{"id":183522,"date":"2019-03-13T18:55:00","date_gmt":"2019-03-13T21:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/sem-categoria\/o-velorio-das-agencias-de-propaganda\/"},"modified":"2019-03-13T18:55:00","modified_gmt":"2019-03-13T21:55:00","slug":"o-velorio-das-agencias-de-propaganda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/noticias\/o-velorio-das-agencias-de-propaganda\/","title":{"rendered":"O vel\u00f3rio das ag\u00eancias de propaganda"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;As pessoas n&atilde;o s&atilde;o apenas o que s&atilde;o realmente, mas o que imaginam ser e o que os outros imaginam que elas sejam.&#8221; (Ferreira Gullar)<\/p>\n<p>O fil&oacute;sofo franc&ecirc;s Gilles Lipovetsky, idolatrado mundo afora, inclusive aqui em Porto Alegre &ndash; n&atilde;o &eacute; Juremir Machado? &ndash;, afirma que vivemos na &#8220;Era do Vazio&#8221;, em que a esquizofrenia das formas de vida p&oacute;s-moderna, resultante das pr&aacute;ticas tecnocapitalistas-individualistas-possessivas, transforma o excesso em normalidade, ou a exce&ccedil;&atilde;o em norma, produzindo o imp&eacute;rio do ef&ecirc;mero, tendo em vista que a racionalidade instrumental da normalidade l&iacute;quida produz a frivolidade sist&ecirc;mica. Via de regra, o animal humano perde a sua lei da gravidade, pois resta inviabilizada qualquer referibilidade a padr&otilde;es axiol&oacute;gicos, diante do panorama da inadimpl&ecirc;ncia das consci&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>Na contemporaneidade, somos todos militantes do insignificante, e o mal-estar na civiliza&ccedil;&atilde;o da pressa &eacute; a consequ&ecirc;ncia da ang&uacute;stia gerada pela sensa&ccedil;&atilde;o de solid&atilde;o na multid&atilde;o: somos intolerantes com a insufici&ecirc;ncia do talvez e\/ou, com a onipresen&ccedil;a do quase e\/ou, e com a amplitude do nada\/nenhum, e isso legitima a autenticidade dos devaneios. Muito mais do que uma fus&atilde;o horiz&ocirc;ntica, do sentimento c&eacute;tico com o a&eacute;tico, os novos produtos midi&aacute;ticos resultam do trade-off entre o anti&eacute;tico e o &eacute;tico, fazendo com que, assim, a tragic&ocirc;mica mitologia da realiza&ccedil;&atilde;o pessoal transforme a tabula de valores m&iacute;nimos em tabula rasa.<\/p>\n<p>O grande paradoxo de nossa sociedade, dita meritocr&aacute;tica, &eacute; que n&atilde;o h&aacute; mais consensus em torno do pr&oacute;prio conceito de m&eacute;rito: o sucesso &eacute; mais relevante que o car&aacute;ter e o poder do influencer no youtube mais importante que o talento. A mimesis social produz a banaliza&ccedil;&atilde;o da banaliza&ccedil;&atilde;o. Perde validade a lei da utilidade marginal decrescente, atuante em nossa psicologia do princ&iacute;pio do prazer: o marcador de funcionamento de nosso hedon&ocirc;metro, como c&oacute;digo de &eacute;tica pessoal, indica estar no m&aacute;ximo, mas a impress&atilde;o que se tem &eacute; de que ele n&atilde;o funciona mais &ndash; o prazer do sucesso ou o sucesso do prazer?. A busca pela maximiza&ccedil;&atilde;o de prazeres organol&eacute;pticos &ndash; gozo reificador e solipsista &ndash; redunda na reifica&ccedil;&atilde;o do animal humano e na sua auto-mercadoriza&ccedil;&atilde;o, inserindo-o nas condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o\/circula&ccedil;&atilde;o\/consumo de bens e servi&ccedil;os.