{"id":17698,"date":"2025-07-25T18:01:00","date_gmt":"2025-07-25T21:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/renato-araujo-vida-entre-pistas-pautas-e-tamborins\/"},"modified":"2026-01-15T17:20:02","modified_gmt":"2026-01-15T20:20:02","slug":"renato-araujo-vida-entre-pistas-pautas-e-tamborins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/perfil\/renato-araujo-vida-entre-pistas-pautas-e-tamborins\/","title":{"rendered":"Renato Ara\u00fajo: Vida entre pistas, pautas e tamborins"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;&Agrave;s vezes, a gente vence sem subir no p&oacute;dio.&rdquo; Essa frase n&atilde;o foi dita por Renato Ara&uacute;jo durante esta entrevista. Mas poderia. Porque a vida do jornalista, que tamb&eacute;m &eacute; atleta, sambista, irm&atilde;o de sete e amigo de muitos, parece ser conduzida pelo mesmo esp&iacute;rito que guia suas corridas de velocidade: foco, resist&ecirc;ncia e um tanto de poesia no passo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ele tem a serenidade de quem viveu o bastante para contar boas hist&oacute;rias &ndash; e mais ainda para ouvir. E tem sido assim desde muito cedo. Nascido em Porto Alegre, em 8 de abril de 1962, foi criado entre os campos e c&oacute;rregos de um s&iacute;tio em Viam&atilde;o. Filho de Maria Antonia da Silva Ara&uacute;jo e Nilson Jobim Ara&uacute;jo, cresceu no meio da natureza, no tempo em que f&eacute;rias escolares do&iacute;am por significarem dist&acirc;ncia da escola. Ali, no conv&iacute;vio com os irm&atilde;os &ndash; ao todo, s&atilde;o oito &ndash;, j&aacute; aprendia, sem saber, a buscar caminhos: na terra, no Jornalismo e, mais tarde, nas pistas de atletismo.<\/span><\/p>\n<p><strong>Jornalismo: uma janela para o mundo!<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Renato at&eacute; hoje n&atilde;o sabe explicar por que escolheu o Jornalismo. Talvez tenha sido por aquela ideia, que depois se confirmaria, de que a profiss&atilde;o &eacute; uma janela para o mundo. Come&ccedil;ou o curso na Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul (PUCRS) em 1983, j&aacute; com o olhar curioso sobre a realidade, e o Pa&iacute;s em plena transi&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica. Trabalhou como ascensorista e office boy, e foi no setor administrativo de Zero Hora, com uma revista chamada &lsquo;Ano Econ&ocirc;mico<\/span><em style=\"font-style: italic !important;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&rsquo;<\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400;\">, que teve o primeiro contato com o ambiente da not&iacute;cia.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na sequ&ecirc;ncia, surgiu o <\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/correio-do-povo-um-jovem-senhor,276768.jhtmlhttps:\/\/www.coletiva.net\/por-dentro\/correio-do-povo-um-jovem-senhor,276768.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Correio do Povo<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Entrou despretensiosamente, perguntando sobre vagas, e acabou contratado como redator. Reescrevia, com base em telefonemas ou textos crus, o material enviado por correspondentes do Interior do Estado. Foi ali que aprendeu a costurar informa&ccedil;&otilde;es, a perceber a estrutura de uma mat&eacute;ria e, principalmente, a enxergar a pot&ecirc;ncia do rep&oacute;rter.