{"id":17540,"date":"2023-08-18T18:39:00","date_gmt":"2023-08-18T21:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/julio-cesar-santos-o-perseguidor-da-noticia\/"},"modified":"2023-08-18T18:39:00","modified_gmt":"2023-08-18T21:39:00","slug":"julio-cesar-santos-o-perseguidor-da-noticia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/julio-cesar-santos-o-perseguidor-da-noticia\/","title":{"rendered":"Julio Cesar Santos: O perseguidor da not\u00edcia"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A fala, por vezes acelerada, e a inquieta&ccedil;&atilde;o revelam um pouco sobre quem &eacute; Julio Cesar Santos. Com uma carreira consolidada, o jornalista se entregou de corpo e alma &agrave; profiss&atilde;o, e por 40 anos dedicou cada dia a ela. A paix&atilde;o pela not&iacute;cia nasceu na adolesc&ecirc;ncia, quando ainda era aluno do col&eacute;gio interno Lar do Estudante, em Santa Cruz do Sul, onde estudou dos 12 aos 19 anos. O internato foi a alternativa encontrada pelo seu Mulford para controlar a impetuosidade do primog&ecirc;nito. F&atilde; do ent&atilde;o time da Caldas J&uacute;nior, que contava com <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/lauro-quadros-autodidata-do-radiojornalismo,186630.jhtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">Lauro Quadros<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e Armindo Ant&ocirc;nio Razolin, vivia acompanhado de um radinho. Da brincadeira de entrevistar, deu in&iacute;cio ao seu caso de amor com o Jornalismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nascido em Ros&aacute;rio do Sul, rodou pelo interior do Estado devido ao trabalho do pai, que era funcion&aacute;rio do Banco do Brasil. Passou por S&atilde;o Sep&eacute;, Tapera, Ibirub&aacute; e Carazinho. Em Santa Maria, fez morada durante o per&iacute;odo da faculdade, realizada na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). J&aacute; no primeiro ano decidiu que queria encarar as ruas. Para isso, foi bater na porta da R&aacute;dio Guarathan e acabou conseguindo uma vaga. Tinha como tarefa alcan&ccedil;ar as not&iacute;cias para o radialista Luiz Carlos Barbosa. A dedica&ccedil;&atilde;o foi recompensada quando recebeu a oportunidade de realizar sua primeira cobertura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como correspondente das r&aacute;dios da cidade, veio para Porto Alegre acompanhar uma das maiores paralisa&ccedil;&otilde;es realizadas pelo CPERS, em 1980, na qual os professores tomaram conta do Gin&aacute;sio do Gigantinho. Era do orelh&atilde;o, na frente do local, que mandava os boletins. O bom desempenho acabou chamando a aten&ccedil;&atilde;o da TV Imembu&iacute;, afiliada da RBS TV. Convidado para fazer um teste, n&atilde;o demorou para o microfone parar em suas m&atilde;os. &ldquo;Tremia, mas percebi que levava jeito para a coisa&rdquo;, conta. A primeira reportagem se deu em meio a uma greve de caminhoneiros em S&atilde;o Sep&eacute;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na Rede Regional de Not&iacute;cias &ndash; o &lsquo;Jornal do Almo&ccedil;o&rsquo; local daquela &eacute;poca &ndash;, passou por diversas editorias, mas o jovem e entusiasta Julio queria mais. Ao saber que os profissionais do interior eram constantemente monitorados pela emissora, ligou o alerta. No entanto, como ainda n&atilde;o era formado, precisou esperar. O momento chegou em 1984, com o convite do ent&atilde;o diretor de Jornalismo, Roberto Appel, para a editoria de Esporte. Sem pensar, aceitou, deixando tudo para tr&aacute;s, at&eacute; mesmo a noiva que j&aacute; havia lhe colocado na parede. &ldquo;Achei que no Jornalismo teria mais futuro&rdquo;, confessa com um t&iacute;mido sorriso.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Solteiro e &aacute;vido por conhecimento, iniciou sua trajet&oacute;ria na &ldquo;firma&rdquo;, como chama carinhosamente, produzindo uma mat&eacute;ria com os jogadores Rub&eacute;n Paz e Gerald&atilde;o, do Sport Club Internacional. A performance foi mais que aprovada e, exatamente em abril de 1985, o Morro Santa Tereza se transformou na extens&atilde;o da sua casa.