{"id":17267,"date":"2020-09-11T18:49:00","date_gmt":"2020-09-11T21:49:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/eliana-rigol-eu-andorinha\/"},"modified":"2020-09-11T18:49:00","modified_gmt":"2020-09-11T21:49:00","slug":"eliana-rigol-eu-andorinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/eliana-rigol-eu-andorinha\/","title":{"rendered":"Eliana Rigol: Eu andorinha"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"italic forecolor\" style=\"color: #ff0000; font-size: 8pt;\">* Por Cleidi Pereira, correspondente de Coletiva.net em Lisboa, Portugal. A jornalista assina conte&uacute;dos para Perfil de profissionais ga&uacute;chos da Comunica&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o espalhados pelo mundo.<\/span><\/p>\n<p>O fen&ocirc;meno de migra&ccedil;&atilde;o das aves ainda n&atilde;o &eacute; bem compreendido pela ci&ecirc;ncia. Em busca de alimento e temperaturas mais altas, algumas esp&eacute;cies preferem voar &agrave; noite, tendo as constela&ccedil;&otilde;es como b&uacute;ssola. Outras, devido &agrave; mem&oacute;ria da esp&eacute;cie, orientam-se a partir de acidentes geogr&aacute;ficos, como rios e montanhas. &Eacute; o caso da andorinha-azul, que, todos os anos, com a chegada do Outono, empreende a longa jornada que come&ccedil;a em pa&iacute;ses do Hemisf&eacute;rio Norte (como Canad&aacute;) em dire&ccedil;&atilde;o aos do Sul (como o Brasil). Eliana Luzardo Rigol fez o caminho inverso. O ano era 2010 e aquela travessia mudaria a jornada da ent&atilde;o advogada, com passagem pela ag&ecirc;ncia Thompson, que se tornaria escritora, fot&oacute;grafa e inspiradora digital &ndash; um termo que, na era dos influencers, &eacute; o mais adequado quando se trata da ga&uacute;cha e colorada expatriada. &ldquo;A melhor coisa que voc&ecirc; pode fazer por uma pessoa &eacute; inspir&aacute;-la&rdquo;, justifica-se, lan&ccedil;ando m&atilde;o de uma c&eacute;lebre frase de Bob Dylan.<\/p>\n<p>Nascida em Alegrete no dia de Finados de 1980, mas registrada um dia depois devido ao receio de mau agouro, ela &eacute; escorpiana com ascendente em movimento. Aos 17 anos, trocou o pampa pela capital ga&uacute;cha e, desde ent&atilde;o, os ventos da mudan&ccedil;a sopram com certa frequ&ecirc;ncia na vida de sua &ldquo;fam&iacute;lia-barco&rdquo;. Casada com o publicit&aacute;rio Lins Ricon, Eliana &ndash; que j&aacute; morou em cinco cidades de tr&ecirc;s pa&iacute;ses &ndash; &eacute; m&atilde;e de Luna, 7 anos, e Apollo, 3, ambos nascidos no Canad&aacute;. Migra&ccedil;&atilde;o e maternidade, ali&aacute;s, est&atilde;o entre os temas dos seus dois livros de cr&ocirc;nicas: &lsquo;Afeto Revolution&rsquo;, lan&ccedil;ado neste ano pela editora Zouk, e &lsquo;Moscas no Labirinto&rsquo; (Pergamus), que foi finalista, em 2016, do Pr&ecirc;mio AGES. E tamb&eacute;m de suas postagens no Instagram (@maternitylivre), onde contabiliza mais de 40 mil seguidores. Mas, no caso desta guria faceira e inquieta, n&atilde;o se deixe enganar por r&oacute;tulos: indefin&iacute;vel &eacute; o que costuma dizer de si mesma desde que se libertou dos crach&aacute;s e clich&ecirc;s.