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Virou, ent&atilde;o, aquilo que sempre quis ser: um rep&oacute;rter de rua. Primeiro na editora de Geral, depois mergulhado na cobertura de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e, logo em seguida, na Pol&iacute;tica. Sempre entre grandes nomes e desafios, mas tamb&eacute;m grandes li&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><strong>O rep&oacute;rter que aprendeu a observar<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Renato &eacute; t&iacute;mido. E n&atilde;o esconde isso. Mas aprendeu que, no Jornalismo, quem observa com aten&ccedil;&atilde;o sempre encontra uma boa hist&oacute;ria. Foi assim que acompanhou de perto o julgamento do caso Daudt, uma de suas maiores coberturas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A liga&ccedil;&atilde;o com a v&iacute;tima come&ccedil;ou anos antes, quando Renato, ainda estudante, entrevistou Daudt ao vivo, quando este apresentava o programa Ga&uacute;cha Rep&oacute;rter, da <\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/por-dentro\/radio-gaucha-onde-pulsa-o-localismo,317357.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>R&aacute;dio Ga&uacute;cha<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. &ldquo;Eu e mais duas colegas t&iacute;nhamos que fazer o trabalho de conclus&atilde;o de curso em r&aacute;dio. A&iacute;, tivemos a ideia de pedir uma entrevista para ele e o Daudt respondeu: &ldquo;Querem falar comigo? Pera&iacute;, ent&atilde;o, que vamos entrar todos no ar&rdquo;. E abriu aquela edi&ccedil;&atilde;o anunciando: &ldquo;&lsquo;Estou aqui com estudantes de Jornalismo!&#8217; N&atilde;o imagin&aacute;vamos que seria assim!&rdquo;, relembra.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No tribunal, jornalistas mais experientes questionavam a decis&atilde;o dos editores de colocarem o jovem Renato na cobertura de um julgamento t&atilde;o complexo, que exigia experi&ecirc;ncia. Mas eles confiaram no potencial dele. &ldquo;Para mim, esse foi o grande in&iacute;cio da minha carreira&rdquo;, recorda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante os quatro dias de julgamento, Renato foi respons&aacute;vel por acompanhar os depoimentos das testemunhas. Foi uma experi&ecirc;ncia de aprendizado intenso. Ele destaca um momento marcante: uma l&acirc;mpada estourou no plen&aacute;rio durante um depoimento, e o advogado Lia Pires, que defendia o deputado Ant&ocirc;nio Dexheimer, acusado de matar Daudt,&nbsp; pediu para que um desembargador anotasse o hor&aacute;rio exato &#8211; 9h45 &#8211; e guardasse o papel. O detalhe parecia trivial, mas ganhou import&acirc;ncia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A testemunha que depunha era uma mulher surda, que morava no mesmo pr&eacute;dio de Daudt e precisava usar tradu&ccedil;&atilde;o em Libras. Em seu depoimento, ela apontou que o crime havia ocorrido em determinado hor&aacute;rio. No entanto, durante o debate, Lia Pires usou o epis&oacute;dio da l&acirc;mpada para questionar a precis&atilde;o do depoimento da testemunha.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ele destacou que ningu&eacute;m no plen&aacute;rio conseguia se lembrar exatamente da hora em que a l&acirc;mpada estourou, mas a depoente, surda, afirmava com precis&atilde;o o hor&aacute;rio do crime. &ldquo;Querem me convencer que a senhora surda vai determinar a hora que o Daudt morreu?&rdquo;, desafiou o advogado. Esse gancho virou a mat&eacute;ria de Renato e foi destaque na cobertura. Era uma li&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica sobre como ser um rep&oacute;rter atento, buscando o diferencial na not&iacute;cia e aprendendo a organizar as informa&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi dentro das reda&ccedil;&otilde;es que aprendeu com gigantes como<\/span><a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/david-coimbra-do-wagener-ao-coimbra.-as-paixoes-de-david,414890.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong> David Coimbra<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> &ndash; que, segundo Renato, sabia extrair a not&iacute;cia de um detalhe quase invis&iacute;vel. Ou com <\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/eterna-luta-contra-a-mesmice,166947.jhtml?amp=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Ricardo Stefanelli<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, que o orientou a olhar para fora no caso de uma pauta envolvendo um inc&ecirc;ndio, onde dois bombeiros tentavam inutilmente abrir um hidrante. Era ali, e n&atilde;o nas chamas, que estava a manchete. E o furo foi t&atilde;o grande que mudou as estruturas da corpora&ccedil;&atilde;o &agrave; &eacute;poca.