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Sem Estúdio: Mônica Teixeira

Nesta terça-feira, 11, o programa ‘Sem Estúdio’, uma produção do Editorial J (Laboratório Convergente do Curso de Jornalismo da Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos), com o apoio de Coletiva.net, entrevista Mônica Teixeira. O quadro semanal, realizado por alunos de Jornalismo com profissionais da área sobre os impactos da pandemia da Covid-19, recebe, às 21h, a repórter dos jornais locais (Rio de Janeiro) e nacionais da Rede Globo. 

A equipe do portal entrou em contato com Mônica para adiantar detalhes sobre o bate-papo que ocorrerá logo mais. 

1- Qual a importância desta iniciativa do Sem Estúdio de aproximar os profissionais que estão no front da cobertura jornalística dos estudantes?

Acho a iniciativa extremamente importante. A troca entre estudantes e profissionais é sempre enriquecedora. Aproveitar as redes sociais para diminuir essa distância entre sala de aula e as redações foi uma ótima ideia.

2 – Qual a importância desta troca e interação permanente entre academia e mercado de trabalho?

Existe muita curiosidade e até uma certa idealização sobre o dia a dia da profissão.

A conversa, a troca entre estudantes e jornalistas profissionais diminui e isso entre a sala de aula e as redações instiga e enriquece ambos os lados. O relato das experiências de cada profissional pode contribuir para ampliar o repertório dos alunos.

Para nós, esse também é um exercício fundamental, que provoca reflexão à medida em que somos confrontados com as inquietações de jovens e ideias novas, que daqui a pouco vão dividir as redações conosco. 

3 – A cobertura jornalística durante a pandemia do novo coronavírus é uma das temáticas principais do programa de entrevistas ‘Sem Estúdio’. Como a pandemia tem impactado na sua rotina profissional?

A pandemia colocou o mundo diante de novas regras, preocupações e condutas. O jornalismo, assim como toda a sociedade, teve que se adaptar. A rotina nas redações agora inclui a higienização dos postos e instrumentos de trabalho. Mas o mais complicado é o distanciamento na hora de fazer uma reportagem. Não poder ficar frente a frente e olhar no olho do entrevistado foi uma mudança e tanto. Mas nos adaptamos. E o esforço nesse momento é o de levar histórias bem contadas para o telespectador, apesar da distância física.

Mônica Teixeira

Eventualmente apresenta os telejornais locais da emissora, como fazia quando trabalhava na RBS TV, em Porto Alegre. A jornalista estreou na bancada do Jornal Nacional neste ano. Completam o currículo de Mônica matérias para o Programa Livre do SBT, a cobertura da Copa do Mundo de 1998 pela TV Cultura e uma reportagem especial sobre a Armênia para o Globo Repórter, em 2014, além de outros trabalhos.

O programa será transmitido na página do Editorial J no Facebook, bem como de Coletiva.net. Vale ressaltar que o público pode mandar perguntas nos comentários para serem lidos no ar.

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