<\/p>\n<p>Para Eliana, ler e escrever &eacute; como respirar. Foi justamente esta necessidade vital que levou uma pessoa anal&oacute;gica, completamente avessa &agrave;s redes sociais, a criar um blog e, depois, o perfil no Instagram. Se hoje a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do (stories e posts) ocorre de forma intuitiva, a uma velocidade t&atilde;o r&aacute;pida quanto a de sua fala, o consumo, por outro lado, &eacute; m&iacute;nimo. Perceber o impacto positivo de seus textos, da sua inspira&ccedil;&atilde;o na vida das pessoas &eacute; o que a mant&eacute;m, por ora, nas redes. A jovem, que se formou advogada com o sonho de trabalhar em prol de crian&ccedil;as e mulheres, fez e faz do seu modo de viver n&atilde;o s&oacute; uma causa, mas tamb&eacute;m o seu ganha-p&atilde;o. Em um mundo cada vez mais carente de autenticidade, talvez esta seja a sua receita de sucesso, o que, nos termos de Eliana, est&aacute; mais para a liberdade de viver uma vida feita &agrave; m&atilde;o do que qualquer outra coisa envolvendo cifras, ranking ou n&uacute;meros.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Das utopias<\/strong><\/p>\n<p>O horizonte a perder de vista do pampa ga&uacute;cho ensinou a menina que gostava de subir no telhado da casa da bisav&oacute; Judith e dormir ao relento para observar as estrelas que o mundo era uma porteira aberta. Ou que assim deveria ser. A m&atilde;e dela, a professora Gladys, costumava brincar dizendo que ela parecia uma presidi&aacute;ria, devido ao h&aacute;bito de assinalar a passagem dos dias com um x no calend&aacute;rio. Eliana sempre soube que aquele n&atilde;o era o seu lugar. Foi Alegrete que lhe deu a sensa&ccedil;&atilde;o de infinito, de amplitude, de &lsquo;eu posso tudo&rsquo;. &ldquo;Mas era longe demais. De tudo. Nasci em um lugar onde toda a vez que volto, parece que a terra arrasta um pouquinho para mais longe. O dia em que sa&iacute; de l&aacute; sabia que n&atilde;o iria mais voltar, mas, ao mesmo tempo, (<em>o lugar<\/em>) me deu um lastro de identidade, que foi a coisa mais bonita que eu tive&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>Conterr&acirc;nea de Mario Quintana &ndash; cujos poemas estiveram presentes em momentos cruciais de sua vida &ndash;, foi na mais ga&uacute;cha das cidades que ensaiou os primeiros passos como escritora. Aos 12 anos, venceu um concurso de reda&ccedil;&atilde;o, que envolveu as escolas p&uacute;blicas e privadas do munic&iacute;pio. O tema era: &lsquo;O Alegrete que n&oacute;s queremos n&oacute;s podemos&rsquo;. Deste momento, um dos raros em termos de reconhecimento na inf&acirc;ncia, ficaram somente as lembran&ccedil;as do dia em que recebeu uma medalha das m&atilde;os do prefeito, na pra&ccedil;a da cidade. Em uma &eacute;poca em que fotografias eram escassas, tampouco algum dos seus familiares lembrou de guardar o texto. Filha do meio, costuma dizer que foi salva pelo amor de seus av&oacute;s.<\/p>\n<p>T&atilde;o logo foi alfabetizada, Eliana tornou-se uma leitora voraz. Uma de suas principais influ&ecirc;ncias foi a professora Baldomira, amiga de sua m&atilde;e, que viajava para a Europa &ndash; o que, para ela, era como se fosse um outro mundo &ndash; e a presenteava com livros, como &lsquo;O Di&aacute;rio de Anne Frank&rsquo;. Questionadora nata, tamb&eacute;m cresceu vendo a m&atilde;e ler diariamente o Correio do Povo, cujas p&aacute;ginas deram uma contribui&ccedil;&atilde;o para sua alfabetiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, ap&oacute;s uma provoca&ccedil;&atilde;o de Gladys ao ser questionada pela filha sobre o esquema dos An&otilde;es do Or&ccedil;amento.