{"id":17263,"date":"2020-08-28T18:35:00","date_gmt":"2020-08-28T21:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/rosane-frigeri-uma-ouvinte-de-historias\/"},"modified":"2020-08-28T18:35:00","modified_gmt":"2020-08-28T21:35:00","slug":"rosane-frigeri-uma-ouvinte-de-historias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/rosane-frigeri-uma-ouvinte-de-historias\/","title":{"rendered":"Rosane Frigeri: Uma ouvinte de hist\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O<\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/correio-do-povo-um-jovem-senhor,276768.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\"> Correio do Povo<\/span><\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> n&atilde;o seria o &uacute;nico trabalho da guria de 17 anos que saiu de Caxias do Sul para cursar Jornalismo na PUC, em Porto Alegre. Mas, certamente, seria o emprego que marcaria sua carreira, lhe daria experi&ecirc;ncia e a transformaria na profissional e tamb&eacute;m na pessoa que &eacute; hoje. A menina lia as p&aacute;ginas do peri&oacute;dico, que era assinado pelo seu Antonio Frigeri e pela dona &Eacute;rica Therezinha Arenhart Frigeri, chegando todos os dias na casa da fam&iacute;lia, e sonhava: &ldquo;um dia quero trabalhar nesse jornal&rdquo;. E n&atilde;o &eacute; que ela sabia mesmo das coisas?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aproximadamente cinco d&eacute;cadas depois, Rosane Frigeri pode contar por mais de hora sobre as hist&oacute;rias vividas na reda&ccedil;&atilde;o da Caldas J&uacute;nior. E foram tantas, que faltariam p&aacute;ginas para descrever, mas, claro, isso se a eterna rep&oacute;rter n&atilde;o soubesse resumir t&atilde;o bem as mais interessantes. Ela relembra com nostalgia <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> por&eacute;m, sem clima melanc&oacute;lico <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> como realizou o sonho de conquistar a vaga na sucursal de Porto Alegre do jornal, ap&oacute;s recusar uma primeira oferta de atuar na pra&ccedil;a de Caxias do Sul e apostar na espera por uma oportunidade na Capital. A inf&acirc;ncia e a adolesc&ecirc;ncia de muita alegria, festas e amigos foram o suficiente de Serra: ela tinha &acirc;nsia de explorar novos ares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E conseguiu. Ganhou espa&ccedil;o no jornalismo porto-alegrense e passou, ao longo de sua trajet&oacute;ria, por locais como o Museu de Comunica&ccedil;&atilde;o do Rio Grande do Sul, a seccional ga&uacute;cha da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS), o Senac, a <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/por-dentro\/revista-voto-feita-de-relacionamento-e-inovacao,274507.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\">Revista Voto<\/span><\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e &oacute;rg&atilde;os governamentais. No entanto, a jornalista &eacute; categ&oacute;rica ao afirmar que, apesar de todo o carinho pelos outros ambientes de trabalho, foi no Correio do Povo que cresceu como profissional. Cada degrau que galgou, passando por todos os n&iacute;veis de cargos para rep&oacute;rteres, inclusive fazendo mat&eacute;rias especiais, a fez chegar &agrave; chefia. Foi, ent&atilde;o, que aprendeu a comandar e se divertiu a cada hist&oacute;ria que um rep&oacute;rter trazia para a reda&ccedil;&atilde;o, instigando sua mem&oacute;ria das coberturas externas. &ldquo;Para mim, o Jornalismo &eacute; uma grande divers&atilde;o&rdquo;, observa Rosane.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At&eacute; hoje, a profissional conserva amizades feitas no tradicional peri&oacute;dico ga&uacute;cho, com as quais dividiu a rotina <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> na verdade, a falta dela <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> de uma imprensa &lsquo;raiz&rsquo;, na qual era preciso correr atr&aacute;s dos preciosos furos de reportagem. Tudo isso em meio a uma reda&ccedil;&atilde;o com muita fuma&ccedil;a de cigarro, ritmo fren&eacute;tico e refer&ecirc;ncias para sua carreira. Sim, as inspira&ccedil;&otilde;es da jornalista n&atilde;o estavam em S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro ou nos notici&aacute;rios internacionais.