{"id":17183,"date":"2019-11-15T19:46:00","date_gmt":"2019-11-15T22:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/fernando-puhlmann-ele-e-visceral\/"},"modified":"2019-11-15T19:46:00","modified_gmt":"2019-11-15T22:46:00","slug":"fernando-puhlmann-ele-e-visceral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/fernando-puhlmann-ele-e-visceral\/","title":{"rendered":"Fernando Puhlmann: Ele \u00e9 visceral"},"content":{"rendered":"<p>Menos de cinco minutos de conversa e o sotaque ainda carregado entrega: Fernando Puhlmann n&atilde;o &eacute; da capital ga&uacute;cha. Nascido e criado em Alegrete, a altura de 1,95m n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica caracter&iacute;stica que chama aten&ccedil;&atilde;o quando adentra algum ambiente. Ele fala alto, gesticula bastante e n&atilde;o tem nenhuma dificuldade para se comunicar. Em uma cafeteria do bairro Floresta, a m&uacute;sica ambiente o preocupa com a grava&ccedil;&atilde;o da entrevista. &#8220;Queres que eu pe&ccedil;a para desligar o som?&#8221;, pergunta, explicando que quem trabalha com audiovisual carrega certos v&iacute;cios.<\/p>\n<p>S&oacute;cio-diretor da Cuentos y Circo, Fernando &eacute; pura intensidade, sendo essa a principal caracter&iacute;stica, pois se entrega a tudo e a todos com a veracidade de quem ama o que faz e s&oacute; faz o que ama. &ldquo;Tu nunca vais ver eu me dedicando a algo que n&atilde;o queira ou n&atilde;o acredite. Sei at&eacute; que perdi bastante dinheiro por conta disso, mas prefiro passar tr&ecirc;s dias comendo Miojo, do que um dia inteiro fazendo algo que n&atilde;o gosto&rdquo;, garante ele, que em nada se parece com as caracter&iacute;sticas do sangue alem&atilde;o, carregado pelo sobrenome.<\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio, poderia facilmente ser considerado um italiano, inclusive quando o assunto &eacute; comida, pois aprecia a gastronomia toscana. Prato preferido ele n&atilde;o tem, mas comandar o fog&atilde;o &eacute; algo que o conquista, apenas com uma esp&eacute;cie de &ldquo;condi&ccedil;&atilde;o&rdquo;: &ldquo;Gosto de cozinhar, mas, como se diz na fronteira, tem que ser &#8216;boia de panela&#8217;, ou seja, arroz com galinha, lasanha, carreteiro&rdquo;, conta ele, que tamb&eacute;m adora assar churrasco e admite seu ponto fraco por doces.<\/p>\n<p><strong>Boemia como profiss&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>As festas noturnas chegaram na vida dele ainda na adolesc&ecirc;ncia e no Interior. Ali&aacute;s, foi organizando esses eventos que se manteve at&eacute; os 21 anos. Chegou a trabalhar com venda de cons&oacute;rcios e tamb&eacute;m em ag&ecirc;ncia de turismo, mas confessa que nunca foi feliz nessas &aacute;reas. Voltou para a boemia quando resolveu abrir um bar na cidade natal, mas &ldquo;quebrou grande&rdquo;, como ele mesmo classifica o fracasso do estabelecimento. E foi a&iacute; que veio a decis&atilde;o de se mudar. &ldquo;Cheguei em Porto Alegre em junho de 2003, com 30 anos e 100 reais na carteira.