{"id":17590,"date":"2024-03-08T18:30:00","date_gmt":"2024-03-08T21:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/clara-corleone-sem-medo-de-ser-ela-mesma\/"},"modified":"2026-01-15T17:53:15","modified_gmt":"2026-01-15T20:53:15","slug":"clara-corleone-sem-medo-de-ser-ela-mesma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/clara-corleone-sem-medo-de-ser-ela-mesma\/","title":{"rendered":"Clara Corleone: Sem medo de ser ela mesma"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A p&aacute;gina em branco. Percebo que n&atilde;o me dei conta do tamanho do desafio que seria escrever sobre uma escritora. Coloco Jo&atilde;o Nogueira, seu m&uacute;sico preferido, para tocar no fundo. Um aux&iacute;lio para inspirar a mente e os dedos a colocar em palavras a grandeza e intensidade de uma mulher que sabe exatamente quem &eacute;, do que gosta e o que quer. Autora dos livros &lsquo;O homem infelizmente tem que acabar&rsquo; (ZOUK, 2019), &lsquo;Porque era ela, porque era eu&rsquo; (L&amp;PM, 2021) e &lsquo;Predadores&rsquo; (L&amp;PM, 2022), Clara Corleone faz jus ao significado de seu primeiro nome, do Latim, brilhante, ilustre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Formada em Artes Dram&aacute;ticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), escolha que fez aos 17 anos sem hesitar, ela levou bem mais tempo para, enfim, se reconhecer como escritora. Ainda crian&ccedil;a, come&ccedil;ou a juntar as letras em di&aacute;rios. No ensino m&eacute;dio, viveu sua primeira experi&ecirc;ncia como &lsquo;escritora de verdade&rsquo;. Guiada pela m&uacute;sica de Elis Regina, produziu a pe&ccedil;a &lsquo;Como nossos pais&rsquo;. Depois disso, no final da faculdade, a escrita cruzou novamente seu caminho, pois, como Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">(TCC), criou um mon&oacute;logo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Eu publicava muitos textos no Facebook, as pessoas comentavam, v&aacute;rios viralizaram, e come&ccedil;aram a questionar por que eu n&atilde;o publicava. A partir da&iacute;, escrever foi se tornando uma profiss&atilde;o, mas s&oacute; talento n&atilde;o basta&rdquo;, conta Clara, que lembra com exatid&atilde;o do dia que, para si mesma, se tornou escritora. &ldquo;O neg&oacute;cio ficou s&eacute;rio em 2019, quando a Karina, editora da ZOUK, esteve presente em um dos meus saraus liter&aacute;rios e, ao final, me procurou e comentou sobre publicar e eu disse &lsquo;vamos&rsquo;. Era 14 de mar&ccedil;o, um ano ap&oacute;s o assassinato da Marielle Franco. Virei para os meus pais e disse: &lsquo;Me convidaram pra publicar&rsquo;. Em seis meses, o livro estava pronto&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em um resgate dos pr&oacute;prios pensamentos, adaptou seus trechos sobre o machismo e deu vida &agrave; obra que leva como subt&iacute;tulo &lsquo;Cr&ocirc;nicas, deboches e po&eacute;ticas&rsquo;. A deputada federal Fernanda Melchionna e a tamb&eacute;m escritora Joanna Burigo eram as convidadas do sarau. Esta segunda tinha um selo na editora, &lsquo;Casa da m&atilde;e Joanna&rsquo;, e foi mentora de Clara na transforma&ccedil;&atilde;o de suas linhas em um livro &ndash; premiado e em sua s&eacute;tima reimpress&atilde;o. &ldquo;Sem ela, &lsquo;O homem infelizmente tem que acabar&rsquo; n&atilde;o existiria. Ela fez um trabalho fenomenal e eu tenho muita gratid&atilde;o&rdquo;, enfatiza, complementando que teve, ainda, como madrinha a escritora Martha Medeiros.<\/span><\/p>\n<p><strong>Guria do Bom Fim<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nascida e criada no bairro Bom Fim, ela &eacute; uma leg&iacute;tima porto-alegrense (com uma quedinha por Buenos Aires e Rio de Janeiro). Entre seus lugares favoritos no mundo, est&aacute; a famosa Lancheria do Parque, onde &lsquo;bate o ponto&rsquo; semanalmente para ler, beber, comer e encontrar os amigos. A combina&ccedil;&atilde;o perfeita &eacute; quando junta a torrada com presunto, ovo e queijo, e uma cerveja gelada. A rela&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o pr&oacute;xima que Clara at&eacute; mesmo j&aacute; exibiu suas habilidades como atriz com a Lancheria como cen&aacute;rio nas grava&ccedil;&otilde;es da s&eacute;rie &lsquo;VidAnormal&rsquo;, que passava na TVCom e Ulbra TV, entre 2007 e 2008.