<\/p>\n<p><strong>A advogada da turma<\/strong><\/p>\n<p>A forma&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica, no entanto, havia come&ccedil;ado bem mais cedo. Por volta dos 6 anos, come&ccedil;ou a acompanhar a m&atilde;e nas manifesta&ccedil;&otilde;es do Cpers Sindicato (entidade que representa os professores estaduais), em Porto Alegre. Foi o olhar atento do pai, Dario, tamb&eacute;m professor, que identificou a mordida cruzada em uma fotografia, diagn&oacute;stico que levaria a idas frequentes &agrave; capital para tratamento odontol&oacute;gico. E, claro, aos protestos dos professores que exigiam melhores sal&aacute;rios e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Mais tarde, esta expertise a impediria de ficar calada diante do que considerasse uma injusti&ccedil;a, como quando uma tr&iacute;ade de freiras do col&eacute;gio em que estudava tentou obrig&aacute;-la a fazer catequese.<\/p>\n<p>O gosto por contestar e a capacidade argumentativa fizeram com que ficasse conhecida, em casa e na escola, como a &ldquo;advogada da turma&rdquo;. N&atilde;o por acaso Direito foi o curso que acabou escolhendo, depois de ter cogitado Hist&oacute;ria ou Jornalismo. Aos 17 anos, mudou-se para a capital ga&uacute;cha para fazer faculdade na PUC, onde passou em quarto lugar e conseguiu uma bolsa. &ldquo;Porto Alegre me dava a sensa&ccedil;&atilde;o de estar viva: ia para a Bienal, Feira do Livro, via o p&ocirc;r do sol no Gua&iacute;ba. Foi onde aprendi sobre cidadania&rdquo;, recorda ela, que, na &eacute;poca, dividia um apartamento na Cidade Baixa com a irm&atilde; mais velha, Juliana &ndash; Marcos &eacute; o irm&atilde;o mais novo.<\/p>\n<p>Para uma jovem identificada com a esquerda, que lia Eduardo Galeano, engajada e consciente das mazelas sociais, estudar em uma universidade privada, a qual costumava ser o destino de filhos da elite ga&uacute;cha, n&atilde;o era algo que estivesse nos planos. A sensa&ccedil;&atilde;o de estranheza &ndash; j&aacute; bem conhecida por sua alma <em>vieja<\/em>, como costuma dizer &ndash; persistia. Enquanto os semestres transcorriam, fez est&aacute;gios em &oacute;rg&atilde;os como o Tribunal Regional Federal (TRF), Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Assembleia Legislativa. Em 2005, pegou o canudo e come&ccedil;ou a estudar para concurso. No ano seguinte, quando trabalhava em um escrit&oacute;rio, conta ter cumprido a fun&ccedil;&atilde;o social do diploma ao ingressar com v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es em nome de professores amigos de sua m&atilde;e.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Da condi&ccedil;&atilde;o humana<\/strong><\/p>\n<p>Quando embarcou para S&atilde;o Paulo para fazer companhia &agrave; sua melhor amiga, que estaria de anivers&aacute;rio, Eliana n&atilde;o sabia que aquele seria o primeiro passo para uma s&eacute;rie de reviravoltas, de eventos redefinidores de rota. Destino, des&iacute;gnio divino&#8230; Para ela, nada &eacute; por acaso. Primeiro, foi a liga&ccedil;&atilde;o de um amigo que era diretor de arte da Thompson, pedindo para que ela fosse na ag&ecirc;ncia, pois estavam contratando um advogado. A profissional, que nunca tinha ouvido falar na multinacional, disse ao amigo que sequer tinha roupas de advogada, no que ele respondeu: &ldquo;Eliana, isso aqui &eacute; uma ag&ecirc;ncia de publicidade. As pessoas aqui trabalham de All Star.&rdquo; Intrigada, ela, ent&atilde;o, resolveu ir de rasteirinha e com o cabelo preso com um l&aacute;pis. Saiu da entrevista contratada, mesmo admitindo ao futuro chefe, na v&atilde; tentativa de demov&ecirc;-lo da ideia, que o seu ingl&ecirc;s era praticamente inexistente.