<\/p>\n<p>O peso da consci&ecirc;ncia mais profunda clama pela concretiza&ccedil;&atilde;o do experimento vislumbrado por Eduardo Gianetti: a p&iacute;lula da felicidade instant&acirc;nea. Sartre outrora mencionou que o homem est&aacute; condenado &agrave; liberdade: o fardo da individualidade em nossa &#8220;sociedade do espet&aacute;culo&#8221;, com sua imensa casta subconsumidora e subinformada, alterou o dilema de Erich Fromm entre o Ter e o Ser: o que importa &eacute; Parecer Ser e\/ou Parecer Ter &ndash; ou Ter-que-Ser no mundo do simulacro. O que era sagrado virou profano e o profano foi sacralizado: a maior prova de nossa incapacidade de absorver a cultura da sacraliza&ccedil;&atilde;o do profano &eacute; a facilidade com que somos absorvidos por ela.<\/p>\n<p>No que diz respeito &agrave;s marcas, &eacute; bom lembrar os ensinamentos de Charles Sanders Peirce, criador da semi&oacute;tica: o homem &eacute; um signo e a linguagem usada pelo homem &eacute; o pr&oacute;prio homem. O exerc&iacute;cio da raz&atilde;o c&iacute;nica em terra brasilis resulta em crise de identidade, mais a satelitiza&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia: o discurso f&aacute;cil da propaganda tornou-se um di&aacute;logo de surdos &ndash; cabe lembrar que a propaganda, exercitada pelas ag&ecirc;ncias em seus melhores momentos, sempre foi caudat&aacute;ria da sociedade e nunca protagonista. A busca por um novo discurso emancipat&oacute;rio perpassa, fundamentalmente, pela quebra de alguns dogmas do cen&aacute;rio de marketing e\/ou propaganda, como entidades fantasmag&oacute;ricas e a discuss&atilde;o que nunca se iniciou a respeito dos benef&iacute;cios de m&iacute;dia para &agrave;s ag&ecirc;ncias, uma das raz&otilde;es fulcro para o atual est&aacute;gio de moribundo que qual passa o segmento das marcas.<\/p>\n<p>Se a cat&aacute;lise do motor psicossocial p&oacute;s-moderno &eacute; o status &ndash; a busca por sua manuten&ccedil;&atilde;o &ndash;, primeiro passo para a instaura&ccedil;&atilde;o de um novo-modo-de-ser (condi&ccedil;&atilde;o de possibilidade) para o mercado, &eacute; o des-velamento como um mercado das cren&ccedil;as: o mundo &#8220;real&#8221; das marcas &eacute; o mundo lingu&iacute;stico-discursivo das marcas ou sobre as marcas. O discurso pasteurizado sobre marcas equipara-se &agrave;s pr&oacute;prias marcas, em sua dupla fun&ccedil;&atilde;o de significante e significado, ou produto-acabado e produto-para-venda-de-produto(s). O corpus ideologicus ou o habitus dogmaticus impede o rompimento\/transcend&ecirc;ncia com o establishment mercadol&oacute;gico: profissionais de marketing e\/ou propaganda colocam &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o uns dos outros um pr&ecirc;t-&agrave;-porter significativo &ndash; para consumo pr&oacute;prio &ndash; contendo as respostas prontas e acabadas sobre como fazer marcas-de-sucesso ou marcas-que-proporcionem-sucesso na economia dos m&eacute;ritos ou economia das trocas simb&oacute;licas-linguist&iacute;cas &ndash; &eacute; a fetichiza&ccedil;&atilde;o do discurso e o discurso da fetichiza&ccedil;&atilde;o em si mesmo. Diz Cornelius Castoriadis: as condi&ccedil;&otilde;es sob as quais um enunciado constitui uma informa&ccedil;&atilde;o para algu&eacute;m dependem, essencialmente, do que algu&eacute;m j&aacute; &eacute;.