&nbsp;<\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/claudio-thomas-pe-na-estrada-pelo-jornalismo,161201.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\">Cl&aacute;udio Thomas<\/span><\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/marcelo-rech-jornalismo-inquieto,184132.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\">Marcelo Rech<\/span><\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, Ema Belmonte e <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/denise-nunes-economia-sem-aridez,196855.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\">Denise Nunes<\/span><\/strong><\/a> <span style=\"font-weight: 400;\">foram alguns dos colegas da Caldas J&uacute;nior que a ensinaram, de diversas formas, e dos quais lembra de uma forma afetuosa <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> alguns mantendo o contato e a proximidade, seja para tomar um vinho, assistir a um jogo do Juventude (seu segundo time do cora&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s o preferido: Corinthians) ou passear na praia.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Rep&oacute;rter maluca<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o entendeu errado quem leu a retranca sobre Rosane e sua viv&ecirc;ncia na reportagem <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; um julgamento. A pr&oacute;pria profissional se define como &ldquo;uma rep&oacute;rter maluca&rdquo;. E ela explica o adjetivo que atribui a si mesma, contando do trabalho que deu, em muitas ocasi&otilde;es, a colegas fot&oacute;grafos. O motivo? As ideias ousadas de ir a lugares que n&atilde;o eram comumente visitados, buscar fontes inacess&iacute;veis e fazer perguntas audazes. Ela cobriu desde um desfile de escola de samba <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> como integrante da agremia&ccedil;&atilde;o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash; <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ao Pantanal. Atualmente, a facilita&ccedil;&atilde;o de contatos e entrevistas por meio da internet e das redes sociais, meio em que a profissional tamb&eacute;m tem conhecimento, n&atilde;o fornecem as mesmas experi&ecirc;ncias que teve quando sa&iacute;a para a rua e reportava Porto Alegre, o Rio Grande do Sul e o mundo a partir do que via, ouvia e sentia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Temas locais, nacionais e internacionais fizeram parte do dia a dia da jornalista. A guria, que come&ccedil;ou a trajet&oacute;ria jornal&iacute;stica escrevendo para a faculdade sobre um asilo de idosos, por incentivo do professor <\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/marques-leonam-mestre-que-ilumina,173497.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong><span class=\"bold\">Marques Leonam<\/span><\/strong><\/a> <span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> outra influ&ecirc;ncia na profiss&atilde;o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, esteve em pa&iacute;ses e continentes diferentes cobrindo os mais diversos assuntos. Mas, entre as viagens, a que guarda maior carinho foi para a &Aacute;frica do Sul. H&aacute; muito, a jovem serrana, que se formou em 1986 na PUC, desejava conhecer o continente africano. Eis que a pauta surgiu e Rosane partiu em uma cobertura com direito a tudo que esperava, incluindo um saf&aacute;ri pela savana do local.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas das viv&ecirc;ncias na reportagem foram pautadas pelo que considera sua maior qualidade: a determina&ccedil;&atilde;o. Nas buscas por boas hist&oacute;rias, o &iacute;mpeto de conseguir extrair o melhor das fontes a colocou <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> junto com alguns colegas <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> em situa&ccedil;&otilde;es at&iacute;picas. Este foi o caso de uma mat&eacute;ria sobre o tr&aacute;fico de drogas na Capital. Rosane tinha como fonte o traficante Humberto Luciano Br&aacute;s de Souza, o Carioca, conhecido