{"id":17385,"date":"2021-11-19T19:21:00","date_gmt":"2021-11-19T22:21:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/georgia-santos-amar-e-mudar-as-coisas\/"},"modified":"2021-11-19T19:21:00","modified_gmt":"2021-11-19T22:21:00","slug":"georgia-santos-amar-e-mudar-as-coisas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/georgia-santos-amar-e-mudar-as-coisas\/","title":{"rendered":"Ge\u00f3rgia Santos: Amar e mudar as coisas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ge&oacute;rgia Pelissaro dos Santos gosta tanto de mudar as coisas, que inspirou esta rep&oacute;rter que faz, hoje, seu primeiro Perfil a iniciar o texto de uma forma diferente. &Eacute; que, al&eacute;m de transformar, a jornalista entrevistada tamb&eacute;m inspira. Com autoriza&ccedil;&atilde;o da publisher de <\/span><strong>Coletiva.net<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">, M&aacute;rcia Christofoli, eu, M&aacute;rcia Dihl, quis escrever em primeira pessoa porque foi com esta linguagem que Ge&oacute;rgia me contou que conquistou o primeiro pr&ecirc;mio da carreira. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A reportagem <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&lsquo;<\/span><a href=\"https:\/\/vos.social\/reportagens-especiais\/que-fazer-uma-historia-sobre-a-labuta-dos-imigrantes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Que Fazer. Uma hist&oacute;ria sobre a labuta dos imigrantes<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&rsquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> narra a situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria dos senegaleses no Brasil e foi a vencedora do Pr&ecirc;mio Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho de Jornalismo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> E come&ccedil;a assim: <\/span><strong>&ldquo;<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">Quem s&atilde;o esses homens nas cal&ccedil;adas? Fa&ccedil;o essa pergunta com certa frequ&ecirc;ncia. Algumas vezes em voz alta. Quem s&atilde;o os homens nas cal&ccedil;adas, vendendo tantas coisas?&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta foi a primeira entrevista feita presencialmente no per&iacute;odo de pandemia para a se&ccedil;&atilde;o Perfil do portal. Respeitando o protocolo sanit&aacute;rio, com uso de m&aacute;scara e distanciamento, na conversa que durou cerca de duas horas, Ge&oacute;rgia relembrou os tempos de inf&acirc;ncia na pacata Para&iacute;, distante 240 km da Capital. Parada s&oacute; a cidade, pois a vida da jornalista teve bastante movimento, a come&ccedil;ar pelas brincadeiras nas ruas e cal&ccedil;adas, passando pela doce lembran&ccedil;a de comer as frutas do p&eacute; do pomar, que fica entre a casa dos pais e dos av&oacute;s. Ouvindo um pouco da hist&oacute;ria de vida, d&aacute; para entender como essa jornalista virou mestre em Comunica&ccedil;&atilde;o e em Ci&ecirc;ncias Pol&iacute;ticas, e doutora em Ci&ecirc;ncias Sociais.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Articulada, desenvolta, inteligente, alguns dos adjetivos oriundos da cria&ccedil;&atilde;o do seu Jorge dos Santos e de Gertrudes Pelissaro dos Santos, pais dela. Ele, delegado, hoje aposentado, a m&atilde;e, advogada e com a vida dedicada &agrave; gest&atilde;o p&uacute;blica, sendo a primeira e &uacute;nica prefeita mulher de Para&iacute;, aos 34 anos de idade. &ldquo;Minha m&atilde;e sempre fala: &lsquo;o que est&atilde;o reclamando hoje das mulheres que amamentam em p&uacute;blico? Eu fazia isso, te levava para todos os lados, te amamentava e ningu&eacute;m falava nada&rdquo;, relembra Ge&oacute;rgia, ao dizer que a m&atilde;e sempre teve um perfil progressista.<\/span><\/p>\n<p><strong>Com a pandemia, uma nova Ge&oacute;rgia<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesses dois &uacute;ltimos anos, a jornalista conta que teve muito medo de perder os pais e as pessoas que amava para a Covid-19. Segundo ela, tudo que desejou em termos profissionais e materiais se dissolveu e s&oacute; queria estar ao lado da fam&iacute;lia.