<\/p>\n<p>Com boa mem&oacute;ria e capacidade de fazer conex&otilde;es que impressionavam, trabalhou na ag&ecirc;ncia por cerca de dois anos. Era conhecida como a &lsquo;ga&uacute;cha faca na bota&rsquo;, proativa e eficiente. No entanto, com o tempo, as mesmas caracter&iacute;sticas levaram a conflitos com o chefe, e ela pediu demiss&atilde;o. Ele, por&eacute;m, recusou e ela foi transferida para a DCS, em Porto Alegre, mas regressaria &agrave; ag&ecirc;ncia de origem em 2008. &ldquo;S&atilde;o Paulo foi um respiro, foi quando eu pude ver quem eu era porque tinha grana pra comprar&rdquo;, afirma. Na capital paulista, &ldquo;uma empresa e n&atilde;o cidade&rdquo;, fez curso de roteiro de cinema, passava as tardes dos finais de semana em exposi&ccedil;&otilde;es e livrarias. &ldquo;Estava no &aacute;pice, na ilus&atilde;o do sucesso&rdquo;, diz.<\/p>\n<p>Uma impressora que n&atilde;o funcionava, um contrato para ser assinado e um grampeador. Foram as pe&ccedil;as de um efeito domin&oacute; respons&aacute;vel por revelar que, sim, existe amor em SP. Um m&ecirc;s ap&oacute;s seu retorno &agrave; Thompson, Eliana precisava imprimir um contrato para um fot&oacute;grafo, mas, como a m&aacute;quina de sua sala havia estragado, enviou o documento para a cria&ccedil;&atilde;o. L&aacute;, saiu &agrave; procura de um grampeador. Um dos criativos, Lins Ricon, tinha e, enquanto ela grampeava as folhas, observou que na mesa dele havia revistas como a &lsquo;Piau&iacute;&rsquo; e &lsquo;Caros Amigos&rsquo;, o que, para ela, era um ind&iacute;cio de vida inteligente. Conversaram brevemente sobre m&iacute;dia.<\/p>\n<p>No dia seguinte, Lins a presenteou com a biografia do jornalista Samuel Wainer. Foram in&uacute;meras conversas pelo extinto MSN e alguns encontros at&eacute; o primeiro beijo no cinema. Uma d&eacute;cada depois, o livro e o grampeador est&atilde;o entre os raros itens que permanecem quando a fam&iacute;lia-barco resolve i&ccedil;ar &acirc;ncora e levantar as velas, vendendo tudo e liberando espa&ccedil;o para os recome&ccedil;os. O primeiro deles, como casal, aconteceu em 2010, quando Lins foi contratado para trabalhar em uma ag&ecirc;ncia em Toronto, a Proximity. Ela, que na &eacute;poca era advogada na extinta Mix TV, conta que decidiram morar no exterior &ldquo;por paix&atilde;o&rdquo;. Em meio ao boom econ&ocirc;mico que o Brasil vivia, amigos e fam&iacute;lia n&atilde;o compreendiam a decis&atilde;o de migrar. Afinal, o casal levava uma vida muito confort&aacute;vel na metr&oacute;pole global. Mas essa n&atilde;o seria a primeira nem a &uacute;ltima resolu&ccedil;&atilde;o incompreendida&hellip;<\/p>\n<p><strong>Da experi&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>Foi em Toronto que Eliana aprendeu, entre tantas outras coisas, que &ldquo;migrar amansa o ego&rdquo; &ndash; frase de uma de suas cr&ocirc;nicas do primeiro livro, o &ldquo;amarelinho&rdquo; &lsquo;Moscas no Labirinto&rsquo;. &ldquo;Comecei a tentar entender quem eu era nessa vida de migrada. Me apavorava essa coisa de pensar quem eu vou ser daqui a cinco anos.&rdquo; Aos poucos, foi se reinventando. Fez voluntariado na Unicef, cursos na Universidade de Toronto, vendia suas fotografias em caf&eacute;s, escrevia para sites e tamb&eacute;m em seu blog, que mantinha desde 2008. N&atilde;o com o objetivo de ser lida, mas para &ldquo;limpar a chamin&eacute;&rdquo;. &ldquo;Escrever &eacute; uma necessidade de alma&rdquo;, revela.