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Um livro com mais de cinco mil p&aacute;ginas&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O universo esportivo n&atilde;o era o que fazia seu cora&ccedil;&atilde;o palpitar, faltava adrenalina. Por ironia do destino, o fato de ser solteiro e n&atilde;o ter filhos o levou a encarar o turno da noite. Enquanto alguns fugiam, ele era fascinado. A experi&ecirc;ncia adquirida no interior tamb&eacute;m foi de extrema import&acirc;ncia para mostrar que estava pronto para tudo. Aquela desejada sensa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar forma quando foi direcionado para a editoria de Geral. Come&ccedil;ava assim um cap&iacute;tulo da sua hist&oacute;ria que, de modo algum, caberia no n&uacute;mero de caracteres dispon&iacute;veis para a produ&ccedil;&atilde;o deste texto. No curr&iacute;culo, carrega a marca de mais de cinco mil reportagens, o que considera completamente normal. &ldquo;Se trabalhasse 35 anos e n&atilde;o tivesse esse n&uacute;mero, era sinal que havia faltado um dia&rdquo;, justifica.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir dessa fala, Julio abre a sua caixa de Pandora. Relatos incr&iacute;veis de uma &eacute;poca marcada pela produ&ccedil;&atilde;o de grandes reportagens. Entre os casos mais emblem&aacute;ticos, est&aacute; a cobertura do maior motim do Estado, coordenado por Dilonei Francisco Melara, em 1994. O fim da sua escala aconteceu ainda em meio &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es para a libera&ccedil;&atilde;o dos ref&eacute;ns; no entanto, algo lhe dizia para ficar, ent&atilde;o decidiu fazer hora extra. Com a libera&ccedil;&atilde;o dos presos, iniciou-se uma persegui&ccedil;&atilde;o digna de filme pelas ruas da Capital, que culminou com a invas&atilde;o do Hotel Plaza S&atilde;o Rafael, no centro da capital ga&uacute;cha. Antes mesmo da chegada da pol&iacute;cia, l&aacute; estava, a postos, para documentar a rendi&ccedil;&atilde;o do ent&atilde;o maior l&iacute;der de fac&ccedil;&atilde;o do sistema prisional.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tens&atilde;o tamb&eacute;m se fez presente durante o confronto entre manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Brigada Militar, que resultou na tr&aacute;gica morte de um policial e dezenas de feridos. Durante o conflito, ap&oacute;s enviar um material para a TV, recebeu a informa&ccedil;&atilde;o de um amigo delegado que a situa&ccedil;&atilde;o poderia piorar. Por cerca de oito horas, a Esquina Democr&aacute;tica se transformou em uma trincheira. As imagens ganharam as telas do temido &lsquo;Plant&atilde;o da Globo&rsquo; e, posteriormente, do &lsquo;Jornal Nacional&rsquo;. Exibida no &lsquo;Globo Rep&oacute;rter&rsquo;, a mat&eacute;ria recebeu um pr&ecirc;mio do programa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi com essa intensidade que viveu in&uacute;meros momentos como esses: &ldquo;Quando eu segurava aquele microfone, n&atilde;o tinha ruim&rdquo;. O apego era tanto que n&atilde;o gostava de falar em folga, muito menos nas f&eacute;rias, &ldquo;era uma coisa at&eacute; meio doentia&rdquo;, reflete. Medo? Declara que nunca sentiu. Para ilustrar, relembra um jantar com colegas, entre eles <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil-\/rosane-marchetti-feita-de-justica-e-generosidade,234295.jhtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">Rosane Marchetti<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, na Churrascaria Barranco. Ao se aproximar da sua mesa, um homem perguntou se ele era o rep&oacute;rter respons&aacute;vel pela mat&eacute;ria que revelou um esquema de funer&aacute;rias. Ao dizer que sim, recebeu a resposta: &ldquo;O pr&oacute;ximo caix&atilde;o &eacute; o teu!&rdquo;. Prontamente respondeu: &ldquo;Ent&atilde;o vamos buscar agora mesmo&rdquo;.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Cadeira cativa no Pal&aacute;cio da Pol&iacute;cia<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O retorno positivo sobre as investiga&ccedil;&otilde;es era cada vez maior e, por consequ&ecirc;ncia, o n&uacute;mero de den&uacute;ncias. As fontes sempre foram fundamentais, mas ganhar sua confian&ccedil;a exigiu muito trabalho. &ldquo;A gente vai pegando a pr&aacute;tica para n&atilde;o cair em nenhuma armadilha. Contudo, era igualmente importante ter a ficha limpa para chegar na hora de ir para cima, ir com seguran&ccedil;a&rdquo;, evidencia. Figura carimbada dos delegados e policiais de todo Estado, era com eles que, por diversas vezes, fazia a reuni&atilde;o de pauta. Ao estilo Caxias, ao chegar na reda&ccedil;&atilde;o e verificar que nada havia, j&aacute; ia para o telefone. Foi assim que passou a ser respeitado. Por tudo isso, conquistou um &lsquo;Pr&ecirc;mio Esso de Jornalismo&rsquo;, pela descoberta de um esquema envolvendo o Departamento Aut&ocirc;nomo de Estradas de Rodagem (DAER-RS).