&nbsp; &ldquo;Se tu me perguntasses quem era eu h&aacute; dois anos, diria: jornalista. Mas hoje sou a pessoa que est&aacute; sempre querendo crescer e mudar&rdquo;, citando na sequ&ecirc;ncia a frase de uma letra do cantor Belchior: &ldquo;Amar e mudar as coisas&rdquo;. Ge&oacute;rgia vive movida por amor, paix&atilde;o, pelas pessoas que gosta, por mudan&ccedil;a. Ela garante que n&atilde;o suporta as coisas iguais por muito tempo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>De Para&iacute; para Porto Alegre<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A chegada &agrave; Capital se deu aos 18 anos, quando cursou Jornalismo na Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A vinda para c&aacute; foi um mergulho no Jornalismo e no meio acad&ecirc;mico. O in&iacute;cio da vida profissional foi dentro da pr&oacute;pria PUC, no Centro de Produ&ccedil;&atilde;o Multim&iacute;dia da Famecos, em TV. Foi l&aacute; que se lembrou da professora Arlinda, da 3&ordf; s&eacute;rie, que pediu aos alunos para levarem um recorte de jornal e fez com que cada um apresentasse a not&iacute;cia como se fosse &acirc;ncora de TV. Ge&oacute;rgia apresentou a not&iacute;cia da vit&oacute;ria de Guga Kuerten na quadra de Roland Garros e, desde aquele dia, teive a certeza de que n&atilde;o queria fazer mais nada: &ldquo;Eu seria jornalista!&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>A voz<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O come&ccedil;o foi na TV, mas o foco era mesmo trabalhar em r&aacute;dio. Conta que sempre gostou do meio radiof&ocirc;nico e lembra at&eacute; hoje do pai ouvir <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/jayme-copstein-a-voz-da-madrugada,150717.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Jayme Copstein<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, nas madrugadas da <\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/radio-gaucha-onde-pulsa-o-localismo,317357.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>r&aacute;dio Ga&uacute;cha<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, &uacute;nica que pegava em Para&iacute;. A oportunidade de chegar onde queria foi com a aquisi&ccedil;&atilde;o do grupo Record &agrave;<\/span> <a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/radio-guaiba-um-ecossistema-pulsante,289657.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>r&aacute;dio Gua&iacute;ba<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em 2008. &ldquo;Eu diria que a pessoa respons&aacute;vel pela minha trajet&oacute;ria foi o professor <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/jornalismo\/cinco-perguntas-para-claudio-mercio,231366.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cl&aacute;udio M&eacute;rcio<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Ele perguntou se eu e meu colega Wagner Machado quer&iacute;amos estagiar na emissora&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembra com carinho desse per&iacute;odo em que conviveu com profissionais como <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/ataides-miranda-de-corpo-e-alma-radio,165555.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Ata&iacute;des Miranda<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e Idalino Vieira. &ldquo;A primeira vez que entrei no ar, a voz me ajudou porque eles ficaram impressionados, e isso acelerou muito minha trajet&oacute;ria. Eu ainda n&atilde;o tinha me formado e era rep&oacute;rter de tr&acirc;nsito e &acirc;ncora&rdquo;, conta Ge&oacute;rgia, que na &eacute;poca, fez curso para Forma&ccedil;&atilde;o de Profissionais para R&aacute;dio e TV.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Unindo paix&otilde;es&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2011, foi contratada por<\/span> <a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/andre-machado-sem-medo-de-desafios,177763.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Andr&eacute; Machado<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para ser rep&oacute;rter pol&iacute;tica na r&aacute;dio Ga&uacute;cha e ganhou espa&ccedil;o como &acirc;ncora em alguns programas. &ldquo;Sempre segurei bem os vivos, tinha desenvoltura e a experi&ecirc;ncia da r&aacute;dio Gua&iacute;ba.