&rdquo;<\/p>\n<p>O filho do economista Carlos Roberto e da professora de Hist&oacute;ria Ana Maria &eacute; o primog&ecirc;nito &ndash; completam a prole Marcos, agr&ocirc;nomo; Tiago, que atua com log&iacute;stica; e Marcelo, administrador, que tamb&eacute;m trabalha com agroneg&oacute;cio. Morando com alguns amigos, Fernando foi tomar uma cerveja despretensiosa com um dos irm&atilde;os na Cidade Baixa. Comunicador nato, logo puxou assunto com o dono do estabelecimento e, dando dicas de como movimentar algumas noites (afinal, j&aacute; tinha trabalhado com isso), descolou a oportunidade de comandar o agito de um dia da semana l&aacute;. Devagar, a boemia como profiss&atilde;o voltava &agrave; sua vida. Chamou dois amigos m&uacute;sicos e o trio ganhava com bilheteria. Cobravam R$ 3 (isso mesmo, tr&ecirc;s reais!), e cada um ficava com R$ 1.<\/p>\n<p>Certo dia, um cliente sugeriu fazer sua festa de formandos no bar, deixando que o coordenador cobrasse um ingresso mais alto (a &ldquo;fortuna&rdquo; de R$ 8). Na semana seguinte, chegou para trabalhar e tinha uma fila imensa na frente. &ldquo;Pensei: descobri a Am&eacute;rica! Vou ficar rico&rdquo;, lembra, aos risos. Com isso, acordava todos os dias de manh&atilde;, comprava o jornal e ia para as cafeterias da Ufrgs. Ficava observando os estudantes, na tentativa de descobrir quem estava prestes a colar grau. O objetivo era acessar a comiss&atilde;o de formatura e oferecer aquele formato de festa.<\/p>\n<p><strong>Da Cidade Baixa aos grandes festivais<\/strong><\/p>\n<p>Vivendo disso, conheceu Ana L&uacute;cia Braum Luz, algu&eacute;m muito importante na trajet&oacute;ria, mas que viria a falecer precocemente. Foi ela quem o apresentou para duas outras figuras essenciais na carreira dele, Paulo Satt e Eug&ecirc;nio Corr&ecirc;a. Com a dupla de chefes, trabalhou no Acqua Pub e na Liquid Eventos, coordenando a parte de Marketing. Em 2004, chegou a oportunidade a qual o s&oacute;cio-diretor da Cuentos y Circo &eacute; extremamente grato: integrar a equipe do Planeta Atl&acirc;ntida. N&atilde;o demorou para crescer l&aacute; e trabalhar ao lado de Dudu Durgante, que era o respons&aacute;vel pela infraestrutura do festival.<\/p>\n<p>Na Liquid, ainda produziu grandes eventos como, por exemplo, Coca Cola Vibe Zone, Cidade El&eacute;trica e Universo Alegria. &ldquo;Praticamente tudo que teve de grande no entretenimento daquela &eacute;poca passou por mim&rdquo;, orgulha-se. Depois disso, decidiu mudar o rumo e abrir a pr&oacute;pria casa noturna. Chegou a Farm&rsquo;s, que marcou uma gera&ccedil;&atilde;o em Porto Alegre &ndash; e, como era de se esperar de algu&eacute;m inquieto, ainda teve participa&ccedil;&atilde;o em outras casas noturnas da Capital. &ldquo;Essa &eacute;poca foi financeiramente importante para mim&rdquo;, resume.<\/p>\n<p>Mas a vida bo&ecirc;mia, ainda que exercida de forma profissional, cansa. Como a esposa, a jornalista Giovanna Alvarenga, j&aacute; havia montado a Cuentos y Circo e ele ajudava de forma espor&aacute;dica, achou que era o momento de tornar a empresa familiar e se dedicar exclusivamente &agrave; ag&ecirc;ncia de conte&uacute;do audiovisual. Hoje, seu foco &eacute; produzir para YouTube. A rela&ccedil;&atilde;o com a plataforma come&ccedil;ou em 2011 e, desde ent&atilde;o, buscam entender como as marcas precisam se comportar na rede para terem sucesso. Ao longo do tempo, produziram muito para TV, como foi o caso do Grenalizando, uma s&eacute;rie que ficou um ano e meio no SBT. A outra iniciativa, junto da mesma emissora, foi a Cavalgada dos Extremos, que chegou a rodar em S&atilde;o Paulo e foi muito premiada, inclusive internacionalmente.