comandante do com&eacute;rcio ilegal de entorpecentes no Morro na Cruz, na zona Leste. Uma arma apontada para sua cabe&ccedil;a foi a recep&ccedil;&atilde;o que teve no local, quando buscava a fonte. Junto disso, relembra a amea&ccedil;a: &ldquo;Se a pol&iacute;cia &lsquo;bater&rsquo; aqui, tu morre&rdquo;. Por&eacute;m, a vontade de contar o que ocorria ali foi maior que o medo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Definitivamente, temor nunca combinou bem com Rosane. Quando seu chefe a enviou para fazer mat&eacute;ria sobre uma comunidade<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">ind&iacute;gena no Cantagalo, em Viam&atilde;o, ela n&atilde;o pensou duas vezes. Chegando l&aacute;, a entrevista com o cacique corria bem, no entanto, uma d&uacute;vida assolava a jornalista. Foi quando ela decidiu questionar: &ldquo;O que fazem depois das 18h, se n&atilde;o tem luz, nem televis&atilde;o?&rdquo;. O l&iacute;der do grupo n&atilde;o gostou nada do questionamento, considerado muito &iacute;ntimo sobre a vida dos locais e, bastante ofendido, amea&ccedil;ou-a, encerrando a conversa. Mais uma vez, o fot&oacute;grafo que a acompanhava esbravejou sobre a aud&aacute;cia da pergunta, mas Rosane apenas sorria, pois, em vez de temer, achava essas situa&ccedil;&otilde;es muito divertidas.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Chefe exigente<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E a sensa&ccedil;&atilde;o de que fazer Jornalismo era se divertir n&atilde;o a abandonou quando se tornou chefe de reportagem do jornal.&nbsp; Sabe, por&eacute;m, que o cargo n&atilde;o &eacute; feito apenas de &lsquo;flores&rsquo; e, nesse per&iacute;odo, muitos conheceram o que considera seu maior defeito: a exig&ecirc;ncia. Rosane relembra que a press&atilde;o da &eacute;poca era grande para conseguirem a manchete do dia, antes da concorrente Zero Hora. Com isso, sempre quis que seus rep&oacute;rteres dessem 100% de determina&ccedil;&atilde;o, assim como fazia quando estava na rua. Ela recorda a frase de uma ex-colega e amiga que a marcou. &ldquo;A Denise [Nunes] me disse uma vez que eu devia parar de achar que todos seriam como eu e se jogariam no mato ou no barro se fosse preciso, pois nem todo mundo &eacute; assim&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de acreditar que alguns rep&oacute;rteres mantiveram m&aacute;goa de seu per&iacute;odo na chefia, a profissional garante, satisfeita, que fez mais amigos que inimigos. Sobre os frutos do esfor&ccedil;o na lideran&ccedil;a, ainda destaca alegre os pr&ecirc;mios conquistados, os quais atribui ao trabalho em equipe. Mas, a trajet&oacute;ria, saudosamente recordada, teve de se encerrar ap&oacute;s mais de 15 anos, quando, conciliando mais de um emprego <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> j&aacute; um h&aacute;bito <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&mdash;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e devido ao adoecimento de sua m&atilde;e, Rosane deixou o Correio do Povo.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>A cobertura do impeachment<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Engana-se quem pensa que o auge da carreira de Rosane, que pouco fala da vida pessoal, foi a chefia de reportagem. Pelo menos, n&atilde;o foi assim aos olhos dela. A paix&atilde;o por ouvir e contar hist&oacute;rias n&atilde;o permitiu que ela se sentisse completamente realizada dentro da reda&ccedil;&atilde;o. A profissional garante que, apesar de ter se sentido grata e aceitado o posto de lideran&ccedil;a na &eacute;poca, o &aacute;pice foi como rep&oacute;rter. E, dentre as tantas coberturas, responde, segura, sobre qual mais a marcou: o acompanhamento jornal&iacute;stico do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. &ldquo;Foi meu grande desafio&rdquo;, assegura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante o momento hist&oacute;rico, ocorrido em 1992, que retirou do posto um presidente pela primeira vez no Brasil e na Am&eacute;rica Latina, Rosane viajou mais de uma vez a Bras&iacute;lia, para acompanhar e reportar os desdobramentos do caso. Al&eacute;m