<\/p>\n<p>A propaganda &eacute; um cad&aacute;ver que nos sorri, sentenciou h&aacute; 30 anos o fot&oacute;grafo Olivieri Toscani; Mas que propaganda &eacute; essa? Seguramente, &eacute; a que circula dentro das ag&ecirc;ncias e das academias, nunca dentro da casa dos anunciantes. Assim, trata-se de desmistificar o discurso mercadol&oacute;gico como se ele fosse o &uacute;nico e seguro &#8220;caminho&#8221; para atingir as &#8220;impress&otilde;es aut&ecirc;nticas&#8221;, representadas pelas marcas, at&eacute; porque a seca esterilidade da &#8220;fala autorizada&#8221; dos profissionais de marketing e\/ou propaganda obriga-nos a parafrasear Cazuza, para dizer que o discurso das marcas n&atilde;o passa de &#8220;um museu de grandes novidades&#8221;. O guia de auto-ajuda do discurso mercadol&oacute;gico sufoca toda tentativa de auto-subvers&atilde;o: o outsider sente-se um contraventor &ndash; porte ilegal da fala &ndash;, obrigado que &eacute; a apagar de seu horizonte inventivo tudo aquilo que n&atilde;o seja confirmado pelo falat&oacute;rio\/tagalerice de seus colegas, at&eacute; chegar a se ignorar por completo, correndo o risco de virar, na melhor das hip&oacute;teses, um aut&ocirc;mato sem voz pr&oacute;pria ou, na pior delas, um mero objeto de alguma butique esot&eacute;rica.<\/p>\n<p>Se a teleologia das marcas &eacute; intermediar dialeticamente o diz&iacute;vel e o indiz&iacute;vel, a ess&ecirc;ncia e a apar&ecirc;ncia, &eacute; bom recordar que, para Nietzsche, as condi&ccedil;&otilde;es de experi&ecirc;ncia e do objeto-experi&ecirc;ncia s&atilde;o totalmente heterog&ecirc;neas. Ele sustenta que apar&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; o contr&aacute;rio de alguma ess&ecirc;ncia; o que se disser de alguma ess&ecirc;ncia &eacute; apenas predicados de sua apar&ecirc;ncia. Sendo assim, o acesso a algo nunca &eacute; direto e objetificante: o acesso &agrave;s coisas &eacute; pela media&ccedil;&atilde;o do significado e do sentido. A condi&ccedil;&atilde;o de possibilidade da compreens&atilde;o das coisas &eacute; a exist&ecirc;ncia de um modo de compreender as proposi&ccedil;&otilde;es significativas: n&atilde;o temos acesso direto aos objetos assim como eles s&atilde;o, mas sempre a partir de um ponto de vista (media&ccedil;&atilde;o do significado e do sentido).<\/p>\n<p>Nenhuma simboliza&ccedil;&atilde;o, abarcando o universo das marcas, &eacute; poss&iacute;vel sem o suporte do imagin&aacute;rio, pois, no seu logro, j&aacute; est&aacute; aberta a fenda que cede ao simb&oacute;lico. A rela&ccedil;&atilde;o do real com o simb&oacute;lico &eacute; resultante de a&ccedil;&atilde;o abrupta de irrup&ccedil;&atilde;o e interrup&ccedil;&atilde;o. O real resiste ao simb&oacute;lico porque no n&atilde;o-nome&aacute;vel, n&atilde;o-represent&aacute;vel e n&atilde;o-simboliz&aacute;vel sempre h&aacute; um estado germinal para desfalecer o simb&oacute;lico. Segundo Lacan, o inconsciente est&aacute; estruturado como uma linguagem: o simb&oacute;lico inclui o imagin&aacute;rio como seu suporte e o real como interfer&ecirc;ncias &ndash; gr&acirc;nulos do indiz&iacute;vel e do vazio &ndash; na continuidade e dever incessante do simb&oacute;lico. O imagin&aacute;rio encapsula-se no simb&oacute;lico e o real cutuca e fende a simboliza&ccedil;&atilde;o, agindo por conta pr&oacute;pria e tomando de assalto o simb&oacute;lico.<\/p>\n<p>Peirce consolidou a ideia de que as demarca&ccedil;&otilde;es r&iacute;gidas entre dois mundos, o mundo dito m&aacute;gico da imediaticidade qualitativa versus o mundo dito amortecido dos conceitos intelectuais, s&atilde;o dialeticamente interpenetrados, revelando o universo fenom&ecirc;nico e o s&iacute;gnico como um tecido entrecruzado de acasos, ocorr&ecirc;ncias e necessidades, possibilidades, fatos e leis, qualidades, exist&ecirc;ncias e tendencialidades, sentimentos, a&ccedil;&otilde;es e pensamentos.