{"id":17173,"date":"2019-10-06T13:24:00","date_gmt":"2019-10-06T16:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/max-rathke-amor-e-odio-pela-propaganda\/"},"modified":"2019-10-06T13:24:00","modified_gmt":"2019-10-06T16:24:00","slug":"max-rathke-amor-e-odio-pela-propaganda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/max-rathke-amor-e-odio-pela-propaganda\/","title":{"rendered":"Max Rathke: Amor e \u00f3dio pela Propaganda"},"content":{"rendered":"<p>Por cinco anos, o teatro fez seu cora&ccedil;&atilde;o bater. Max Alexandre Rathke foi ator dos 15 aos 20 &ndash; e chegou a ganhar o pr&ecirc;mio de melhor coadjuvante em um festival amador do Rio Grande do Sul, mas achou que a arte o faria &ldquo;morrer de fome&rdquo;. Morando em um semin&aacute;rio luterano, em S&atilde;o Leopoldo, desde os 14, decidiu voltar para sua cidade natal, Santa Maria, e cursar Publicidade e Propaganda na universidade federal de l&aacute;. Filho do militar alem&atilde;o Rui Pedro e da &ldquo;dona de casa mais empreendedora da fam&iacute;lia&rdquo;, Miriam, ele &eacute; o primog&ecirc;nito de quatro filhos. A prole &eacute; seguida pela terapeuta ocupacional Liliam Cristie, a enfermeira Melissa Karen e o dentista Jonata. &ldquo;Todos na &aacute;rea da sa&uacute;de. Sou a ovelha negra&rdquo;, brinca o executivo do Sindicato das Ag&ecirc;ncias de Propaganda do Estado (Sinapro-RS).<\/p>\n<p>Prestes a completar 48 anos, Max se considera uma pessoa realizada, entendendo que, &ldquo;se o ponto final da vida fosse hoje, morreria feliz&rdquo;. Por outro lado, a meta &eacute; viver at&eacute; os 120 anos, especialmente porque seu mantra &eacute; pensar que o melhor sempre est&aacute; por vir. Casado com a bibliotec&aacute;ria Sabrina, completam a fam&iacute;lia suas Maria&rsquo;s: a Maria J&uacute;lia, de quatro anos, e a Maria Flor, de um e meio. &ldquo;Sempre sonhei, desde muito jovem, em encontrar minha princesa encantada e ser pai&rdquo;, recorda, completando que a paternidade &eacute; um exerc&iacute;cio di&aacute;rio de paci&ecirc;ncia, mas garante que foi a melhor coisa que lhe aconteceu.<\/p>\n<p>Formado em Publicidade e Propaganda em 1997, um pouco antes de concluir a gradua&ccedil;&atilde;o, Max veio a Porto Alegre para participar de um programa proporcionado pela Martins e Andrade, o Publicit&aacute;rio do Futuro. Como uma esp&eacute;cie de vestibular, eram 300 candidatos para realizar uma prova, que selecionaria 16 jovens acad&ecirc;micos. Na sua opini&atilde;o, peculiar e muitas vezes &aacute;cida, como ele mesmo antecipa, o tal teste era bobo e isso o irritou. &ldquo;Lembro que escrevi uma s&eacute;rie de cr&iacute;ticas, metendo o pau na iniciativa, mas eles devem ter gostado do que leram e pensado &lsquo;Quem &eacute; este maluco? Vamos cham&aacute;-lo&rsquo;&rdquo;, brinca. E esta ag&ecirc;ncia foi, ent&atilde;o, a porta de entrada para o mercado na Capital &ndash; em Santa Maria chegou a trabalhar dois anos em uma produtora de v&iacute;deos.<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Sou esfor&ccedil;ado&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Quem convive pouco, o encontra ocasionalmente ou v&ecirc; de longe, enxerga um cara muito tranquilo, de bem com a vida, sempre dispon&iacute;vel e sorridente. Acontece que Max tamb&eacute;m pode ser algu&eacute;m bastante dif&iacute;cil de conviver, conforme ele mesmo. Se as opini&otilde;es para com os outros podem ser duras, consigo pr&oacute;prio &eacute; pior ainda. Autocr&iacute;tica &eacute; uma das caracter&iacute;sticas mais marcantes e, sobre isso, logo dispara: &ldquo;N&atilde;o me acho um cara talentoso, mas sou esfor&ccedil;ado, dedicado e me jogo de cabe&ccedil;a naquilo que fa&ccedil;o. Sei que foi isso que garantiu todas as oportunidades que tive&rdquo;.