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap&oacute;s um grave acidente de &ocirc;nibus, que vitimou um grupo de argentinos, foi descoberto que ve&iacute;culos sem condi&ccedil;&atilde;o de circular recebiam, de forma irregular, autoriza&ccedil;&atilde;o para continuar transportando passageiros. Outro momento do qual se orgulha muito foi a produ&ccedil;&atilde;o de uma s&eacute;rie de reportagens sobre as condi&ccedil;&otilde;es dos pr&eacute;dios p&uacute;blicos de Porto Alegre. Por 20 dias, em parceria com os bombeiros, constatou que grande parte apresentava problemas nas estruturas e que, em caso de inc&ecirc;ndio, seriam muitas v&iacute;timas. O conjunto da obra rendeu um document&aacute;rio com direito a imagens suas pulando do helic&oacute;ptero no Gua&iacute;ba simulando um resgate.<\/span><\/p>\n<p><strong>A noite de Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As noites nem sempre foram para cobrir motins. Apaixonado por m&uacute;sica e dono de uma cole&ccedil;&atilde;o de mais de tr&ecirc;s mil discos de vinil, teve a oportunidade de conhecer muitas bandas, entre elas, Tit&atilde;s, Legi&atilde;o Urbana, Capital Inicial e a que mais faz seu cora&ccedil;&atilde;o bater, Iron Maiden. &ldquo;A vida noturna da Capital era muito legal e a <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/2005\/05\/atras-de-uma-producao-sempre-ha-alice\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Alice Urbim<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, que na &eacute;poca comandava o &lsquo;Jornal do Almo&ccedil;o&rsquo;, valorizava demais esse cen&aacute;rio&rdquo;, comenta. Onde tinha trabalho tamb&eacute;m podia ter divers&atilde;o, certo? &ldquo;Avulso&rdquo;, como se classificava, aproveitava o fato de ser solteiro para dar uma esticada. O local preferido? O bar Ocidente. O <\/span><em style='font-style: italic !important'><span style=\"font-weight: 400;\">modus operandi<\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400;\"> era sempre o mesmo: ia para casa por volta das cinco da manh&atilde; tomar banho e j&aacute; partia para a TV. Para se refazer, cochilava no sof&aacute; da recep&ccedil;&atilde;o sob os olhos da tia Carmen, &ldquo;n&atilde;o a famosa, mas a recepcionista da TV&rdquo;, que o avisava caso algu&eacute;m chegasse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As madrugadas renderam tamb&eacute;m momentos emocionantes, como o encontro com um dos seus &iacute;dolos, Cazuza. J&aacute; em fase terminal, o cantor veio tentar um novo tratamento para pacientes com AIDS, que estava sendo aplicado pelo Hospital de Cl&iacute;nicas. Ap&oacute;s algumas negocia&ccedil;&otilde;es, acompanhou o seu processo, bem como de outro paciente, que acabou falecendo antes das mat&eacute;rias irem para o ar.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>O retorno ao Esporte<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A volta para o Esporte aconteceu em 2007, ap&oacute;s uma reflex&atilde;o sobre seu futuro na empresa. Apesar de ter podido vivenciar intensamente muitas hist&oacute;rias, o fato de ver muitas n&atilde;o solucionadas, geralmente envolvendo crian&ccedil;as, trouxe d&uacute;vidas se o seu trabalho estava fazendo a diferen&ccedil;a. &ldquo;Quase tive uma S&iacute;ndrome do P&acirc;nico&rdquo;, afirma. O retorno lhe rendeu diversas coberturas, entre elas Gre-Nais, a Copa do Mundo e a Olimp&iacute;ada no Brasil. Dessa &eacute;poca, guarda igualmente na mem&oacute;ria a amizade que fez com figuras como Renato Portaluppi, Andr&eacute;s D&#8217;Alessandro e Luan, agora jogador gremista. Com esse, ali&aacute;s, chegou a se desentender ap&oacute;s receber uma r&iacute;spida resposta a um questionamento.