<\/p>\n<p>Associa&ccedil;&atilde;o Riograndense de Propaganda e outras entidades ligadas ao marketing e\/ou propaganda, locais ou n&atilde;o, as verdades est&atilde;o postas: o mercado n&atilde;o quer mais comunicar-se atrav&eacute;s de ag&ecirc;ncias de propaganda. Quem viveu, viu; quem viver, ver&aacute;. Ali&aacute;s, Marshall McLuhan &ndash; lembram-se dele? &ndash;, ao profetizar a transforma&ccedil;&atilde;o da gal&aacute;xia de Gutemberg, que redundou na atual cibercultura, afirmou que o meio &eacute; a mensagem &ndash; podemos dizer que hoje h&aacute; meio sem mensagem e mensagem sem meio e que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o, igualmente respons&aacute;veis pelo vel&oacute;rio do marketing e\/ou propaganda, seriam extens&otilde;es do pr&oacute;prio homem.<\/p>\n<p>Martin Heidegger disse que &#8220;o mensageiro j&aacute; deve vir da mensagem, mas ele deve tamb&eacute;m j&aacute; ter se dirigido a ela&#8221;. O que precisa ser redefinido, no mundo contempor&acirc;neo, &eacute; o universo de emissores e receptores e quais as formas de legitima&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es que podem ou devem existir entre eles. O que consome de informa&ccedil;&atilde;o meu vizinho, me interessa? O que &eacute; necess&aacute;rio, essencialmente, &eacute; o revigoramento da natureza qualitativa do cen&aacute;rio mercadol&oacute;gico, de modo a n&atilde;o fazer da quest&atilde;o da qualidade uma mera quest&atilde;o de opini&atilde;o e\/ou &ecirc;nfase, como querem nos fazer crer as redes sociais.<\/p>\n<p>Qualquer d&uacute;vida a respeito das boas inten&ccedil;&otilde;es deste texto, talvez possa ser elucidada com a leitura do livro &ldquo;Me agarra firme por tr&aacute;s&rdquo;.<\/p>\n<p><span class=\"italic\">Roberto Pinta&uacute;de &eacute; s&oacute;cio-diretor da Zebra Pop e gestor criativo da radioweb e\/ou.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;As pessoas n&atilde;o s&atilde;o apenas o que s&atilde;o realmente, mas o que imaginam ser e o que os outros imaginam que elas sejam.&#8221; (Ferreira Gullar) O fil&oacute;sofo franc&ecirc;s Gilles Lipovetsky, idolatrado mundo afora, inclusive aqui em Porto Alegre &ndash; n&atilde;o &eacute; Juremir Machado? &ndash;, afirma que vivemos na &#8220;Era do Vazio&#8221;, em que a esquizofrenia&#8230;  <a class=\"excerpt-read-more\" href=\"https:\/\/ondawebhost3.com.br\/coletiva\/noticias\/o-velorio-das-agencias-de-propaganda\/\" title=\"Read O vel\u00f3rio das ag\u00eancias de propaganda\">Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-183522","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O vel\u00f3rio das ag\u00eancias de propaganda - Coletiva<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O vel\u00f3rio das ag\u00eancias de propaganda - Coletiva\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"&#8220;As pessoas n&atilde;o s&atilde;o apenas o que s&atilde;o realmente, mas o que imaginam ser e o que os outros imaginam que elas sejam.&#8221; (Ferreira Gullar) O fil&oacute;sofo franc&ecirc;s Gilles Lipovetsky, idolatrado mundo afora, inclusive aqui em Porto Alegre &ndash; n&atilde;o &eacute; Juremir Machado? &ndash;, afirma que vivemos na &#8220;Era do Vazio&#8221;, em que a esquizofrenia... 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