<\/p>\n<p>Bem, o fato &eacute; que todo esse esfor&ccedil;o lhe rendeu seis anos de Martins e Andrade, lugar que considera ter sido sempre a sua casa, o seu lar. &nbsp;Come&ccedil;ando como estagi&aacute;rio, ele sempre atuou na &aacute;rea de Atendimento e, neste cargo, colaborou, por exemplo, com o primeiro comercial de celular no Rio Grande do Sul, bem na &eacute;poca em que a CRT havia sido privatizada. &ldquo;Foi um filme gravado em Buenos Aires, com investimento alt&iacute;ssimo. Uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel&rdquo;, lembra. A sa&iacute;da s&oacute; se deu por conta de uma &ldquo;superoportunidade&rdquo;, diz ele, visivelmente ir&ocirc;nico. Foi ser diretor de Atendimento na extinta Overcom, mas seis meses foram suficientes para perceber que nenhuma promessa se cumpriria.<\/p>\n<p>A experi&ecirc;ncia, apesar de quase traum&aacute;tica, deixou uma marca em seu curr&iacute;culo: uma campanha reconhecida com o Grand Prix no Sal&atilde;o da Propaganda para a STB Viagens. Foi um comercial que antecedia a estreia do filme de Che Guevara, sem que o cliente investisse um real sequer, tudo fora viabilizado de gra&ccedil;a. &ldquo;Isso foi por volta de 2003. Um feito que me abriu muitas portas&rdquo;, avalia. Entre elas, teve a SLM, onde trabalhou com pessoas muito talentosas e que se tratavam como fam&iacute;lia; a Competence por duas passagens, experi&ecirc;ncias estas que considera verdadeiras escolas; e ainda a Global, de onde guarda um vis&iacute;vel carinho.<\/p>\n<p>&ldquo;Gosto muito da fam&iacute;lia Skowronsky. Eles sempre me deram carta branca para trabalhar&rdquo;, diz, referindo-se a <strong><a href=\"http:\/\/coletiva.net\/perfil\/o-professor-romualdo,195361.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Romualdo<\/a><\/strong> e aos filhos <strong><a href=\"http:\/\/coletiva.net\/perfil\/workfamily-assumido,200258.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alexandre<\/a><\/strong> e <strong><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/daniel-skowronsky-pura-energia,156341.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Daniel<\/a><\/strong>. Na ag&ecirc;ncia do trio, Max ficou cerca de tr&ecirc;s anos atendendo &agrave; marca GM, uma das experi&ecirc;ncias mais intensas na carreira e a qual chama de grande case na trajet&oacute;ria profissional. Entre tantos feitos neste per&iacute;odo, um dos mais significativos foi uma campanha produzida em uma semana: &ldquo;Sem d&uacute;vidas, a coisa mais louca que j&aacute; fiz. Nesse per&iacute;odo, em sete dias, dormi o total de oito horas. Insano, mas algo inesquec&iacute;vel.&rdquo; Segundo ele, a a&ccedil;&atilde;o &lsquo;Ga&uacute;cho, conte comigo!&rsquo; n&atilde;o foi apenas uma campanha, mas um projeto completo e integrado de marca.<\/p>\n<p><strong>Do c&eacute;u ao inferno (e vice-versa)<\/strong><\/p>\n<p>Quando encerrou a segunda passagem pela Competence, pensou em largar a Propaganda e &ldquo;sei l&aacute;, plantar batatas ou criar galinhas&rdquo;, ou seja, qualquer coisa que n&atilde;o o ligasse ao mundo louco da Comunica&ccedil;&atilde;o. Uma das justificativas do publicit&aacute;rio &eacute; que j&aacute; n&atilde;o aguentava mais o tamanho do ego dos colegas &ndash; caracter&iacute;stica, ali&aacute;s, que o incomoda at&eacute; hoje. Ele entende que humildade &eacute; essencial, mas uma boa parte destes profissionais n&atilde;o conhece essa palavra. &ldquo;Vem da&iacute; a minha rela&ccedil;&atilde;o de amor e &oacute;dio com este mercado&rdquo;, diz. Apesar da convic&ccedil;&atilde;o, um colega estava h&aacute; algum tempo o seduzindo para que abrissem a pr&oacute;pria ag&ecirc;ncia. Com medo e inseguro, Max resistiu algum tempo, mas acabou cedendo aos encantos da vida de empreendedor.