&rdquo; Na &eacute;poca, ela tamb&eacute;m ministrava aulas no curso de Comunica&ccedil;&atilde;o da PUC. Neste per&iacute;odo da vida, Ge&oacute;rgia uniu paix&otilde;es: o meio acad&ecirc;mico, o r&aacute;dio, a pol&iacute;tica &#8211; e at&eacute; na vida pessoal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi na Ga&uacute;cha que iniciou o relacionamento com o atual marido, o jornalista <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/cleber-grabauska-plantao-com-estilo,149037.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Cleber Grabauska<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Juntos h&aacute; nove anos, ela diz ter ao lado um parceiro de vida: &ldquo;Eu cozinho e ele lava&rdquo;, brinca. Tamb&eacute;m elogia o companheiro por sempre a incentivar em projetos, como nas duas vezes que morou no exterior, por um ano em Lisboa, para fazer o mestrado, e nos EUA, onde ficou por seis meses durante o doutorado. A risada rola solta quando conta que, quando viajam de carro, os dois jornalistas e locutores impostam a voz para ler as propagandas dos outdoors do caminho (uma pena esse texto n&atilde;o ter &aacute;udio para voc&ecirc;, leitor, ouvir a brincadeira. &Eacute; mesmo engra&ccedil;ada).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>O V&oacute;s<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O romance com o marido segue firme, mas o &lsquo;hard news&rsquo; se perdeu no caminho dos protestos de 2013. &ldquo;Fiz uma boa cobertura, n&atilde;o tinha nada fora do lugar, mas eu me perguntei naquele momento o que estava fazendo ali.&rdquo; Foi assim, com algo protestando dentro dela, que Ge&oacute;rgia largou o meio tradicional e abra&ccedil;ou o novo jornalismo. E, ent&atilde;o, a voz criou o <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/jornalismo-\/ao-completar-um-ano-vos-se-torna-plataforma-de-jornalismo-experimental,270673.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>V&oacute;s<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que significa <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">pessoas no plural, diversidade e liberdade, segundo a pr&oacute;pria empreendedora. &Eacute; neste espa&ccedil;o que ela cria, se realiza e vive o ideal do que acredita ser o bom Jornalismo (para ela). &ldquo;O que me levou a criar o V&oacute;s foi a diferen&ccedil;a de ritmo de trabalho. Sou boa no hard news, mas n&atilde;o &eacute; o meu melhor. Este precisa de tempo.&rdquo;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi o tempo que mostrou para Ge&oacute;rgia que ela &eacute;, sim, uma baita jornalista. Ali&aacute;s, o tempo e os pr&ecirc;mios. Ap&oacute;s dar vida ao seu projeto, recebeu mais de 11 premia&ccedil;&otilde;es em tr&ecirc;s anos. E lembram da primeira reportagem premiada, dos senegaleses? Ela levou dois anos para escrever, pois foi no per&iacute;odo do doutorado, quando foi para os EUA. Para ela, os pr&ecirc;mios s&atilde;o sin&ocirc;nimo de supera&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dos tempos de r&aacute;dio, ficaram as amigas, as jornalistas Fl&aacute;via Cunha, que &eacute; parceira no V&oacute;s, ao lado do tamb&eacute;m jornalista <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/jornalismo\/cinco-perguntas-para-tercio-saccol,230045.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>T&eacute;rcio Sacool<\/strong><\/a><strong>,<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> Evelin Argenta, Fernanda Ferr&atilde;o e Renata Colombo, a quem a entrevistada chama de irm&atilde; mais velha. E tamb&eacute;m as saias justas, como na vez que foi cobrir uma coletiva do governo Yeda Crusius, no Cais do Porto, usando um vestido plissado. Bem na hora do boletim, com celular na m&atilde;o e papel na outra, bateu o vento: &ldquo;Duzentas pessoas, eu ao vivo, com as duas m&atilde;os ocupadas e n&atilde;o podia largar o texto porque tinham n&uacute;meros que eu noticiaria. Comecei a ir de