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>Da pista para a reda&ccedil;&atilde;o, da reda&ccedil;&atilde;o para a avenida<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m de jornalista, Renato &eacute; velocista. Desde os 14 anos, corre. Parou por quase duas d&eacute;cadas, para estudar e trabalhar, mas voltou. J&aacute; representou clubes como o Inter e a Sogipa, onde at&eacute; hoje &eacute; s&oacute;cio laureado. Compete na categoria Master, com passagens por pa&iacute;ses como Argentina, Uruguai, Chile, Col&ocirc;mbia, Fran&ccedil;a, Espanha e Finl&acirc;ndia. Ele diz que o esporte o ensinou sobre disciplina, autocuidado e &eacute;tica: &ldquo;N&atilde;o se vence uma corrida derrubando o outro. Isso vale para o esporte e para a vida&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E como se n&atilde;o bastassem a not&iacute;cia e a velocidade, h&aacute; ainda espa&ccedil;o para o samba. Ligado desde cedo &agrave; cultura popular, Renato &eacute; parte ativa da escola de samba Os Bambas da Orgia, onde toca cu&iacute;ca e participa da velha guarda da bateria, al&eacute;m de ser s&oacute;cio e membro do Conselho Deliberativo. Vai seguidamente aos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, onde trabalhou nos &uacute;ltimos quatro anos ao lado de <\/span><a href=\"https:\/\/www.coletiva.net\/perfil\/claudio-brito-o-dinossauro-simpatico,137422.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Cl&aacute;udio Brito<\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. &ldquo;Em dezembro, os ensaios come&ccedil;am com for&ccedil;a total&rdquo;. At&eacute; l&aacute;, cuida do preparo f&iacute;sico e da alma.<\/span><\/p>\n<p><strong>O transplante que mudou tudo<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se tivesse que eleger o epis&oacute;dio mais marcante de sua trajet&oacute;ria, Renato n&atilde;o hesita: a cobertura de um transplante de f&iacute;gado, em 1995, quando atuava como rep&oacute;rter em Zero Hora. O convite partiu da pr&oacute;pria equipe m&eacute;dica, que ligou para a reda&ccedil;&atilde;o pedindo que um jornalista acompanhasse todo o processo, da busca pelo &oacute;rg&atilde;o at&eacute; a cirurgia.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A v&iacute;tima, um jovem de 20 anos, havia perdido a vida em um acidente de carro, e teve o f&iacute;gado e as c&oacute;rneas doados com o consentimento da fam&iacute;lia. Durante toda a pauta, Renato e o fot&oacute;grafo que o acompanhava s&oacute; n&atilde;o puderam permanecer no momento da retirada dos &oacute;rg&atilde;os. Enquanto isso, ele decidiu ir at&eacute; a casa do doador e conversou com os familiares, ouvindo, com respeito e sensibilidade, sobre a import&acirc;ncia do gesto que salvava outras vidas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cobertura, por si s&oacute;, j&aacute; era intensa e inesquec&iacute;vel,&nbsp; mas um obst&aacute;culo no meio do caminho quase mudou tudo. Alguns dias antes, um assalto havia ocorrido na mesma regi&atilde;o por onde passavam os m&eacute;dicos e jornalistas. Ao avistarem o carro, a Brigada Militar fez uma abordagem. Todos tiveram que descer.