<\/p>\n<p>Foi quando criaram a Branco, que atendeu a contas como Rede Marista, Tramonto, Sympala, Factum, entre outras. Com o s&oacute;cio-fundador ficou quatro anos, depois mais um tempo sozinho e, finalmente, uma fus&atilde;o com a ag&ecirc;ncia Wega. E dessa uni&atilde;o surgiu a WBR, que durou pouco mais de um ano. &ldquo;Foi um per&iacute;odo muito legal e tenho o maior orgulho da nossa hist&oacute;ria&rdquo;, resume. No total, o sonho da empresa pr&oacute;pria durou sete anos intensos e de muitas e muitas conquistas. &ldquo;Digo que fechei a ag&ecirc;ncia, mas esse &eacute; s&oacute; um nome bonito pra dizer que quebramos&rdquo;, desabafa. Quando os tempos ficaram dif&iacute;ceis, preferiu passar a r&eacute;gua e realizar o preju&iacute;zo, conforme conta.<\/p>\n<p>Ele chegou a entrar em depress&atilde;o, passou um tempo atendendo a alguns clientes de casa e, mais uma vez, vieram as diversas d&uacute;vidas sobre continuar nesta &aacute;rea. Foi quando surgiu o convite de <strong><a href=\"http:\/\/coletiva.net\/perfil\/fernando-silveira-familia-e-tudo,124788.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fernando Silveira<\/a><\/strong> para integrar a equipe do Sinapro. O amigo, inclusive, &eacute; muito importante na carreira, por se tratar de algu&eacute;m por quem Max nutre sentimentos como admira&ccedil;&atilde;o e gratid&atilde;o. Ele lembra, por exemplo, de um dos argumentos que o presidente do sindicato usou para o desafio: &#8220;Vem ajudar outras empresas a n&atilde;o passarem pelo que tu passaste&#8221;. Deu certo. Dois anos e meio depois da depress&atilde;o, hoje, al&eacute;m do Sinapro, participa de um projeto de aplicativo e tamb&eacute;m atua como mergulhador organizacional na empresa Conflu&ecirc;ncia. O resumo do momento &eacute; que ele est&aacute; vivendo uma fase de &ldquo;renascimento profissional&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Al&eacute;m da Propaganda<\/strong><\/p>\n<p>Se t&ecirc;m aspectos valorizados por Max longe da profiss&atilde;o, estes s&atilde;o: fam&iacute;lia, amigos e religi&atilde;o. N&atilde;o necessariamente nesta mesma ordem, de prefer&ecirc;ncia, todos juntos. O apartamento no bairro Menino Deus &eacute; o lar do quarteto e onde gosta de passar o maior tempo poss&iacute;vel. A vida social, ali&aacute;s, acontece dentro de casa, j&aacute; que recebe amigos com bastante frequ&ecirc;ncia. E, nesses momentos, ele tamb&eacute;m comanda a cozinha com prazer. &ldquo;Gosto disso porque sou esfomeado&rdquo;, brinca, comentando que cozinhar &eacute; uma declara&ccedil;&atilde;o de amor. E o prato que mais gosta de fazer &eacute; massa com strogonoff. De prefer&ecirc;ncia, que estas gastronomias estejam sempre acompanhadas de cerveja, a bebida que mais gosta &ndash; artesanal, ou n&atilde;o.<\/p>\n<p>Bem-humorado, Max jura que s&oacute; n&atilde;o se tornou gay por realmente n&atilde;o gostar de homem, mas lembra que conheceu Sabrina (por interm&eacute;dio de amigos) em um momento que nem pensava mais em relacionamentos duradouros. Colorada fan&aacute;tica, a esposa &eacute; a parte mais carinhosa da fam&iacute;lia, pois a ele cabe o papel de mais dur&atilde;o com as filhas. Gremista, ele conta que tem esperan&ccedil;a de &ldquo;salvar&rdquo; Maria Flor, uma vez que a mais velha &ndash; Maria J&uacute;lia &ndash; j&aacute; torce para o mesmo time da m&atilde;e.