<\/p>\n<p><strong>Paix&atilde;o tricolor<\/strong><\/p>\n<p>Heran&ccedil;a de fam&iacute;lia, o Gr&ecirc;mio &eacute; uma paix&atilde;o na vida de Fernando, algo pujante entre os pais, irm&atilde;os e sobrinhos. O interessante &eacute; que a torcida n&atilde;o chega a fazer com que ele queira ir atr&aacute;s do time onde quer que este jogue, &eacute; algo limitado a est&aacute;dio, TV e internet. Outro aspecto relevante &eacute; que o gosto n&atilde;o &eacute; pelo futebol ou esportes como um todo, &eacute; apenas o Gr&ecirc;mio. N&atilde;o assiste a outros jogos (al&eacute;m, &eacute; claro, das partidas do coirm&atilde;o) e, se questionado sobre a escala&ccedil;&atilde;o de qualquer time, n&atilde;o saber&aacute; um jogador sequer. Ah, e, na pr&aacute;tica, vale o mesmo. Apesar de j&aacute; ter jogado muito futebol e v&ocirc;lei, admite nunca ter sido um grande esportista, apenas esfor&ccedil;ado.<\/p>\n<p>Al&eacute;m das vit&oacute;rias em campo e consequentes t&iacute;tulos, o que mais poderia fazer a felicidade do torcedor gremista? Ora, trabalhar para o time do cora&ccedil;&atilde;o! Fernando conta que teve o clube como segundo cliente da Cuentos. Foram chamados para ajudar a formatar e colocar no ar a Gr&ecirc;mio TV como &eacute; hoje. Lembra bem da primeira vez que viu o presidente F&aacute;bio Koff (falecido em 2018): &ldquo;A Gi diz que fiquei com cara de abobado. Imagina a cena: eu estava diante de um cara que acompanhava desde guri, um personagem do r&aacute;dio. De repente, por mero acaso, estava sentado na minha frente, tomando cafezinho e batendo papo!&rdquo;, exalta o f&atilde;, que ainda p&ocirc;de conviver com Renato Portalupi, Luiz Felipe Scolari, o Felip&atilde;o, Vanderlei Luxemburgo e Roger Machado. &ldquo;Foi sensacional conhecer muitos dos meus &iacute;dolos gremistas&rdquo;, resume.<\/p>\n<p><strong>Completamente apaixonado<\/strong><\/p>\n<p>Se algu&eacute;m questionar Fernando sobre a maior paix&atilde;o da vida dele, esta tem nome e sobrenome: Giovanna Alvarenga. &ldquo;Ela foi um grande presente na minha vida. A primeira vez que eu a vi, decidi que ia ser minha namorada&rdquo;, conta, para completar em seguida que o relacionamento s&oacute; veio a acontecer 10 anos depois de terem se conhecido. H&aacute; 10 anos morando juntos, ele garante que &eacute; ainda mais apaixonado do que no come&ccedil;o. Nas suas palavras, n&atilde;o h&aacute; nada que ele deseje em uma mulher que a esposa n&atilde;o tenha. &ldquo;&Eacute; inteligente, com alta capacidade de ter foco, uma garra para trabalhar impressionante. Apaixonada por tudo, absolutamente respons&aacute;vel e uma grande s&oacute;cia. Al&eacute;m de ser a mulher mais linda do mundo&rdquo;, derrete-se. Os filhos humanos ainda n&atilde;o vieram &ndash; e este &eacute; um assunto bem resolvido: deixar&atilde;o acontecer e nutrem um forte desejo de ado&ccedil;&atilde;o. O amor familiar &eacute; ent&atilde;o canalizado no bulldog Zeus e nas gatas Preta, Branca e Amarela. &ldquo;Essa &eacute; a nossa fam&iacute;lia.