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Feevale investiga tendências de consumo dos gaúchos na pandemia

O aumento do acesso digital da população em meio à pandemia de Covid-19 foi o cenário para a realização de uma pesquisa científica promovida pela Universidade Feevale, de Novo Hamburgo. O estudo, concebido pelo Centro de Design e o Laboratório de Criatividade da instituição, pretende investigar como estão sendo as tendências de consumo on-line dos gaúchos. O formulário responsável pelo mapeamento ficará disponível para a captação de respostas a partir desta segunda-feira, 21, neste link

A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Renata Fratton Noronha e Vanessa Valiati. O monitoramento das mudanças comportamentais dos consumidores é uma característica analisada constantemente pelo Centro de Design, que identifica e compila diversos resultados encontrados ao longo do ano. 

No entanto, segundo a coordenadora do grupo, a professora Renata, a investigação atual busca avançar no desenvolvimento regional da indústria criativa. “As tendências são previsões que surgem a partir de alterações no consumo. Por isso, queremos transformar a pesquisa comportamental em um estudo que possa refletir sobre a nossa realidade, principalmente quando se fala em setores criativos”, explica.

Para Pinheiro, coordenador do Mestrado Profissional em Indústria Criativa e do Laboratório de Criatividade, a parceria entre os grupos elucida um trabalho em conjunto, realizado por diversos segmentos acadêmicos ligados à indústria criativa da Feevale. “Essas parcerias acadêmicas e científicas fortalecem nossos elos em busca do mesmo objetivo. As pesquisas nos setores criativos precisam de constante atualização para colaborar cada vez mais com o mercado, a graduação e aprofundar debates na instituição e sociedade”, afirma.

Com o auxílio de 15 pesquisadores bolsistas e voluntários, o mapeamento será disponibilizado para todas as regiões do Rio Grande do Sul. A professora Vanessa, do Mestrado em Indústria Criativa, esclarece que os resultados podem facilitar a compreensão em relação aos comportamentos de consumo da sociedade gaúcha. “A partir de uma análise aprofundada desses dados torna-se possível, tanto para o mercado quanto para a academia, o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação do debate sobre a inovação nos setores criativos, com base na realidade regional”, pontua. 

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