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E &eacute; nesse mundo que circunda o Parque Farroupilha (Reden&ccedil;&atilde;o, para os &iacute;ntimos) onde fica, tamb&eacute;m, a Livraria Paralelo 30, palco dos saraus liter&aacute;rios que ela organiza h&aacute; cinco anos. Bimensalmente, com o pr&oacute;ximo previsto para acontecer agora em mar&ccedil;o, Clara convida personalidades para trocar ideias e experi&ecirc;ncias a partir da leitura. N&atilde;o muito longe dali, o Centro Hist&oacute;rico da Capital tamb&eacute;m tem o cora&ccedil;&atilde;o da escritora. &ldquo;Meu programa preferido, quando tenho folga, &eacute; ir pro Centro visitar uma exposi&ccedil;&atilde;o, qualquer uma. Desbravar os sebos, passear pela Casa de Cultura Mario Quintana, visitar o quarto do poeta, assistir &agrave; pr&oacute;xima sess&atilde;o de cinema de l&aacute; e, para finalizar, tomar uma cerveja&rdquo;, compartilha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde pequena, uma roda de samba a faz se sentir em casa. Se quiser encontr&aacute;-la, oriente-se pelas melodias de Paulinho da Viola, Ivone Lara, Martinho da Vila, Mart&rsquo;n&aacute;lia e tudo que &eacute; bem brasileiro. E se for Carnaval ent&atilde;o, formou-se o dia ideal. Seja como foli&atilde; do Bloco da Laje ou musa do No Caminho Te Explico, Clara aproveita a festa at&eacute; o &uacute;ltimo segundo. E caso voc&ecirc; n&atilde;o a conhe&ccedil;a, principalmente se voc&ecirc; nessa frase for um homem, n&atilde;o pense nem por um instante que seu corpo de biqu&iacute;ni &eacute; um convite. Ela &eacute; inteiramente dela.<\/span><\/p>\n<p><strong>8M<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ela &eacute; feminista. Disso, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida. No entanto, ciente de seus privil&eacute;gios &ndash; mulher branca, cis, heterossexual, com corpo &lsquo;padr&atilde;o&rsquo;, intelectualmente educada e oriunda da classe m&eacute;dia &ndash;, prefere deixar calar e ouvir aquelas que s&atilde;o, desde os prim&oacute;rdios da humanidade, marginalizadas. Mulheres pretas, mulheres trans, mulheres pobres, mulheres gordas, mulheres profissionais do sexo, mulheres invis&iacute;veis. Aos 37 anos, comemora a maturidade como um trajeto permanente de aprendizado. &ldquo;Minha frente pende com mais for&ccedil;a para o combate ao machismo&rdquo;, enfatiza.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Coincid&ecirc;ncia ou n&atilde;o, Clara recebeu o nome da mulher que, em 1910, sugeriu que o Dia Nacional das Mulheres (criado nos Estados Unidos em 1909, ap&oacute;s a marcha de Nova York, onde 15 mil mulheres foram &agrave;s ruas exigindo redu&ccedil;&atilde;o das insanas jornadas de trabalho, sal&aacute;rios melhores e direito ao voto) fosse reconhecido como Internacional. Clara Zetkin, ativista do Partido Comunista Alem&atilde;o, fez a proposta durante uma confer&ecirc;ncia na Dinamarca, onde havia 100 mulheres de 17 pa&iacute;ses presentes, que concordaram de forma un&acirc;nime.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para o com&eacute;rcio, a data foi reduzida a vender presentes. Para (muitos) homens, uma oportunidade de mostrar seu &lsquo;amor&rsquo; pelas mulheres &ndash; apesar de os dados (em 2023!) mostrarem que, no Brasil, a cada seis horas uma mulher &eacute; morta; a cada 8 minutos, uma mulher &eacute; estuprada; a cada 22 minutos, somente no Rio Grande do Sul, uma mulher &eacute; agredida. E, pelo 14&ordm; ano consecutivo, o Pa&iacute;s lidera o ranking como o que mais mata pessoas transsexuais.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Clara, um lembrete de que n&atilde;o somos todas livres. &ldquo;Para mim, o maior problema &eacute; o feminic&iacute;dio. Mulheres mortas como moscas. E n&atilde;o s&oacute; pelos homens, mas pelo pr&oacute;prio Estado, enquanto o aborto segue tratado como um crime e n&atilde;o &eacute; legalizado&rdquo;, pontua. Em seu livro mais recente &ndash;&nbsp; &lsquo;Predadores&rsquo; &ndash;, ali&aacute;s, evoca o sentimento ancestral que as mulheres tentam sufocar diariamente para poderem viver: o medo de estar &agrave; merc&ecirc; dos homens.