&rdquo;<\/p>\n<p>Ter uma esposa-s&oacute;cia faz com que eles vivam intensamente a empresa, ent&atilde;o, os dias de folga s&atilde;o mais raros. Apesar disso, for&ccedil;am-se a ter alguns dias no ano. Adoram a Bahia, para onde correm pr&oacute;ximo do Carnaval. Engana-se quem pensa que o casal vai para o fervo, pois o destino escolhido fica na &aacute;rea mais rural da Praia do Forte, no meio do mato, onde n&atilde;o pega celular, muito menos internet. O cen&aacute;rio os faz ficarem afastados de tudo e, uma vez por dia, irem at&eacute; a civiliza&ccedil;&atilde;o para responder as urg&ecirc;ncias. Tirando isso, Fernando curte todo seu envolvimento com o Gr&ecirc;mio, enquanto Giovanna tem uma grande paix&atilde;o pelo Flamenco. &ldquo;S&atilde;o v&aacute;lvulas de escape, que nos permitem vidas individuais e nos fazem aguentar o tranco do dia a dia&rdquo;, reflete.<\/p>\n<p>O amor intenso pela esposa, ele entende que n&atilde;o &eacute; &agrave; toa, pois sempre viu isso. O pai sempre foi um apaixonado pela m&atilde;e e dedica sua vida at&eacute; hoje &agrave; companheira. &ldquo;Eles t&ecirc;m um comportamento de namorados, &eacute; bonito de ver&rdquo;, elogia. Al&eacute;m disso, conta que foi criado em um ambiente onde o machismo era nulo. Dona Ana Maria foi uma mulher &agrave; frente do seu tempo e educou os filhos sem permitir que fizessem qualquer coment&aacute;rio pejorativo sobre uma mulher. Na opini&atilde;o de Fernando, o resultado foi crescer respeitando e admirando o sexo feminino.<\/p>\n<p>Outro aspecto presente e intenso &eacute; a sua cren&ccedil;a no Espiritismo, tamb&eacute;m heran&ccedil;a de fam&iacute;lia. Neto de algu&eacute;m que mantinha um centro esp&iacute;rita, ele frequenta o espa&ccedil;o desde que se conhece por gente. &ldquo;&Eacute; um local que me faz muito bem e me acalma. Embora acredite no espiritismo, respeito toda e qualquer religi&atilde;o e acho fundamental crer em algo&rdquo;, opina.<\/p>\n<p><strong>Para consumir<\/strong><\/p>\n<p>E, afinal, o que um cara que trabalha com audiovisual gosta de assistir? Ele n&atilde;o sabe responder. Isso porque gosta do ritual de ir ao cinema, mas n&atilde;o se considera um cin&eacute;filo. Gosta de hist&oacute;rias, simples assim. Assiste a s&eacute;ries, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; fan&aacute;tico. A do momento, que d&aacute; sentido ao verbo &ldquo;maratonar&rdquo;, &eacute; The Last Kingdom. E outra que adorou foi Coisa Linda, por ter o enredo muito ligado ao empreendedorismo, especialmente o feminino. A prefer&ecirc;ncia &eacute; voltada aos livros. Esses, sim, ganham a aten&ccedil;&atilde;o do s&oacute;cio-diretor da Cuentos. F&atilde; do escritor Ken Follett, &eacute; o tipo de leitura que, quando chega na metade, come&ccedil;a a economizar as p&aacute;ginas por n&atilde;o querer que acabe. Tamb&eacute;m teve uma &eacute;poca fan&aacute;tico por Sidney Sheldon, tem um ga&uacute;cho a quem admira e consome, Alcy Cheuiche, e &eacute; um apaixonado por Jorge Amado.<\/p>\n<p>E para quem trabalhou com m&uacute;sica, o que faz bem aos ouvidos? Mais uma quest&atilde;o sem uma resposta r&aacute;pida, pois s&atilde;o muitas as prefer&ecirc;ncias, que v&atilde;o desde Elvis Presley e Elton John, passando por Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Toquinho e Ivan Lins, chegando a Oswaldo Montenegro. &ldquo;Viro um retardado ouvindo ele. No pen&uacute;ltimo show que fui, chorei desde a hora que ele abriu a boca at&eacute; ir embora&rdquo;, admite, sem pudor algum. Escuta muita MPB e, como um bom homem da fronteira, gosta de m&uacute;sica nativista e tamb&eacute;m de sertanejo, &ldquo;mas o raiz, n&atilde;o o universit&aacute;rio&rdquo;, alerta. Trabalhar na noite o fez consumir todo tipo de m&uacute;sica, mas n&atilde;o virou f&atilde; de todas. &ldquo;Fiz um milh&atilde;o de festas eletr&ocirc;nicas, mas sou um ignorante na &aacute;rea, at&eacute; porque n&atilde;o consigo entender quando termina uma m&uacute;sica e come&ccedil;a outra&rdquo;, explica, rindo.