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante a revista, quando um dos policiais amea&ccedil;ou abrir a caixa onde estava o f&iacute;gado, Renato ouviu o m&eacute;dico dizer, com firmeza: &ldquo;Se tu abrir isso a&iacute;, tu vai preso por matar uma pessoa&rdquo;. S&oacute; ent&atilde;o os policiais perceberam que estavam diante de uma corrida contra o tempo para salvar uma vida. Num gesto de repara&ccedil;&atilde;o, a BM passou a escoltar o carro at&eacute; o aeroporto, abrindo caminho com uma viatura como batedor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em Porto Alegre, j&aacute; na correria da Capital, mal houve tempo para respirar: Renato tomou um banho, vestiu a roupa do bloco cir&uacute;rgico e entrou na sala de opera&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Vi centenas de veias e vasos sendo reconectados! Um milagre de vida&rdquo;, lembra, emocionado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Renato tamb&eacute;m circulou com desenvoltura nos bastidores da pol&iacute;tica. Trabalhou como assessor de imprensa no Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS Sindicato), depois no Governo do Estado.L&aacute;, acompanhou de perto casos dif&iacute;ceis, como a coordena&ccedil;&atilde;o da reconstitui&ccedil;&atilde;o dos crimes do man&iacute;aco Adriano, acusado de matar oito crian&ccedil;as na Regi&atilde;o Norte do Estado. O epis&oacute;dio exigiu de Renato, &agrave; &eacute;poca assessor de Imprensa da Secretaria de Seguran&ccedil;a do Rio Grande do Sul, sangue-frio, organiza&ccedil;&atilde;o e cuidado com os colegas jornalistas, em meio a uma popula&ccedil;&atilde;o revoltada.<\/span><\/p>\n<p><strong>O homem por tr&aacute;s das pautas<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Renato &eacute; pai de Gabriel, estudante de Geologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e ex-marido de duas mulheres marcantes em sua vida: Josi, que &eacute; a m&atilde;e do filho; e Isabela, jornalista que virou policial civil, decis&atilde;o que ele admira profundamente. As duas ex-companheiras s&atilde;o refer&ecirc;ncias para o homem por tr&aacute;s das pautas.&nbsp;<\/span>Assim como seu amigo <a href=\"https:\/\/coletiva.net\/perfil\/renato-dornelles-tres-em-um,282083.jhtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"bold\">Renato Dornelles<\/span><\/a>, o amigo que costuma dizer que &eacute; o irm&atilde;o que escolheu ter, devido aos 45 anos de amizade. Os dois se conheceram no col&eacute;gio Julio de Castilhos, o Julinho, e se reencontraram na PUCRS, quando Dorneles se tornou amigo de um dos seus irm&atilde;os que estudava Publicidade e Propaganda. J&aacute; trabalharam juntos, por algumas vezes, nos mesmos jornais. Dorneles foi o respons&aacute;vel por aproximar Renato do jornalista Cl&aacute;udio Brito, nos anos 1990.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No tempo livre, toca viol&atilde;o, l&ecirc;, assiste document&aacute;rios, s&eacute;ries e filmes que retratam o comportamento humano. Tamb&eacute;m se dedica ao estudo da l&iacute;ngua inglesa, que pratica em um curso on-line. &Eacute; colorado, f&atilde; de comida feita por ele e pela m&atilde;e. Adora peixe, mas n&atilde;o dispensa um bom churrasco, ainda mais quando toda fam&iacute;lia est&aacute; reunida.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Renato se define como algu&eacute;m que leva a vida sorrindo, mas ele pensa que, &agrave;s vezes, isso pode at&eacute; soar como um defeito. &ldquo;Parece que n&atilde;o dou tanta import&acirc;ncia para os momentos dif&iacute;ceis&rdquo;, reflete, pensativo. &ldquo;Ser&aacute; que, se eu tivesse levado algumas coisas mais a s&eacute;rio, teria sido diferente?&rdquo; Talvez a d&uacute;vida revele uma sabedoria: mais importante do que ter todas as respostas &eacute; saber fazer as perguntas certas. Certeza mesmo ele tem no lema que o acompanha: &ldquo;A sorrir, eu pretendo levar a vida&rdquo;, do mestre Cartola.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E talvez seja esse o segredo de Renato Ara&uacute;jo: correr leve, mas com profundidade. Entre pautas, pistas e tamborins, ele vai deixando rastros de humanidade por onde passa.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;&Agrave;s vezes, a gente vence sem subir no p&oacute;dio.&rdquo; Essa frase n&atilde;o foi dita por Renato Ara&uacute;jo durante esta entrevista. Mas poderia. 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