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas nada foi t&atilde;o marcante quanto uma entrada ao vivo no &lsquo;Globo Esporte&rsquo;, que acabou originando um dos maiores memes da RBS. Em frente ao Beira-Rio, daria informa&ccedil;&otilde;es sobre o Internacional, que jogaria nos pr&oacute;ximos dias. No entanto, com o tempo chuvoso n&atilde;o haveria entrevista coletiva. Ent&atilde;o, para n&atilde;o falar sobre quero-quero, lembrou do frio da sua cidade natal e soltou: &ldquo;Boa tarde, Alice! Tudo bem? T&aacute; ouvindo o barulhinho? Que tarde, heim! Para um bolinho de chuva, para brincar de amor, heim?! O Internacional treinou hoje de manh&atilde;&rdquo;. Pega de surpresa, <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/alice-bastos-neves-leveza-e-otimismo,280049.jhtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">Alice Bastos Neves<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> pareceu um tanto assustada, mas depois, nos bastidores, virou uma grande brincadeira e uma engra&ccedil;ada hist&oacute;ria para lembrar. Seu &uacute;ltimo ato como rep&oacute;rter aconteceu em 3 de outubro de 2019, quando se despediu ao vivo durante uma partida entre Gr&ecirc;mio e Flamengo, na Arena.<\/span><\/p>\n<p><strong>Muito amor e admira&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Irm&atilde;o mais velho de uma prole de cinco, sendo quatro homens e uma mulher, lembra com muito carinho da inf&acirc;ncia e das molecagens, motivo que o levou para o internato. Muito apegado &agrave; m&atilde;e, a dona Iara, tem nela uma inspira&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Minha m&atilde;e &eacute; uma guerreira! Ela que cuida do pai que est&aacute; no in&iacute;cio da doen&ccedil;a de Parkinson.&rdquo; Eles, assim como os irm&atilde;os, atualmente moram em Cambori&uacute;, mas para matar as saudades, conversam todos os dias. Gremista fan&aacute;tico, escolheu o time para contrariar seu Mulford. Ap&oacute;s descobrir que o diretor do col&eacute;gio era tricolor, resolveu virar a casaca.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, vivendo em um s&iacute;tio em Eldorado do Sul, divide seus dias com os melhores amigos, os mais de 100 animais. Entre eles, c&atilde;es, gatos, galinhas, papagaio, pato, coelho, ganso e at&eacute; mesmo um casal de pav&otilde;es. &ldquo;Estar com eles &eacute; uma terapia, um aprendizado di&aacute;rio. Aprendi a ser mais forte&rdquo;, declara. Entre as paix&otilde;es, destaca Weiss, um Dogo argentino de cinco anos, com quem dan&ccedil;a diariamente m&uacute;sica eletr&ocirc;nica. E ainda o White, um pastor branco su&iacute;&ccedil;o de seis anos. A escolha por uma vida pacata e longe do tumulto &eacute; consequ&ecirc;ncia de tudo que viu enquanto rep&oacute;rter e da conclus&atilde;o que chegou: &ldquo;O ser humano &eacute; muito perverso&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vivendo um &ldquo;grande amor&rdquo;, optou por n&atilde;o casar, nem ter filhos. Quanto a isso, tem uma opini&atilde;o forte e realista, mas que, para muitos, pode ser vista com antipatia. &ldquo;Acho que tem que acabar em mim. N&atilde;o quero deixar ningu&eacute;m nesse mundo para apenas ser mais um&rdquo;, argumenta. Aut&ecirc;ntico e muito verdadeiro, se v&ecirc; como &ldquo;um louco de cara&rdquo; e satisfeito com o caminho que trilhou at&eacute; aqui, pois o Jornalismo voltou a pulsar. Em parceria com o ex-colega <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/noticias\/cinco-perguntas-para-leonardo-muller,420808.jhtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">Leonardo M&uuml;ller<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> no seu canal no YouTube, o &lsquo;Careca de Saber&rsquo;, voltou para os microfones para narrar os jogos do time do cora&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Tu sabes qual &eacute; a melhor parte da aposentadoria? &Eacute; que agora, eu posso ser eu&rdquo;, finaliza.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A fala, por vezes acelerada, e a inquieta&ccedil;&atilde;o revelam um pouco sobre quem &eacute; Julio Cesar Santos. Com uma carreira consolidada, o jornalista se entregou de corpo e alma &agrave; profiss&atilde;o, e por 40 anos dedicou cada dia a ela. 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