<\/span><\/p>\n<p><strong>Nem todo amor &eacute; um romance<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;N&atilde;o sou mais casada, gra&ccedil;as a Deus&rdquo;, responde Clara ao ser perguntada sobre seu <\/span><em style=\"font-style: italic !important;\"><span style=\"font-weight: 400;\">status<\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400;\"> de relacionamento amoroso. Solteira convicta, levanta, enf&aacute;tica, a bandeira da liberdade das mulheres de fazerem sexo porque gostam, sem serem taxadas de vagabundas ou ouvirem dos outros que nenhum homem vai as querer se elas continuarem se comportando assim. O que n&atilde;o exclui, de modo algum, carinho e respeito. &ldquo;Tenho alguns relacionamentos com homens que sabem que eu fico com outras pessoas, mas que duram bastante tempo e &eacute; super tranquilo. O modelo tido como tradicional apenas n&atilde;o &eacute; pra mim&rdquo;, explana.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A normalidade com que fala sobre as rela&ccedil;&otilde;es nada tem a ver com &lsquo;dor de cotovelo&rsquo;. Pelo contr&aacute;rio, amor nunca faltou na vida da escritora. S&oacute; que nem todo amor &eacute; um romance. Filha do engenheiro Figueir&oacute; e da dona de casa Ana Regina, casados h&aacute; quase 50 anos, Clara n&atilde;o precisa de nem um segundo para dizer o quanto a rela&ccedil;&atilde;o com a fam&iacute;lia &eacute; maravilhosa. Irm&atilde; de Carolina, Joana, Pedro e Ana Helena, divide com eles as alegrias e as tristezas do dia a dia, sustentada pelo elo inquebr&aacute;vel de afeto que os une, n&atilde;o unicamente por terem o mesmo sangue, mas porque amam uns aos outros genuinamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N&atilde;o importa o qu&ecirc;, se for para estar com eles, ela troca qualquer programa. O ambiente fica ainda mais preenchido com as duas &lsquo;filhas&rsquo; caninas, que dividem o teto com Clara desde 2012 e 2013, Billie Holiday e Ella Fitzgerald, respectivamente. As sobrinhas, Manu e Isabelita, completam o time. E, em tudo, sente-se apoiada e encorajada pela fam&iacute;lia, que sempre demonstrou como prioridade n&uacute;mero um a felicidade dos filhos. &ldquo;Eles sempre est&atilde;o ao meu lado. Estavam no primeiro livro, no segundo, no terceiro. Se eu for ler um versinho numa capela, l&aacute; est&atilde;o eles. Em tudo&rdquo;, salienta.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma figura importante dessa hist&oacute;ria foi o av&ocirc; materno, Wilmar. M&eacute;dico, resolveu aos 60 anos cursar Filosofia. Vinha de Barra do Ribeiro para Porto Alegre estudar e se formou. Extremamente gentil, genial e um exemplo de ser humano s&atilde;o alguns dos adjetivos usados pela neta para descrever aquele que foi sua primeira inspira&ccedil;&atilde;o e magn&iacute;fico incentivador. &ldquo;Ele sempre leu muito e eu herdei o gosto. Sempre andei com um livro embaixo do bra&ccedil;o&rdquo;, diz.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Um pouco Marilyn, um pouco eu<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Se voc&ecirc; n&atilde;o pode lidar comigo no que tenho de pior, ent&atilde;o voc&ecirc; pode ter certeza que n&atilde;o merece o meu melhor<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.&rdquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A frase n&atilde;o &eacute; de Clara, mas poderia ser. A conex&atilde;o com sua maior <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&lsquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&iacute;dola<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&rsquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, a modelo, atriz e produtora cinematogr&aacute;fica Marilyn Monroe &eacute; quase c&oacute;smica. Retratada como s&iacute;mbolo sexual<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> &eacute; comumente lembrada por sua beleza f&iacute;sica, a norte-americana, que morreu aos 36 anos, foi muito mais do que isso. &ldquo;Marcar Marilyn como uma mulher burra &eacute; uma das maiores mentiras que Hollywood inventou&rdquo;, adverte.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre as similaridades, para al&eacute;m do fato de ambas serem mulheres, Marilyn, assim como Clara, amava ler e estudar. Era politizada e se envolvia em causas sociais. Os cartazes da artista espalhados pelo apartamento n&atilde;o deixam suspeitas, ela &eacute; um &iacute;cone na vida da escritora que, a prop&oacute;sito, pensa em atuar ou escrever algo sobre Marilyn. E por falar em pol&iacute;tica, esse &eacute; outro t&oacute;pico bem definido para Clara. O interesse surgiu ainda quando crian&ccedil;a, com as primeiras leituras sobre a Ditadura Militar no Brasil e na Am&eacute;rica Latina. Quando coordenou a ONG Minha Porto Alegre, atuando em prol, especialmente, das