de um fato in&eacute;dito, ela teve que lidar com dificuldades t&iacute;picas de um jornalista que chega em um novo ambiente, principalmente o cen&aacute;rio pol&iacute;tico da Capital Federal: muitos profissionais locais j&aacute; estavam acostumados com as fontes, os ambientes, os procedimentos. A ga&uacute;cha estava &ldquo;de gaiata&rdquo;. Mas, lembra da determina&ccedil;&atilde;o? Pois ent&atilde;o, ela burlou as adversidades e foi a correspondente do Correio do Povo ao longo do processo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi ao voltar desta cobertura que a empresa entendeu que j&aacute; havia atingido o apogeu da reportagem e a promoveu. N&atilde;o foi exatamente o cargo de chefia, por&eacute;m o tempo em Bras&iacute;lia despertou, sim, um desejo em Rosane: estar l&aacute;, desfrutando de mais daquele dia a dia que experimentou por apenas alguns meses. Entretanto, essa &eacute; uma das vontades que ficou na lista de pend&ecirc;ncias na vida da jornalista. As dificuldades de mercado nunca possibilitaram que ela explorasse esse sonho. Agora, j&aacute; distante da profiss&atilde;o, o cora&ccedil;&atilde;o de rep&oacute;rter revela: &ldquo;Se me oferecem uma oportunidade em Bras&iacute;lia, n&atilde;o penso duas vezes, arrumo as malas e vou&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"bold\"><strong>Praieira&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Por um tempo&rdquo;: &eacute; assim que Rosane define seu afastamento das atividades jornal&iacute;sticas. Por&eacute;m, confessa que ainda faz alguns jobs e que n&atilde;o abre m&atilde;o de acompanhar as not&iacute;cias nos ve&iacute;culos tradicionais e no Twitter, diariamente. Contudo, ela n&atilde;o faz mais isso de dentro de uma reda&ccedil;&atilde;o atribulada ou a caminho de uma pauta. &Eacute; no litoral que a profissional se refugia, para viver em contato com sua outra paix&atilde;o: o mar. &ldquo;N&atilde;o troco a praia por nada&rdquo;, destaca. Em Praia Azul tamb&eacute;m &eacute; onde recebe os sobrinhos e amigos a quem destina todo seu amor, j&aacute; que n&atilde;o teve filhos e &eacute; divorciada, pois acabou por dedicar-se totalmente &agrave; carreira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As hist&oacute;rias continuam presentes, talvez ainda mais do que antes, pois agora ela n&atilde;o precisa mais se preocupar em cont&aacute;-las, mas apenas em escutar, o que Rosane faz no voluntariado. A mat&eacute;ria feita l&aacute; no in&iacute;cio da faculdade, que a colocou dentro de um asilo por dias, potencializou o amor pelos idosos e fez a jornalista se descobrir como mais do que uma narradora de causos alheios, mas uma boa ouvinte. Ela acredita, inclusive, que, caso n&atilde;o seguisse o jornalismo, poderia ser psic&oacute;loga. Seu tempo como volunt&aacute;ria tamb&eacute;m &eacute; dividido com alguns cachorros de rua, que s&atilde;o alimentados, cuidados e custeados por ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Praia, solidariedade, fam&iacute;lia e amigos ainda d&atilde;o espa&ccedil;o &agrave; literatura na vida de Rosane. Amante da leitura, ela conta, aos risos, que chegou a protelar uma viagem a trabalho ao exterior, no Correio do Povo, pois precisava concluir o &uacute;ltimo cap&iacute;tulo de um dos volumes de &lsquo;As Brumas de Avalon&rsquo;. Em sua estante, biografias, produ&ccedil;&otilde;es sobre pol&iacute;tica e fic&ccedil;&atilde;o coabitam. Mas o encanto por esta arte n&atilde;o se resume ao consumo: a jornalista ainda pretende escrever seu pr&oacute;prio livro. Convencida de que tantas viv&ecirc;ncias precisam ser compartilhadas, admite que ainda esbanja energia e espera publicar essa obra e realizar muito mais nos pr&oacute;ximos anos.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Correio do Povo n&atilde;o seria o &uacute;nico trabalho da guria de 17 anos que saiu de Caxias do Sul para cursar Jornalismo na PUC, em Porto Alegre. Mas, certamente, seria o emprego que marcaria sua carreira, lhe daria experi&ecirc;ncia e a transformaria na profissional e tamb&eacute;m na pessoa que &eacute; hoje. 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