<\/p>\n<p>A cultura protestante e os estudos sobre empreendedorismo e economia mudaram sua rela&ccedil;&atilde;o com as cifras. Afirma ter aprendido que dinheiro &ldquo;se faz&rdquo;, e n&atilde;o que &ldquo;se ganha&rdquo;. E foi assim que surgiram iniciativas como o curso online de parto natural e a Jornada da Hero&iacute;na, um trabalho de mentoria voltado para mulheres. Enquanto inventa seus trabalhos, cria os filhos junto com o marido com presen&ccedil;a e liberdade, priorizando aquilo que &eacute; mais que um tempo: um lugar para o qual sempre se volta, a inf&acirc;ncia.<\/p>\n<p>Se os processos relacionados ao gestar e parir foram transformadores, os puerp&eacute;rios foram revolucion&aacute;rios. Quando Luna tinha um m&ecirc;s, viajaram para Barcelona, e o sonho de morar e rodar pela Europa &ndash; semente quando ela ainda era crian&ccedil;a, a partir dos relatos da tia Bald&ocirc; &ndash; ganhou for&ccedil;as. Mais tarde, a demiss&atilde;o de Lins seria o incentivo para o casal viver um per&iacute;odo sab&aacute;tico, com Luna beb&ecirc; a tiracolo, pelo Velho Continente. Durante tr&ecirc;s meses, percorreram 12 pa&iacute;ses, reencontrando amigos e colecionando mem&oacute;rias. A temporada terminou com uma viagem ao Brasil, onde, finalmente, teriam tempo para seus afetos. Depois de cinco meses sem teto, retornaram ao Canad&aacute;.<\/p>\n<p>Com Apollo n&atilde;o foi diferente. Assim que ele nasceu, sentiu o chamado para lev&aacute;-lo para perto do mar. Eliana n&atilde;o queria atravessar outro puerp&eacute;rio em meio ao rigoroso inverno canadense. Foi quando Lisboa surgiu como uma possibilidade. O ca&ccedil;ula tinha cinco meses no momento em que ancoraram na cidade que, como diz a can&ccedil;&atilde;o de Am&aacute;lia Rodrigues, &ldquo;tem cheiro de flores e de mar&rdquo;. Depois de um puerp&eacute;rio sab&aacute;tico em Portugal, com Lins desempenhando a fun&ccedil;&atilde;o de cuidador principal de Apollo, a fam&iacute;lia est&aacute; de malas prontas para voltar ao Canad&aacute;. Na bagagem, sonhos realizados, como a viagem de carro at&eacute; a It&aacute;lia, feita em fam&iacute;lia, logo ap&oacute;s a reabertura das fronteiras na Europa, que haviam sido fechadas devido &agrave; pandemia do Coronav&iacute;rus.<\/p>\n<p>Assim como no caso das andorinhas-azuis, as terras frias da Am&eacute;rica do Norte tamb&eacute;m s&atilde;o territ&oacute;rio (re)produtivo desta ga&uacute;cha, que &eacute; sin&ocirc;nimo de gargalhada, mergulho, porta aberta e texto que flui. Em Toronto, pretende agora experimentar uma esp&eacute;cie de hiberna&ccedil;&atilde;o criativa e trabalhar nos pr&oacute;ximos livros, sendo um deles sobre a hist&oacute;ria das mulheres, costurada com relatos das experi&ecirc;ncias e lugares que visitou durante a temporada na Europa. Ou n&atilde;o&hellip; &ldquo;Tem uma frase do escritor Kurt Vonnegut que rege a minha vida: n&oacute;s temos que continuamente nos atirar em precip&iacute;cios e desenvolver nossas asas na queda. E eu seguido falo para o Lins: vem!&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>* Por Cleidi Pereira, correspondente de Coletiva.net em Lisboa, Portugal. A jornalista assina conte&uacute;dos para Perfil de profissionais ga&uacute;chos da Comunica&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o espalhados pelo mundo. O fen&ocirc;meno de migra&ccedil;&atilde;o das aves ainda n&atilde;o &eacute; bem compreendido pela ci&ecirc;ncia. 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