mulheres e da popula&ccedil;&atilde;o de rua, firmou o posicionamento. &ldquo;Sou absolutamente de esquerda e esse &eacute; um valor inegoci&aacute;vel. Inclusive, &eacute; um impeditivo para mim quando se trata de uma amizade ou relacionamento&rdquo;, frisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Citando um defeito, a ansiedade &eacute; uma luta di&aacute;ria. Assim como sua diva, em um mercado dominado por homens, tem como obst&aacute;culo para autoconfian&ccedil;a e const&acirc;ncia o autoboicote. Ela &eacute; incr&iacute;vel e sabe disso, mas, &agrave;s vezes, a realidade de ser mulher pesa mais que o outro lado da balan&ccedil;a. Escrever &eacute; &ldquo;o tro&ccedil;o&rdquo; que ela mais gosta, como adora dizer. Al&eacute;m de suas iniciativas individuais, sobre as quais podemos adiantar que h&aacute; um quarto livro, sobre luto e amadurecimento, em aprova&ccedil;&atilde;o com a editora, Clara tamb&eacute;m est&aacute; escrevendo o que pretende ser sua quinta obra: uma hist&oacute;ria de amor. Al&eacute;m disso, trabalha como redatora para uma empresa de S&atilde;o Paulo e foi convidada para participar de uma colet&acirc;nea, com um conto, mas os detalhes ainda s&atilde;o segredo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma qualidade a destacar &eacute; ser uma pessoa carinhosa. Parte disso veio de sua refer&ecirc;ncia, a m&atilde;e. &ldquo;Ela &eacute; uma mistura de bom humor e for&ccedil;a. Positiva, est&aacute; sempre pra frente, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a. &Eacute; impressionante&rdquo;, elogia, seguindo: &ldquo;Minha m&atilde;e tem um amor pela vida e por n&oacute;s, e sabe viver. Aprecia as coisas simples e boas. &Eacute; inteligente, humilde, engra&ccedil;ada, acolhedora. Ela &eacute; o m&aacute;ximo&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Quanto mais pr&oacute;ximo, melhor<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Subjugada pela cren&ccedil;a de que devia ter uma apar&ecirc;ncia x e y, a escritora enfrentou a bulimia &ndash; transtorno alimentar grave, marcado por compuls&atilde;o, seguido de m&eacute;todos para evitar o ganho de peso &ndash; durante a adolesc&ecirc;ncia. Um de seus muitos empregos foi em uma cl&iacute;nica de estudos sobre obesidade. E ali a mentalidade come&ccedil;ou a mudar. Mas foi na pandemia de Covid-19 que a curiosidade mais engra&ccedil;ada, como define ela, sobre si emergiu. &ldquo;Sou embaixadora de uma plataforma fitness&rdquo;, assume. &ldquo;Como boa comunista que sou, lembrei de quando Angela Davis e Olga Ben&aacute;rio foram presas e criaram um programa de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos para n&atilde;o ficarem paradas.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A chave, para ela, &eacute; o equil&iacute;brio: a cervejinha em uma m&atilde;o, o copo de &aacute;gua na outra; glitter a perder de vista no Carnaval, pele sem make nos outros dias; um batom vermelho &ndash; sua cor preferida &ndash; de vez em quando. N&atilde;o se trata exclusivamente da est&eacute;tica, mas tamb&eacute;m da disposi&ccedil;&atilde;o, for&ccedil;a e energia para encarar suas mil vers&otilde;es. &ldquo;Mudou a minha vida e quero incentivar outras mulheres a experienciar o mesmo&rdquo;, argumenta.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E como ensina &agrave;s suas alunas e alunos nos cursos de escrita criativa, quem quer escrever tem que ler. E, para ela, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">quem te ensina a escrever s&atilde;o os livros que vais lendo e a vida que vives. Tenho uma frase que falo muito do Martin Scorsese que &eacute; &lsquo;o mais pessoal &eacute; o mais criativo&rsquo;. Eu escrevo sobre o que sou, o que sinto, o que acredito, o que me incomoda, o que &eacute; parte de mim&rdquo;, afirma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E para quem estava atribulada e ansiosa para iniciar este Perfil, o dif&iacute;cil agora &eacute; parar de escrever. Clara &eacute; tudo isso e mais um pouco. Precisaria de uma biblioteca inteira para, talvez, alcan&ccedil;ar a proeza de cont&aacute;-la.&nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A p&aacute;gina em branco. Percebo que n&atilde;o me dei conta do tamanho do desafio que seria escrever sobre uma escritora. Coloco Jo&atilde;o Nogueira, seu m&uacute;sico preferido, para tocar no fundo. 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