caneta, que &eacute; preciso exercitar, sen&atilde;o, perde a m&atilde;o&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>Para o futuro, Zeca pretende seguir fazendo o que mais gosta e sabe: filmes. O profissional assegura que tem projetos para os pr&oacute;ximos 10 anos, como um longa sobre Giuseppe Brasanelli, escultor jesu&iacute;ta que veio para o Rio Grande do Sul no s&eacute;culo XVII. A Revolu&ccedil;&atilde;o da Degola e o Sebastianismo tamb&eacute;m s&atilde;o temas que o interessam. Com uma empolga&ccedil;&atilde;o jovial, ele afirma que, se conseguir seguir trabalhando e se as engrenagens sist&ecirc;micas do Brasil permitirem, continuar&aacute; fazendo Cinema para sempre. &ldquo;N&atilde;o sou, e nem quero ser, uma pessoa realizada, quero ser uma pessoa que est&aacute; sempre realizando&rdquo;, sentencia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;Sou um borderline&rdquo;, afirma Zeca Brito, ao destacar que gosta de viver no limite. E n&atilde;o &eacute; apenas uma frase de impacto: ele &eacute; nascido em Bag&eacute;, munic&iacute;pio apelidado de Rainha da Fronteira, por fazer divisa com o Uruguai. 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