r&eacute; at&eacute; uma parede e me encostei. N&atilde;o adiantou, porque o vento bateu de frente, fui deslizando, agachada, em posi&ccedil;&atilde;o fetal, mas segurei o boletim&rdquo;, lembra, rindo, enquanto recorda dos erros de locu&ccedil;&atilde;o como quando &ldquo;incendiou uma floresta de pneus&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Espiando a culpa&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Criada dentro do catolicismo, Ge&oacute;rgia lembra at&eacute; hoje da culpa que sentiu quando beijou na boca pela primeira vez, aos 12 anos. Hoje, se diz agn&oacute;stica. Ela, que frequentou a umbanda, diz admirar os orix&aacute;s, que s&atilde;o carregados de coisas boas e ruins. &Eacute; assimilando e entendendo essa dicotomia, e com a ajuda de terapia, que, atualmente, diz viver bem, escolhendo suas batalhas: &ldquo;Sofro com o que preciso sofrer, nem sempre eu consigo, at&eacute; porque tenho diagn&oacute;stico de ansiedade. &Eacute; uma luta constante, mas tento n&atilde;o me preocupar com o que n&atilde;o preciso&rdquo;, diz a jornalista que se alegra em conseguir separar as horas de lazer, de trabalho e de descanso. Sem culpa.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A batalha que ela perde &eacute; para a grosseria. Isso &eacute; o que tira essa pisciana do s&eacute;rio. Ge&oacute;rgia &eacute; daquelas pessoas que interfere quando presencia um fato, como no dia que viu um gar&ccedil;om ser destratado por um cliente. &ldquo;Uma coisa que me irritava na reda&ccedil;&atilde;o era chamar aten&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m na frente dos outros e pedir desculpas na salinha. Isso &eacute; uma grosseria! E me incomodava.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><strong>Gosto pra tudo&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ecl&eacute;tica em tudo, da gastronomia &agrave; m&uacute;sica, passando por filmes, s&eacute;ries e programas de televis&atilde;o, ela n&atilde;o se aperta. Poderia comer, por exemplo, todos os dias pizza e tomar uma ta&ccedil;a de vinho, uma de suas paix&otilde;es. &ldquo;S&oacute; n&atilde;o como mesmo lima. O resto, vai de tudo&rdquo;, diz, sem frescuras, a apreciadora de novelas e s&eacute;ries como &lsquo;Seinfield&rsquo;, &lsquo;Veep&rsquo; e &lsquo;The Office&rsquo; para rir e relaxar, &lsquo;The Americans&rsquo; e &lsquo;Succession&rsquo;, que est&aacute; maratonando no momento, mas sem descartar atra&ccedil;&otilde;es consideradas &lsquo;mais bobinhas&rsquo; como &lsquo;Irm&atilde;os a Obra&rsquo;, &lsquo;Casamento &agrave;s Cegas&rsquo; e &ldquo;todos os programas de culin&aacute;ria&rdquo;. Se declara f&atilde; de Ol&iacute;mpiadas, daquelas que optaria por tirar f&eacute;rias s&oacute; para acompanhar toda programa&ccedil;&atilde;o e sem descartar nenhuma modalidade. Afinal, ela gosta de tudo. Menos de lima.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nada adepta dos exerc&iacute;cios f&iacute;sicos, ela conta que &eacute; f&atilde; de dan&ccedil;a e yoga. Pr&aacute;ticas que passou a incluir na nova rotina, que envolve acordar mais cedo, ler not&iacute;cias e colocar os fones, acionar a playlist &lsquo;Dan&ccedil;a G&rsquo;, que tem m&uacute;sicas de &Eacute; o Tchan &agrave; Aretha Franklin e que s&oacute; terminam &ldquo;quando a gringa fica vermelha&rdquo; e suada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Eu quero estar feliz! Fazendo o meu jornalismo, sem press&atilde;o externa. Quero trabalhar menos, o que tenho conseguido fazer, pois me desligo profissionalmente &agrave;s 18h.&rdquo; Entre os projetos est&atilde;o novas viagens, como uma visita ao Oriente M&eacute;dio, e talvez um novo interc&acirc;mbio, dessa vez ao lado do marido.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ge&oacute;rgia Pelissaro dos Santos gosta tanto de mudar as coisas, que inspirou esta rep&oacute;rter que faz, hoje, seu primeiro Perfil a iniciar o texto de uma forma diferente. &Eacute; que, al&eacute;m de transformar, a jornalista entrevistada tamb&eacute;m inspira. 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