<\/p>\n<p>E por falar em esportes, o &uacute;nico que ele ainda pratica com mais frequ&ecirc;ncia &eacute; bicicleta, mas nada de competi&ccedil;&otilde;es ou treinos, apenas o prazer de estar sob duas rodas. A pr&aacute;tica, ali&aacute;s, foi o meio de transporte para levar a primog&ecirc;nita para creche e rumar para o trabalho durante algum tempo. Com a chegada da ca&ccedil;ula, ficou mais dif&iacute;cil. &ldquo;A Sabrina &eacute; a minha parceira de vida, que foi decisiva no momento mais dif&iacute;cil para mim. Formar fam&iacute;lia &eacute; uma del&iacute;cia! Essa &eacute; a prioridade da minha vida&rdquo;, resume.<\/p>\n<p><strong>O que lhe faz bem<\/strong><\/p>\n<p>Ao admitir que se acha um analfabeto musical, Max conta que gosta mesmo &eacute; do que est&aacute; em evid&ecirc;ncia. No Spotify dele, &eacute; poss&iacute;vel encontrar desde Aba, One Republic, Beatles, rock num geral, mas at&eacute; sertanejo raiz e os prim&oacute;rdios do pagode, como Ra&ccedil;a Negra. Al&eacute;m, &eacute; claro, de F&aacute;bio Jr, artista que foi prestigiar em todos os shows que j&aacute; fez em Porto Alegre. A leitura tamb&eacute;m &eacute; um h&aacute;bito que o acompanha desde jovem. No semin&aacute;rio, por exemplo, chegava a devorar um livro por semana, e &lsquo;Cem anos de solid&atilde;o&rsquo; foi uma obra angustiante, mas uma das mais marcantes na vida.<\/p>\n<p>Quando o assunto &eacute; filmes, ele tamb&eacute;m se reporta &agrave; &eacute;poca que morava no internato, j&aacute; que era capaz de ir ao cinema cinco vezes de sexta a domingo, mesmo que fosse para assistir a algo repetido. &lsquo;Rambo 2 &ndash; A miss&atilde;o&rsquo; diz que deve ter visto mais de 30 vezes, sem exagerar. Praticamente, n&atilde;o h&aacute; g&ecirc;nero do qual n&atilde;o goste, mas um dos melhores filmes para ele foi Avatar. E tamb&eacute;m &eacute; apaixonado pelas obras de super-her&oacute;is da Marvel. Ali&aacute;s, desenhos tamb&eacute;m t&ecirc;m papel importante na inf&acirc;ncia do publicit&aacute;rio: colecionava gibis. &ldquo;Nossa! Quando fechei minha ag&ecirc;ncia e precisava de dinheiro, chorei um dia inteiro por ter que vender minha cole&ccedil;&atilde;o&rdquo;, recorda ele, que tamb&eacute;m deu sequ&ecirc;ncia &agrave; cole&ccedil;&atilde;o de selos que seu pai come&ccedil;ou, um tio continuou e hoje est&aacute; com um primo.<\/p>\n<p>Luterano desde crian&ccedil;a, a f&eacute; evang&eacute;lica est&aacute; presente na vida dele e das filhas, que s&atilde;o criadas na sua congrega&ccedil;&atilde;o, com o respeito de Sabrina, que &eacute; cat&oacute;lica. Fundamental para ele, a f&eacute; o define e tem convic&ccedil;&atilde;o de ser algu&eacute;m melhor por conta disso, ainda que n&atilde;o permita que a doutrina religiosa o fa&ccedil;a cego. Nunca deu muito valor ao dinheiro, mas quer ter o suficiente para proporcionar conforto &agrave;s suas tr&ecirc;s mulheres e poder viajar muito. Ainda que conhe&ccedil;a bastante o Brasil, pouco viajou ao exterior, ent&atilde;o, esta &eacute; uma das metas. Otimista e de bem com a vida, ele gosta mesmo &eacute; de gente, de estar em contato com as pessoas. Ali&aacute;s, ainda que esteja mais pr&oacute;ximo dos 50 anos, diz que se sente &ldquo;um pi&aacute; inexperiente&rdquo;, pois, mesmo percebendo a bagagem que tem, prefere pensar que o que passou, passou, afinal, o melhor sempre est&aacute; por vir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por cinco anos, o teatro fez seu cora&ccedil;&atilde;o bater. 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