<\/p>\n<p><strong>Simples, mas verdadeiro<\/strong><\/p>\n<p>Preocupado com o mundo, as diferen&ccedil;as sociais s&atilde;o algo que o incomodam, a ponto de se emocionar quando v&ecirc; a solidariedade ou quando ele mesmo tem a oportunidade de pratic&aacute;-la. Resiliente, n&atilde;o desiste do que deseja e briga por isso. Essa intensidade, por&eacute;m, tem um lado negativo, j&aacute; que se considera de dif&iacute;cil conviv&ecirc;ncia. Teimoso e orgulhoso, reconhece que j&aacute; pagou caro por isso, mas tamb&eacute;m sabe que serviu de escudo em outros momentos. &ldquo;Se for para me definir, acho que sou muito grato. E isso &eacute; algo sempre necess&aacute;rio. &Eacute; preciso rever o tempo todo onde j&aacute; pisamos, quem nos ajudou&rdquo;, ensina ele, que tenta n&atilde;o guardar rancor, ainda que seja algo dif&iacute;cil. Tanto que, quando vai ao centro esp&iacute;rita, pede pouco e agradece muito.<\/p>\n<p>&Eacute; dif&iacute;cil eleger um ou dois momentos inesquec&iacute;veis, mas pensa um pouco e discorre sobre o primeiro que lhe vem &agrave; cabe&ccedil;a: sua estreia no Planeta Atl&acirc;ntida, quando Ana L&uacute;cia o levou ao palco para assistir ao show do Engenheiros do Hava&iacute;. &ldquo;Essa banda foi o amor da minha vida. Vinha de um momento muito dif&iacute;cil e foi quando me dei conta que um ano e meio depois de ter chegado em POA sem dinheiro, estava fazendo parte de um festival incr&iacute;vel, curtindo o show de um &iacute;dolo da adolesc&ecirc;ncia a poucos metros.&rdquo; Entrevistar &iacute;dolos musicais &eacute; o segundo item na lista de grandes feitos, como foi o caso de Nei Lisboa, mas esse momento rendeu tamb&eacute;m uma bronca da esposa. Ao inv&eacute;s de apenas entrevistar, ficou conversando com o cantor por duas horas, o que tornaria o trabalho da edi&ccedil;&atilde;o um sacrif&iacute;cio.<\/p>\n<p>E o terceiro momento tido como espetacular foi logo que a Cuentos surgiu e foram convidados para irem ao Google, participar de um evento do YouTube para cerca de 70 players, sendo 30 os principais canais de futebol. Quando chegaram l&aacute;, o representante da plataforma estava explicando e dando dicas aos outros 40 que ainda n&atilde;o estavam inseridos na rede. Surpresa: usaram o Grenalizando como o melhor exemplo de conte&uacute;do, um verdadeiro case. &ldquo;Sa&iacute;mos de l&aacute; nas nuvens&rdquo;, diz, orgulhoso. Nenhum dos destaques de vida est&aacute; ligado a dinheiro e sobre isso, &eacute; categ&oacute;rico: &ldquo;Estes momentos me fizeram parar e pensar: f***-se, melhor comer Miojo e fazer isso, do que encher os bolsos e ser infeliz&rdquo;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Menos de cinco minutos de conversa e o sotaque ainda carregado entrega: Fernando Puhlmann n&atilde;o &eacute; da capital ga&uacute;cha. Nascido e criado em Alegrete, a altura de 1,95m n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica caracter&iacute;stica que chama aten&ccedil;&atilde;o quando adentra algum ambiente. Ele fala alto, gesticula bastante e n&atilde;o tem nenhuma dificuldade para se comunicar. 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